quinta-feira, 25 de junho de 2020

Vem aí - Sextou do Real no Suprema Supermercado de Turvo



Guarapuava chega a 101 casos confirmados de coronavírus



Turvo - Boletim atualizado Covid-19



Campina do Simão - Boletim atualizado Covid-19



Boa Ventura de São Roque - Boletim atualizado Covid-19


Paraná tem mais 851 confirmações e 17 óbitos pela Covid-19


A Secretaria de Estado da Saúde divulgou 851 novas confirmações e 17 óbitos pela infecção causada pelo novo coronavírus nesta quinta-feira (25). O Paraná soma 17.618 casos e 526 mortos em decorrência da doença. Há ajustes de municípios de residência e exclusão por duplicidade de casos já confirmados.

INTERNADOS – 535 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados hoje. 425 pacientes estão em leitos SUS (180 em UTI e 245 em leitos clínicos/enfermaria) e 110 em leitos da rede particular (42 em UTI e 68 em leitos clínicos/enfermaria).

Há outros 863 pacientes em leitos UTI e enfermaria que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

ÓBITOS – A secretaria estadual informa a morte de mais 17 pacientes, todos estavam internados. São cinco mulheres e 12 homens, com idades que variam de 45 a 87 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 13 e 25 de junho.

Os pacientes que faleceram residiam em: três em São José dos Pinhais e Toledo. Dois em Cascavel, Curitiba e Londrina. E uma morte em cada um dos seguintes municípios: Araucária, Assaí, Mallet, Teixeira Soares, Umuarama.

MUNICÍPIOS – 339 cidades paranaenses têm ao menos um caso confirmado pela Covid-19. Mercedes, Palmital, Ribeirão Claro e Sabaudia registraram casos pela primeira vez. Em 125 municípios há óbitos pela doença.

FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Sesa registra 203 casos de residentes de fora. Treze pessoas foram a óbito.

AJUSTES:

Um caso confirmado em 17/6 no Rio de Janeiro/RJ foi transferido para Londrina. Um caso confirmado em 22/6 em Campina Grande do Sul foi transferido para Belém/PA.
Um óbito na data de 24/6 em Campina Grande do Sul foi transferido para Caxias do Sul/RS. Um caso confirmado foi excluído por dupla notificação.

Pitanga chega a 37 casos confirmados de coronavírus




Quinta-feira tem temporal, raios e ventos fortes no Paraná


Conforme a frente fria avança os temporais se intensificam e se espalham pelo Estado na tarde desta quinta-feira (25). Desde o Noroeste até o Sudoeste havia registros de chuvas fortes e com muitos raios desde o final da manhã.

Mesmo nas áreas em que as chuvas ainda não chegaram, como em Curitiba, já há registro de fortes rajadas de vento (acima de 50 km/h). Na Lapa, as rajadas chegaram a 72 km/h.

Entre o Noroeste e o Sul do Paraná chove forte e com muitos raios. Em um intervalo de 15 min foi grande a quantidade de raios, veja na ilustração com os dados do SDDA do Simepar.

Na sexta-feira (26) o tempo continua instável no Paraná. Em níveis mais elevados da atmosfera nota-se ingresso de um ar úmido e aquecido até o Estado, situação que contribui para o desenvolvimento de áreas de instabilidade. Expectativa de bastante chuva entre o Noroeste, Norte, Campos Gerais, RMC e Litoral, com acumulados que podem ultrapassar os 70 mm em alguns municípios. Temperaturas variam bem pouco durante o dia.

Fonte: Bem Paraná

Exportação de grãos deve crescer 8,5% no 3.º trimestre


Os operadores de graneis sólidos de exportação do Porto de Paranaguá preveem aumento de 8,5% na movimentação para o 3º trimestre do ano. Nos próximo três meses, de julho a setembro, eles esperam movimentar cerca de 7,6 milhões de toneladas, 600 mil a mais que o exportado no mesmo período, em 2019.

Na expectativa, divulgada esta semana pela Portos do Paraná, estão as projeções de 12 terminais que movimentam soja, em grão e farelo, milho e açúcar pelo porto paranaense, com base no desempenho dos dois primeiros trimestres do ano.

“Apesar do momento de pandemia, a atividade portuária e a atividade agrícola do Estado continuam fortes. As exportações foram impulsionadas pela safra recorde; a alta do dólar e o tempo seco, que favorece os embarques”, afirma o diretor-presidente da empresa pública Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Segundo ele, a previsão de um inverno com pouca chuva e a manutenção da operação de combate à Covid-19 garantem a expectativa positiva para os próximos meses. “As medidas de cuidado com a saúde dos trabalhadores vão continuar e isso dá segurança para quem está na linha de frente, produtores, exportadores e compradores”, acrescenta Garcia.

PREVISÃO - Os operadores portuários consultados pela Portos do Paraná avaliam que a soja seguirá como o produto mais movimentado. São cerca de 4,97 milhões de toneladas do grão e do farelo esperados – 30,8% a mais que as 3,8 milhões de toneladas exportadas no terceiro trimestre do ano passado.

De acordo com André Maragliano, diretor da Associação dos Terminais do Corredor de Exportação de Paranaguá (ATEXP) e gerente do terminal da Cargill, a alta demanda do principal comprador da oleaginosa brasileira, China, é um dos fatores que impulsionam, este ano, as exportações da soja. Somado ao grande consumo chinês, câmbio e preço também devem favorecer o comércio.

“O câmbio, nos patamares em que está, torna as operações atrativas. O produtor quer vender; o preço da soja está bom; então, tudo está favorável. Esperamos um terceiro trimestre muito positivo, seguindo os dois primeiros trimestres do ano”, afirma Maragliano.

AÇÚCAR - De açúcar a granel, o volume esperado para os próximos três meses é de 1,45 milhão de toneladas nos próximos três meses. O projetado é 74,74% maior que as 829.791 toneladas exportadas do produto, em 2019, de julho a setembro.

Como afirma o supervisor administrativo e financeiro da Pasa, principal operadora do produto pelo Porto de Paranaguá, Osvaldo Inácio, a alta apresentada no primeiro semestre segue nos três próximos meses. Segundo ele, apesar da empresa esperar um aumento um pouco mais tímido que o projetado, são vários os fatores que têm contribuído para a performance positiva no setor.

A alta da questão cambial, que, segundo o representante do terminal, incentivou os exportadores a fixarem preço e fecharem contratos seria um dos fatores. Além deste, ele lista a quebra de safra, de cinco a seis milhões de toneladas de açúcar da Tailândia, 2º maior exportador mundial; e a questão do petróleo, cuja baixa da cotação tornou o Etanol, menos competitivo, forçando as usinas a uma maior produção do açúcar.

“Aliado a isso, uma questão importante que podemos considerar também, como incentivo para o aumento dos volumes, é a questão da infraestrutura portuária, disponibilizado pela Portos do Paraná. Em meados de março, a autoridade portuária homologou um aumento no calado para o berço, o que permitiu resgatar clientes que haviam migrado para outros portos em anos anteriores, e que agora tem interesse em movimentar novamente em Paranaguá”, diz o supervisor da Pasa.

MILHO – Tradicionalmente, a exportação de soja é mais forte no primeiro semestre e a de milho, no segundo. O que deve acontecer em 2020. O setor espera movimentar cerca de 1,3 milhão de toneladas do produto no próximo trimestre

Entretanto, os operadores lembram que o cenário das exportações do produto foi atípico em 2019, o que aparece na comparação dos volumes movimentados. “No ano passado, havia milho em estoque nos primeiros meses e, com a entrada da safra de soja, tínhamos que abrir espaço nos armazéns. Oferecemos milho aos clientes, estimulamos as vendas e puxamos o mercado para o primeiro semestre, com movimento firme até o final do ano”, explica Helder Catarino, gerente do Terminal da Interalli, principal operadora do produto pelo Porto de Paranaguá.

Apesar do volume previsto para 2020 ser quase 50% menor que as 2,42 milhões de tonelada exportadas no mesmo período, no ano passado, o segmento está animado. “Nossa expectativa é muito positiva. As safrinhas do Paraná e Mato Grosso do Sul já estão sendo colhidas e serão volumosas, apesar da quebra pela seca; o câmbio e os preços estão atrativos; e temos capacidade logística. Ou seja, todas as condições são favoráveis e o Porto está pronto para a demanda”, acrescenta o gerente da Interalli.

Irã, Coreia do Sul e Japão são os principais destinos do milho exportado pelo Porto de Paranaguá.

Polícia Militar de Turvo realizou mais uma Operação Ostensividade II


Nesta quarta-feira (24), a Polícia Militar de Turvo realizou mais uma Operação Ostensividade II, no perímetro urbano do município, onde foi feito abordagens a veículos na Rua XV de Novembro e abordagem a bares, além de patrulhamento em torno da casa lotérica e agências bancárias.

RESULTADOS DA OPERAÇÃO:

07 veículos abordados;

01 motocicleta apreendida;

03 notificações confeccionadas;

02 bares abordados;

15 pessoas abordadas.

25 Anos Cooperando com Você - Cresol Vale das Araucárias


Desde 1995, a missão da Cresol é contribuir para o desenvolvimento e crescimento da comunidade. Hoje, o sistema de cooperativas de crédito atende mais de 550 mil cooperados localizados em 17 estados brasileiros. Esses mais de 25 anos de história foram fundamentais para diminuir a desigualdade no campo e facilitar o acesso ao crédito rural a produtores rurais que estavam excluídos do sistema financeiro. Hoje o Sistema Cresol é para todos, e leva desenvolvimento também para o público urbano.

Nascida no interior do Paraná, hoje o Sistema Cresol atua como uma cooperativa de crédito em boa parte do território nacional, fornecendo soluções financeiras que têm foco no relacionamento para gerar desenvolvimento para os cooperados, seus empreendimentos e a comunidade.

Para celebrar o aniversário de 25 anos da Cresol, comemorado agora em junho, preparamos conteúdos especiais contando a história de nossas primeiras cooperativas. Confira!

Cresol Vale das Araucárias

A Cresol Pinhão é a quarta cooperativa do Sistema Cresol e está situada na região centro-oeste do Paraná. Sua criação também foi no ano de 1995 e contou com 23 sócios-fundadores. No dia 29 de março de 1996, a cooperativa abriu suas portas pela primeira vez.

Silvo José dos Santos, agricultor de Reserva do Iguaçu, é um dos sócios pioneiros da Cresol Pinhão e, no vídeo abaixo, relata o orgulho de ter feito parte do início da Cresol e ter ajudado outros agricultores a realizarem seus sonhos. Assista!


Com a união dos cooperados, apoiadores e colaboradores, nos anos seguintes foram surgindo novas agências na região. Mais tarde, a Cresol Pinhão se transformou na Cresol Vale das Araucárias que hoje possui mais de 8 mil cooperados, 68 colaboradores e 10 agências de relacionamento nas cidades de Guarapuava, Pinhão, Reserva do Iguaçu, Bituruna, Turvo, Santa Maria do Oeste, Palmital, Prudentópolis e Guamiranga, com uma área de atuação em 16 municípios.

Com foco no relacionamento e no atendimento ao cooperado, a Cresol se fortalece a cada dia e leva desenvolvimento para, além dos cooperados, toda a comunidade. 

Fonte: Blog/Cresol