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segunda-feira, 7 de setembro de 2026

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Em Turvo, família comemora os 68 anos do senhor Valdo Matos, o “Catita”

Nesta segunda-feira (07/09), a família do senhor Valdo Matos, conhecido carinhosamente como “Catita”, está em clima de comemoração pela passagem de seu aniversário de 68 anos.

A data é marcada por alegria, carinho e gratidão, ao lado de familiares e amigos que fazem parte de sua caminhada.

A família aproveita este momento especial para parabenizar Valdo, desejando muita saúde, felicidade, paz e muitos anos de vida. Que esta nova etapa seja repleta de bons momentos e realizações.

Parabéns, Valdo! Feliz aniversário pelos seus 68 anos!

Casal é encaminhado à Delegacia após morte de recém-nascido em Pitanga


Um recém-nascido morreu após um parto domiciliar ocorrido no domingo (6), na localidade de Pitanguinha, em Pitanga. A ocorrência mobilizou equipes do SAMU, Polícia Militar, Polícia Civil, Perícia Criminal e Instituto Médico-Legal (IML).

A equipe policial foi acionada por volta das 11h50 para prestar apoio ao SAMU, pois o pai do bebê estaria alterado e dificultando o encaminhamento da criança ao hospital.

No local, os socorristas encontraram o recém-nascido no banheiro, sem roupas, sobre um pano e próximo a uma vela acesa. Foram realizadas manobras de reanimação, porém sem sucesso. O bebê apresentava sinais compatíveis com óbito, além de o cordão umbilical estar rompido ou dilacerado.

Diante da situação, foram acionados a Polícia Judiciária, a Perícia Criminal e o IML para os procedimentos necessários.

Relatos apresentados à polícia

Em depoimento no local, o pai relatou que havia auxiliado a esposa a ir até a cama após ouvi-la pedir ajuda no banheiro. Segundo ele, já suspeitava de uma possível gravidez devido ao volume abdominal, embora a mulher negasse estar grávida.

O homem afirmou que, posteriormente, percebeu que o volume da barriga havia diminuído e retornou ao banheiro, onde encontrou o bebê sem vida atrás do vaso sanitário. Conforme seu relato, a mulher teria dito que confundiu o trabalho de parto com dores abdominais e que a criança teria caído já sem vida.

O pai também acionou a própria mãe para ajudar, porém, segundo a equipe policial, foram identificadas inconsistências nos horários apresentados em seu relato.

A avó paterna confirmou que havia questionado a nora durante meses sobre uma possível gestação, mas afirmou que ela recusava atendimento médico.

A mulher foi encaminhada ao hospital por uma conhecida. Segundo o registro policial, quando questionada pelos funcionários da unidade sobre o motivo de não ter levado também o recém-nascido, a acompanhante teria apresentado declarações de recusa.

No hospital, a parturiente apresentou uma versão diferente dos fatos. Ela alegou que vivia em situação de isolamento e restrição de liberdade imposta pelo companheiro e afirmou ter pedido ajuda para ir ao hospital, mas que o pedido teria sido recusado.

A equipe policial, entretanto, registrou que essa versão apresentava contradições, considerando a presença da mãe da mulher e o fato de ela utilizar aplicativo de mensagens para se comunicar e solicitar transporte.

O Conselho Tutelar também informou a existência de denúncias anteriores envolvendo a mulher, relacionadas a suposto comportamento agressivo e negligência com outros dois filhos menores.

Por determinação do delegado responsável, os celulares do casal foram apreendidos. Ambos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil, onde foram adotadas as providências cabíveis.

A Polícia Civil deverá investigar as circunstâncias da morte do recém-nascido.
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