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sábado, 14 de março de 2026

Duplicações da PRC-466 entre Pitanga e Palmeirinha terão novos bloqueios


O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) informa que a PRC-466 será interditada para duas detonações de rochas na semana que vem. Na terça-feira (17) o bloqueio vai acontecer na altura do km 198, entre Pitanga e Turvo, e na quarta-feira (18) no km 233, entre Turvo e Palmeirinha.

Ambas interdições totais de tráfego começam às 14h, com previsão de liberação às 17h de cada dia, sendo necessárias para avançar nas obras de duplicação em concreto em andamento no trecho.

Usuários devem evitar aglomerações e não se aproximar dos locais de detonação, respeitando a sinalização provisória no trecho.

OBRAS – A duplicação em concreto da PRC-466 entre Pitanga e Turvo tem 45,5 quilômetros de extensão, com um investimento de R$ 514,2 milhões. Ela contempla também a restauração em concreto da pista existente (whitetopping), três viadutos, uma passarela e novas pontes sobre o Rio Carazinho e o Rio Bonito. A obra está 18,22% executada.

A duplicação em concreto da PRC-466 entre Turvo e Palmeirinha (distrito de Guarapuava) tem 27,02 quilômetros de extensão, um investimento de R$ 293,75 milhões. Ela contempla, ainda, o whitetopping da pista existente, dois novos viadutos e uma nova ponte sobre o Rio Turvo. Os trabalhos estão 22,79% executados.

sexta-feira, 13 de março de 2026

Padre Luiz recebe bênção apostólica pelos 50 anos de vida religiosa


Durante a missa de encerramento do retiro da Congregação dos Padres Marianos, em Curitiba, o padre Luiz recebeu a bênção apostólica do Papa Leão XIV, por ocasião dos seus 50 anos de vida religiosa.

Na ocasião, o padre Edmundo expressou, em nome de toda a comunidade de Turvo, profunda gratidão por todo o bem que o padre Luiz realizou durante o período em que esteve atuando na paróquia.

A comunidade também deu graças a Deus pelo dom de sua vida e de sua vocação, manifestando gratidão e orações para que Deus continue abençoando sua missão.


Fonte: Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Turvo

Petrobras reajusta preço do diesel em R$ 0,38 por litro


A Petrobras anunciou no fim da manhã desta sexta-feira (13) que vai reajustar o valor do óleo diesel vendido às distribuidoras em R$ 0,38 por litro. O novo preço passa a valer a partir de sábado (14).

Em comunicado, a estatal explica que o preço médio do diesel A praticado pela companhia para as distribuidoras aumentará para R$ 3,65 por litro, e a participação da Petrobras no preço do diesel B será, em média, de R$ 3,10.

O diesel A é o vendido nas refinarias, antes de ser misturado a biocombustíveis. Já o diesel B é o comercializado nos postos ao consumidor final, depois de as distribuidoras efetuarem a mistura obrigatória.
Impacto mitigado

A companhia explicou que o reajuste do diesel foi mitigado pelas medidas para conter a escalada do preço do combustível, anunciadas na quinta-feira (12) pelo governo federal. Mesmo assim, o aumento do petróleo no mercado internacional em meio à guerra no Oriente Médio exerce pressão sobre o preço.

O governo zerou as alíquotas dos dois tributos federais sobre a importação e comercialização do diesel, o PIS e a Cofins, o que representa corte de R$ 0,32 no preço do litro do óleo diesel, segundo cálculos do Ministério da Fazenda.

Além disso, uma Medida Provisória publicada autoriza a subvenção econômica para importadores e produtores de diesel. Com isso, o governo pode pagar R$ 0,32 por litro, desde que esse desconto seja repassado à cadeia de preços, baixando o custo ao consumidor final.

Juntas, as duas medidas representam alívio de R$ 0,64 por litro. As iniciativas são um enfrentamento à alta do preço do petróleo no mercado internacional, causada pela guerra iniciada por Estados Unidos e Israel contra o Irã.
Histórico de preços

A Petrobras lembra que o preço do diesel foi alterado pela última vez em maio de 2025, quando houve uma redução. Já o último aumento foi em fevereiro de 2025.

Nas contas da Petrobras, desde dezembro de 2022, os preços de diesel vendidos às distribuidoras registram redução acumulada de R$ 0,84 por litro, o equivalente a uma queda de 29,6%, considerada a inflação do período.
Petróleo mais caro

A ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã completa duas semanas nesta sexta-feira. Uma das formas de retaliação do Irã é o bloqueio do Estreito de Ormuz, ligação marítima entre os golfos Pérsico e de Omã, ao sul do Irã. Por lá, passam 20% da produção mundial de petróleo e gás.

O gargalo na região pressiona a oferta de petróleo no mercado internacional, o que eleva a cotação dos preços. Nesta sexta-feira, o contrato futuro do barril de petróleo Brent, preço de referência, está negociado perto de US$ 100 (equivalente a cerca de R$ 520).

Há duas semanas, a cotação beirava US$ 70, ou seja, em 15 dias subiu cerca de 40%. O Irã chegou a alertar o mundo para se preparar para o petróleo a US$ 200.

Mulher morre em colisão frontal entre carro e caminhão na BR-277, em Guarapuava

Uma mulher morreu em um grave acidente registrado na manhã desta sexta-feira (13) na BR-277, no km 335, na região do Rio das Pedras, em Guarapuava. A colisão frontal envolveu um carro Volkswagen Nivus cinza e um caminhão e aconteceu por volta das 10h30.

Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o carro teria invadido a pista contrária em um trecho onde a ultrapassagem é proibida, sinalizado com faixa contínua, e acabou colidindo de frente com o caminhão.

A motorista estava sozinha no veículo e morreu no local do acidente. Até o momento, a identidade da vítima não foi divulgada oficialmente.

Com a força do impacto, o carro ficou completamente destruído e praticamente irreconhecível. Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e precisaram realizar o desencarceramento da vítima, que ficou presa às ferragens.

Caminhoneiro tentou desviar

A reportagem conversou com o motorista do caminhão envolvido no acidente. Ele contou que saiu de São José dos Pinhais e seguia para Santa Lúcia, na região de Cascavel. O caminhão estava vazio, sem carga no momento da colisão.

Segundo o caminhoneiro, ao perceber o carro invadindo a pista contrária, ele ainda tentou desviar para o acostamento, mas não conseguiu evitar a batida frontal.

Rodovia teve interdição parcial

Após o acidente, a BR-277 ficou com interdição parcial no km 335, operando no sistema pare e siga.

Parte do fluxo de veículos também precisou ser desviada por uma via vicinal nas proximidades do local do acidente, enquanto equipes da PRF, Corpo de Bombeiros, Polícia Científica e Instituto Médico-Legal (IML) realizavam o atendimento da ocorrência e os procedimentos no local.

As causas do acidente ainda serão apuradas.

Safra de grãos do Paraná deve ter aumento de 306 mil toneladas, aponta IBGE


O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) divulgado nesta sexta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que o Paraná deve produzir 306,4 mil toneladas a mais de grãos do que a projeção anterior, divulgada em fevereiro. É a quarta principal alta do País, atrás apenas de Bahia (652,2 mil toneladas), Goiás (424 mil t) e Minas Gerais (321,2 mil t). Já a maior variação negativa ocorreu no Rio Grande do Sul (-359.430 t).

De acordo com o levantamento, o Paraná, com uma produção de 22,3 milhões de toneladas, deve ter o segundo maior volume colhido do País neste ano, com crescimento de 4,3% em relação ao volume de 2025. O Estado responde por 13,9% da produção nacional, segundo maior indicador, atrás apenas do Mato Grosso (48,5 milhões de toneladas). O Mato Grosso do Sul, em terceiro, aguarda uma produção de 15 milhões de toneladas, crescimento de 14% sobre o total do ano passado.

A estimativa nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas é de 344,1 milhões de toneladas, 0,6% menor que a obtida em 2025 (346,1 milhões de toneladas. A área a ser colhida foi de 82,9 milhões de hectares, com aumento de 1,6% frente a 2025. Em relação à estimativa de janeiro, a área a ser colhida cresceu 0,3%.

No Paraná, as principais mudanças positivas estão na soja, milho e feijão. Na soja, o Paraná espera 22,3 milhões de toneladas, segundo maior volume colhido do País, com crescimento de 4,3% em relação ao volume colhido em 2025. A estimativa nacional alcançou novo recorde na série histórica em 2026, totalizando 173,3 milhões de toneladas, 0,4% acima de janeiro 4,3% maior que o produzido em 2025.

Em relação ao milho, o Paraná, segundo maior produtor nacional, registra crescimento de 1,6% na área, totalizando 17,5 milhões de toneladas e um rendimento médio de 6 125 kg/ha. O Estado tem 16,6% de participação nessa cultura.

A estimativa de fevereiro para as três safras do feijão alcançou 3 milhões de toneladas em todo o País. O Paraná, maior produtor nacional, prevê 688,4 mil toneladas (22,9% de participação), seguido por Minas Gerais com 514,1 mil toneladas (17,1% de participação), Goiás com 364,9 mil toneladas e Mato Grosso com 363,4 mil toneladas.

Faleceu Sidnei Correia Tonon


Sidnei Correia Tonon, de 59 anos, faleceu na manhã desta sexta-feira (13). Ele era uma pessoa especial e aluno da APAE de Turvo.

O velório será realizado na Capela Mortuária de Turvo.

O sepultamento ocorrerá neste sábado, às 9h, no Cemitério Municipal.

Estado consulta comunidades indígenas de Turvo para estruturar visitas aos Caminhos do Peabiru


O Governo do Paraná consultou nesta semana comunidades indígenas para discutir a integração delas no programa Rota Turística Caminhos do Peabiru. A iniciativa é conduzida pelas secretarias de Estado do Turismo (Setu) e do Planejamento (Sepl) e tem como objetivo construir, em conjunto com os povos originários, o plano de visitação em áreas que integram o histórico traçado da antiga trilha continental.

As reuniões ocorreram no município de Turvo, na região Central, e fazem parte do processo de Consulta Livre, Prévia e Informada (CLPI), mecanismo que assegura às comunidades tradicionais o direito de participar das decisões sobre projetos que impactem seus territórios.

O primeiro encontro foi na terça-feira (10), com a comunidade Guarani Koe Jú Porã. Na quarta-feira (11), a agenda seguiu na Terra Indígena Marrecas, pertencente ao povo Kaingang. Em ambos os casos, as comunidades manifestaram interesse em integrar a rota turística e concordaram em iniciar a elaboração de um plano de visitação para organizar a recepção de visitantes em seus territórios.

O processo é mediado pela Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Científico da Universidade Estadual de Maringá (Fadec-UEM), instituição contratada pelo Estado para conduzir o diálogo e estruturar o plano de visitação de acordo com as diretrizes da Instrução Normativa nº 03/2015 da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

Durante os encontros, a equipe técnica apresentou a proposta da rota turística e explicou como funciona o processo de planejamento da visitação. A programação também incluiu momentos reservados para que as próprias comunidades discutissem internamente as propostas antes de apresentar suas decisões.

Segundo o secretário de Estado do Turismo, Leonaldo Paranhos, o envolvimento direto das comunidades indígenas é fundamental para o desenvolvimento responsável da rota.

“O Caminhos do Peabiru é um dos maiores patrimônios históricos e culturais do Paraná. A participação das comunidades indígenas é essencial nesse processo. Não se constrói turismo de qualidade sem ouvir quem vive e preserva esses territórios. O objetivo é desenvolver um modelo de visitação que valorize a cultura dos povos originários, gere oportunidades econômicas e, ao mesmo tempo, preserve suas tradições e identidade”, afirmou.

Para o secretário do Planejamento, Ulisses Maia, o processo reforça o potencial cultural da iniciativa. “Esse momento de consulta com as comunidades Guarani e Kaingang demonstra a representatividade da Rota Turística Caminhos do Peabiru como um marco de divulgação da cultura indígena, além de estimular o desenvolvimento do turismo e da economia local. Estamos ouvindo todos os envolvidos para planejar um projeto que seja um diferencial para as regiões participantes”, disse.

TURISMO DE BASE COMUNITÁRIA – Um dos principais pontos discutidos durante as reuniões foi o conceito de turismo de base comunitária, modelo no qual as próprias comunidades são responsáveis por definir como a atividade turística será realizada.

Nesse formato, os moradores decidem quais atividades poderão ser oferecidas, em quais horários, quais espaços poderão ser visitados e quais regras devem ser seguidas pelos visitantes. Também cabe às comunidades definir valores, normas de visitação e quais aspectos de sua cultura desejam compartilhar.

Além do protagonismo local, o turismo de base comunitária também prevê que os benefícios econômicos sejam distribuídos entre os moradores, fortalecendo o desenvolvimento coletivo.

Durante os encontros, os participantes receberam informações sobre turismo, hospitalidade, gastronomia, produção cultural e formas de organizar experiências de visitação. O objetivo é fornecer ferramentas para que cada comunidade construa seu próprio modelo de turismo, respeitando suas tradições e decisões internas.

PRÓXIMAS ETAPAS – Com a manifestação positiva das comunidades, o trabalho agora avança para a elaboração do plano de visitação, documento que irá definir de forma detalhada como será organizada a presença de visitantes nas áreas indígenas que integram o Caminhos do Peabiru.

O processo inclui novas reuniões, oficinas de planejamento e momentos de discussão interna nas comunidades, que terão autonomia para definir oportunidades e limites da atividade turística.

CAMINHOS DO PEABIRU – O projeto Caminhos do Peabiru resgata antigas trilhas utilizadas por povos indígenas que atravessavam o território sul-americano, conectando o Oceano Atlântico ao Pacífico. Parte desse caminho histórico passa pelo Paraná e vem sendo estruturada pelo Estado como uma rota turística voltada ao turismo cultural, histórico e de natureza.

Com a organização do trajeto e o desenvolvimento de produtos turísticos associados à rota, a expectativa é ampliar o fluxo de visitantes interessados na história e nas culturas tradicionais, fortalecendo o turismo regional.

O projeto é executado pela Secretaria de Estado do Turismo e pela Secretaria de Estado do Planejamento em parceria com o Paraná Projetos e a contratação da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Científico da Universidade Estadual de Maringá (Fadec), e conta com a participação das Instâncias de Governança Regional (IGRs).




Ratinho Júnior rejeita ser vice na chapa presidencial com Flávio Bolsonaro

O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), recusou a proposta de abrir mão de sua pré-candidatura à Presidência da República para ocupar o posto de vice na chapa encabeçada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A decisão foi comunicada nesta quarta-feira, durante uma reunião com o senador Rogério Marinho (PL) na sede do governo paranaense em Brasília.

Segundo aliados, Marinho sugeriu a composição entre os partidos, mas o governador descartou a ideia e reforçou que continuará trabalhando para viabilizar seu próprio projeto presidencial. O PSD deve definir o nome que liderará a chapa do partido no dia 25 de março.

Durante a conversa com a coordenação de campanha do PL, Ratinho Junior aproveitou para relembrar um desgaste ocorrido na eleição municipal de 2024. Na disputa pela Prefeitura de Curitiba, o PL indicou o candidato a vice na chapa apoiada pelo governador, mas, no segundo turno, o ex-presidente Jair Bolsonaro optou por declarar apoio à adversária, Cristina Graeml. O episódio foi citado como um ponto de atrito na relação entre os dois grupos políticos.

Apesar da recusa em formar uma chapa nacional com Flávio Bolsonaro e das ressalvas sobre o pleito municipal passado, Ratinho Junior indicou que os acordos regionais seguem de pé. O governador reafirmou no encontro que pretende cumprir o compromisso firmado em 2024 de apoiar o deputado federal Filipe Barros (PL) na disputa por uma vaga no Senado representando o estado do Paraná.

Fonte: TN Online

Paraná projeta retomada da produção de pera; exportações de suínos batem recorde


A cultura da pera ensaia uma retomada no Paraná. Segundo o Boletim Conjuntural do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), após quase dez anos de retração na área cultivada, o Paraná registrou o plantio de 20 novos hectares entre 2023 e 2024, consolidando-se como o terceiro maior produtor nacional.

Atualmente, a Região Metropolitana de Curitiba concentra 70% da produção e do Valor Bruto da Produção (VBP) da fruta no Estado, tendo o município de Araucária como principal polo difusor. No entanto, há produção em 73 municípios.

O Rio Grande do Sul (47,6%), Santa Catarina (31,2%), Paraná (10,7%), Minas Gerais (7,0%) e São Paulo (3,4%) concentram a totalidade das colheitas do País. Informações levantadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2024 indicam que a pera foi cultivada em 996 hectares e foi a 22ª fruta em volumes colhidos, 14,5 mil de toneladas, e a 23ª em Valor Bruto da Produção da fruticultura nacional, com R$ 60,9 milhões.

Considerando a variação de preços da fruta apontada pelo Deral no mercado atacadista, a pera nacional comum está cotada em R$ 3,50/kg, enquanto a variedade Yari chega a R$ 7,00/kg. Na região da Capital, a pera esteve mais valorizada. No ano passado, na Ceasa de Curitiba, foram transacionadas 5,4 mil t de peras a um preço médio de R$ 8,10/kg.

“No momento, com os pomares em plena colheita, os preços tendem a se manter equilibrados, com oferta dos pomares paranaenses e catarinenses. Somente as peras importadas é que destoam. As da Argentina, por exemplo, estão precificadas a R$ 10 o quilo”, explica o engenheiro agrônomo do Deral, Paulo Andrade.

SUÍNOS – A suinocultura do Paraná segue no ritmo de recordes históricos nas exportações. Nos dois primeiros meses de 2026, o Paraná registrou os maiores volumes já embarcados para o período, com 17,02 mil toneladas em janeiro e 20,62 mil em fevereiro. O recorde mensal permanece sendo setembro de 2025, quando foram exportadas 25,18 mil t.

O crescimento foi impulsionado pela abertura de novos mercados em 2025, como Peru e Chile, e pelo forte apetite das Filipinas, que aumentou suas compras em 442,1% em relação ao ano anterior, totalizando 9,3 mil toneladas no acumulado de 2026. Hong Kong, com 6,5 mil t; Uruguai, com 5,1 mil t; Singapura, com 4,2 mil t; Argentina, com 3,7 mil t; Vietnã, com 1,8 mil t; Costa do Marfim, com 1,5 mil t; Peru, com 840 t; Geórgia, com 720 t; e Chile, com 642 t também são grandes compradores.

ARROZ – No campo dos grãos, o destaque é para o arroz, que caminha para uma safra de recuperação técnica. A previsão de colheita é de 147 mil toneladas — volume 10% superior às 134 mil toneladas obtidas em 2025. A principal região de plantio no Paraná é a localizada no entorno do Rio Ivaí.

Segundo o boletim, o fim do verão e a consequente diminuição das chuvas afasta o risco de novas enchentes, como ocorreu em safras anteriores. “Portanto, a produção no campo deve se manter dentro da projeção. Nas últimas duas safras, as cheias atrapalharam, mas, se tudo correr bem, este ano a safra deve estar dentro do potencial de safra esperado”, aponta o engenheiro agrônomo e analista do Deral, Carlos Hugo Godinho.

Entretanto, a rizicultura enfrenta desafios econômicos: o preço médio recebido pelo produtor em fevereiro foi de R$ 63,07 por saca, valor 46% inferior ao praticado no mesmo período do ano anterior. Já para o consumidor é o oposto, com o pacote de 5kg apresentando recuo de 38% nos últimos 12 meses. Ou seja, o cenário é favorável no varejo e deve permanecer estável ao longo do ano.

quinta-feira, 12 de março de 2026

Começa obra de restauração em concreto de rodovias entre Nova Tebas e Pitanga


O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), iniciou a obra de restauração e ampliação em concreto das rodovias PRC-487 e PR-460 entre Nova Tebas e Pitanga, na região central, um investimento de R$ 267,8 milhões.

Após realizar melhorias no pavimento asfáltico existente, uma frente de trabalhou começou a executar as primeiras placas de uma nova camada de pavimento rígido de concreto em trecho da PR-460, próximo a Pitanga. Está sendo utilizada a técnica whitetopping, em que a pista antiga é aproveitada como base para a nova pista de concreto, que terá uma vida útil de cerca de 20 anos.

E na PRC-487 estão em andamento os serviços iniciais de terraplenagem e ampliação do sistema de drenagem de águas.

OBRA – O trecho contemplado da PRC-487 começa na ponte sobre o Rio Muquilão, limite entre os municípios de Nova Tebas e Iretama, e segue até o entroncamento com a PR-460 no acesso para Manoel Ribas. O trecho da PR-460 começa neste ponto e segue até chegar no entroncamento com a PR-239 e a PRC-466 no perímetro urbano de Pitanga. Ao todo são 51,52 quilômetros de extensão.

Além da restauração em concreto das rodovias, também serão implantadas terceiras faixas em todos os pontos críticos de ultrapassagem, além de acostamentos com 2 metros de largura exceto quando há faixa adicional, onde os acostamentos ficam com 1,2 metros em um dos lados.

Está prevista ainda a construção de um viaduto no entroncamento da PRC-487 e PR-460 e duas rótulas alongadas em nível, uma no acesso a Nova Tebas e a outra no perímetro do distrito de Catuporanga. Ainda serão realizadas melhorias na geometria de curvas acentuadas, e a correção de faixas adicionais existentes que terminam antes do fim da rampa.

E será instalada nova iluminação viária nas três interseções mencionadas, realizadas melhorias em quatro pontes, ampliado o sistema de drenagem de águas, implantada nova sinalização horizontal e vertical, e dispositivos de segurança, entre outros. A previsão é de concluir a obra em outubro de 2027.
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