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quarta-feira, 18 de março de 2026

Vem aí a grande Festa da Divina Misericórdia em Turvo

 





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Março Delas: Academia Planeta Corpo Club+ lança campanha com até 30% de desconto para mulheres em Turvo


O mês de março chegou trazendo uma campanha especial para valorizar a força feminina e incentivar o autocuidado. A ação *“Março Delas – Forte é Ser Você”* promete movimentar a cidade com uma proposta diferente: quanto mais mulheres treinarem juntas, maior o desconto para todas

A campanha foi criada com o objetivo de fortalecer o senso de comunidade, incentivar indicações entre amigas e tornar a prática de atividade física ainda mais motivadora.

## 💪 Como funciona a promoção?

A mecânica é simples e funciona no formato de desconto progressivo:

* 👩 *1 mulher*: 10% de desconto em qualquer plano

* 👭 *2 mulheres*: 20% de desconto para as duas

* 👯‍♀️ *3 mulheres ou mais*: 30% de desconto para todas

A promoção é válida para novas matrículas realizadas durante o mês de março.

## 🤝 Mais que desconto, uma experiência

A proposta vai além do valor financeiro. A campanha reforça a importância de treinar acompanhada, já que a parceria aumenta a constância, a motivação e transforma a academia em um espaço de apoio feminino.

A ideia central é clara: força real não é padrão estético — é saúde, autoestima e decisão diária de se cuidar.

## 📍 Convite à comunidade

A iniciativa busca envolver mulheres de Turvo e região, incentivando amigas, irmãs, mães e colegas de trabalho a começarem juntas essa jornada.

Março é delas.

E a força é de cada mulher que decide dar o primeiro passo.

Para mais informações, basta entrar em contato diretamente com a academia Planeta Corpo Club+ e garantir a vaga dentro do período promocional.

Whats: 42 99922-2857.

Grave acidente mata enfermeira e paciente na PR-092


Foi identificada como Gislaine Ferreira dos Santos Cruz a enfermeira vítima do grave acidente registrado na rodovia PR-092, em Wenceslau Braz. Moradora de Santana do Itararé, ela atuava na área da saúde nos municípios de São José da Boa Vista e Wenceslau Braz.

Gislaine deixa uma filha de apenas 7 anos. A morte gerou grande comoção entre colegas de trabalho, amigos e moradores da região.

A Prefeitura de São José da Boa Vista emitiu uma nota oficial lamentando o ocorrido, que envolveu uma ambulância do município. No comunicado, o município manifestou pesar e solidariedade aos familiares e amigos pela morte da enfermeira e também do paciente Silvio Ferreira de Almeida.

“Mometo de tristeza a todos devido ao acidente ocorridon hoje no Contorno Sul de Wenceslau Braz com uma ambulância do município de São José da Boa Vista”, diz trecho da nota.

A administração municipal também informou que o motorista da ambulância, Cidionei José Dionísio, permanece em estado grave, destacando ainda pedidos de orações e apoio neste momento delicado.

Com informações do Atento a rede.

Assembleia Legislativa aprova projeto de Cristina Silvestri que reconhece Guarapuava como Capital da Batata Inglesa


A deputada estadual Cristina Silvestri (PP) teve aprovado, na Assembleia Legislativa do Paraná, o Projeto de Lei nº 584/2025, que concede ao município de Guarapuava o título de Capital da Batata Inglesa. A proposta passou por dois turnos de votação esta semana e segue agora para sanção.

“Guarapuava é, sem dúvida, a principal referência na produção de batata inglesa no Paraná. Esse reconhecimento valoriza o trabalho dos nossos agricultores e reforça a importância do município para a economia do estado”, afirmou a deputada Cristina, autora da proposta.

Dados apresentados na justificativa do projeto mostram que Guarapuava lidera a produção da cultura no Paraná há vários anos e é responsável por uma parcela significativa da produção estadual. Em 2021, por exemplo, o município concentrou 28% de toda a produção paranaense e manteve-se na liderança em 2023 e 2024.

A expectativa é que o título fortaleça a identidade agrícola do município, impulsione o turismo e gere novas oportunidades econômicas, consolidando Guarapuava como referência estadual na produção de batata inglesa.

Paraná bate recorde na produção de frangos, suínos, bovinos, leite e ovos em 2025


A agropecuária paranaense fechou 2025 com recordes de produção de carnes de frango, suína e bovina, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (18). Os números colocam o Paraná na liderança nacional no abate de frango, com quase 35% do mercado, na vice-liderança em suínos e leite, terceiro em ovos e entre os 10 maiores produtores de carne bovina.

O abate de frangos chegou a 2,29 bilhões de cabeças na soma dos quatro trimestres de 2025, uma diferença de 67 milhões em relação ao resultado de 2024, com 2,23 bilhões. O 4º trimestre do ano passado também foi o melhor da história, com 588,4 milhões de animais abatidos, superando o melhor resultado até então, do 3º trimestre do mesmo ano, com 578,9 milhões.

Em nível nacional, o Paraná detém a liderança com folga em relação ao segundo colocado, com 34,4% de toda a produção brasileira. Na prática, o Estado abateu mais de um terço dos frangos no País em 2025. Santa Catarina aparece na sequência, com 13,7% de participação, seguido por Rio Grande do Sul (11,4%) e São Paulo (11,3%). No Brasil, foram abatidos 6,69 bilhões de cabeças de frango no período, incremento de 3,1% em relação aos 12 meses de 2024.

O Paraná também é destaque na produção de suínos, ocupando a vice-liderança a nível nacional, com 21,2% dos abates. Foram 12,9 milhões de animais abatidos na indústria no Estado em 2025, 457 mil a mais que os 12,4 milhões dos 12 meses imediatamente anteriores. O resultado do 4º trimestre também foi o melhor da história para os três últimos meses do ano, com 3,1 milhões de suínos abatidos de outubro a dezembro do ano passado. O melhor resultado tinha sido registrado no 4º trimestre de 2023, com 3 milhões.

Em todo o País, foram abatidos 60,69 milhões de cabeças de suínos em 2025, um aumento de 4,3% em relação a 2024. Santa Catarina responde pela liderança, com 28,2% de todos os abates realizados, enquanto que o Rio Grande do Sul aparece atrás do Paraná, em terceiro lugar, com 17,9%.

Em relação à carne bovina, foram 1,64 milhão de cabeças abatidas nos 12 meses de 2025, contra 1,4 milhão no mesmo período de 2024, um aumento de 173 mil de um ano para o outro, ou 11,8%. O número representa um recorde para um ano desde o início da série, em 1997.

O Paraná ocupa a 9º posição no ranking nacional, muito próximo do Rio Grande do Sul, com 1,77 milhão. Mato Grosso lidera, com 7,33 milhões, seguido por São Paulo, com 4,77 milhões, e Goiás, com 4,26 milhões. Em todo o País, foram abatidas 42,94 milhões de cabeças de animais bovinos, aumento de 8,2% em comparação com 2024.

BACIA LEITEIRA E OVOS – Assim como a produção de animais segue em alta no Estado, os derivados, como leite, ovos de galinha e couro, também mantêm ritmo acelerado de crescimento.

No caso do leite, foram produzidos 4,3 bilhões de litros para a indústria em 2025, com uma média superior a 1 bilhão de litros por trimestre, melhor resultado da história. O destaque foi justamente o 4º trimestre do ano passado, com um volume produzido de 1,14 bilhão. O Estado avançou em 10% de um ano para o outro, com 391 milhões de litros a mais em 2025.

No comparativo nacional, o Paraná aparece em segundo lugar, com 15,6% do que foi produzido, atrás somente de Minas Gerais, com 23,9% da captação, e à frente do Rio Grande do Sul, com 12,8%. O Estado tem duas grandes bacias leiteiras, na região de Castro e Carambeí e no Sudoeste do Estado.

A produção de ovos de galinha alcançou 476 milhões de dúzias produzidas no Estado, terceiro melhor resultado brasileiro, com participação de 9,6%. É o recorde da série histórica do IBGE para o Paraná. São Paulo ocupa a liderança no bolo nacional, com 25,2%, e Minas Gerais manteve-se em segundo lugar, muito próximo do Paraná, com 9,9%.

Já a produção de couro bovino chegou a 3,55 milhões de unidades em 2025, o melhor resultado da região Sul, superando as 3 milhões de unidades produzidas pelo Rio Grande do Sul, enquanto que Santa Catarina não tem registro de produção neste segmento. Em nível nacional, Goiás manteve a liderança da recepção de peles pelos curtumes em 2025, com 19,4% de participação, seguido por Mato Grosso (15,6%) e Mato Grosso do Sul (11,7%).

PEIXES – O Paraná ainda alcançou a marca de 273 mil toneladas de pescados produzidos em 2025, um novo recorde para o setor. Esse resultado significa um aumento de 9,1% em relação ao ano anterior e o Estado segue liderando a produção nacional, com participação de 27% no total. Os dados constam no Anuário Brasileiro da Piscicultura 2026, lançado há algumas semanas.

PESQUISAS DO IBGE – O IBGE realiza trimestralmente as estatísticas oficiais da conjuntura agropecuária, que incluem as pesquisas trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha. As informações completas e atualizadas podem ser consultadas no Sidra, o banco de dados oficial do instituto, em nível nacional, regional e estadual.

Confira os dados do Paraná AQUI.

Outono começa na sexta com chuva acima da média e mais dias com amplitude térmica


O outono astronômico começa às 11h46 da próxima sexta-feira (20). A nova estação historicamente é caracterizada pela chegada das primeiras geadas, por nevoeiros e pela maior diferença entre as temperaturas da manhã e da tarde (amplitude térmica). Em 2026, de acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a estação terá menos dias de chuva em comparação ao verão, porém com volumes mais altos do que a média do outono.

O outono registra muitos veranicos (vários dias consecutivos sem ocorrência de chuva). As primeiras geadas ocorrem nas regiões mais altas do Paraná como Sul, Centro-Sul e Campos Gerais, quando entram massas de ar com características polares, geralmente a partir da segunda metade de abril.

Os meses de abril, maio e junho, no Paraná, apresentam redução no volume de chuva em relação ao verão devido ao deslocamento das massas de ar frio e seco. “A direção predominante do vento médio passa a ocorrer do sul para o norte do continente, favorecendo a entrada de sistemas de alta pressão atmosférica, que tem como característica o ar frio e seco. Com isso, o intervalo entre as chuvas se torna maior e está associado principalmente à passagem de frentes frias”, explica Lizandro Jacóbsen, meteorologista do Simepar.

Os maiores volumes de chuva do outono são registrados nas regiões Sudoeste (até 155 mm em abril, até 215 mm em maio e até 153 em junho) e Oeste (até 174 mm em abril, até 195 mm em maio, e até 155 mm em junho). Os menores valores acumulados de chuva durante o outono historicamente são no Norte do Paraná (56 mm a 122 mm em abril, 53 mm a 130 mm em maio, e 47 mm a 101 mm em junho).

Em geral, historicamente maio apresenta um volume de chuva ligeiramente maior que abril e junho em todo o Estado. Em abril o Litoral acumula volumes de chuva entre 111 mm e 211 mm; as cidades da Região Metropolitana de Curitiba (RMC) registram de 39 mm a 96 mm; a região Central do Paraná registra 61 mm a 129 mm; e o Sul registra 59 mm a 150 mm.

Em maio os volumes de chuva no Litoral são de 76 mm a 189 mm; na RMC de 26 mm a 107 mm, na região Central de 71 mm a 181 mm, e no Sul de 51 mm a 176 mm. Em junho os acumulados são de 86 mm a 143 mm no Litoral, de 67 mm a 120 mm na RMC, de 84 mm a 154 mm na região Central, e de 92 mm a 170 mm no Sul do Paraná.

No outono de 2026, entretanto, a previsão do Simepar aponta que os valores acumulados de chuva ficarão acima da média histórica na metade sul do Paraná, e próximos a ligeiramente acima da média na faixa Norte. A estação estará em condição neutra, sem influência de La Niña ou El Niño. “Apesar de registrar muitos dias sem chuva, quando chover o volume será um pouco mais alto, o que ocasionará no fim do mês acumulados, em números, acima da média em todo o Estado”, explica Lizandro.

TEMPERATURAS – Ao longo do outono as massas de ar frio e seco com origem na Antártica e/ou sul da América do Sul avançam em direção ao Paraná, ocasionando a diminuição frequente nas temperaturas. Além da ocorrência de noites e manhãs frias, a estação registra com mais frequência a formação de nevoeiros. Para o outono de 2026, a previsão do Simepar aponta que as temperaturas ficarão ligeiramente acima da média em todas as regiões paranaenses.

Historicamente as temperaturas mínimas em abril são em média de 18,9°C no Litoral, de 14,7°C na RMC, de 14,5°C na região Central do Paraná, de 13,3°C na região Sul, de 15,8°C no Sudoeste, de 17,3°C no Oeste e de 17,6°C no Norte. Em maio os dias amanhecem em média com temperaturas de 16°C nas cidades do Litoral, 11,2°C na RMC, 11°C na região Central, 9,7°C no Sul, 12,2°C no Sudoeste, 13,5°C no Oeste e 14°C no Norte.

Em junho os dias amanhecem e média com 14,5°C no Litoral, 10,3°C na RMC e na região Central, 9°C no Sul, 11,6°C no Sudoeste, 12,8°C no Oeste e 13,4°C no Norte.

Já as temperaturas máximas historicamente em abril são em média de 27,4°C no Litoral, 25,4°C na RMC, 26°C na região Central, 24,7°C no Sul, 27,1°C no Sudoeste, e 29°C no Oeste e Norte do Paraná. Em maio, em média, as temperaturas do dia não passam de 24,6°C no Litoral, de 21,3 na RMC, de 21,6°C nas cidades da região Central, de 20,2°C no Sul, de 22,2°C no Sudoeste, 24,1°C no Oeste e 24,5°C no Norte. Em junho as tardes registram em média temperaturas ainda mais baixas, de 23,1°C no Litoral, 20,6°C na RMC, 21°C na região Central, 19,5°C no Sul, 21,5°C no Sudoeste, 23,6°C no Oeste e 24,1°C no Norte.

Assembleia da Cresol em Turvo reúne cooperados e reforça compromisso com o desenvolvimento regional


Na noite desta terça-feira (17/03), foi realizada a Assembleia da Cresol Grandes Lagos PR/SP em Turvo, reunindo cooperados para mais um importante momento de diálogo, transparência e construção coletiva.

Durante o encontro, foram apresentados os resultados alcançados ao longo do último período, além da prestação de contas e discussões sobre as ações e projetos futuros da cooperativa. A assembleia também foi uma oportunidade para os associados contribuírem com sugestões e participarem ativamente das decisões.

A Cresol segue fortalecendo o cooperativismo na região, promovendo a participação dos cooperados, compartilhando conquistas e planejando, de forma conjunta, os próximos passos para o desenvolvimento econômico e social das comunidades onde atua.


PRC-466 terá detonação de rochas entre Palmeirinha e Turvo nesta quarta-feira (18)


O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) informa que a PRC-466 será interditada para detonação de rochas nesta quarta-feira (18) no km 233, entre Turvo e Palmeirinha.

A interdição total de tráfego começa às 14h, com previsão de liberação às 17h, sendo necessárias para avançar nas obras de duplicação em concreto em andamento no trecho.

Usuários devem evitar aglomerações e não se aproximar dos locais de detonação, respeitando a sinalização provisória no trecho.

OBRAS – A duplicação em concreto da PRC-466 entre Pitanga e Turvo tem 45,5 quilômetros de extensão, com um investimento de R$ 514,2 milhões. Ela contempla também a restauração em concreto da pista existente (whitetopping), três viadutos, uma passarela e novas pontes sobre o Rio Carazinho e o Rio Bonito. A obra está 18,22% executada.

A duplicação em concreto da PRC-466 entre Turvo e Palmeirinha (distrito de Guarapuava) tem 27,02 quilômetros de extensão, um investimento de R$ 293,75 milhões. Ela contempla, ainda, o whitetopping da pista existente, dois novos viadutos e uma nova ponte sobre o Rio Turvo. Os trabalhos estão 22,79% executados.

Cristina Silvestri denuncia crise no fornecimento de energia elétrica e cobra providências da Copel


Durante a sessão plenária desta terça-feira (17), a deputada estadual Cristina Silvestri (PP) fez duras críticas à Copel. Ela cobrou providências diante dos constantes problemas no fornecimento de energia elétrica, especialmente no interior do Paraná.

Em pronunciamento na tribuna, a parlamentar destacou que a instabilidade no serviço tem causado prejuízos diretos ao setor produtivo, afetando desde produtores rurais até comerciantes e indústrias. “Quando a energia falha, os prejuízos impactam diretamente a produtividade, a renda das famílias e a economia do nosso estado”.

Cristina Silvestri relatou que oscilações de tensão e quedas frequentes têm provocado danos a equipamentos e perdas de produção, com registros de motores queimados, prejuízos em aviários e perda de produtos perecíveis. Segundo ela, a situação é recorrente e já foi formalmente denunciada por mais de 50 sindicatos rurais ao Sistema Faep/Senar-PR.

A deputada também citou um levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas. A consulta aponta que 85% dos municípios do interior estão insatisfeitos com a qualidade do fornecimento de energia. A consulta indica ainda que 38,7% enfrentaram mais de 20 quedas de luz nos últimos 12 meses e que a maioria fica mais de cinco horas sem energia a cada apagão.

O problema é estrutural e não se limita a eventos climáticos, segundo a parlamentar: “Muitos produtores relatam que as quedas acontecem mesmo sem tempestades ou ventos fortes, o que indica falhas na manutenção da própria rede”.

A demora no atendimento por parte da Copel e a dificuldade de comunicação enfrentada por consumidores em situações emergenciais também foram criticadas. De acordo com a deputada Cristina, há relatos de redes sem manutenção há anos e de demora na solução de chamados, mesmo em casos críticos.

Outro ponto levantado foi a exigência recente para que produtores rurais realizem a limpeza da vegetação próxima às redes elétricas, com base na chamada “Lei da Faixa Limpa”. Para a deputada, a medida transfere indevidamente à população uma responsabilidade da concessionária. “Além de injusta, essa prática é perigosa. Os produtores não têm preparo técnico nem equipamentos para atuar próximos à rede elétrica. Isso coloca vidas em risco”, alertou.

Cristina Silvestri reforçou que os prejuízos causados pelas falhas no fornecimento não podem continuar sendo arcados pelos produtores e empresários. “É hora de agir com urgência e responsabilidade para garantir que o Paraná rural tenha a energia que precisa e merece”, concluiu.

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