quinta-feira, 21 de maio de 2015

Vaga de emprego na Prepare RH



Auxiliar Administrativo em Turvo - PR

Atividades de rotina administrativa, relacionamento com clientes.

Cargo:Auxiliar Administrativo
Área profissional:Administrativa
Carga-horária:08:00 ás 12:00 de seg. à sáb.
Número de vagas:1

Requisitos

Escolaridade mínima:
Médio - - - Desejável

Informática:
- Pacote Office - Intermediário - Desejável

Experiências e qualificações:
Conhecimento de rotinas Administrativas e experiência na função.

Obs: Meio Período.

40 CASAS DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA FORAM ENTREGUES HOJE EM TURVO.

Da Rádio Turvo Ativo Ouça a matéria com Gilmar Amaral


Aconteceu na manha desta quinta feira (21) em Turvo, a entrega de 40 casas do Programa Minha Casa Minha Vida do governo federal. As moradias foram construídas em parceria com o estado do Paraná e o município de Turvo.

O núcleo habitacional Arvoredo atende 40 famílias carentes do nosso município, selecionadas pela Secretaria de Assistência Social, através de critérios definidos pelo Programa, analisando a territorialidade, a vulnerabilidade, risco social e a composição familiar. Paulo Dirceu gerente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) de Guarapuava ressaltou a melhoria da qualidade de vida dos beneficiários e parabenizou a todos. Nelson Cordeiro Justos diretor da Cohapar ressaltou a importância da organização de uma associação dos moradores. O prefeito Nacir Bruger afirmou que município está a disposição do moradores e agradeceu o governo federal e o governo do estado pela parceria na construção do conjunto. No total foram investidos mais de um milhão e duzentos mil reais.


Resultados da segunda rodada da Copa União de Futsal 2015 de Santa Maria do Oeste.

Na noite de quarta-feira, (20/05), o Ginásio Municipal de Esporte, foi palco da segunda rodada da “Copa União de Futsal 2015. Competição esportiva promovida pela Secretaria Municipal de Esporte, Cultura e Lazer através do Secretário Vilson Machado, O Prefeito Claudio Leal, Vice Oscar Delgado, Secretário de Planejamento José Bueno (zico) e amantes do futebol estiveram presente para ver os jogos da noite. A bola rolou com seis equipes: 
Advocacia Leal de Souza 02 x 02 Neli Confecções/Imobiliária do Nego Gordo – Santo Antônio 01 x 03 Lojão do Bráz – Jl Construções 01 x 04 Cosmos Futsal
Apoio: Prefeitura Municipal de Santa Maria do Oeste
Confira mais fotos: Clicando AQUI





Fonte: Assessoria de Imprensa Prefeitura

Neste sábado, Soripel/Turvo pode garantir vaga para a final do Campeonato Amador de Veteranos.

Equipe/Soripel/Turvo 

Após perder a primeira partida da semifinal jogando fora de casa por 02 a 01, a equipe joga em casa e recebe no Campo Municipal o Confira de Guarapuava, que joga pelo empate, a equipe Turvense precisa vencer o jogo para levar a partida para penalidades, caso vença fará a grande final do Campeonato Amador de Veteranos que é promovido pela Liga de Futebol de Guarapuava.

Na outra partida da semifinal, o Cruzeiro leva a vantagem de jogar pelo empate contra a equipe do Madeirit, por ter vencido o primeiro jogo por 02 a 01.

Equipe/Confira


Bisavó pilota moto e vence preconceito em Guarapuava

Mara Santos, de 65 anos, mora em Guarapuava, no interior do Paraná.
Além de moto, costureira tem permissão para dirigir carros e caminhões.

                                Matéria e fotos: Alana Fonseca DO G1 PR, em Guarapuava

Aos 65 anos, além dos cinco filhos, seis netos e dois bisnetos, Mara Santos tem outra paixão: uma moto de 125 cilindradas. Ela acredita que parte do sentimento se de deve ao preconceito que enfrentou para conseguir, já idosa, a habilitação na categoria A. “Na autoescola, o instrutor sugeriu que eu andasse de bicicleta em vez de pilotar moto. Fiquei mal, cheguei a desistir, mas consegui vencer o preconceito”, diz.

Hoje, além da permissão para pilotar motos, a costureira de Guarapuava, na região central do Paraná, também tem autorização para dirigir caminhões e carros. Entretanto, o veículo de duas rodas ainda é o preferido. “Andar de moto me dá uma sensação de liberdade, de independência”, explica. De acordo com ela, o próximo passo é trocar o veículo atual, por um mais potente, de 300 cilindradas, para poder se "aventurar mais por aí".

"Nem um alfinete emprestado"
Mara aprendeu a costurar quando ainda era criança. De lá para cá, apesar de ter tido outros empregos, a costura nunca foi deixada totalmente de lado. Divorciada, ela conta que sustentou os filhos, a maior parte do tempo, apenas com a renda obtida como costureira.


(Foto: Alana Fonseca/G1)

Preconceito 
Então, após inúmeros tombos, mas um pouco mais confiante, ela se matriculou em uma autoescola.

“Na primeira aula, o instrutor fez uma cara de espanto, nem disfarçou. Acho que ele esperava uma mocinha”, lembra.

A costureira conta que, a partir daí, teve que enfrentar muitas provocações. “Ele me perguntava por que eu queria aprender a andar de moto depois de velha”, relata.

Aos poucos, Mara foi perdendo a vontade de ir às aulas. “A motivação é importante quando vamos aprender algo. Eu sentia falta de incentivo”, afirma.

Sem ânimo, ela abandonou o aprendizado. “Vendi a moto para o ex-marido da minha filha e parei de ir à autoescola”, conta.

Mas, os dias passaram, e a costureira decidiu que se esforçaria para comprar outra moto e que, desta vez, ninguém mais a faria desistir do seu sonho antigo.

Superação
O instrutor foi demitido após Mara contar todas as provocações que ouviu dele. Finalmente, ela voltou para as aulas e o sonho de ter a habilitação na categoria A estava mais próximo do que nunca. Uma moto nova também, de 125 cilindradas, foi comprada.


                                                 (Foto: Alana Fonseca/G1)


Inseparáveis
Mara e a moto são inseparáveis. Durante a semana, ela vai e volta do trabalho de moto. Um dos netos vai de carona todos os dias. Mara também entrega os trabalhos que faz na casa das clientes usando o veículo, que carrega uma cestinha especial para as costuras prontas.

Mas é, na verdade, no fim de semana que a costureira se diverte mais com a sua moto. “No dia a dia, é uma correria só. Quando tenho folga, gosto de andar mais devagar, de aproveitar as paisagens”, revela. Ela também adora ir ao ginásio assistir a jogos de futsal e conta que já foi até Curitiba, a quase 360 quilômetros de Guarapuava, dirigindo. "Só me arrependo de não ter começado a pilotar antes", conclui.

Amor compartilhado
“Eu acho lindo o amor que ela sente pelo veículo. Antes, eu detestava motos. Quando a minha mãe comprou uma, fez com que eu e meu ex-marido aprendêssemos a pilotar. Hoje, cada um tem a sua e, para ele, faz parte do trabalho. Além de todos os exemplos que a minha mãe me deu, tem mais o de ser apaixonada por motos. Amo a minha, assim como ela ama a dela”, conta a filha Juliana do Rocio, de 35 anos.