sábado, 29 de maio de 2021
sexta-feira, 28 de maio de 2021
Faleceu em Turvo, Ivanir Carossi
Faleceu na tarde desta sexta-feira (28) Ivanir Carossi, aos 57 anos.
Ele era conhecido como Ivo Cadeirante e participava do Grupo do Terço dos Homens.
O velório será na Capela Mortuária de Turvo.
O sepultamento será ás 08h00 deste sábado.
Informou Funerária Nossa Senhora Aparecida de Turvo.
Em Guarapuava, funcionário de empresa contratada pelos Correios é preso suspeito de furtar encomendas
Um funcionário de uma empresa contratada pelos Correios foi preso suspeito de furtar encomendas, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). A prisão foi feita após uma abordagem na BR-277, em Guarapuava, na região central do Paraná.
Os agentes pararam o motorista do caminhão por volta das 2h desta sexta-feira (28). Os policiais desconfiaram dos furtos depois de encontrar pacotes vazios com etiquetas dos Correios e notas fiscais, na cabine no veículo.
Além disso, os agentes encontraram perfumes, tênis, um celular e um GPS novos, que eram relacionados às etiquetas dos pacotes vazios.
Segundo a PRF, o homem confessou que burlava o lacre do compartimento da carga, durante as viagens, e pegava encomendas com produtos que poderiam ser revendidos na internet.
A polícia disse que também encontrou comprimidos de uma substância conhecida como "rebite", que é usada de forma irregular para motoristas evitarem o sono e prolongarem a viagem.
O suspeito foi encaminhado para a delegacia de Polícia Federal em Guarapuava.
Fonte: G1 - PR
Fiscalização encontra 120 idosos em barracão de bingo
As equipes da Ação Integrada de Fiscalização Urbana (AIFU) abordaram um barracão na região central de Curitiba no fim da tarde desta quinta-feira (27) e flagraram aproximadamente 120 pessoas idosas em aglomeração em um bingo clandestino. A abordagem foi possível graças a uma denúncia que indicou à Polícia Militar a atividade irregular e que desrespeita as medidas de prevenção ao coronavírus.
De acordo com o coordenador da AIFU, capitão Ronaldo Carlos Goulart, a denúncia indicava movimentação de idosos no local. As equipes policiais foram até o endereço para averiguar as informações. “Os policiais militares constataram aglomeração de aproximadamente 120 pessoas no barracão. Também foram apreendidos materiais utilizados para o bingo”, explicou.
Ao todo, foram apreendidos 12 CPUs, cinco caixas de som e cinco monitores. Ainda segundo o capitão, cada um dos frequentadores foi notificado e recebeu uma multa de R$ 5 mil aplicada pelos agentes da Secretaria Municipal de Urbanismo.
Os responsáveis, por sua vez, foram encaminhados para assinatura de Termo Circunstanciado. “Foram encaminhadas, por infringir medida sanitária, as duas pessoas que seriam responsáveis pela atividade ilegal. Um deles, reincidente, recebeu multa de R$ 120 mil, e para o outro a multa foi R$ 5 mil”, disse o capitão.
AÇÃO INTENSIVA – A ação já faz parte da nova estratégia de fiscalização sobre o novo decreto, que terá validade a partir desta sexta-feira (28). Mais ações integradas vão evitar aglomerações clandestinas em todo o Paraná. Também haverá mais fiscalização no trânsito e na comercialização e venda de bebidas alcoólicas em locais públicos fora do horário estabelecido. Mais policiais nas ruas também garantirão o cumprimento do chamado “toque de recolher”.
Fonte: AEN
quinta-feira, 27 de maio de 2021
Caminhoneiro de Turvo é atropelado por carro e motorista foge sem prestar socorro
Na noite desta quinta-feira (27), a Polícia Militar recebeu informação de que teria dado entrada no Hospital Bom Pastor, uma pessoa vítima de atropelamento.
No local, em contato com o genro da vítima, o qual informou para a equipe policial que seu sogro José Maria Pereira, estaria voltando do trabalho, pela Avenida Moacir Julio Silvestri, e teria sido atropelado em via pública. A vítima estava inconsciente. Posteriormente foi transferido em estado grave para o Hospital São Vicente de Guarapuava.
A equipe policial deslocou até o local do acidente, não sendo localizado nenhum indício sobre o acidente, e não havia nenhuma informação sobre as circunstanciais do acidente nem sobre o autor e veiculo.
Posteriormente foi localizado uma pessoa, que disse ter testemunhado a uma distância de mais de meia quadra, quando um veículo com os faróis apagados, veio e atropelou uma pessoa, evadindo-se sem prestar socorro. Relata que única característica do veículo que pode observar é que era da cor branca.
Foi efetuado buscas nas proximidades mais não foi localizado nenhum suspeito com as características.
Segundo informou o genro do caminhoneiro Zé Maria ao Blog do Elói, Zé teria deixado o caminhão que trabalha estacionado, e estava indo jantar para sair viajar, quando foi atropelado.
Quem tiver informações do veículo que atropelou a vítima, favor entrar em contato pelo fone (42) 9 9922-3995.
Turvo registra mais 15 casos de Covid-19
Nesta quinta-feira (27), a Secretaria Municipal de Saúde registrou 15 novos casos de Covid-19 em Turvo. Contabilizando 1811 casos.
Estão internadas 07 pessoas na enfermaria.
São 225 casos ativos, que correspondem aqueles com potencial de transmissão do vírus. E outros 77 casos suspeitos, que aguardam o resultado do exame em isolamento domiciliar.
É importante que a população turvense redobre os cuidados de higienização e medidas preventivas para evitar que o vírus se propague ainda mais no município.
Em casos de descumprimento de isolamento social, DENUNCIE (fatos desse gênero são passíveis à multa).
Para dúvidas e denúncias disponibilizamos o número (42) 9 9152-1917.
Colégios estaduais fazem 5ª entrega de alimentos do ano nesta sexta-feira
Os colégios estaduais farão nesta sexta-feira (28) a quinta entrega de alimentos do ano para as famílias mais vulneráveis da comunidade escolar. Novamente, todas as 2,1 mil escolas da rede vão distribuir kits de alimentos não perecíveis, como aconteceu na terceira entrega, no fim de abril, além de produtos da agricultura familiar.
Foram adquiridos pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar) 219.697 kits compostos por 2 quilos de arroz, 1 quilo de feijão, 1 quilo de macarrão, 1 quilo de fubá, 1 quilo de açúcar e 1 litro de óleo de soja, que serão entregues às famílias de estudantes regularmente matriculados nos colégios da Rede Estadual de Ensino e beneficiárias do Programa Bolsa Família ou inscritas no CadÚnico.
São mais de R$ 12 milhões de investimento, sendo R$ 7.224.009,49 em 1.515.909 quilos (1,51 mil toneladas) nos kits e outros R$ 4.797.916,00 em 1.515.322 quilos de produtos da agricultura familiar.
Estes consistem em frutas, hortaliças e sementes, como o pinhão (nesta época), legumes e tubérculos, além de temperos, leite, iogurte, panificados, suco/polpa de frutas, complementos e grãos, que diferem de região para região.
É importante ressaltar que nas escolas que já retomaram as aulas presenciais parte desses alimentos da agricultura familiar será utilizada na alimentação dos estudantes que estão indo presencialmente.
QUEM PODE RECEBER — Podem receber estudantes com matrícula ativa com famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família ou com famílias não beneficiárias, desde que estejam inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com dados atualizados dos últimos seis meses.
Pode acontecer de os beneficiários estarem fora da lista enviada às escolas, caso os dados cadastrais estejam diferentes dos que constam no Sere (Sistema Estadual de Registro Escolar), como o nome, data de nascimento ou CPF. Outro exemplo é o caso de cadastros novos: se a inscrição no Cadastro Único do governo federal foi feita após 13 de março, o nome não consta na lista atual.
Em virtude desses casos, foram comprados kits adicionais (além da listagem) para possíveis famílias que estejam dentro dos critérios acima, mas que não tenham com o nome na listagem. O representante da família só poderá fazer a retirada na escola onde o aluno está matriculado.
Fonte e fotos: AEN
Paraná confirma mais 194 óbitos e 5.677 novos casos de Covid-19
A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta-feira (27) mais 5.677 casos e 194 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Estado soma 1.073.391 casos e 25.819 óbitos. Há ajustes ao final do texto.
Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (3), fevereiro (29), março (44), abril (143) e maio (5.441), e dos seguintes meses de 2020: maio (2), julho (1), agosto (1), outubro (1), novembro (1) e dezembro (11).
INTERNADOS – O informe relata que 2.860 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 2.217 em leitos SUS (985 em UTIs e 1.232 em enfermarias) e 643 em leitos da rede particular (324 em UTIs e 319 em enfermarias).
Há outros 2.937 pacientes internados, 1.103 em leitos de UTI e 1.834 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.
MORTES – A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 194 pacientes. São 81 mulheres e 113 homens, com idades que variam de 30 a 98 anos. Os óbitos ocorreram de 6 de março a 27 de maio de 2021.
Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (35), Londrina (22), Foz do Iguaçu (13), Castro (7), Francisco Beltrão (5), Ibiporã (4), Maringá (4), Matinhos (4), Pinhais (4), Ponta Grossa (4), Araucária (3), Fazenda Rio Grande (3), Paiçandu (3), Pato Branco (3), Piraquara (3), Almirante Tamandaré (2), Alto Paraná (2), Bandeirantes (2), Campina da Lagoa (2), Campo Largo (2), Campo Mourão (2), Cascavel (2), Guarapuava (2), Mandaguari (2), Paranaguá (2), Paranavaí (2), Sarandi (2) e Sertanópolis (2).
O informe registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Abatiá, Adrianópolis, Alvorada do Sul, Andirá, Arapoti, Bela Vista do Paraíso, Califórnia, Campina Grande do Sul, Capitão Leônidas Marques, Centenário do Sul, Colombo, Colorado, Coronel Vivida, Cruzeiro do Sul, Diamante do Norte, Engenheiro Beltrão, Figueira, Florestópolis, Guaratuba, Itaperuçu, Jaguariaíva, Jandaia do Sul, Loanda, Mandaguaçu, Mariluz, Matelândia, Nova Cantu, Nova Esperança, Nova Fátima, Nova Laranjeiras, Nova Santa Bárbara, Palmas, Palmeira, Perobal, Piraí do Sul, Pitanga, Pontal do Paraná, Porecatu, Prudentópolis, Pérola, Salgado Filho, Santa Cecília do Pavão, Santa Helena, Santa Terezinha de Itaipu, Sapopema, Sulina, São José dos Pinhais, São João do Caiuá, São Pedro do Ivaí, Toledo e Umuarama.
Total de exclusão: 7 casos e óbitos de residentes no Paraná.
Um caso e um óbito confirmados (F,41) no dia 01/09/2020 em Paiçandu foram excluídos por erro de notificação;
Um caso e um óbito confirmados (M,73) no dia 29/07/2020 em Nova Esperança foram excluídos por erro de notificação;
Um caso e um óbito confirmados (M,35) no dia 30/11/2020 em Maringá foram excluídos por erro de notificação;
Um caso e um óbito confirmados (M,66) no dia 18/04/2021 em Maringá foram excluídos por erro de notificação;
Um caso e um óbito confirmados (F,72) no dia 19/03/2021 em Maringá foram excluídos por erro de notificação;
Um caso e um óbito confirmados (M,55) no dia 04/10/2020 em Maringá foram excluídos por erro de notificação;
Um caso e um óbito confirmados (M,62) no dia 05/05/2021 em Maringá foram excluídos por erro de notificação.
FORA DO PARANÁ – O monitoramento registra 5.864 casos de residentes de fora, sendo que 147 pessoas morreram.
Confira o informe completo AQUI.
Com certificação da aftosa, Paraná vai acessar mercados que pagam mais pela carne
A conquista da certificação de área livre de febre aftosa sem vacinação pelo Paraná, concedida pela Organização Mundial de Saúde Animal nesta quinta-feira (27), vai alavancar as exportações paranaenses. O selo funciona como um aval sanitário sobre toda a produção agropecuária do Estado, e deve impactar não somente a exportação de carnes e seus derivados, que são diretamente vinculadas à questão, mas também produtos agrícolas, potencializando a economia do Estado como um todo.
Esse é o principal impacto esperado pela certificação, almejada há anos pelo setor produtivo. “Com a vacinação, existe uma desconfiança de que ela é necessária porque os animais podem ter a doença. Quando você para de vacinar, você tem a certeza de que, nessa região, ela está erradicada”, explica Otamir Cesar Martins, diretor-presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar). “Vamos poder alcançar novos mercados que pagam melhor - como na carne suína, que chega ao dobro do valor em países como Japão e Coreia do Sul”.
Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Paraná é o segundo maior produtor de carne suína do Brasil, representando 21,1% do total do País. No entanto, quando o foco é a exportação, o Paraná cai para terceiro lugar, com 13,59% do total. A certificação concedida pela OIE potencializa esse percentual, abrindo diálogo com mercados que só compram carnes de produtores com o selo.
“Em cinco anos, provavelmente estaremos nesses mercados com carnes especiais — o que, no timing comercial internacional, é um tempo muito curto”, indica Antônio Poloni, assessor da presidência da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP). “Mais do que ampliar mercados, esse é um selo de qualidade do Paraná como um produtor de primeiro mundo. É um cartão de visita muito mais forte para o empresário”, endossa.
EXPORTAÇÃO – O novo status do Paraná potencializa diretamente a exportação de seus produtos, já que libera acesso a mercados que só compram de quem é certificado. Rafael Gonçalves Dias, gerente de saúde animal da Adapar, explica que isso acontece porque, como a febre aftosa é difícil de controlar, ela funciona como um termômetro: zonas livres da doença têm bons serviços veterinários e controlam outras zoonoses.
Ele aponta que, a curto prazo, a suinocultura deve ser uma das principais favorecidas, uma vez que ela já tem uma produção robusta e suficiente para abastecer novos mercados, mas atualmente só acessa cerca de um terço dos mercados compradores. “Já exportamos para bons mercados, como Hong Kong, Rússia e China. Agora, queremos conquistar mercados premium: Estados Unidos, União Europeia, Japão e Coreia do Sul, que pagam até o dobro do valor por tonelada”, pontua Dias.
Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, o Paraná produziu 936 mil toneladas de carne suína em 2020, um aumento de 11,1% comparativamente a 2019 que consolidou o Estado como segundo maior produtor da proteína no País. Com relação à exportação, foram 117,9 mil toneladas em 2019, por exemplo, 16% do total exportado pelo Brasil. No total, naquele ano, a suinocultura gerou um Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de R$ 6,31 bilhões — valor 28% maior que em 2018.
“O mundo já nos conhece pela qualidade da nossa carne suína. Além de termos uma grande produção por empresas privadas e cooperativas, temos plantas de projetos sendo desenvolvidas com alta tecnologia, como em Assis Chateaubriand, atraindo investimentos para se produzir cortes da forma como se exige nos mercados internacionais”, ratifica Antônio Poloni, da FAEP.
MATURIDADE – Pela maturidade do mercado, os especialistas apontam que a suinocultura será a mais diretamente valorizada em curto e médio prazo. No entanto, devem crescer também a produção de outras proteínas - como pecuária de corte e peixes, seus produtos derivados e ainda os indiretamente relacionados, como milho e cereais. “Todos os produtos ligados ao agronegócio crescem, porque esse é um selo agregador de proposições. Ele funciona como um upgrade de modo geral”, pontua Poloni.
Martins, diretor-presidente da Adapar, aposta que a cadeia do leite será totalmente beneficiada. “Nossa produção láctea será muito maior que o nosso consumo, gerando exportação. Poderemos exportar queijos e leite em pó, por exemplo. Nas outras commodities, você tem um ganho indireto por esse novo status sanitário, que coloca nosso Estado em posição de igualdade com os países do primeiro mundo”, explica.
O QUE PODE MUDAR – Outra grande mudança pode ser na pecuária de corte. O Paraná ocupa a 10ª posição no ranking nacional com um rebanho de 9,3 milhões de cabeças sendo 6,3 milhões da pecuária de corte e 3 milhões de cabeças de pecuária leiteira.
No caso paranaense a quantidade de área com terras mecanizáveis já está limitada, mas em áreas declivosas subutilizadas há potencial para incorporação de até 4 milhões de cabeças de bovinos de corte. Estas áreas, segundo a Adapar, têm bom potencial produtivo e produção de pastagem para uso na pecuária de corte.
A região do Arenito Cauiá (Noroeste), por exemplo, possui 3,2 milhões de hectares e hospeda apenas 6,5% do rebanho bovino paranaense. Nesta área há aproximadamente 2 milhões de hectares de áreas declivosas e pequenas áreas de pastagens para gado leiteiro em pequenas propriedades, além de áreas planas em litossolos que não servem para a agricultura e áreas de várzeas.
Atualmente existem técnicas para incrementar a produtividade nestas áreas (declivosas), através da melhoria das pastagens, aliada ao uso de genética superior, o que traria aumento da lotação com produtividade agregada.
Também é uma área com imenso potencial para a integração lavoura-pecuária. O sistema de integração é uma estratégia de produção que integra culturas anuais e pecuária, no mesmo espaço, em consórcio, sucessão ou rotação, e busca potencializar a sinergia entre os componentes pecuária e lavoura. O principal objetivo é o cultivo do solo por boa parte do ano – em alguns casos, o ano todo – conseguindo um incremento na produção de grãos e aumento de ganho em carne e leite com custos mais baixos.
"As cooperativas querem investir em Campo Mourão, no Noroeste, na região do Arenito Caiuá. Tem um potencial imenso de levar pecuária para essa região. E também para promover o esquema lavoura-pecuária nas pequenas propriedades, intercalando produção e garantindo rentabilidade o ano inteiro. Teremos investimentos nesse sentido. É um novo mercado que se abre ao Paraná”, acrescenta José Roberto Ricken, diretor-presidente da Ocepar, entidade que representa as cooperativas.
CERTIFICAÇÃO – Os trabalhos do Paraná para conquistar a certificação somam anos de esforços (veja a linha do tempo). Os últimos focos de febre aftosa registrados no Estado em 2006. Em outubro de 2019, após diversas tratativas com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o Paraná deu um passo importante para essa conquista, suspendendo a vacinação de bovinos. Os trabalhos são consolidados com a concessão do selo internacional.
Além do Paraná, também foram reconhecidos pela OIE como área livre de aftosa sem vacinação os Estados do Rio Grande do Sul, Rondônia e Acre, além de 19 municípios do Amazonas e cinco do Mato Grosso. Apenas Santa Catarina obtinha a certificação, concedida em 2007.
Fonte e fotos: AEN
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