sábado, 1 de agosto de 2020

Paraná tem 1.799 novos casos de covid-19 e 54 novos óbitos


A Secretaria de Estado da Saúde divulgou neste sábado (01) 1.799 novas confirmações e 54 mortes pela infecção causada pelo novo coronavírus. O Paraná acumula 77.098 diagnósticos positivos e 1.953 mortos em decorrência da doença. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

INTERNADOS – 1.273 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados neste sábado. 984 pacientes estão em leitos SUS (416 em UTI e 568 em leitos clínicos/enfermaria) e 289 em leitos da rede particular (110 em UTI e 179 em leitos clínicos/enfermaria).

Há outros 910 pacientes internados, 454 em leitos UTI e 456 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

ÓBITOS – A secretaria estadual informa a morte de 54 pacientes, todos estavam internados. São 17 mulheres e 38 homens, com idades que variam de 40 a 92 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 16 de julho a 01 de agosto. Os pacientes que faleceram residiam em: Curitiba (22), São José dos Pinhais (4), Londrina (4), Pinhais (3), dois casos nos municípios de: Arapongas, Campo Largo, Cascavel, Foz do Iguaçu e Maringá e um caso em cada um dos seguintes municípios: Castro, Cerro Azul, Colombo, Fazendo Rio Grande, Formosa do Oeste, Medianeira, Pato Branco, Rio Negro, São Miguel do Iguaçu, Tibagi e Toledo. 

FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Sesa registra 832 casos de residentes de fora. 22 pessoas foram a óbito.

AJUSTES:

Alteração de município:

Um caso confirmado no dia 06/07 em Rio Branco do Sul foi transferido para Cerro Azul;

Um caso confirmado no dia 28/07 em Nova Tebas foi transferido para Grandes Rios;

Um caso confirmado no dia 16/06 em Maringá foi transferido para Cianorte;

Um caso confirmado no dia 07/07 em Maringá foi transferido para Cianorte;

Um caso confirmado no dia 02/07 em Curitiba foi transferido para Cianorte;

Um caso confirmado no dia 03/07 em Tapejara foi transferido para Cianorte;

Um caso confirmado no dia 14/07 em Alvorada do Sul foi transferido para Curitiba;

Um óbito confirmado no dia 25/07 em Almirante Tamandaré foi transferido para Rio Branco do Sul;

Um óbito confirmado no dia 25/07 em Maringá foi transferido para Paiçandu;

Um óbito confirmado no dia 30/07 em Colombo foi transferido para Curitiba;

Um óbito confirmado no dia 29/07 em Adrianópolis foi transferido para São José dos Pinhais.

Exclusões

Um caso confirmado no dia 30/07 em Curitiba foi excluído por duplicidade de notificação.

Confira o informe completo clicando aqui.

Pela 1ª vez Associação Comercial e Empresarial de Turvo tem uma mulher como presidente


Na noite dessa sexta-feira (31), na sede da Associação Comercial Empresarial de Turvo (ACET), aconteceu a cerimonial de posse na nova diretoria da entidade para o biênio 2020-2022, que foi conduzida pela presidente da Cacicopar, Maria Inês Guiné. 

Também foi realizada a prestação de contas e a apresentação do biênio 2018-2020, com tudo o que foi realizado e feito pelo presidente Sandro Caetano, que agora assume a vice-presidência. 

O evento foi transmitido pelo Google Meet e Live pelo Facebook da ACET. 

Ainda durante o evento aconteceu sorteio de prêmios doados pela Cresol e Sicredi. 

ACET completou 25 anos de serviços prestados ao comércio de Turvo, e pela 1ª vez foi eleita uma mulher como presidente. 

A nova diretoria ficou assim composta: 

Presidente: Elise Rebeca Hakvoort 

Vice-presidente: Sandro Tadeu Caetano 

Diretor Financeiro: Felipe Alyton Brugg 

Vice-diretor Financeiro: Carolina de Campos Bottega 

Diretor Administrativo: Rodrigo Toledo 

Vice-diretor Administrativo: Renata Raquel Garcia Pereira 

Diretor de Comércio, Tur. e Prestação de Serviço: Bruna Pietroski de Lima 

Diretor para Assuntos do SPC: Jaci Wagner 

Diretor de Eventos, Promoções e Relações Públicas: Fabio Viana Batista 

Diretora do Conselho da Mulher Empresária: Mariana Ferreira do Rosário 

Diretora do Conselho do Jovem Empresário: Brayan Lauriano Lima 

Conselho Fiscal 

Conselheiro 1: Télcio Leovino Nunes da Silveira 

Conselheiro 2: Leandro Eurich 

Conselheiro 3: Osni Lustosa

Presidente: Elise Rebeca Hakvoort 
 




Boletim agropecuário aborda previsão positiva para o trigo


O Boletim Semanal de Conjuntura, referente à semana de 27 a 31 de julho, elaborado por técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, destaca nesta sexta-feira (31) a boa previsão de safra para a cultura do trigo no Estado.

A área, de 1,13 milhão de hectares, já está toda semeada no Estado. Nela, espera-se uma produção de 3,7 milhões de toneladas, o que traria o Paraná novamente para a liderança desse cereal no País. De acordo com o boletim, terminar o mês com estimativa de safra cheia é positivo, pois as geadas poderiam ter comprometido a produção.

Porém, em algumas regiões, a cultura está necessitando de chuvas, e a previsão é que o tempo seco permaneça pelos próximos 15 dias.

O documento também destaca que o produtor recebeu R$ 57,44 por saca vendida no Paraná, com valorização de 25% frente ao mesmo período do ano passado. Isso motivou a comercialização antecipada do trigo, que chegou a 15% do volume previsto.

CAFÉ E FEIJÃO - O boletim traz informação sobre as exportações brasileiras de café, que totalizaram 39,9 milhões de sacas de 60 quilos no ano-safra 2019/20. No Paraná, a previsão é colher cerca de 940 mil sacas. O documento do Deral comenta, ainda, o reflexo da pandemia do coronavírus no consumo da bebida em âmbito mundial.

Em relação ao feijão, há uma análise sobre as três safras paranaenses. A primeira teve bom desempenho, a segunda foi afetada pela estiagem, e a terceira está em fase de colheita e tem peso, sobretudo, para o norte do Estado. O volume das três safras está projetado em 581,4 mil toneladas, cerca de 5% menor que na safra anterior.

SOJA E MILHO – No que se refere à soja, a semana mostra que o preço do produto aumentou 1,3% em relação à anterior, ficando cerca de 50% superior ao mesmo período de 2019. A comercialização está bastante acelerada nesta safra e o Paraná já vendeu 91% da produção, principalmente para o mercado chinês.

Os números também são positivos para o milho segunda safra, cuja colheita ainda está no início, alcançando cerca de 26% da área. Em campo, a observação é que os impactos da estiagem, ainda que histórica, foram mitigados por um maior emprego de tecnologia, que resulta em perdas menores.

MANDIOCA E CEVADA – Por analisar a situação dos principais produtos agropecuários paranaenses, o boletim dedica espaço também à mandioca. O Estado é o principal produtor de fécula do Brasil. A colheita da atual safra já atingiu 55%, o equivalente a 77 mil hectares, com produtividade média de 24.468 quilos por hectare, o que mantém o destaque estadual.

A cevada do Estado já está com toda a área de 62.675 hectares plantada. Durante a semana, foi possível observar que a cultura está em ótimas condições, favorecida pela umidade no período de plantio. A previsão é colher 289 mil toneladas, 13% a mais que na safra anterior.

OUTRAS CULTURAS – No boletim desta semana, há informações, ainda, sobre o mercado interno e externo da pecuária bovina e da avicultura. Na fruticultura, a análise é sobre a importação de produtos pelo Brasil. Também há relato sobre a situação de algumas olerícolas, como alho, tomate, batata e cebola.

Standard & Poor’s concede nota BB- com perspectiva estável para Sicredi em rating global

Ainda em julho, o Sicredi manteve o rating de crédito em Br.AAA, com perspectiva estável para o rating nacional



A Standard & Poor’s, uma das principais agências de classificação de risco de crédito do mundo, avalia o rating de crédito, em escala global, para os próximos 12 meses do Sicredi em BB- com perspectiva estável. A indicação de perspectiva estável reflete a tendência de manutenção do rating em longo prazo, mesmo em um cenário de incertezas na economia brasileira por causa dos impactos da pandemia de covid-19. É a primeira vez que a instituição consta na classificação global da agência.

Entre os fatores levados em consideração na avaliação está o fato de que o Sicredi é uma rede integrada que provê o apoio necessário entre suas cooperativas. Ainda, a S&P destacou que a instituição continua fortalecendo seu modelo de negócio cooperativo e ampliando o número de associados, assim como o escopo geográfico das cooperativas. A agência ainda destaca que o Sicredi reporta crescimento médio de mais de 20% nos últimos anos, acima da média do mercado. Apesar do forte crescimento, a entidade conseguiu manter níveis confortáveis de capitalização graças aos sólidos resultados dos últimos anos.

“Estar em mais um rating global, agora da S&P, contribui para nosso melhor desempenho nas negociações para captação de recursos no exterior”, afirma Fábio Maglhães Nunes, gerente de Finanças Corporativas da Confederação Sicredi.

Ainda em julho, o Sicredi manteve o rating de crédito de emissor de longo prazo em Br.AAA, com perspectiva estável, para o rating nacional. A atuação em sistema, refletindo a qualidade de crédito agregada, também foi um dos pontos levados em consideração pela S&P para essa avaliação. As boas métricas de qualidade de ativos e o próprio modelo de negócio da instituição, que a torna muito mais competitiva e promove alta estabilidade e fidelidade da base de associados, foram outros aspectos destacados. Os ratings atribuídos pela S&P em nível nacional e global colocam o Sicredi no mesmo patamar dos principais conglomerados financeiros do Brasil

Segundo Nunes, os reconhecimentos são mais uma prova da solidez da instituição financeira cooperativa. “Nós contamos com práticas de governança corporativa pautadas pela transparência e representatividade de todos os associados, pois eles são os verdadeiros donos do negócio e nos ajudam a tomar as decisões em linha com os princípios do cooperativismo. Essa atuação em sistema e com responsabilidade corporativa tem nos permitido crescer de forma contínua, segura e como referência no segmento de cooperativismo de crédito mundial”.

O Sicredi tem um histórico de boas avaliações das maiores agências de classificação de risco de crédito do mundo. Nos ratings de longo prazo nacional, além da nota Br.AAA, da Standard & Poor’s, a instituição recebeu a avaliação AA (bra) da Fitch Ratings e Aa1.Br, da Moody’s. Nos ratings de longo prazo globais, além da Standard & Poor’s, o Sicredi foi classificado como Ba2 pela Moody’s.
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