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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

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Vem aí o Sábado do 20Tão no Lojão da Família de Turvo

 



Neste sábado acontece a promoção mais aguardada pelos nossos clientes: o tradicional Sábado do 20Tão no Lojão da Família.

Preparamos muitas novidades que acabaram de chegar para você aproveitar. São peças infantis e adultas, para todas as idades, com qualidade e muito estilo — tudo por apenas R$ 20,00.

🗓️ Sábado

⏰ Das 8h às 15h (sem fechar para almoço)

📍 Avenida 12 de Maio, nº 809 – Centro – Turvo.

Convidamos toda a população de Turvo e região para aproveitar essa oportunidade especial.

Esperamos por vocês.












Paraná consolida liderança na exportação de suínos de raça; colheita de soja alcança 37%


O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), divulgou nesta quinta-feira (26) o Boletim Conjuntural com dados atualizados da última semana de fevereiro. Nos assuntos em destaque, o levantamento aponta que o Paraná consolidou sua posição, entre os estados brasileiros, como o maior exportador de suínos reprodutores de raça pura.

Em 2025, o Paraná foi responsável por 62,1% da receita nacional de exportação de suínos de alto valor genético (US$ 1,087 milhão), tendo o Paraguai como o principal destino desse material. Esse desempenho reforça a sanidade e o padrão tecnológico do rebanho paranaense, que atende mercados como Argentina, Uruguai e Bolívia. “Essa escolha pelo Paraná mostra, mais uma vez, que o Estado tem genética de ponta e sanidade do rebanho”, destaca a médica veterinária e analista do Deral, Priscila Marcenovicz.

Ainda dentro da área da pecuária, o boletim destaca as exportações de carne bovina brasileira, que atingiram 258,94 mil toneladas, um aumento de mais de 25% em comparação ao mesmo mês do ano passado.

Há uma preocupação com a cota de importação chinesa, estabelecida em 1,1 milhão de toneladas. Só em janeiro, mais de 10% dessa cota já foi utilizada, o que pode causar variações no preço ao longo do ano. Mas outros mercados importantes continuam aumentando as aquisições de carne brasileira. No mercado interno, a maioria dos cortes bovinos pesquisados pelo Deral subiu de preço, com destaque para o filé mignon, que acumula alta de 17% em um ano.

Na avicultura de corte, o cenário é de margens positivas para o produtor paranaense. O custo de produção do frango vivo encerrou 2025 em R$ 4,65/kg, uma queda de 2,9% em relação ao ano anterior, impulsionada principalmente pelo recuo nos preços da ração (-8,92%). No fechamento do ano, o preço médio recebido pelo produtor (R$ 4,92/kg) ficou 4,2% acima do custo médio anual, preservando a rentabilidade em um setor que lidera as exportações de carne no Brasil.

SAFRA – O boletim trata ainda dos números da estimativa de safra, com base no relatório de Previsão de Safra Subjetiva, que tem como destaque a atualização da área de plantio do milho.

No setor de grãos, a soja caminha para uma colheita robusta, mantendo a estimativa de 22,12 milhões de toneladas para o ciclo 2025/26. Até o momento, os trabalhos de campo atingiram 37% dos 5,77 milhões de hectares plantados, um ritmo considerado dentro da normalidade histórica. A manutenção da projeção traz segurança ao setor produtivo, embora o avanço da colheita da oleaginosa seja monitorado de perto, já que dita o ritmo de plantio do milho segunda safra e ajuda a mitigar riscos climáticos na janela de semeadura.

O milho também desempenha papel central no balanço mensal, com previsão de alcançar 21,1 milhões de toneladas no somatório das duas safras. A primeira safra já está com 42% da área colhida, enquanto o plantio da segunda safra atingiu 45% dos 2,86 milhões de hectares previstos. A ampla área destinada ao cereal no segundo ciclo sustenta a perspectiva de produção elevada, garantindo o suprimento para a cadeia de proteína animal, apesar da concorrência direta com a soja pelo cronograma de uso das áreas agrícolas.

Para o analista do Deral, Edmar Gervasio, o momento é bom. “Estamos tendo uma recuperação de área de plantio. Comparando com o período anterior, tivemos uma alta de mais de 20% em termos de área. Há muito tempo não se via um ganho de área na primeira safra porque a soja sempre é a principal cultura no primeiro ciclo de verão. Nesse ano, teve uma inversão. O milho ganhou espaço, principalmente, na primeira safra. E a produtividade tem sido muito boa. Devemos colher em torno de 3,6 milhões de toneladas na primeira safra e esse número pode melhorar”, disse.

Em contraste com a estabilidade da soja, a cultura do feijão acende um alerta devido à forte redução de área. O levantamento de fevereiro aponta uma retração na área da segunda safra em relação ao ano anterior. Segundo Carlos Hugo Godinho, engenheiro agrônomo e analista do Deral, a redução é um movimento de cautela do produtor, que busca culturas com custos de manejo mais previsíveis neste momento.

"Para quem produz, o cenário é de preços firmes, o que pode compensar o menor volume colhido. Já para o consumidor, mesmo com oscilação de preços a subida tem ocorrido de forma gradual e o varejo ainda possui estoques que amortecem o repasse imediato. A recomendação é que o consumidor pesquise, pois o feijão preto, por exemplo, ainda apresenta valores bem mais acessíveis que no mesmo período do ano passado”, diz.

TOMATE – Por fim, o mercado de tomate apresenta a típica volatilidade de transição entre safras. Com 78% da primeira safra colhida, os preços ao consumidor registraram alta de 44% em janeiro em relação a dezembro. No entanto, o atacado já começou a dar sinais de arrefecimento em fevereiro, com queda de 40% nos preços na Ceasa de Curitiba. A expectativa é que as cotações se estabilizem a partir de abril, quando a colheita da segunda safra ganha volume no mercado estadual.

“Em linhas gerais, mesmo com a oscilação, os preços do tomate estão em dia. O Brasil tem uma grande oferta, então o mercado busca se autorregular. O tomate primeira safra ainda está sendo colhido, mas tivemos bons rendimentos, os números estão quase estanques. A produção paranaense, em si, está boa”, afirma o engenheiro agrônomo do Deral, Paulo Andrade.

Aprender para transformar: desafios da Educação e o papel da Solidariedade


LBV inicia campanha solidária em prol da Educação de crianças, adolescentes e jovens
O Brasil apresenta sinais de melhora em alguns indicadores educacionais, mas ainda enfrenta desafios estruturais que exigem esforços contínuos e articulados da sociedade como um todo. Em 2024, o país registrava cerca de 9,1 milhões de pessoas analfabetas (taxa de aproximadamente 5,3% para pessoas de 15 anos ou mais), segundo levantamento do IBGE/PNAD. O dado evidencia a necessidade de intensificar ações de alfabetização, sobretudo entre populações em situação de maior vulnerabilidade social e em regiões com elevada concentração de pobreza.

Nestes 76 anos de existência, a Legião da Boa Vontade (LBV) tem desenvolvido ações práticas e continuadas em prol da educação, com foco na redução de barreiras ao acesso e à permanência escolar e na promoção da formação integral de crianças, adolescentes e jovens. Entre suas principais iniciativas, destacam-se:

— Entrega de kits pedagógicos a crianças, adolescentes e jovens atendidos nos serviços e programas socioeducacionais da Instituição, contribuindo para o início do ano letivo e para o alívio do orçamento das famílias.

— Atendimento em equipamentos próprios de educação, como as escolas de educação básica e técnica profissionalizante, que oferecem educação básica (Educação Infantil e Ensinos Fundamental e Médio), além de oportunidades de aprendizagem acompanhada e ações complementares de apoio socioeducativo. Também oferece a EJA — Educação de Jovens e Adultos, modalidade de ensino fundamental e médio no Brasil voltada para pessoas que não tiveram a oportunidade de concluir os estudos na idade regular. A EJA atua como um mecanismo de inclusão social e resgate da cidadania, permitindo que jovens, adultos e idosos retomem a trajetória escolar. Destaque ainda, para a escola técnica que oferta cursos nas áreas de rádio e TV para jovens e adultos permitindo-lhes a qualificação necessária para o mercado de trabalho.

— Serviços e programas integrados de proteção social e de acesso ao mundo do trabalho, realizados nos Centros Comunitários de Assistência Social, que ofertam alimentação, atividades socioeducativas, lúdicas, esportivas e culturais. Essas ações fortalecem a permanência de crianças, adolescentes e jovens na escola, incentivam a continuidade dos estudos e incluem acompanhamento sociofamiliar, especialmente em territórios de maior vulnerabilidade, contribuindo para o fortalecimento de trajetória escolares. Há ainda, o Programa Socioaprendizagem, voltado a jovens de 14 a 24 anos, que visa combater a evasão escolar e estimular a continuidade dos estudos técnicos e superiores, abrindo caminhos para o bem-estar social. Por meio da capacitação e da conexão com o mundo corporativo, os jovens podem aperfeiçoar suas habilidades, ampliar oportunidades de inserção profissional e contribuir para a melhoria da renda e da qualidade de vida de suas famílias.

A LBV reafirma que a educação é uma ferramenta essencial de transformação social e de redução das desigualdades. Iniciativas de caráter preventivo, acolhedor e integrado — como a entrega de kits pedagógicos, a oferta de serviços e programas socioeducativos e o apoio às famílias — ajudam a mitigar fatores que levam ao abandono e ao atraso escolar, fortalecendo o desenvolvimento educacional de crianças e jovens.

Neste ano, a campanha LBV — Educação: Futuro no Presente!, promovida pela Instituição, tem como metas entregar, no início do ano letivo, mais de 10 mil kits pedagógicos a crianças, adolescentes e jovens atendidos pela Entidade, além de servir mais de um milhão de refeições em suas unidades socioassistenciais e educacionais.

O futuro se constrói com a força da Boa Vontade e com a união de todos. Por isso, quando a LBV chamar, atenda com o coração: diga SIM! Faça a sua doação acessando o site www.lbv.org ou utilizando a chave: pix@lbv.org.br. Confira todas as ações solidárias pelo perfil @LBVBrasil no Instagram e no Facebook.

Campina do Simão recebe serviços de conservação em rodovia de acesso


O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) revitalizou o pavimento da PR-825, principal acesso ao município de Campina do Simão, na região do Centro. A pista recebeu o serviço de reperfilagem, que é a aplicação de uma nova camada de concreto asfáltico usinado a quente (CBUQ) sobre o pavimento existente, que proporciona mais segurança e conforto para condutores e passageiros, e também a pintura de nova sinalização horizontal, com pintura de linhas no eixo e bordos. O DER-PR é uma autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL).

Os serviços são do novo Programa de Manutenção e Conservação de Rodovias (ProMAC) do DER/PR, especificamente do Lote 10. Esse lote atende 343,31 quilômetros de rodovias da região, com investimento de R$ 119 milhões e vigência até 2029.

São trechos das rodovias PR-170, PR-364, PR-459, PRC-466, PR-540, PR-820 e PR-825, cruzando os municípios de Boa Ventura de São Roque, Campina do Simão, Candói, Goioxim, Guarapuava, Pinhão, Pitanga, Reserva do Iguaçu e Turvo.

PROGRAMA – O ProMAC prevê a conservação periódica, com serviços de fresagem, reperfilagem, microrrevestimento asfáltico e aplicação de camada de reforço em concreto asfáltico usinado a quente; e a conservação de segurança ao usuário, com as soluções de remendos superficiais, remendos profundos, além da selagem de trincas com emulsão asfáltica e pó de pedra ou areia.

Também estão contempladas a conservação dos acostamentos, melhorias no sistema de drenagem de águas, sinalização horizontal, tachas e tachões refletivos, e serviços complementares.

A Mega Liquidação de Inverno da Loja Santa Inez começa nesta sexta-feira (27)

  
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Com queda nos estoques, Hemepar convoca doadores de sangue tipos O+ e O-


O Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), convoca a população para doar sangue dos tipos O positivo (O+) e O negativo (O-). O Hemepar registra queda nos estoques em suas unidades e busca reforçar o quadro atual para abastecer as 23 unidades da Hemorrede Paranaense, responsáveis pelo fornecimento de hemocomponentes a 384 hospitais.

O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, reforça a importância da doação. “Doar sangue é um gesto simples, seguro e solidário, capaz de salvar até quatro vidas. Orientamos que os doadores procurem a unidade do Hemepar mais próxima. Cada doação pode fazer toda a diferença”, destaca.

Uma bolsa de sangue pode salvar até quatro vidas, pois cada componente pode ser utilizado por um paciente diferente. Isso reforça a importância da participação da população que possuem essas tipagens sanguíneas. A doação é essencial para garantir o atendimento a pacientes em situações de urgência, cirurgias, tratamentos oncológicos e demais procedimentos que dependem de transfusão.

DADOS – No ano passado, a Hemorrede registrou 214.377 doações, numa média de mais de 17.864 doações por mês, 703 por dia. Desde o início do ano, já foram disponibilizadas 59.140 bolsas de sangue.

"Aumentou a complexidade dos procedimentos cirúrgicos que precisam de sangue. Estamos no período pós-férias, em que pode ter aumentado o índice de violência ou de acidente de trânsito. Tudo isso pode interferir no uso.", afirmou a diretora da Hemepar, Vivian Patrícia.

QUEM PODE DOAR – Para doar, é necessário ter entre 16 e 69 anos completos. Menores de idade precisam de autorização e da presença do responsável legal. Homens podem doar a cada dois meses, até quatro vezes ao ano. Mulheres podem doar a cada três meses, totalizando até três doações anuais.

O doador deve realizar agendamento prévio, pesar no mínimo 50 quilos, estar descansado, alimentado e hidratado (evitando alimentação gordurosa nas quatro horas que antecedem a doação) e apresentar documento oficial com foto, como carteira de identidade, carteira de conselho profissional, carteira de trabalho, passaporte ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
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