Banner fixo no rodapé

[Fechar]

-->

quarta-feira, 8 de abril de 2020

Turvo - Boletim Oficial Covid-19


Os casos suspeitos, são aqueles que apresentam sintomas graves e serão feitos exames para confirmação da doença.

Já os casos monitorados, são os que apresentam síndrome gripal e a evolução do caso e sintomas será acompanhado por 14 dias pela Secretaria Municipal de Saúde.

Vamos continuar fazendo a nossa parte.

Fonte: Prefeitura de Turvo

Guarapuava - Boletim Oficial Covid-19


Manoel Ribas confirma o primeiro caso de coronavírus


A Secretaria de Estado de Saúde confirmou por volta das 16h30, o primeiro caso de covid-19 no município de Manoel Ribas. Trata-se de uma mulher de 34 anos, que está internada no hospital em Arapongas e o quadro é considerável estável. No boletim divulgado por volta das 15h30, o caso ainda constava como suspeito e foi confirmado por exame realizado pelo Lacen (Laboratório Centra) em Curitiba. com isso, são agora 3 casos positivos na área de abrangência da 22ª Regional de Saúde, todos confirmados nessa quarta-feira, 08 de abril. Os outros dois casos são em Ivaiporã e São Pedro do Ivaí.


Boletim coronavírus: Paraná soma 550 casos confirmados, 17 óbitos e mais de cinco mil descartados


O boletim diário do coronavírus divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirma mais dois óbitos pela doença nesta quarta-feira (8), 39 novos casos e 341 descartados. Agora o Paraná soma 17 mortes, 550 casos confirmados e 5.303 descartados.

Os óbitos referem-se a um homem de 63 anos de Paranaguá que estava internado desde o dia 31/03 no Hospital Regional do Litoral, possuía comorbidades, sendo confirmado para Covid-19 no sábado (4); e um homem de 56 anos de Campo Mourão que estava internado em um hospital da região desde quinta-feira (2), tendo a confirmação da doença no último domingo (5). Ambos vieram a óbito nesta quarta-feira (8).

A Sesa também divulgou a confirmação de 39 novos casos nos municípios de Cascavel (1), Curitiba (12), Toledo (1), Londrina (5), Cambe (1), Arapongas (1), Araruna (1), Rio Negro (1), Mandirituba (1), Quatro Barras (1), Rio Branco do Sul (1), Campo Largo (1), Piraquara (1), Fazenda Rio Grande (2), Ivaiporã (1), São João do Ivaí (1), Paranaguá (1), Bandeirantes (1), Maringá (2), além de pacientes que residem fora do Estado em Mafra (1), Barra do Turvo (1) e Campinas (1), eles foram diagnosticados e atendidos no Paraná.

DADOS – O Paraná tem atualmente 550 casos confirmados – destes, 17 óbitos –, 5.303 descartados, 333 em investigação. Dentre as confirmações, 11 pacientes não residem no Estado.

100 pacientes estão internados, 59 em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e 41 em leitos clínicos. 

Até agora, 106 pessoas já foram liberadas do tratamento, no Paraná. Esse dado não inclui ainda o número de Curitiba. 

Carreta tomba e deixa trânsito lento na PRC-466, em Turvo


Por volta das 10h30 dessa quarta-feira (08), uma carreta carregada de toras tombou na PRC-466, próximo a Curva do Rio Bonito, em Turvo. 

O motorista contou ao Blog do Elói, que a parte traseira da carga de toras saiu fora pista, foi quando ele perdeu o controle da direção e carreta tombou, espalhando a carga sobre a pista.

O trânsito está sendo desviado pelo acostamento, vai demorar até que a carreta e a carga sejam removidas do local.

O motorista Jackson Augusto de Lima, que é morador do distrito da Palmeirinha não se feriu no acidente.




Paraná sofre com estiagem mais severa dos últimos anos


O Paraná vive a pior estiagem desde que o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) começou a monitorar as condições do tempo, em 1997. A baixa precipitação já dura dez meses. Levantamento do Simepar apontou que nove das maiores cidades paranaenses, de quase todas as regiões do Estado, tiveram chuvas bem abaixo da média histórica entre junho de 2019 e março de 2020.

Houve uma redução média na precipitação de 33% no conjunto de municípios formado por Curitiba, Ponta Grossa (Campos Gerais), Guarapuava (Centro), Maringá (Noroeste), Londrina (Norte), Foz do Iguaçu (Oeste), Cascavel (Oeste), Guaratuba (Litoral) e Umuarama (Noroeste).

Guarapuava é a cidade que mais sofre com a seca. A diminuição no volume de chuvas foi de 47,2% – 809 milímetros contra uma média histórica de 1.533 mm para o período. Em todos os dez meses analisados choveu menos do que o previsto no município. Em março, apenas 30 mm ante uma expectativa de 113 mm.

Porém, no volume total, Curitiba foi quem teve menos chuva entre os municípios pesquisados: 725 mm. Redução de 43,1%, já que a média histórica apontava para 1.274 mm. Março foi o período mais seco na capital paranaense. O nível de chuvas para o mês, desde 1998, é de 127 mm. Neste ano, contudo, a precipitação foi de apenas 12 mm. O recorde negativo da cidade era de 44 mm, registrado em março de 2017.

Na sequência, o termômetro da seca aponta para Ponta Grossa (40% de diminuição), Foz do Iguaçu (34,7%), Cascavel (33,8%), Umuarama (31,1%), Londrina (30,5%), Guaratuba (22,7%) e Maringá (15%).

“O verão ficou marcado por precipitações muito abaixo do esperado, o que levou ao cenário de intensificação da estiagem em quase todo o Paraná”, explicou o coordenador de operação do Simepar, Antonio Jusevicius. “Tivemos quebra de recordes históricos de mínimos de chuva em algumas estações do Simepar, especialmente em Curitiba”, completou.

PREVISÃO – As previsões também não são animadoras. Relatório do Simepar mostra que o volume de chuvas no Paraná ficará abaixo da média normal no período que varia de três a seis meses.

De acordo Jusevicius, o outono é marcado por uma diminuição natural da quantidade e frequência de chuvas. Ele afirma ainda que as chuvas recentes não são suficientes para repor o nível dos reservatórios.

“Toda chuva neste momento é bem-vinda. Mas como a previsão é de que ela não será longa no Estado, vai servir apenas para amenizar um pouco a secura do solo, não tendo impacto importante na retenção de água pelos reservatórios”, afirmou.

A estiagem do primeiro trimestre deste ano, especialmente no mês de março, reforça a necessidade do consumo consciente da água em todo o Paraná. A meteorologia também prevê, para os próximos três meses, chuvas abaixo ou dentro da média esperada além de temperaturas pouco superiores ou próximas às registradas para esse período.

CAPITAL - O impacto imediato tem sido nos sistemas de abastecimento de água. Rios, poços, minas e córregos estão perdendo vazão, principalmente na Região Metropolitana de Curitiba e no Oeste do Estado. Na capital, a média mensal de chuvas para março é, desde 1998, de 127 milímetros. Mas neste ano, choveu apenas 12 mm em março.

O Rio Miringuava, que abastece Curitiba e 12 cidades do entorno, perdeu 60% do volume de água. O nível médio das barragens do Iraí, Passaúna e Piraquara 1 e 2, do Sistema Abastecimento Integrado de Curitiba, está em 62,7%.

Os mananciais que abastecem as cidades de Almirante Tamandaré, Rio Negro, Fazenda Rio Grande e Colombo estão com níveis preocupantes.

OESTE - No Oeste do Estado, a situação mais crítica está em Medianeira. Os poços e o Rio Alegria que abastecem aos moradores da cidade já perderam 40% de vazão. Em Cascavel, o sistema também já começa a sentir a falta de chuvas deste ano também.

Na cidade, nos três primeiros meses deste ano, o índice pluviométrico está abaixo da média histórica dos últimos 15 anos, que ultrapassa os 600 milímetros. A estação meteorológica local registrou apenas 321 milímetros de chuvas nos 90 primeiros dias de 2020, além da defasagem de chuvas do ano passado.

Fonte: AEN

Vaca é abatida e parte da carne é furtada em Pitanga



No dia 07 de abril, a equipe policial foi acionada pelo solicitante que relatou que encontrou uma vaca de sua propriedade morta. Disse ainda que restaram apenas os restos do animal. A equipe deslocou até o local e constatou o fato. O solicitante foi orientado quanto aos procedimentos a serem tomados.

.

terça-feira, 7 de abril de 2020

Sanepar acelera obras para atender hospitais regionais em Ivaiporã, Telêmaco e Guarapuava

A pedido do governador, obras serão antecipadas para contribuir com a finalização dos hospitais que vão atender pacientes de coronavírus


A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) iniciou nesta semana obras para acelerar a implantação de serviços de saneamento em três hospitais regionais, que se encontram em fase final de construção e que vão ser estruturados para atender pacientes com coronavírus (covid-19). Os hospitais são em Ivaiporã, Telêmaco Borba e Guarapuava e já são atendidos pelo sistema de abastecimento de água. A Sanepar atende a um pedido do governador Carlos Massa Ratinho Júnior.

Para o Hospital Regional de Ivaiporã, a Sanepar está implantando 2,3 km de rede coletora de esgoto, que irá atender também o Fórum Eleitoral, o Fórum Estadual Regional, o campus da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e uma escola municipal, num trajeto até o Parque Ambiental Jardim Botânico, além de possibilitar mais 518 ligações de esgoto na cidade. “Vamos concluir em 15 dias uma obra que estava prevista para daqui a um ano e meio”, disse o diretor de Investimentos da Sanepar, Joel de Jesus Macedo.

O prefeito de Ivaiporã, Miguel Amaral, agradeceu o empenho da Sanepar e o trabalho dos profissionais que vão agilizar a obra. “O presidente da Sanepar, Claudio Stabile e o diretor Joel atenderam prontamente o pedido do governador que quer que o hospital entre em funcionamento em 45 dias para atender Ivaiporã e a Região Central. Espero que não tenhamos muitos casos de covid-19, mas estaremos prontos para o atendimento. E a Sanepar mostrou mais uma vez a sua visão de cuidado com a saúde da população”, disse o prefeito.

Em Telêmaco Borba, a Sanepar fará reparos e a instalação de uma bomba para dar funcionalidade à estação elevatória de esgoto existente no Hospital Regional da cidade. E, em Guarapuava, será feito o redimensionamento da ligação de água para atender o padrão do projeto hidrossanitário do Hospital Regional, que está em fase final de construção. Também será feita interligação do imóvel à rede de esgoto já existente da Sanepar.

“O governador decretou situação de emergência para que esses três hospitais regionais sejam concluídos o quanto antes. Por isso, nos adequamos para antecipar essas obras que já estavam previstas e que vão trazer uma série de benefícios à população. Saneamento é a base para a promoção da saúde, junto com o projeto de governo para atender a sociedade”, disse o diretor de Investimentos, Joel. Ele destacou ainda que as equipes que estão em campo estão tomando todas as medidas necessárias de proteção sanitária contra o coronavírus. “Temos que agradecer esse pessoal que entende a importância desse trabalho neste momento.”

Assessoria Sanepar

Aproveite as Ofertas de Pascoa do Supermercado Suprema de Turvo



Estado soma 102,2 mil casos de dengue e 78 óbitos


O boletim divulgado nesta terça-feira (07) pela Secretaria de Estado da Saúde confirma 102.247 casos de dengue no Paraná, com aumento de 14.527 casos em relação à semana anterior. São mais nove óbitos confirmados, elevando para 78 o número de mortes. A contabilização refere-se ao monitoramento iniciado em agosto de 2019 e que segue até julho deste ano.

“Estamos vivendo um momento de isolamento social, as pessoas estão passando a maior parte do tempo em casa. Por isso, reforçamos nosso pedido para que todos contribuam com uma verificação detalhada nos quintais e nos ambientes internos das residências para eliminação dos criadouros do mosquito transmissor da dengue. É uma questão de responsabilidade social”, destaca o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Ele alerta que o Estado está em situação de epidemia por dengue e que há também a pandemia de coronavírus. “Precisamos aplicar todas as medidas preventivas para as duas infecções, e no caso da dengue já esta comprovado que a retirada dos focos é a melhor alternativa”, complementou.

ELIMINAÇÃO - Nas 37 cidades em que a secretaria estadual da Saúde promoveu mutirões para retirada mecância dos criadouros a taxa de incidência da dengue foi reduzida. As ações foram coordenadas pelo Comitê Intersetorial de Controle da Dengue no Paraná e, em alguns municípios, contou com a participação de militares estaduais, representantes regionais da Defesa Civil e de soldados do Exército, além dos agentes da Vigilância Ambiental dos municípios.

Quinta do Sol, no Centro-Oeste do Estado, tinha uma taxa de incidência de 17 mil casos por 100 mil habitantes. Nas últimas quatro semanas essa proporção caiu para 323 casos por 100 mil habitantes.

Em Barbosa Ferraz, também no Centro-Oeste, a incidência era de 11.183 mil casos por 100 mil habitantes. Após o mutirão foi constatada redução para 1.279 casos por 100 mil habitantes.

Em Guaíra, a incidência baixou para 124 casos por 100 mil habitantes. Antes da retirada mecânica dos criadouros a taxa era de 5.755 mil casos, proprocionalmente.

Outro resultado positivo, considerado ideal, foi constatado em outras sete cidades. Nova Cantu, Cruzeiro do Sul, Guairaçá, Inajá, Nova Aliança do Ivaí, Santo Antonio do Caiuá e Lupionópolis, que registravam altas taxas de incidência epidêmica acumulada no período, não apresentaram casos de dengue autóctones nas últimas quatro semanas, ou seja, zeraram a incidência neste período de análise.

INFORME – Os nove óbitos que estavam em investigação e foram confirmados neste boletim ocorreram registrados nos seguintes municípios: 2 óbitos em Cianorte (duas mulheres, sem comorbidades, uma de 50 anos e outra de 39); 2 óbitos em Toledo (uma mulher de 88 anos, com quadro de hipertensão, e um homem de 80 anos, com quadro de hipertensão e insuficiência cardíaca); um óbito em Londrina (mulher de 89 anos, com insuficiência renal crônica); um óbito em Ivaiporã (mulher de 37 anos, com sequela de paralisia cerebral); um óbito em Rolândia (homem de 51 anos, sem comorbidade); um óbito em Nova Aurora (homem de 59 anos, sem comorbidade), e um óbito em Santo Antonio da Platina (uma jovem de 15 anos, também sem histórico de doença pré-existente).

O boletim divulgado nesta terça-feira (07) também atualiza o número de municípios em epidemia: são 189. Outros 33 estão em situação de alerta.

Fonte: AEN
Publicidade