sábado, 28 de janeiro de 2017

Inaugurou nesse sábado no Distrito da Palmeirinha o Mercado Ideal, com amplas e modernas instalações.


Inaugurou nesse sábado, 28 de janeiro, na Vila Palmira no Distrito da Palmeirinha – Guarapuava, o Mercado Ideal que tem sua Matriz em Turvo. 

No Mercado Ideal você vai encontrar qualidade e preços baixos em variados gêneros alimentícios, produtos de higiene e limpeza, bebidas e artigos para a casa. 

Na feira tem uma grande variedade de frutas e verduras sempre fresquinhas.

No açougue, uma grande variedade de carnes para seu dia a dia e para seu churrasco de fim de semana!

Ainda no Ideal, você pode fazer suas compras e contar com a entrega grátis para Palmeirinha e região.

Atendimento de segunda a sábado das 08h30 as 19h30. Fone (42) 3663-1010 Vila – Palmira – Palmeirinha.













Aconteceu nesse sábado em Turvo, o VI Encontro da Família Fiúza.

Aconteceu na manhã desse sábado, 28 de janeiro, na Igreja Presbiteriana do Brasil de Turvo, o VI Encontro da Família Fiúza em Turvo. O evento começou com um Culto de gratidão a Deus, ao meio dia teve o almoço e contou com mais de 300 pessoas.


Com informações e fotos de Roberto Fiúza Matias


“Ao promovermos este encontro da família Fiúza, tivemos em mente o objetivo de propiciar às novas gerações da família a oportunidade de conhecer seus parentes consanguíneos espalhados por diversas cidades deste nosso imenso Brasil”.
        
A Família Fiúza: Origem no Brasil
                             
Os FIÚZAS
Prof. Rubens Fiúza
                             

                              Segundo pesquisas do Dr. Antonio Fiúza de Castro, um pernambucano residente no RJ (já falecido), Todos os Fiúza do Brasil inteiro constituem uma família única e são descendentes de um dos três 3 irmãos, Ricardo, Felipe e Jacinto, de origem portuguesa mas nascidos na Holanda, que migraram para o Brasil, com a frota de Maurício de Nassau, em 1637 e aqui preferiram continuar, depois que os invasores holandeses, derrotados, se retiraram em 1654.
                              Felipe Fiúza da Costa foi residir no Ceará e todos os Fiúza cearenses, inclusive dona. Madalena Fiúza Arrais, dele descendem.
Ricardo Fiúza da Costa, permaneceu em Recife, onde instalou uma fabricação artesanal de tecido e seus descendentes, em parte, se dedicaram à industria de tecidos. Uma parte desses descendentes emigrou para o sul, RJ e SP, inclusive os Fiúza de Castro, entre os quais o general Álvaro Fiúza de Castro e o Dr. Antonio, nosso informante.
                              O irmão Jacinto Fiúza da Costa veio para Santos, em SP, onde comprou um engenho de açúcar.
                              Um 4º irmão Daniel Fiúza da Costa emigrou não para o Brasil, mas para a ilha antilhana de Barbados, aonde ele veio a se tornar no maior fabricante de açúcar do mundo, apossando-se do mercado açucareiro mundial, depois de derrotar a concorrência dos exportadores brasileiros.
                              Um filho de Jacinto, com o mesmo nome Jacinto Fiúza da Costa, veio para Minas, fixando-se em Vila Rica, não se sabendo qual a sua atividade. E um seu filho, Jacinto Fiúza de Almeida, foi o primeiro povoador do Pitangui, antes de existir a vila e deu inicio ao contrabando, em larga escala, dos diamantes dos rios Indaiá e Abaeté, que o historiador Augusto de Lima Júnior dizia terem sido em tamanha quantidade que enriqueceram as maiores potências marítimas do planeta e permitindo à Inglaterra fazer a sua revolução industrial, industrialismo que se propagou pelo mundo todo, originando a civilização moderna. E, assim, a civilização moderna seria indiretamente um fruto da riqueza diamantina dos rios Indaiá e Abaeté e o contrabando iniciado por Jacinto Fiúza de Almeida.
Um irmão de Jacinto, José Fiúza de Almeida, tornou-se fazendeiro na baixada da Piraquara, atual município de Bom Despacho, e teve um papel decisivo como intermediário no trafico de pedras indaianas. Um primo de Jacinto, Nicolau Gonçalves Fiúza da Costa, foi o primeiro descobridor de diamantes em Morrinhos, no Tijuco (atual Diamantina), em 1713 e morreu assassinado por bandidos na região da atual Dores do Indaiá, talvez em 1722. Mas seu filho Domingos de Brito da Costa Fiúza, foi grande contrabandista, foi um dos primeiros sesmeiros da Mesopotâmia Indaiá- São Francisco, foi construtor do Rancho da Boa Vista, no sitio onde surgiu Dores do Indaiá e foi quem abriu a picada do Pitangui a Goiás, e dele descendemos todos nós, os Fiúza de Dores, de Luz, de Quartel de Piyangui, etc.
Os Fiúza sulistas, do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, na maior parte descendem dos Fiúza santistas.
O pai dos quatros irmãos holandeses era o judeu Ebenezer Fiúza da Costa, de origem portuguesa, aliás da Costa Fiúza, provavelmente tio ou irmão do célebre filosofo Uriel da Costa Fiuza, mestre de Spinoza e precursor dos modernos ideais liberais de liberdade, igualdade e fraternidade, além de justiça social e tolerância religiosa (ver a biografia de Uriel, em alemão, de autoria de Karl von Gutzkow).
Ebenezer fugiu de Portugual  (inquisição católica) e seus ancestrais haviam fugido da espanha.
Esses Fiúza espanhois vieram da Itália, onde foram donos de várias casas de penhor, as “Casas Fiuzza”, isto é, de confiança (do latim fiducia) e onde, por influencia do nome de tais casas, que eram muito conhecidas, trocaram o seu antigo sobrenome sírio Lahabim por Fiuzza, mais fácil de pronunciar e de memorizar.
Os Fiuzza italianos eram originários da ilha grega de Naxos, onde eles ainda assinavam Lahabim e viviam como armadores de navios. Esses Lahabim vieram de Jerusalém, depois que esta cidade havia sido conquistada e incendiada pelo príncipe romano Tito. Em Jerusalém, eles que eram sírios, haviam se convertido ao judaísmo.
Seu berço de origem mais primitiva era a Galiléia, sul da Síria e ao norte da Palestina, onde ainda existe, até hoje, o clã dos Lahabim, negociantes de camelos, visitados, em 87, pelo Dr. Antonio Fiúza de Castro, que, entretanto, não pode se entender devidamente com eles por dificuldades lingüisticas.
O Dr. Antonio prometeu enviar-me mais um montão de informações, mas morreu antes disso. Ele realmente percorreu, exclusivamente em pesquisas genealógicas sobre a família Fiúza, não só em TODO o Brasil, como Barbados, os Estados Unidos, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Itália, norte da África, Holanda, Alemanha, Polônia, ilhas gregas, Palestina, Líbano e Síria.
Mostrou-me, quando aqui esteve, uma porção de cadernos repletos de informações, mas faleceu no mesmo ano, o que nos privou do vasto resultado de suas pesquisas, que dariam para um livro de umas 150 páginas.
assina
Rubens Fiúza

               Origem dos Fiúza em nossa região:
Ao idealizar este encontro, nós partimos do Casal Pedro Rodrigues Fiúza e Antônia Maria Fiúza, que foram membros fundadores da Igreja Presbiteriana de Guarapuava, na data de 17/02/1889. O casal teve 12 filhos: Citamos, em ordem cronológica de nascimento: José (1886), Emília (1888), Samuel (1889), Elvira (1891), Ismael (1894), Rafael (1896), Misael (1898), Jandira (1901), Israel (1903), Daniel (1906), Davina (1909) e Isolina (1913), todos com o sobrenome “Rodrigues Fiúza”..
De boa parte deles não pudemos colher informações e descobrir descendentes, por isto a nossa pesquisa para este Encontrou se centralizou mais nos descendentes de Samuel. Este se casou com Cecília Ferreira e deste enlace, nasceram 12 filhos: Jéssica (1914), Izauro (1916), Joaquina (1918), Genésia (1920), Laudelino (1923), Izaltino (1924), Heitor (1926), Antenor ( 1928), Nestor (1930), Eli (1932), Izolina (1934) e Hercy (1939). Deles, restam entre nós:  Izaltino,  Eli, Izolina e Hercy, os demais já partiram para a Casa do Pai Celestial.
Na residência do pioneiro Samuel Rodrigues Fiuza aconteceu no dia 14/06/1914 o primeiro batizado, da filha Jessica Rodrigues Fiuza, foi um marco histórico de profunda importância na formação da hoje próspera Igreja Presbiteriana de Turvo.
A maioria dos Fiúza, à Igreja Presbiteriana, outros adoram a Deus em diversas igrejas cristãs.
Muitos membros da Família Fiuza participaram e participam ativamente da vida política e social do município de Turvo, trabalhando para o desenvolvimento deste município.

Os Fiúza se fizeram presentes como membros fundadores das seguintes igrejas Presbiterianas da região: Turvo, (1928); Faxinal dos Machados, (1928); Morro Alto, (1952), Prudentópolis, (1967); Betel, (1969); Peniel, (1983); Bonsucesso, (1983) e Cristo Rei, (2000). Além destas, temos membros da Família Fiúza, nas igrejas Presbiterianas de Ponta Grossa, Curitiba, Cascavel e Alto Alegre.

Clique na imagem para ampliar: 





































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