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terça-feira, 20 de junho de 2023

Programa Mais Médicos terá 10 mil novas vagas em todo o Brasil

Prioridade será para municípios de maior vulnerabidade


O Ministério da Saúde anunciou, nesta segunda-feira (19), que vai ampliar o programa Mais Médicos, abrindo 10 mil novas vagas na modalidade de coparticipação de estados e municípios.

O edital com as orientações para a inscrição dos profissionais já foi publicado no Diário Oficial da União. Já a portaria com as definições e critérios para os gestores locais deve ser publicada ainda hoje.

Segundo o Ministério da Saúde, com a expansão, o programa deverá chegar a mais de 15 mil novas vagas até o fim deste ano.

Até o dia 27 deste mês, os 5.570 municípios brasileiros poderão solicitar vagas na modalidade de coparticipação, mas a prioridade será para aqueles de maior vulnerabilidade social e de vazios assistenciais [regiões onde é mais difícil encontrar profissionais].

No modelo de coparticipação, o Ministério da Saúde desconta do repasse do piso de atenção primária à saúde o valor de custeio mensal da bolsa-formação dos médicos. Já os gestores locais continuam com a responsabilidade do pagamento do auxílio-moradia e da alimentação. As demais despesas do programa ficam a cargo do ministério.

De acordo com a pasta, terão preferência médicos brasileiros formados no Brasil. E o médico que participar do programa poderá fazer especialização e mestrado em até quatro anos. Os profissionais também passarão a receber benefícios, proporcionais ao valor mensal da bolsa, para trabalhar nas periferias e regiões mais remotas.

Os beneficiados pelo Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) que participarem do programa também poderão receber incentivos que variam entre R$ 238 mil a R$ 475 mil, dependendo da vulnerabilidade do município e da permanência no programa por 48 meses. Assim, o profissional poderá ter auxílio para o pagamento de até 80% do financiamento.

A pasta diz ainda que pretende incentivar a permanência de médicas no programa, com uma compensação para atingir o mesmo valor da bolsa durante o período de seis meses de licença maternidade, complementando o auxílio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Informações sobre o cronograma do edital podem ser consultadas no site do Mais Médicos.

Fonte: Agência Brasil 

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Caixa começa a cobrar Pix de pessoas jurídicas em 19 de julho


A partir de 19 de julho, as pessoas jurídicas clientes da Caixa Econômica Federal começarão a pagar para fazer Pix. Autorizada pelo Banco Central (BC), a cobrança de tarifas para empresários que usam o sistema de transferências instantâneas é praticada pela maioria dos bancos, mas não era feita pela Caixa.

Em nota, o banco desmentiu falsas notícias que circularam nessa segunda-feira (18) de que a tarifação atingiria outros tipos de clientes. A Caixa destacou que pessoas físicas, microempreendedores individuais (MEI) e beneficiários de programas sociais continuarão a fazer Pix sem cobrança.

“A prática [tarifação do Pix para pessoas jurídicas] já é realizada por outras instituições financeiras e autorizada pelo Arranjo Pix desde novembro de 2020, conforme Resolução BCB nº 30/2020”, justificou a Caixa em nota.

O comunicado também informou que a tarifa a ser aplicada às empresas que fazem Pix será uma das menores do mercado. O banco, informou a nota, mantém o compromisso de oferecer aos clientes as melhores condições em seus produtos e serviços.

Confira as tarifas de envio e recebimento do Pix para pessoa jurídica privada:

Pix transferência

• Envio de empresa para pessoa física por chave Pix, inserção de dados bancários ou iniciação de pagamento

• Envio entre empresas por chave Pix ou inserção de dados bancários

• 0,89% do valor da operação, com valor mínimo de R$ 1 e máximo de R$ 8,50

Pix compra

• Empresa recebe Pix de pessoa física em operações de compra por chave Pix, inserção de dados bancários, iniciador de pagamento e Código QR estático

• Empresa recebe Pix de outra empresa por Código QR estático e iniciador de pagamento

• 0,89% do valor da operação, com valor mínimo de R$ 1 e máximo de R$ 130

Pix Checkout

• Empresa recebe Pix de pessoa física ou de outra empresa por Código QR dinâmico

• 1,20% do valor da operação, com valor mínimo de R$ 1 e máximo de R$ 130.

Morre segunda vítima do atentado a tiros em escola de Cambé

Luan Augusto da Silva, de 16 anos, não resistiu aos ferimentos; família autorizou doação de órgãos, segundo o Hospital Universitário
Morreu na madrugada desta terça-feira (20) o jovem Luan Augusto da Silva, de 16 anos. Ele é a segunda vítima do atentado a tiros ocorrido no Colégio Estadual Helena Kolody, em Cambé, no Norte do Paraná, na manhã de segunda-feira (19). A namorada dele, Karoline Verri Alves, de 17 anos, morreu no local.

A informação da morte de Luan foi confirmada no início da manhã desta terça-feira pela assessoria de imprensa do Hospital Universitário (HU), de Londrina, onde o garoto estava internado. Ele passou por cirurgias, mas não resistiu aos graves ferimentos.

O jovem foi atingido na cabeça e morreu às 3h15 segundo o HU. A assessoria do hospital confirmou que a família autorizou a doação de órgãos do rapaz.

RELEMBRE O PASSO A PASSO DO ATENTADO

- Um ex-aluno de 21 anos chegou à escola por volta das 9h20 e pediu o histórico escolar;

- Logo depois de ser atendido na secretaria, ele pediu autorização para ir ao banheiro;

- No local, trocou de roupa e saiu armado com um revólver calibre 38. Ele também tinha uma machadinha, segundo disse o secretário de Estado da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira;

- Ele deu tiros no corredor, mas não atingiu nenhum aluno. Na sequência, foi até uma aula de educação física, onde estava Karoline Verri Alves e o namorado dela, Luan Augusto da Siva;

- No local, ele disparou contra o casal que jogava pingue-pongue. Karoline Verri Alves morreu no local e o Luan foi ferido na cabeça e levado ao Hospital Universitário de Londrina, onde passou por cirurgia e morreu na madrugada desta terça-fera. Os dois foram atingidos na cabeça pelos disparos;

- Ele seguiu pelos corredores, gritando que iria matar mais alunos. Foi quando teria sido imobilizado por um professor e uma outra pessoa, segundo afirmou o governador Ratinho Junior;

- A PM chegou ao local e fez a prisão do jovem de 21 anos, que foi encaminhado para a delegacia de Cambé e, depois, para Londrina;

- Em depoimento, ele contou à polícia que planejou o crime por pelo menos quatro anos;

- O rapaz revelou que estudou na instituição em 2014 e afirma que foi vítima de intenso bullying por parte dos colegas;

- Ele comprou o revólver calibre 38 há cerca de um mês na cidade de Rolândia e também adquiriu farta munição.

- O criminoso negou que conhecia o casal de namorados, mas um possível vínculo será ainda investigado;

- O objetivo, segundo ele afirmou à polícia, era matar o máximo possível de pessoas;

- Ainda segundo a polícia, o criminoso estudou formas de entrar na escola e usava redes sociais clandestinas para buscar mais informações sobre atentados em escolas.

- Segundo o secretário de Estado da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira, o atirador já foi denunciado à Justiça em 2022 por esfaquear outro aluno em uma escola de Rolândia.

Fonte: TN Online

Óbitos registrados em Guarapuava e Região


A Central de Triagem informa os óbitos registrados em Guarapuava e Região - CLIQUE AQUI...

segunda-feira, 19 de junho de 2023

Unicentro abre inscrições para contratar professores temporários

A Unicentro está com inscrições abertas para o teste seletivo que vai contratar professores temporários. O prazo para que os interessados se inscrevam segue até o dia 30 de junho. No total, a oferta é de 46 vagas. “São 39 vagas para Guarapuava e sete para Irati para atender 17 departamentos ou setores da universidade como, por exemplo, Administração, Agronomia, Ciência da Computação, Ciências Contábeis, Comunicação Social, a Coordenadoria de Apoio ao Estudante, Enfermagem, Farmácia, Letras, Medicina, Medicina Veterinária, Psicologia e Turismo”, pontua o diretor de Concursos e Avaliação da Unicentro, Manoel Carlos Ferreira da Silva.

As inscrições têm um custo de 108 reais. Doadores de sangue e de medula, prestadores de serviço eleitoral e pessoas cadastradas no Cadastro Único têm direito ao pedido de isenção do pagamento da taxa. Na solicitação, o candidato deve apresentar o respectivo requerimento de isenção seguido do comprovante de cadastro familiar, no caso do Cadastro Único; a certidão da Justiça Eleitoral, no caso de prestadores de serviço eleitoral; e uma certidão emitida pelo órgão competente, de acordo com a regulamentação específica para doador de sangue e de medula óssea. “Lembrando que, apresentando essa comprovação, existe a regulamentação específica para cada um desses grupos de candidatos que querem ter a isenção. Eles serão avaliados posteriormente e notificados a respeito de suas isenções, se ocorreram ou não”, observa Manoel.

A inscrição é feita em duas fases. Na primeira delas, o candidato deve informar os dados pessoais, solicitar a emissão do boleto para pagamento da taxa e fazer o requerimento de inscrição. “Depois, na segunda fase, postar o protocolo digital em que vão ser consolidados o requerimento de inscrição, a declaração de ciência das normas, o gabarito e a documentação para a prova de títulos”, completa.

Manoel ainda detalha que a seleção vai ocorrer em duas etapas. “Existe a prova didática, que é eliminatória, em que o candidato precisa obter seis pontos ou mais para passar para a segunda fase, que é a prova de títulos”.

Todas as informações sobre o teste, as vagas disponíveis e os requisitos para concorrer a cada vaga podem ser conferidas no edital, disponível na página www.unicentro.br/concursos. Para entrar em contato com a Diretoria de Concursos da Unicentro, o telefone é 42 3421-3069, em Irati, e 42 3621-1084, em Guarapuava, que também funciona no WhatsApp.


Aproveite as ofertas da Terça Verde do Supremamais Supermercado de Turvo

 

Acompanhe a Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Turvo

Sessão desta segunda-feira (19). Acompanhe no vídeo:

Em Breve: Sexta Unidade da Colaço Monitoramento em Turvo


Estamos muito empolgados em anunciar a próxima inauguração da sexta unidade da Colaço Monitoramento em Turvo-PR. Com uma base de mais de 1500 clientes, temos o orgulho de nos destacar e crescer continuamente há mais de quatro anos.

Nosso compromisso em fornecer serviços de segurança excepcionais nos tornou líderes no mercado. Nossos profissionais altamente capacitados e tecnologia de ponta garantem proteção e tranquilidade para nossos clientes.

Na nova unidade em Turvo, ofereceremos uma ampla gama de serviços de monitoramento, personalizados para atender às suas necessidades. Desde monitoramento residencial até soluções completas para empresas, estamos prontos para proteger o que é importante para você.

Conte conosco para garantir sua segurança.

#ColaçoMonitoramento #Segurança #Turvo #EmBreve

Presença física contribui para inclusão financeira efetiva, aponta estudo do Sicredi 

Quarta edição de uma série de pesquisas demonstra a importância da proximidade para ampliar investimentos e uso de soluções mais complexas
O Sicredi divulga o quarto estudo da série “Benefícios do Cooperativismo de Crédito” denominado “A Efetividade do Cooperativismo”, com o objetivo de analisar relevância do atendimento físico para a inclusão financeira plena. Para a investigação, foram selecionados 235 municípios atendidos pelo Sicredi que não contam com agências de outras instituições financeiras e analisada uma amostra de dados entre 2018 e 2021. No total, foram mais de 1,8 milhões de observações, que representam, em média, 229 mil associados por período.

Com atuação em todas as regiões do país, em uma rede de mais de 2,5 mil agências em 1,8 mil municípios, o Sicredi constatou que a presença física segue importante para a inclusão financeira efetiva da população, mesmo no atual contexto de crescente digitalização. Quando avaliado o comportamento dos associados que passam a contar com uma agência em seu município, a pesquisa revelou que o uso médio de produtos cresce 25% em dois anos, quando comparado a associados ativos em municípios sem atendimento físico. Após cinco anos, cada associado passa a ser atendido com uma média de sete produtos financeiros.

“A equipe da pesquisa conseguiu isolar o impacto do Sicredi na comunidade, assim como os efeitos comparativos entre presença e ausência de agência. Acreditamos que a proximidade seja um fator relevante na construção da confiança mútua e no assessoramento adequado, contribuindo para esses resultados”, explica André Nunes de Nunes, economista-chefe do Sicredi. O estudo foi realizado juntamente com o pesquisador Juliano Assunção, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), que é especialista em Microeconomia Aplicada e Desenvolvimento Econômico.

O relacionamento e a promoção de atividades de educação financeira são fatores que apareceram como relevantes para a organização financeira pessoal, considerando a elevação do número de associados com recursos aplicados ao longo do tempo de relacionamento. A pesquisa mostrou que 33% dos associados mantêm recursos em poupança já no momento de associação, enquanto 13% aplicam recursos em depósitos a prazo. Após dez anos de relacionamento, esses índices passam, respectivamente, para 51,2% e 49,4%.

Ainda de acordo com Nunes, os produtos financeiros podem ser complexos para a população, o que reforça o papel da proximidade e da assessoria no processo de inclusão financeira, aspectos amplamente promovidos pelas cooperativas de crédito. “Estudos divulgados pelo Banco Central, como o Global Findex, mostram o crescimento de pessoas com conta bancária, mas ainda temos uma parcela significativa com dificuldade de utilizar os serviços e ter acesso a produtos mais complexos. Nesse sentido, as cooperativas contribuem à bancarização efetiva, possibilitando aos associados acessar serviços que vão além da conta corrente, sendo atendidos pelo Sicredi com soluções personalizadas dentro de um amplo portfólio de crédito, investimentos, consórcios, seguros e outros”, explica.

Outro resultado exposto pelo trabalho é que o público PJ tende a fazer mais reservas financeiras por meio de investimentos ao longo do relacionamento. Nos primeiros seis meses, 16,5% dos associados fazem este tipo de aplicação financeira, um percentual que dobra após dois anos, chegando a 33,7% e ampliando a 53,6% nos anos seguintes.

A quantidade de associados que utilizam o serviço dobra após um ano de relacionamento e cresce mais de 200% logo após dois anos, ganhando relevância de forma acelerada nos períodos posteriores. O relacionamento possui especial relevância para o pequeno produtor rural, que passa a contar com assessoramento técnico para produtos de crédito originados por programas governamentais. Desta forma, o canal físico promove a descoberta e o acesso a produtos mais adequados ao investimento e ao custeio das suas culturas.

O estudo também utilizou os dados do Sistema de Informações de Crédito, gerido pelo Banco Central, e verificou que a inclusão promovida pela atuação das cooperativas de crédito em municípios desassistidos permitiu o acesso a volumes maiores de crédito durante o tempo de associação. “O impacto da cooperativa não é somente de concorrência com outros players para conceder crédito às pessoas e empresas, mas de expansão do acesso ao crédito por meio do conhecimento dos perfis e necessidades e, por isso, reforçamos que a proximidade favorecida pelo canal físico segue relevante para o acesso pleno a serviços financeiros”, conclui Nunes.

Série de estudos Benefícios do Cooperativismo de Crédito

O primeiro levantamento da série com o título “Impacto sobre a economia local”, de autoria da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e apresentado em 2019, avaliou dados econômicos de todas as cidades brasileiras com e sem cooperativa de crédito, entre 1994 e 2017. No estudo, foram cruzadas informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), evidenciando que o cooperativismo de crédito incrementa o PIB per capita dos municípios em 5,6%, cria 6,2% mais vagas de trabalho formal e aumenta o número de estabelecimentos comerciais em 15,7%, com estímulo ao empreendedorismo local.

Já na edição publicada em 2020, referente ao “Impacto sobre a bancarização”, foi observado que, enquanto bancos tradicionais têm em média um limite mínimo de oito mil habitantes para abrir uma agência, uma cooperativa de crédito tem capacidade de abertura em municípios a partir de 2,3 mil habitantes. Nela, também houve a participação do pesquisador Juliano Assunção. A comparação em termos de renda também chamou a atenção nos resultados da pesquisa ao apontar que as cooperativas conseguem operar em cidades com PIB menor, a partir de R$ 79 milhões, diferente dos bancos públicos em que é necessário um PIB mínimo de R$ 146 milhões e dos bancos privados, de R$ 220 milhões.

O conteúdo recém-lançado se soma à última edição da série “Ampliação da fronteira bancária”, desenvolvida e publicada em 2021. Na ocasião, foi constatado que o cooperativismo de crédito tem desenvolvido um papel relevante em proporcionar acesso a serviços financeiros completos à população de municípios considerados menos atrativos aos bancos atuarem. Avaliou ainda a atuação dos bancos privados, públicos federais e regionais, e instituições financeiras cooperativas, entre 2010 e 2018, gerando índices que mostram o nível de dificuldade à atuação física em cada município e como as IFs se comportam neste cenário.

Assessoria Sicredi

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