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quarta-feira, 30 de março de 2022

Turvo registra mais 03 casos de Covid-19

 


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Confira como fica o uso de máscara em Turvo


Analisando a atual situação da pandemia da Covid-19 no Município de Turvo e acompanhando os decretos do Estado do Paraná, o Decreto Municipal 23/2022 torna opcional o uso de máscaras em ambientes abertos e fechados, exceto nos locais descritos abaixo.

A utilização de máscara continua de forma obrigatória em:

Unidades Básicas de Saúde;
Hospital;
Laboratórios e Clínicas;
Farmácias;
e transportes coletivos, como ônibus e táxis.

O uso também é obrigatório para pessoas com sintomas respiratórios, que devem buscar a sua unidade de saúde para a realização do teste da Covid-19.

As demais medidas de prevenção, como o distanciamento social, a utilização de álcool em gel, higienização de ambientes, manter as áreas ventiladas e evitar aglomerações, continuam vigentes.

A decisão leva em consideração a condição estável da pandemia no município e na região, ao baixo número casos ativos da doença e o não registro de internamentos nos últimos dias. Além da alta porcentagem da população imunizada contra a Covid-19, onde 97% da população turvense já recebeu a primeira dose da vacina e 90% a segunda dose do imunizante.


Fonte: Prefeitura de Turvo 

Com redução dos casos, Estado declara fim da epidemia de H3N2


A Secretaria de Estado da Saúde suspendeu a situação de epidemia da Influenza A H3N2, declarada no dia 12 de janeiro deste ano, após o aumento no número de casos e óbitos que ocorreu fora do período sazonal. A decisão foi tomada pela diminuição progressiva no número de casos e óbitos da doença no Paraná nesta quarta-feira (30).

Segundo o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, houve um grande número de aglomerações no final de 2021 e, com isso, a transmissão do vírus se intensificou. “Foi uma epidemia junto com a pandemia, o alerta foi inevitável para conter a transmissão. Com a diminuição dos casos e a chegada da nova vacina da gripe, que combate o vírus, o cenário tende a melhorar”, disse.

Quando foi decretada a epidemia sazonal, o Estado registrava 832 casos e 12 mortes, número maior do que o habitual para a época do ano, já que era verão. Dos 399 municípios, 144 tinham, pelo menos, um caso da doença.

A Sesa confirmou nesta terça-feira (29) mais três óbitos e 11 novos casos de H3N2 (um tipo do vírus Influenza A (H3). Agora, o Paraná soma 2.123 casos e 118 mortes pela doença ( veja o boletim ).

Os novos óbitos foram registrados nos municípios de Cascavel, Curitiba e Londrina. Tratam-se de dois homens de 87 e 92 anos e uma mulher de 79 anos, respectivamente. Os pacientes estavam internados, possuíam comorbidades e não tomaram a vacina contra a Influenza no ano passado. Os dados foram coletados por meio do Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL).

VACINA – Na próxima semana vai começar a 24ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza no período de 04 de abril a 03 de junho de 2022, sendo o dia D de mobilização social, 30 de abril. A partir do dia “D”, a vacinação das crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias) passará a ser contemplada.

A nova versão da vacina da influenza, que será distribuída, é trivalente, composta pelos vírus H1N1, H3N2 (Darwin) e a cepa B, e é produzida pelo Instituto Butantan. A vacina é uma das melhores formas de prevenção da doença, meio para evitar uma nova epidemia pelo vírus Influenza.

“As vacinas já estão chegando aos municípios para o início da campanha, na próxima segunda-feira. Idosos e profissionais de saúde serão os primeiros e depois vamos continuar com os grupos prioritários. Queremos nossa população protegida contra esse vírus”, disse o secretário.

EPIDEMIA – A transmissão dos vírus da Influenza ocorre com maior frequência durante os meses mais frios, no outono e inverno, podendo ter circulação em outras épocas do ano, devido às diferenças geográficas e climáticas. De acordo com o Ministério da Saúde, o termo epidemia é utilizado quando ocorre um aumento no número de casos de uma doença em uma larga área geográfica.

Faleceu Judith Rodrigues Gomes


Faleceu na manhã desta quarta-feira (30) no Hospital São Vicente de Guarapuava, Judith Rodrigues Gomes, aos 77 anos.

Segundo informações, Judith estava internada na UTI, por problemas cardíacos, não resistiu e veio a óbito.

O velório será na Capela Mortuária de Turvo.


Informou Funerária Nossa Senhora Aparecida.

Em breve mais informações.


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Homem é preso por furto em Turvo

Por volta das 20h00 desta terça-feira (29), a equipe policial deslocou até a Localidade de Faxinal de Boa Vista, para averiguar uma situação de Furto, onde através de uma ligação foi relatado que o solicitante possui um Ferro Velho e que por volta das 11h30min, um masculino, 39 anos, foi até o seu Ferro Velho e furtou duas rodas de veículo usadas, modelo Ford F-4000. Que carregou as rodas num veículo Ford F-4000, cor prata, e que o furto foi registrado pelas câmeras de segurança do local. 

A equipe policial deslocou até a residência do autor, onde encontrou um veículo Ford F4000 de placas AEC-6A76 parado em frente a residência. Na carroceria do veículo a equipe visualizou as duas rodas acima citadas. A equipe então realizou a apreensão dos objetos sendo encaminhadas até a Delegacia, juntamente com o autor dos fatos para os procedimentos cabíveis.


Fonte: PM



terça-feira, 29 de março de 2022

Turvo registra mais 01 caso de Covid-19

 


Boletim da Covid-19 confirma 2.303 novos casos e 16 óbitos no Paraná


A Secretaria estadual da Saúde (Sesa) divulgou nesta terça-feira (29) mais 2.303 casos e 16 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. O monitoramento da Covid-19 mostra que o Paraná soma agora 2.400.103 casos e 42.679 óbitos pela doença desde o início da pandemia.

Os casos são de março (1.375), fevereiro (504) e janeiro (388) de 2022; dezembro (2), novembro (4), outubro (1), setembro(1), agosto (1), julho (1), junho (3), maio (3) e março (1) de 2021; e dezembro (12), novembro (3), outubro (1), setembro (1), agosto (1) e julho (1) de 2020. Os óbitos são de março (14) e fevereiro (1) de 2022 e junho (1) de 2021.

INTERNADOS – O informe relata que 55 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados, todos em leitos SUS (26 em UTIs e 29 em enfermarias). Há outros 361 pacientes internados, 185 em leitos de UTI e 176 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

ÓBITOS – A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 16 pacientes. São oito mulheres e oito homens, com idades que variam entre 42 e 95 anos. Os óbitos ocorreram entre 29 de setembro de 2020 e 24 de março de 2022.

Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (2), Terra Roxa, São João do Caiuá, Ponta Grossa, Pinhais, Paranaguá, Marechal Cândido Rondon, Londrina, Janiópolis, Ivaí, Foz do Iguaçu, Castro, Cascavel, Carlópolis e Almirante Tamandaré.

FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Saúde registra 10.769 casos de residentes de fora do Estado – 233 pessoas foram a óbito.


Confira relatórios de exclusão e de mudanças de municípios no site da Sesa.

Com mais um óbito, Saúde alerta para aumento de 77% dos casos de dengue no Paraná



A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) está em alerta para o combate à proliferação do mosquito Aedes aegipty, transmissor da zika, chikungunya e dengue, doenças chamadas de arboviroses, sendo a última endêmica em todo o Paraná.

Desde o novo período sazonal da dengue, que teve início em 1º de agosto de 2021 e deve seguir até julho de 2022, o Paraná registrou dois óbitos pela doença. Até o momento são mais de 42 mil casos notificados. Só na última semana houve um aumento de 77% de casos confirmados e mais de 81% de casos autóctones, quando a dengue é contraída no município de residência.

O informe semanal desta terça-feira (29) confirma mais um óbito. Trata-se de um homem, de 68 anos, que era residente de Arapongas, município de abrangência da 16ª Regional de Apucarana.

O primeiro óbito ocorreu no município de Nova Esperança, Noroeste do Estado. Era um paciente do sexo masculino, com 58 anos de idade, com comorbidade.

Se comparado ao período sazonal anterior (2020/2021), o Estado teve uma redução no número de notificados (-7%), mas um aumento em 25% em relação aos casos confirmados.

Diante do cenário atual, a Vigilância Ambiental da Sesa incentiva por meio das Regionais de Saúde ações de mobilização da população quanto à remoção mecânica de focos, bem como ações educativas em parceria com instituições públicas e privadas em todo o Estado. A Secretaria acompanha a situação e reforçará o suporte técnico aos municípios para conter a doença.

Em 21 de janeiro, o Governo do Estado renovou a frota de campo das equipes de Vigilância Ambiental da Sesa, que há mais de 10 anos não era atualizada. Trinta caminhonetes foram direcionadas e adaptadas para reforçar trabalhos, como a aspersão de inseticidas para controle de vetores, o chamado fumacê.

“Os órgãos de saúde pública trabalham de várias formas e têm ações junto à população e às instituições para tentar conter a proliferação do mosquito e a doença, mas a contribuição das pessoas no acondicionamento adequado do lixo doméstico, limpeza do imóvel, nos quintais, calhas, piscinas é fundamental”, alertou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

TRANSMISSÃO – As arboviroses (dengue, zika e chikungunya) são transmitidas pela picada do Aedes aegypti. É necessário ficar atento a possíveis criadouros do mosquito e, assim, eliminar esses possíveis locais para evitar a propagação das doenças. É fundamental que a pessoa identifique os sintomas das arboviroses para buscar o serviço de saúde para diagnóstico e tratamento adequado o quanto antes.

“Fica aqui o alerta para que as pessoas permaneçam atentas aos sintomas e alguns sinais que caracterizam a dengue. Orientamos que, caso apresentem sintomas como febre alta, dores no corpo, manchas vermelhas no corpo, vômito, náusea, que procurem imediatamente os serviços de saúde e não façam o uso de medicação sem prescrição médica”, ressaltou a coordenadora de Vigilância Ambiental da Sesa, Ivana Belmonte.

DENGUE – Normalmente, o primeiro sintoma da dengue é a febre alta (39º a 40º C) de início repentino, com duração máxima de sete dias, acompanhada de dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores no corpo, prostração, fraqueza, ou erupções cutâneas.

ZIKA – No caso da zika, manchas vermelhas pelo corpo, com coceira intensa, febre baixa ou até mesmo ausente, olhos vermelhos e dores nas pequenas articulações são os principais sintomas.

CHIKUNGUNYA – Febre alta, dores intensas nas articulações, dor nas costas, dores pelo corpo, erupção avermelhada na pele, dor de cabeça e dor retro-ocular são indicativos de chikungunya.

Confira o informe completo AQUI.
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