Banner fixo no rodapé

[Fechar]

-->

quinta-feira, 20 de abril de 2023

Polícia Rodoviária intensifica fiscalização nas rodovias estaduais no feriado de Tiradentes


O Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) iniciou nesta quinta-feira (20) a Operação Tiradentes, com reforço de policiamento nas rodovias estaduais. O objetivo é coibir os crimes de trânsito e promover a segurança dos usuários das rodovias ao longo do feriado prolongado.

A Polícia Rodoviária atuará de forma preventiva para coibir acidentes e infrações, como o excesso de velocidade, embriaguez ao volante e tráfico de drogas.

Para promover mais segurança nas rodovias e evitar acidentes, as equipes policiais vão intensificar as ações por meio de radares portáteis, etilômetros (bafômetros), pontos-base e patrulhamento móvel.

Além disso, o BPRv conta com equipes com cães farejadores, possibilitando a fiscalização rápida nos veículos para a localização de drogas e armas irregulares que, porventura, os motoristas estejam transportando.

RECOMENDAÇÕES – O BPRv orienta que os motoristas chequem a manutenção do veículo antes de viajar. Freios, pneus, suspensão e os faróis precisam estar em boas condições. É importante ainda o condutor verificar se o carro está com estepe, macaco e a chave de roda, caso seja necessário fazer a troca de pneu durante a viagem.

Outras orientações importantes são o cuidado na direção, não manusear celular ou outros dispositivos durante a condução do veículo, não ultrapassar pela faixa contínua, usar as cadeirinhas adequadas para transporte de crianças e os dispositivos corretos caso haja o transporte de animais de estimação.

Caso se depare com alguma situação de crime ou sofra um acidente de trânsito, o usuário deve acionar o fone 190 ou diretamente o BPRv pelo 198.

Onda de frio faz temperaturas despencarem no Paraná

O amanhecer foi gelado em todas as regiões do Estado, com mínima de 2,1°C em General Carneiro e 9ºC em Curitiba


Uma onda de frio fez as temperaturas despencarem no Paraná nesta quinta-feira (20). O amanhecer foi gelado em todas as regiões do Estado, com mínima de 2,1°C em General Carneiro, no Sul paranaense, de acordo com o Simepar.

“O ingresso de um ar mais frio no estado, causa declínio mais acentuado das temperaturas. Principalmente em porções da metade sul e no setor sul, até a última hora, por exemplo, a região de General Carneiro registrou 2,1°C”, explica o meteorologista Fernando Mendonça Mendes.

Em Curitiba, os termômetros registraram apenas 9ºC por volta das 7h, e não devem passar dos 18 ºC hoje.

Mesmo cidades que costumeiramente registram temperaturas mais altas amanheceram com um friozinho. Foz do Iguaçu, no Oeste paranaense, registrou 9ºC no início do dia, enquanto Umuarama, no Noroeste, registrou 13,9ºC no mesmo horário.
Conforme a previsão do tempo do Simepar, as temperaturas devem subir ao longo do dia, com predomínio de tempo aberto e ensolarado, mas permanecem em patamares baixos para o Outono.

“O resfriamento atinge praticamente todo o Estado, mas é no Centro-Sul que são esperados os valores mais baixos nos termômetros; inclusive, há possibilidade de formação de geadas fracas. Predomínio de sol ao longo do dia, porém não esquenta muito na ‘metade sul’”, aponta o Simepar.


Morre o ‘Pedrão da Chimbica’


A morte calou a voz do ‘Pedrão da Chimbica’ e a gaita inseparável também deixa de ser tocada. Nesta quarta (19), moradores do Jordão, em Guarapuava, lamentam a morte de Pedro Bonavigo, aos 78 anos. Ele estava internado no Hospital São Vicente e a causa não foi revelada. De acordo com o obituário, o corpo dele está sendo velado na Capela Mortuária UmuPrev e o sepultamento ocorre às 15h30 desta quinta (20). Será no Cemitério Jordão.

Quem conheceu o ‘Pedrão’, aquele ‘italianão’ da voz alta e do riso exagerado, jamais vai esquecê-lo. Sempre conduzia a ‘velha chimbica’, uma pick-up da marca Williams, anos 50, de cor azul bem forte, importada dos Estados Unidos. Estava com ele há 49 anos.

Músico desde criança quando ‘esfolava’ pedaços de madeira simulando um cavaquinho, foi aos 15 anos de idade que teve o primeiro contato com uma gaita de botão. Começava aí uma trajetória musical que em 2009 teve um momento de sucesso. A música ‘Chimbica do Pedrão’ chegou a ser um ‘hit’ em celulares, programas de rádio e ultrapassou fronteiras com clipe postado no YouTube.

Conforme a trajetória do músico, após ganhar uma gaita piano, entre 1966 e 1968, começou a participar de programas de calouro na Rádio Difusora. Depois na Rádio Atalaia onde tinha o programa ‘O Rancho do Pedrão’. Formando dupla com o primo Dileto Pulga e uma parceria com o sanfoneiro Tobias de Souza, aos poucos, foi divulgando a música tradicionalista de ‘Os Bertucci’.

Pedrão, que foi policial rodoviário, também fez parte do Grupo Folclórico Anima. Mas, conforme ele contou em entrevista ao Portal RSN ainda em 2009, foi indo e vindo diariamente no Jordão que observou o cotidiano do parque recreativo e compôs a ‘Chimbica do Pedrão’

A música conta a história criada nas conversas nos bares da vila, principalmente no Bar do Polaco, ponto de encontro após às 18h. É um xote meio nordestino, meio gauchesco que deu numa mistura bem guarapuavana. O CD chegou a ultrapassar fronteiras chegando até a Polônia.

Fonte: Portal RSN

Alunas indígenas da UEPG contam com orgulho trajetória na universidade


Quem passa pelo Bloco B do câmpus central da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) pode encontrar Julia e Rosilene imersas nos estudos. Além de colegas de curso, ambas têm histórias em comum: entraram na graduação por meio do Vestibular dos Povos Indígenas. Alunas do curso de Pedagogia, elas não estão sozinhas na trajetória. Em 2023, a UEPG conta com 31 alunos indígenas: 29 na graduação e dois na pós-graduação – o maior número desde que a Política de Permanência Indígena iniciou, em 2002.

Dos 23 anos de implementação da medida, 15 alunos indígenas já se formaram pela UEPG. No Dia dos Povos Indígenas, comemorado nesta quarta-feira (19), alunos da UEPG afirmam: lugar de indígena é também na universidade.

O objetivo dos alunos indígenas que entram no ensino superior é quase sempre o mesmo: retornar o aprendizado recebido para sua comunidade. Para Rosilene Gynprag Abreu, o destino não será diferente. “Eu tenho experiência em trabalhar em escola e para mim seria uma oportunidade de trabalhar dentro da aldeia, porque quando a gente pensa em fazer faculdade nas instituições, a gente pensa na comunidade também”, conta.

Rosilene está no quarto ano de Pedagogia, estuda a alfabetização de crianças indígenas e pretende trabalhar na área quando se formar. O sonho nunca é individual, mas coletivo. “Já tinha pensado em fazer faculdade, porque na comunidade onde vivo as crianças sempre têm um sonho e eu pensava assim: se um dia eu conseguir entrar na faculdade, eu vou persistir, mesmo que as dificuldades permaneçam”, ressalta.

As dificuldades apareceram durante a graduação. Nascida e criada na Terra Indígena de Faxinal, de Cândido de Abreu, o Kaingang é o primeiro idioma da aluna. O português veio depois. “Aqui é um ambiente diferente que nós não estamos acostumados a viver e por isso acontece muito a desculturação”, afirma.

Julia Isabela de Souza também sabe o que é viver distante de casa. Da Terra Indígena Kakané Porã, de Curitiba, Pedagogia não era a primeira opção da aluna. Antes do curso atual, ela fez Direito por quatro anos. A mudança se deu pela vontade de ajudar a sua comunidade. “Ficava me perguntando o que iria fazer depois de me formar e como iria ajudar minha comunidade. E única área que veio na minha cabeça era a educação”, explica.

Assim como Rosilene, Julia enfrentou desafios. O maior deles é a distância de casa, segundo ela. “As pessoas não entendem e não procuram saber o porquê de estarmos aqui. Nós estamos longe da nossa família, da nossa comunidade. Isso é desafiador ter que ficar longe das pessoas que você ama para tentar levar isso [o aprendizado] depois para eles, então todo o dia é um desafio”, relata.

Apesar dos desafios, o orgulho por ser indígena, o sentimento de pertencimento a uma comunidade e a força da ancestralidade são maiores. “Nossos ancestrais lutaram muito para que nós pudéssemos frequentar uma universidade”, ressalta Julia. Para Rosilene, estar no ensino superior é sinônimo de marcar presença. “Estarmos aqui nos dá visibilidade e faz as pessoas perceberem que indígenas também existem e que podemos ser o que quisermos. Isso não vai deixar a gente ser menos indígena”, complementa.

Frequentar uma universidade como indígena também significa quebrar preconceitos. “Aqui, nós não precisamos ser aquilo que o homem branco sempre falou, que lugar de indígena é no meio do mato. A universidade é lugar de indígena, sim, a UEPG é terra indígena, sim, e merecemos respeito”, enfatiza Julia.

VESTIBULAR DOS POVOS INDÍGENAS - Julia, Rosilene e demais alunos indígenas da UEPG são fruto da Política de Permanência Indígena, criada pela Lei Estadual nº 14.995/2006, que assegura o ingresso de estudantes indígenas nas universidades estaduais e federais do Paraná. O ingresso acontece por meio de Vestibular específico, que oferta anualmente 52 vagas para a graduação. Depois de matriculados, os universitários indígenas recebem o auxílio instalação e auxílio permanência, durante todo o período em que estiverem na universidade.

Na UEPG, a partir da aprovação no Vestibular, os estudantes são acolhidos pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae), que faz orientação sobre os cursos ofertados pela instituição. Depois, os alunos escolhem o curso desejado e são matriculados. Todo o trabalho de acolhimento institucional acontece por meio da Prae, com Diretoria de Ações Afirmativas e de Diversidade, Comissão Universidade Para o Índio (Cuia) e os professores do curso em que os acadêmicos estão inseridos.

Neste ano, as provas do Vestibular Indígena serão aplicadas em 07 e 08 de maio, de forma descentralizada em sete polos – Mangueirinha, Manoel Ribas, Apucaraninha, Santa Helena, Nova Laranjeiras, Cornélio Procópio e Curitiba. O processo de seleção é realizado dentro das terras indígenas e ocorre durante dois dias, com ajuda dos acadêmicos indígenas.

Óbitos registrados em Guarapuava e Região


A Central de Triagem informa os óbitos registrados em Guarapuava e Região - CLIQUE AQUI...

quarta-feira, 19 de abril de 2023

Ganhadores do sorteio realizado na Festa da Divina Misericórdia de Turvo recebem os prêmios


No último domingo (16), aconteceu na Paróquia Nossa Senhora Aparecida em Turvo, a Festa da Divina Misericórdia, onde ocorreu o show de prêmios.

Nesta quarta-feira (19), os Padres Jozef e Gilvan, e membros da diretoria realizaram a entrega dos prêmios para os felizardos.

Ganhadores dos prêmios:

1º Prêmio no valor de R$ 5.000,00 com sorteio eletrônico – Marcio José da Silva e Roselene Pereira de Morais dos Santos.

2º - R$ 2.000,00 com sorteio presencial – Ganhadora Anaide Torteli.

3º Prêmios no valor de R$ 1.000,00 – Ganhadora Jacira Opuchkvicht Gralak.

4º Prêmios no valor de R$ 1.000,00 – Vilma Castro Stori.

5º Prêmios no valor de R$ 1.000,00 – Joelson da Fama.






Ofertas Bombásticas no Supremamais Supermercado de Turvo






 



Turvo é a segunda cidade a receber Circuito Cultural Sesi 2023

Circulação está ocorrendo em quatro cidades com diferentes atrações, espetáculos e oficinas

De abril a maio o interior do Paraná está recebendo Circuito Cultural Sesi 2023, viabilizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura Pronac 210426, que reúne várias atrações. As circulações têm patrocínio da Alcast do Brasil, Ibema e Votorantim, envolvendo também as secretarias e departamentos de cultura das cidades participantes como apoiadoras da circulação, que ocorrerá em Turvo, Rio Branco do Sul e Itaperuçu, tendo passado na semana passada por Palmas.

A programação conta com oficinas culturais, que serão diferentes em cada cidade, e também com o espetáculo “Concerto em Ri Maior” e contações de histórias da Cia dos Palhaços, finalizando com o show de música infantil, “Concerto Didático Fuzuê” com Tupi Pererê. Cada município conta também com apresentações culturais, show de talentos entre outras atrações especiais. Todas as ações são gratuitas com classificação indicativa livre e acessibilidade em libras e braile (um folder impresso explicará o projeto para os cegos).

Além disso, o público poderá conferir parte da programação na Unidade Móvel de Cultura, carinhosamente chamada de UMO, que se trata de uma carreta que se transforma em palco itinerante e possui toda a infraestrutura para os artistas e muito conforto para o público, ao ar livre.

O Circuito Cultural Sesi 2023 é uma excelente oportunidade para a aquisição de repertório individual e do gosto pela arte e cultura. O entretenimento e as ações culturais são importantes ferramentas de difusão de informações de forma leve e divertida. Além disso, esta iniciativa permite que artistas e empreendedores da arte-educação exerçam seu ofício em comunidades diferentes, com toda a estrutura para suas apresentações.

Serviço:

Ministério da Cultura e Sesi Cultura Paraná apresentam “Circuito Cultural”

• 11 a 14/04 – Palmas (PR)

• 27 a 29/04 – Turvo (PR)

• 01 a 03/05 – Rio Branco do Sul (PR)

• 08 a 09/05 – Itaperuçu (PR)

Classificação indicativa: Livre.

Ingressos: Gratuito.

Acessibilidade (Libras e Braille) em todas as ações.


PROGRAMAÇÃO:

TURVO

• Concerto em Ri Maior – Espetáculo de Teatro

27/04, quinta-feira, 19h00 - Unidade Móvel da Cultura - Praça da Ibema - Faxinal da Boa Vista

• Oficina Arte na Infância para Estudantes e Educadores

28/04, sexta-feira, 9h - Salão Capela Nossa Senhora das Brotas - Faxinal da Boa Vista

• Escola dos Palhaços - Contação de Histórias

28/04, sexta-feira, 13h30 - Unidade Móvel de Cultura - Praça da Ibema - Faxinal da Boa Vista

• Escola dos Palhaços - Contação de Histórias

28/04, sexta-feira, 14h30 - Unidade Móvel da Cultura - Praça da Ibema - Faxinal da Boa Vista

• Escola dos Palhaços - Contação de Histórias

28/04, sexta-feira, 15h30h - Unidade Móvel da Cultura - Praça da Ibema - Faxinal da Boa Vista

• Apresentação Cultural de Dança Ucraniana

28/04, sexta-feira, 19h - Unidade Móvel de Cultura - Praça da Ibema - Faxinal da Boa Vista

• Show de Talentos

29/04, sábado, 15h - Unidade Móvel da Cultura - Praça da Ibema - Faxinal da Boa Vista

• Orquestra Sanfônica de Pato Branco

29/04, sábado, 19h - Unidade Móvel da Cultura - Praça da Ibema - Faxinal da Boa Vista

Informações: |41| 98855-6923

Paraná anuncia expansão de área verde com novas Unidades de Conservação


Os 100 dias do segundo mandato do governador Carlos Massa Ratinho Junior foram marcados, na área ambiental, por ações efetivas para conservação, preservação e manutenção da biodiversidade no Paraná, com foco especial para a expansão das áreas de preservação. O Governo do Estado confirmou em março a criação de quatro novas Unidades de Conservação (UCs). São áreas em Reserva do Iguaçu, Bituruna, Araucária e Guaratuba que se juntarão a outras 70 UC’s espalhadas pelo Estado.

A ação integra um pacote de medidas que busca atrair mais visitantes para esses complexos, aliando turismo e educação ambiental como forma de conscientizar a população.

Também nesses pouco mais de três meses de gestão, Ratinho Junior entregou veículos e equipamentos para reforçar a atuação de servidores em Unidades de Conservação; anunciou a reabertura ao público do Salto São Francisco, entre Guarapuava, Prudentópolis e Turvo; e ampliou o projeto Poliniza Paraná, com a instalação de novos meliponários (coleção de colmeias de abelhas nativas sem ferrão) em UC’s e parques urbanos de todo o Estado.

Além disso, confirmou a confecção de um livro com produção e edição do fotógrafo Zig Koch, especializado em meio ambiente. O material conta com apoio e suporte técnico do Instituto Água e Terra (IAT), órgão vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

As novas Unidades de Conservação, inclusive, já foram batizadas: Estação Ecológica Tia Chica, em Reserva do Iguaçu (Centro-Sul); Estação Ecológica Reserva de Bituruna, no município de mesmo nome (Sul); Área de Proteção Ambiental (APA) do Miringuava, em Araucária (Região Metropolitana de Curitiba); e o Refúgio da Vida Silvestre das Ilhas dos Guarás, em Guaratuba (Litoral).

As três primeiras têm origem em condicionantes de licenciamentos de empreendimentos hídricos da Sanepar e da Copel. Já o refúgio possui o objetivo de proteger os guarás, aves que deram o nome à Guaratuba, e que retornaram à baía depois de décadas sem serem avistadas na região. A área vai reforçar o turismo sustentável no Litoral paranaense.

As futuras UC’s possuirão, juntas, área de 5.393,24 hectares e se somam às cerca de 70 já existentes no Paraná. Além disso, destacou o diretor de Patrimônio Natural do IAT, Rafael Andreguetto, o Estado está homologando a criação de outros nove complexos ambientais.

“Essas ações integram o projeto Parques Paraná, que fomenta desenvolvimento e atividade turística à visitação nas Unidades de Conservação, mas também opera melhorias e promove a qualificação da visitação com educação ambiental, impulsionando e utilizando o turismo como instrumento para conservação”, explicou.

A APA do Miringuava, por exemplo, será uma unidade de conservação de uso sustentável com o objetivo de proteger os mananciais responsáveis pelo abastecimento de água em Curitiba e Região. “Apesar de ter algumas restrições, serão permitidos vários usos por parte da população, como as atividades sustentáveis de agricultura, produção orgânica, por exemplo”, disse Andreguetto.

As estações ecológicas localizadas em Bituruna e Reserva do Iguaçu não serão abertas para visitação por estarem em áreas de recuperação, com florestas de araucária, e estarão voltadas para a preservação desses ambientes. Serão permitidas nesses locais apenas as atividades de pesquisa e educação ambiental.

SÃO FRANCISCO – Além do anúncio das novas unidades de conservação, o período ficou marcado também pela confirmação da reabertura à visitação do Salto do São Francisco após um ano interditado para passar por melhorias. A reforma garantiu maior comodidade e segurança para os visitantes que usam as trilhas internas.

Com 196 metros de altura, localizado entre Guarapuava, Prudentópolis e Turvo (Centro-sul), o salto é considerado um dos pontos naturais mais emblemáticos do Estado, a maior cachoeira do Sul do Brasil e a quinta do País em extensão.

ESTRUTURA – Para fortalecer o atendimento e o trabalho ofertados pelas Unidades de Conservação, o Governo do Estado destinou R$ 6 milhões para reestruturação dos complexos, com a aquisição de 23 novos veículos, equipamentos para manejo, notebooks e uniformes. Os recursos são oriundos de medidas compensatórias previstas na Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza.

Todo material foi encaminhado aos 16 escritórios regionais do IAT, a 46 Unidades de Conservação, além de atender também a demandas da Divisão de Unidades de Conservação e da Diretoria de Patrimônio Natural.

POLINIZA – Ao posar de flor em flor, as abelhas garantem aproximadamente 90% da polinização das espécies nativas do bioma da Mata Atlântica e 70% do total das plantas cultivadas e utilizadas na alimentação humana. Foi por isso que o Estado criou, há pouco mais de um ano, o projeto Poliniza Paraná, que instala colmeias de abelhas nativas sem ferrão em parques estaduais. A segunda fase da proposta chegou às Unidades de Conservação, como os Parques Estaduais Guartelá, em Tibagi, e Vila Velha, em Ponta Grossa, entre outros.

"Buscamos no IAT que as Unidades de Conservação sejam também alternativas econômicas e de geração de renda. Além disso, com a instalação das colmeias, permitimos que as abelhas façam o serviço ambiental de polinizar nossas florestas”, ressaltou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.

LIVRO – O contrato com a equipe do fotógrafo Zig Koch prevê a aquisição de 2 mil livros sobre as Unidades de Conservação do Estado – mil no idioma português, 500 em inglês e outros 500 em espanhol. Editado pela Brasilzão, o material será distribuído pela Diretoria do Patrimônio Natural do IAT a escolas do Estado. O prazo de produção é de até um ano e o investimento é de R$ 328 mil.

O fotógrafo explica que o projeto mostra a integração entre a natureza e cultura em todas as Unidades de Conservação do Paraná. “A ideia é tentar envolver o humano à conservação. É ter uma integração entre o ser humano com a natureza”, afirmou.

terça-feira, 18 de abril de 2023

Atleta de Turvo disputará Campeonato Brasileiro de Skyrunning/corrida na montanha em Jaraguá do Sul


O jovem e promissor atleta de Turvo, Ricardo Andrade, vem se dedicando cada vez mais. O esporte se tornou algo indispensável na vida do atleta, empenho e dedicação a cada quilômetro, se tornando inspiração para jovens e adultos.

Ele disputará o campeonato brasileiro de Skyrunning, em Jaraguá do sul SC, ocorrerá durante os dias 20 a 24 de abril.

Ricardo vai em busca de uma vaga pra a classificação para o mundial que será na Itália no mês de agosto.

Pensando em cada etapa, ele segue focado em seus sonhos, conciliando as obrigações com sua paixão, e espera ter um ótimo rendimento em cada desafio que surgirá.

O atleta agradece a prefeitura de Turvo pelo apoio.

Ricardo e seu treinador Adir Romiti


Publicidade