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sexta-feira, 13 de março de 2026

Padre Luiz recebe bênção apostólica pelos 50 anos de vida religiosa


Durante a missa de encerramento do retiro da Congregação dos Padres Marianos, em Curitiba, o padre Luiz recebeu a bênção apostólica do Papa Leão XIV, por ocasião dos seus 50 anos de vida religiosa.

Na ocasião, o padre Edmundo expressou, em nome de toda a comunidade de Turvo, profunda gratidão por todo o bem que o padre Luiz realizou durante o período em que esteve atuando na paróquia.

A comunidade também deu graças a Deus pelo dom de sua vida e de sua vocação, manifestando gratidão e orações para que Deus continue abençoando sua missão.


Fonte: Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Turvo

Petrobras reajusta preço do diesel em R$ 0,38 por litro


A Petrobras anunciou no fim da manhã desta sexta-feira (13) que vai reajustar o valor do óleo diesel vendido às distribuidoras em R$ 0,38 por litro. O novo preço passa a valer a partir de sábado (14).

Em comunicado, a estatal explica que o preço médio do diesel A praticado pela companhia para as distribuidoras aumentará para R$ 3,65 por litro, e a participação da Petrobras no preço do diesel B será, em média, de R$ 3,10.

O diesel A é o vendido nas refinarias, antes de ser misturado a biocombustíveis. Já o diesel B é o comercializado nos postos ao consumidor final, depois de as distribuidoras efetuarem a mistura obrigatória.
Impacto mitigado

A companhia explicou que o reajuste do diesel foi mitigado pelas medidas para conter a escalada do preço do combustível, anunciadas na quinta-feira (12) pelo governo federal. Mesmo assim, o aumento do petróleo no mercado internacional em meio à guerra no Oriente Médio exerce pressão sobre o preço.

O governo zerou as alíquotas dos dois tributos federais sobre a importação e comercialização do diesel, o PIS e a Cofins, o que representa corte de R$ 0,32 no preço do litro do óleo diesel, segundo cálculos do Ministério da Fazenda.

Além disso, uma Medida Provisória publicada autoriza a subvenção econômica para importadores e produtores de diesel. Com isso, o governo pode pagar R$ 0,32 por litro, desde que esse desconto seja repassado à cadeia de preços, baixando o custo ao consumidor final.

Juntas, as duas medidas representam alívio de R$ 0,64 por litro. As iniciativas são um enfrentamento à alta do preço do petróleo no mercado internacional, causada pela guerra iniciada por Estados Unidos e Israel contra o Irã.
Histórico de preços

A Petrobras lembra que o preço do diesel foi alterado pela última vez em maio de 2025, quando houve uma redução. Já o último aumento foi em fevereiro de 2025.

Nas contas da Petrobras, desde dezembro de 2022, os preços de diesel vendidos às distribuidoras registram redução acumulada de R$ 0,84 por litro, o equivalente a uma queda de 29,6%, considerada a inflação do período.
Petróleo mais caro

A ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã completa duas semanas nesta sexta-feira. Uma das formas de retaliação do Irã é o bloqueio do Estreito de Ormuz, ligação marítima entre os golfos Pérsico e de Omã, ao sul do Irã. Por lá, passam 20% da produção mundial de petróleo e gás.

O gargalo na região pressiona a oferta de petróleo no mercado internacional, o que eleva a cotação dos preços. Nesta sexta-feira, o contrato futuro do barril de petróleo Brent, preço de referência, está negociado perto de US$ 100 (equivalente a cerca de R$ 520).

Há duas semanas, a cotação beirava US$ 70, ou seja, em 15 dias subiu cerca de 40%. O Irã chegou a alertar o mundo para se preparar para o petróleo a US$ 200.

Mulher morre em colisão frontal entre carro e caminhão na BR-277, em Guarapuava

Uma mulher morreu em um grave acidente registrado na manhã desta sexta-feira (13) na BR-277, no km 335, na região do Rio das Pedras, em Guarapuava. A colisão frontal envolveu um carro Volkswagen Nivus cinza e um caminhão e aconteceu por volta das 10h30.

Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o carro teria invadido a pista contrária em um trecho onde a ultrapassagem é proibida, sinalizado com faixa contínua, e acabou colidindo de frente com o caminhão.

A motorista estava sozinha no veículo e morreu no local do acidente. Até o momento, a identidade da vítima não foi divulgada oficialmente.

Com a força do impacto, o carro ficou completamente destruído e praticamente irreconhecível. Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e precisaram realizar o desencarceramento da vítima, que ficou presa às ferragens.

Caminhoneiro tentou desviar

A reportagem conversou com o motorista do caminhão envolvido no acidente. Ele contou que saiu de São José dos Pinhais e seguia para Santa Lúcia, na região de Cascavel. O caminhão estava vazio, sem carga no momento da colisão.

Segundo o caminhoneiro, ao perceber o carro invadindo a pista contrária, ele ainda tentou desviar para o acostamento, mas não conseguiu evitar a batida frontal.

Rodovia teve interdição parcial

Após o acidente, a BR-277 ficou com interdição parcial no km 335, operando no sistema pare e siga.

Parte do fluxo de veículos também precisou ser desviada por uma via vicinal nas proximidades do local do acidente, enquanto equipes da PRF, Corpo de Bombeiros, Polícia Científica e Instituto Médico-Legal (IML) realizavam o atendimento da ocorrência e os procedimentos no local.

As causas do acidente ainda serão apuradas.

Safra de grãos do Paraná deve ter aumento de 306 mil toneladas, aponta IBGE


O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) divulgado nesta sexta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que o Paraná deve produzir 306,4 mil toneladas a mais de grãos do que a projeção anterior, divulgada em fevereiro. É a quarta principal alta do País, atrás apenas de Bahia (652,2 mil toneladas), Goiás (424 mil t) e Minas Gerais (321,2 mil t). Já a maior variação negativa ocorreu no Rio Grande do Sul (-359.430 t).

De acordo com o levantamento, o Paraná, com uma produção de 22,3 milhões de toneladas, deve ter o segundo maior volume colhido do País neste ano, com crescimento de 4,3% em relação ao volume de 2025. O Estado responde por 13,9% da produção nacional, segundo maior indicador, atrás apenas do Mato Grosso (48,5 milhões de toneladas). O Mato Grosso do Sul, em terceiro, aguarda uma produção de 15 milhões de toneladas, crescimento de 14% sobre o total do ano passado.

A estimativa nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas é de 344,1 milhões de toneladas, 0,6% menor que a obtida em 2025 (346,1 milhões de toneladas. A área a ser colhida foi de 82,9 milhões de hectares, com aumento de 1,6% frente a 2025. Em relação à estimativa de janeiro, a área a ser colhida cresceu 0,3%.

No Paraná, as principais mudanças positivas estão na soja, milho e feijão. Na soja, o Paraná espera 22,3 milhões de toneladas, segundo maior volume colhido do País, com crescimento de 4,3% em relação ao volume colhido em 2025. A estimativa nacional alcançou novo recorde na série histórica em 2026, totalizando 173,3 milhões de toneladas, 0,4% acima de janeiro 4,3% maior que o produzido em 2025.

Em relação ao milho, o Paraná, segundo maior produtor nacional, registra crescimento de 1,6% na área, totalizando 17,5 milhões de toneladas e um rendimento médio de 6 125 kg/ha. O Estado tem 16,6% de participação nessa cultura.

A estimativa de fevereiro para as três safras do feijão alcançou 3 milhões de toneladas em todo o País. O Paraná, maior produtor nacional, prevê 688,4 mil toneladas (22,9% de participação), seguido por Minas Gerais com 514,1 mil toneladas (17,1% de participação), Goiás com 364,9 mil toneladas e Mato Grosso com 363,4 mil toneladas.

Faleceu Sidnei Correia Tonon


Sidnei Correia Tonon, de 59 anos, faleceu na manhã desta sexta-feira (13). Ele era uma pessoa especial e aluno da APAE de Turvo.

O velório será realizado na Capela Mortuária de Turvo.

O sepultamento ocorrerá neste sábado, às 9h, no Cemitério Municipal.

Estado consulta comunidades indígenas de Turvo para estruturar visitas aos Caminhos do Peabiru


O Governo do Paraná consultou nesta semana comunidades indígenas para discutir a integração delas no programa Rota Turística Caminhos do Peabiru. A iniciativa é conduzida pelas secretarias de Estado do Turismo (Setu) e do Planejamento (Sepl) e tem como objetivo construir, em conjunto com os povos originários, o plano de visitação em áreas que integram o histórico traçado da antiga trilha continental.

As reuniões ocorreram no município de Turvo, na região Central, e fazem parte do processo de Consulta Livre, Prévia e Informada (CLPI), mecanismo que assegura às comunidades tradicionais o direito de participar das decisões sobre projetos que impactem seus territórios.

O primeiro encontro foi na terça-feira (10), com a comunidade Guarani Koe Jú Porã. Na quarta-feira (11), a agenda seguiu na Terra Indígena Marrecas, pertencente ao povo Kaingang. Em ambos os casos, as comunidades manifestaram interesse em integrar a rota turística e concordaram em iniciar a elaboração de um plano de visitação para organizar a recepção de visitantes em seus territórios.

O processo é mediado pela Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Científico da Universidade Estadual de Maringá (Fadec-UEM), instituição contratada pelo Estado para conduzir o diálogo e estruturar o plano de visitação de acordo com as diretrizes da Instrução Normativa nº 03/2015 da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

Durante os encontros, a equipe técnica apresentou a proposta da rota turística e explicou como funciona o processo de planejamento da visitação. A programação também incluiu momentos reservados para que as próprias comunidades discutissem internamente as propostas antes de apresentar suas decisões.

Segundo o secretário de Estado do Turismo, Leonaldo Paranhos, o envolvimento direto das comunidades indígenas é fundamental para o desenvolvimento responsável da rota.

“O Caminhos do Peabiru é um dos maiores patrimônios históricos e culturais do Paraná. A participação das comunidades indígenas é essencial nesse processo. Não se constrói turismo de qualidade sem ouvir quem vive e preserva esses territórios. O objetivo é desenvolver um modelo de visitação que valorize a cultura dos povos originários, gere oportunidades econômicas e, ao mesmo tempo, preserve suas tradições e identidade”, afirmou.

Para o secretário do Planejamento, Ulisses Maia, o processo reforça o potencial cultural da iniciativa. “Esse momento de consulta com as comunidades Guarani e Kaingang demonstra a representatividade da Rota Turística Caminhos do Peabiru como um marco de divulgação da cultura indígena, além de estimular o desenvolvimento do turismo e da economia local. Estamos ouvindo todos os envolvidos para planejar um projeto que seja um diferencial para as regiões participantes”, disse.

TURISMO DE BASE COMUNITÁRIA – Um dos principais pontos discutidos durante as reuniões foi o conceito de turismo de base comunitária, modelo no qual as próprias comunidades são responsáveis por definir como a atividade turística será realizada.

Nesse formato, os moradores decidem quais atividades poderão ser oferecidas, em quais horários, quais espaços poderão ser visitados e quais regras devem ser seguidas pelos visitantes. Também cabe às comunidades definir valores, normas de visitação e quais aspectos de sua cultura desejam compartilhar.

Além do protagonismo local, o turismo de base comunitária também prevê que os benefícios econômicos sejam distribuídos entre os moradores, fortalecendo o desenvolvimento coletivo.

Durante os encontros, os participantes receberam informações sobre turismo, hospitalidade, gastronomia, produção cultural e formas de organizar experiências de visitação. O objetivo é fornecer ferramentas para que cada comunidade construa seu próprio modelo de turismo, respeitando suas tradições e decisões internas.

PRÓXIMAS ETAPAS – Com a manifestação positiva das comunidades, o trabalho agora avança para a elaboração do plano de visitação, documento que irá definir de forma detalhada como será organizada a presença de visitantes nas áreas indígenas que integram o Caminhos do Peabiru.

O processo inclui novas reuniões, oficinas de planejamento e momentos de discussão interna nas comunidades, que terão autonomia para definir oportunidades e limites da atividade turística.

CAMINHOS DO PEABIRU – O projeto Caminhos do Peabiru resgata antigas trilhas utilizadas por povos indígenas que atravessavam o território sul-americano, conectando o Oceano Atlântico ao Pacífico. Parte desse caminho histórico passa pelo Paraná e vem sendo estruturada pelo Estado como uma rota turística voltada ao turismo cultural, histórico e de natureza.

Com a organização do trajeto e o desenvolvimento de produtos turísticos associados à rota, a expectativa é ampliar o fluxo de visitantes interessados na história e nas culturas tradicionais, fortalecendo o turismo regional.

O projeto é executado pela Secretaria de Estado do Turismo e pela Secretaria de Estado do Planejamento em parceria com o Paraná Projetos e a contratação da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Científico da Universidade Estadual de Maringá (Fadec), e conta com a participação das Instâncias de Governança Regional (IGRs).




Ratinho Júnior rejeita ser vice na chapa presidencial com Flávio Bolsonaro

O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), recusou a proposta de abrir mão de sua pré-candidatura à Presidência da República para ocupar o posto de vice na chapa encabeçada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A decisão foi comunicada nesta quarta-feira, durante uma reunião com o senador Rogério Marinho (PL) na sede do governo paranaense em Brasília.

Segundo aliados, Marinho sugeriu a composição entre os partidos, mas o governador descartou a ideia e reforçou que continuará trabalhando para viabilizar seu próprio projeto presidencial. O PSD deve definir o nome que liderará a chapa do partido no dia 25 de março.

Durante a conversa com a coordenação de campanha do PL, Ratinho Junior aproveitou para relembrar um desgaste ocorrido na eleição municipal de 2024. Na disputa pela Prefeitura de Curitiba, o PL indicou o candidato a vice na chapa apoiada pelo governador, mas, no segundo turno, o ex-presidente Jair Bolsonaro optou por declarar apoio à adversária, Cristina Graeml. O episódio foi citado como um ponto de atrito na relação entre os dois grupos políticos.

Apesar da recusa em formar uma chapa nacional com Flávio Bolsonaro e das ressalvas sobre o pleito municipal passado, Ratinho Junior indicou que os acordos regionais seguem de pé. O governador reafirmou no encontro que pretende cumprir o compromisso firmado em 2024 de apoiar o deputado federal Filipe Barros (PL) na disputa por uma vaga no Senado representando o estado do Paraná.

Fonte: TN Online

Paraná projeta retomada da produção de pera; exportações de suínos batem recorde


A cultura da pera ensaia uma retomada no Paraná. Segundo o Boletim Conjuntural do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), após quase dez anos de retração na área cultivada, o Paraná registrou o plantio de 20 novos hectares entre 2023 e 2024, consolidando-se como o terceiro maior produtor nacional.

Atualmente, a Região Metropolitana de Curitiba concentra 70% da produção e do Valor Bruto da Produção (VBP) da fruta no Estado, tendo o município de Araucária como principal polo difusor. No entanto, há produção em 73 municípios.

O Rio Grande do Sul (47,6%), Santa Catarina (31,2%), Paraná (10,7%), Minas Gerais (7,0%) e São Paulo (3,4%) concentram a totalidade das colheitas do País. Informações levantadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2024 indicam que a pera foi cultivada em 996 hectares e foi a 22ª fruta em volumes colhidos, 14,5 mil de toneladas, e a 23ª em Valor Bruto da Produção da fruticultura nacional, com R$ 60,9 milhões.

Considerando a variação de preços da fruta apontada pelo Deral no mercado atacadista, a pera nacional comum está cotada em R$ 3,50/kg, enquanto a variedade Yari chega a R$ 7,00/kg. Na região da Capital, a pera esteve mais valorizada. No ano passado, na Ceasa de Curitiba, foram transacionadas 5,4 mil t de peras a um preço médio de R$ 8,10/kg.

“No momento, com os pomares em plena colheita, os preços tendem a se manter equilibrados, com oferta dos pomares paranaenses e catarinenses. Somente as peras importadas é que destoam. As da Argentina, por exemplo, estão precificadas a R$ 10 o quilo”, explica o engenheiro agrônomo do Deral, Paulo Andrade.

SUÍNOS – A suinocultura do Paraná segue no ritmo de recordes históricos nas exportações. Nos dois primeiros meses de 2026, o Paraná registrou os maiores volumes já embarcados para o período, com 17,02 mil toneladas em janeiro e 20,62 mil em fevereiro. O recorde mensal permanece sendo setembro de 2025, quando foram exportadas 25,18 mil t.

O crescimento foi impulsionado pela abertura de novos mercados em 2025, como Peru e Chile, e pelo forte apetite das Filipinas, que aumentou suas compras em 442,1% em relação ao ano anterior, totalizando 9,3 mil toneladas no acumulado de 2026. Hong Kong, com 6,5 mil t; Uruguai, com 5,1 mil t; Singapura, com 4,2 mil t; Argentina, com 3,7 mil t; Vietnã, com 1,8 mil t; Costa do Marfim, com 1,5 mil t; Peru, com 840 t; Geórgia, com 720 t; e Chile, com 642 t também são grandes compradores.

ARROZ – No campo dos grãos, o destaque é para o arroz, que caminha para uma safra de recuperação técnica. A previsão de colheita é de 147 mil toneladas — volume 10% superior às 134 mil toneladas obtidas em 2025. A principal região de plantio no Paraná é a localizada no entorno do Rio Ivaí.

Segundo o boletim, o fim do verão e a consequente diminuição das chuvas afasta o risco de novas enchentes, como ocorreu em safras anteriores. “Portanto, a produção no campo deve se manter dentro da projeção. Nas últimas duas safras, as cheias atrapalharam, mas, se tudo correr bem, este ano a safra deve estar dentro do potencial de safra esperado”, aponta o engenheiro agrônomo e analista do Deral, Carlos Hugo Godinho.

Entretanto, a rizicultura enfrenta desafios econômicos: o preço médio recebido pelo produtor em fevereiro foi de R$ 63,07 por saca, valor 46% inferior ao praticado no mesmo período do ano anterior. Já para o consumidor é o oposto, com o pacote de 5kg apresentando recuo de 38% nos últimos 12 meses. Ou seja, o cenário é favorável no varejo e deve permanecer estável ao longo do ano.
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