quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Bolsonaro apela para que caminhoneiros não façam greve


O presidente Jair Bolsonaro apelou hoje (27) aos caminhoneiros para que não façam greve. "Reconhecemos o valor dos caminhoneiros para a economia do Brasil. Apelamos para eles que não façam greve porque todos nós vamos perder, todos, sem exceção. Agora, a solução não é fácil, estamos buscando uma maneira de não ter mais este reajuste", disse, após reunião no Ministério da Economia.

Ontem (26), a Petrobras reajustou o preço médio do diesel nas refinarias em 4,4% e há especulações sobre uma greve de caminhoneiros que aconteceria na próxima segunda-feira (1º). “A Petrobras segue uma planilha, tem a ver com preço do petróleo lá fora, tem a ver com variação do dólar. Ontem foi boa notícia, o dólar baixou R$ 0,20. Estamos estudando medidas, agora, não tenho como dar uma resposta de como diminuir impacto, que, na verdade, foram nove centavos no preço do diesel”, disse, ressaltando que não interfere na política de preços da empresa.

De acordo com o presidente, está em estudo a diminuição do PIS (Programa de Integração Social) e da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), impostos federais que incidem sobre os combustíveis. O impacto da renúncia aos cofres da União, segundo ele, é de R$ 800 milhões por cada centavo reduzido. Para Bolsonaro, é importante que os governadores também reduzam o ICMS, imposto estadual.

“Para cada centavo do preço do diesel, aproveitando nós queremos diminuir no caso PIS/Cofins, equivale a buscarmos em outro local R$ 800 milhões. Então, não é uma conta fácil de ser feita. Agora, o diesel está num preço razoável nas refinarias, mas até sair da refinaria e chegar na bomba de combustível tem ICMS, imposto que é o mais caro que tem sobre o combustível no Brasil, tem a margem de lucro, tem transportadores, tem muito monopólio no meio disso. Estamos buscando alternativas mas não são fáceis”, disse.

Bares e restaurantes

Bolsonaro foi ao Ministério da Economia acompanhado do presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrsel), Paulo Solmucci, para tratar de medidas de socorro ao setor, que foi fortemente impactado pelas restrições impostas durante a pandemia de covid-19.

De acordo com Solmucci, uma das demandas apresentadas ao governo foi a prorrogação da carência para pagar os empréstimos no âmbito do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte), criado em meio à pandemia. Além disso, os micro e pequenos empresários, enquadrado o Simples Nacional, querem ajuda para pagar os impostos, sob o risco de serem desenquadrados do regime.

Outro pedido da Abrasel é a revisão do Benefício Emergencial (BEM), também criado durante a pandemia, que permite reduzir jornada e suspender contrato de trabalho sem funcionários sem perder o vínculo empregatício.

Segundo o presidente Bolsonaro, as demandas serão estudadas e anunciadas em até 15 dias.

Operação Fecha Mês no Suprema Supermercado de Turvo

 


Mais 01 caso de covid-19 é registrado em Turvo



Nesta quarta-feira (27) foi confirmado mais 01 caso para covid-19, em Turvo. Aumentando o número de casos em 618 casos positivos por meio do exame PCR do LACEN (Laboratório Central do Estado do Paraná), o número de casos confirmados por meio de sorologia manteve-se em 11, somando-se assim 629 casos confirmados.

Uma pessoa encontra-se internada no Hospital Regional de Guarapuava, na UTI e outra na enfermaria.

539 casos estão recuperados, 90 casos ativos e 68 pessoas aguardam o resultado do exame em isolamento domiciliar.

Criança de 1 ano perde a mão em acidente com moedor de carne, em Guarapuava



O acidente ocorreu em uma residência localizada na Rua Pedro Alves, em Guarapuava e foi acionado o Corpo de Bombeiros por volta das 22h40, que removeu a criança ao Hospital Santa Tereza. 

Foi necessário o apoio dos socorristas na sala de cirurgia para retirar o cilindro de carne, que ainda estava preso ao braço do menino. Como foi dilacerado a mão direita, teve que ser feita a amputação na altura do punho. 

Fonte: Marcio Mello

Agepar prorroga suspensão do reajuste da Rodonorte por 60 dias




O Conselho Diretor da Agepar (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná) aprovou nesta terça-feira (26) a prorrogação da suspensão, por mais 60 dias, do reajuste das tarifas de pedágio cobradas nas praças da concessionária Rodonorte.

Inicialmente, o Conselho suspendeu, cautelarmente por 60 dias, o reajuste das tarifas da Rodonorte em 26 de novembro de 2020. À época, a decisão fazia parte de uma análise sobre cálculos na aplicação de degraus tarifários e índices de depreciação de investimentos e afetou o reajuste anual previsto em contrato para o mês de dezembro.

A concessionária tentou, no fim de dezembro, conseguir o reajuste na Justiça Federal, mas teve seu pedido negado. Sem fatos novos, o Conselho aprovou a prorrogação da suspensão para que ocorra prazo suficiente para instrução até o julgamento do mérito. Como na reunião virtual de novembro, houve a oportunidade para sustentação oral da defesa da concessionária, que optou por não se manifestar.

Saúde solicita que gestores intensifiquem vacinação nos municípios


“O trabalho em conjunto entre o estado e os municípios deve ser o ponto forte para a efetivação da vacinação contra a Covid-19”, é o que afirma o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. O secretário falou sobre a necessidade de otimizar e acelerar a vacinação durante reunião com a diretoria do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná (Cosems/PR) e secretários municipais na noite desta terça-feira (26) em reunião online.

Desde que o Paraná recebeu o primeiro lote das vacinas, o Estado tem se esforçado para entregar os imunizantes com rapidez aos municípios. “Conseguimos entregar em todos os municípios do Paraná em pouco mais de 26 horas. Isso foi um feito enorme para a saúde pública. Porém, dependemos que as equipes municipais de saúde sigam com o trabalho da ponta, assim conseguiremos efetivar a nossa vacinação e avançar aos outros grupos logo que tenhamos mais doses das vacinas”, disse o secretário estadual.

VACINAÇÃO NOMINAL - Esta campanha de vacinação é diferente de outras porque o cadastro dos vacinados deve ocorrer de forma nominal no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI). Dessa forma, os vacinadores devem incluir todos os dados do usuário que será imunizado. O secretário Beto Preto reforça que o cadastro nominal é uma forma de segurança para o bom andamento da campanha de imunização. "Além de melhor acompanhamento dos números de doses aplicadas, sabemos que esse sistema é de suma importância para que os órgãos de controle possam acompanhar se os grupos prioritários estão sendo cumpridos."

PARCERIA - O Cosems foi um parceiro para a elaboração do Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19. O presidente do Cosems, Ivoliciano Leonarchik, explicou que as doses das vacinas estão nos municípios estão sendo aplicadas, mas que o conselho vai auxiliar os gestores a deixar o incrementar as estratégias para vacinar os grupos que são elencados nestas primeiras remessas.

VACINAS – O Paraná recebeu 391.700 doses para imunização contra a Covid-19. A primeira carga de imunzantes enviada pelo Ministério da Saúde, com 265.600 doses da Coronavac/Instituto Butantan, chegou na segunda-feira (18). A segunda, com 86.500 doses da Universidade de Oxford em parceria com o Laboratório AstraZeneca/Fiocruz, desembarcou no sábado (23) e o terceiro lote, com 39.600, também da Coronavac/Instituto Butantan foi recebida no estado na segunda-feira (25). 

Cada município recebeu doses para aplicar nas populações de pessoas com deficiência severa e idosos com 60 anos ou mais que residem em instituições de longa permanência, os trabalhadores destes locais, indígenas acima de 18 anos que vivem em terras demarcadas e trabalhadores de saúde. Em ordem de grupos prioritários estipulada pelo Ministério da Saúde, o Paraná organizou a distribuição proporcional à quantidade de doses recebidas e enviou para cada cidade o quantitativo.
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