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quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Chuvas: DER/PR alerta que quatro rodovias estaduais estão totalmente interditadas


O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) informa que quatro rodovias estaduais seguem totalmente interditadas em decorrência das chuvas. O órgão orienta que os motoristas planejem suas viagens com antecedência, fiquem atentos à sinalização e rotas alternativas. Há também outros quatro trechos com o tráfego em sistema pare e siga.

REGIONAL CAMPOS GERAIS - Na cidade de Pitanga, na PR-460, km 8, houve um rompimento de aterro. O tráfego está em sistema para e siga por tempo indeterminado.

O DER/PR orienta que os motoristas evitem trafegar pelo trecho. Para rotas alternativas sentido Pitanga (para quem vem de Campo Mourão), a recomendação é acessar a PR-487 em direção a Manoel Ribas e, na sequência, utilizar a PR-466 em direção a Pitanga.

Já quem vai sentido Campo Mourão (para quem sai de Pitanga), deve fazer o percurso inverso, pegando a PR-466 até Manoel Ribas, acessando a BR-487 e, em seguida, retornando ao trajeto normal rumo a Campo Mourão.

REGIONAL LESTE – A PR-092, na altura do km 79, entre Rio Branco do Sul e Cerro Azul, na Região Metropolitana de Curitiba, está completamente interditada devido a um deslizamento de terra. As equipes atuam para retirada do material da pista com retroescavadeira e recuperação da rodovia. Não há previsão de liberação do tráfego no local.

A recomendação para quem precisa trafegar na região é utilizar a via municipal Estrada Barra Bonita.

REGIÃO OESTE - A PR-592, no km 15, em Nova Prata do Iguaçu, segue completamente interditada devido ao rompimento de um bueiro em decorrência das chuvas. Também não há previsão para normalizar a situação.

REGIÃO NOROESTE - A ponte sobre o Rio Andirá, na PR-554, que fica entre os municípios de São Jorge do Ivaí e Doutor Camargo, está interditada. Por causa das chuvas dos últimos dias, o nível do rio ultrapassou a altura da ponte e a medida foi necessária para garantir a segurança dos motoristas.

Ainda não há previsão de liberação. A rota alternativa é a BR-376 até Mandaguaçu e a PR-552 sentido Ourizona e São Jorge do Ivaí.

Outra ponte interditada na região é na PR-559, sobre o Rio Paranavaí, entre Paraíso do Norte e Mirador. Não há rota alternativa por rodovia estadual, somente por vias municipais para acesso à Mirador.

Há mais três trechos em meia pista. Na PR-464, no km 17,8 entre a localidade de Paranareal e Inajá, equipes sinalizam o tráfego devido ao risco de aumento de uma erosão, com possibilidade de interdição completa da rodovia. O trecho é monitorado de forma contínua.

No km 14, entre Paranacity e Paranareal, a erosão atingiu o dispositivo de drenagem e as equipes trabalham para recompor o aterro no local. Além disso, na mesma rodovia, no km 2, há pontos de alagamento e seguem os trabalhos para esgotamento da água. Os trechos estão devidamente sinalizados.

Senado aprova fim da escala 6x1 e redução da jornada de trabalho


Decisão é vista como maior vitória de trabalhadores desde Constituinte

Em uma decisão histórica, o plenário do Senado Federal aprovou na noite desta quarta-feira (14), em votação em dois turnos, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 221/2019, que põe fim à escala 6x1 de trabalho, aquela em que o empregado trabalha seis dias por um de folga na semana.

Foram 75 votos a favor da PEC e apenas um contrário, em ambos os turnos.

O quórum exigido para uma emenda constitucional era de pelo menos 49 votos favoráveis. O número de parlamentares com presença registrada em plenário chegou a 77 dos 81 senadores, segundo o painel de votação.

O texto prevê descanso remunerado obrigatório de dois dias por semana, em jornada máxima de 5x2, sem redução salarial, e também reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição total de 14 meses.

A mudança representa um marco na luta por direitos trabalhistas desde a Constituição de 1988, quando a jornada foi reduzida de 48 para 44 horas semanais, e concede um dia a mais de descanso para que trabalhadores com carteira assinada possam descansar, ampliar o convívio com a família e ter mais tempo de lazer e estudos.

Pelo texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas deverão adotar a escala 5x2 e reduzir a jornada máxima para o máximo de 42 horas semanais de trabalho. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais.

"Eu tenho certeza que, desde a Constituinte de 1988, esta é a maior conquista dos trabalhadores brasileiros", afirmou o senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da matéria na Casa legislativa.

Ele manteve o mesmo texto aprovado pelos deputados há cinco meses, de forma que a proposta não precisará retornar à Câmara e poderá seguir diretamente para a promulgação.

A votação em primeiro e segundo turnos na mesma noite foi possível após a aprovação, em votação simbólica, de um requerimento de calendário especial, feito por líderes partidários, que dispensou a exigência de novas sessões deliberativas para análise da proposta.

Aprovada pela Câmara dos Deputados em maio, a PEC chegou em agosto ao Senado, onde passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e foi levada à discussão em plenário na semana passada, após compromisso firmado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre.


Debate em plenário

A sessão deliberativa começou pouco depois das 14h e se estendeu até por volta das 22h, quando o resultado da votação foi revelado. Praticamente todos os senadores que subiram à tribuna se declararam favoráveis à proposta, mesmo com críticas pontuais.

"Estamos escrevendo este capítulo ao lado de cada trabalhador que acorda antes do sol nascer, de cada mãe e cada pai que querem acompanhar o crescimento de seus filhos, de quem deseja estudar, cuidar da saúde, encontrar os amigos, estar com a família ou descansar", afirmou a senadora Tereza Leitão (PT-PE), líder do governo no Senado.

"A jornada de 44 horas semanais vigora desde a Constituição de 1988 e não reflete mais a realidade do mundo do trabalho, profundamente transformado pela tecnologia, pela automação, por novas normas e formas de organização produtiva", comentou o senador Eduardo Braga (MDB-AM).

Citando dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a senadora Leany Lemos (PSD-DF) destacou que 36,2 milhões de vínculos de trabalho com carteira assinada possuem jornada contratada superior a 40 horas semanais no Brasil, o que equivale a praticamente 80% dos vínculos celetistas analisados.

"Ou seja, somente 20% dos trabalhadores formalizados no país não trabalham na jornada 6x1. Esses dados permitem dimensionar o alcance da redução da jornada e identificar os setores mais afetados", pontuou.

Em seu pronunciamento em plenário, o senador Paulo Paim (PT-RS) disse que não tinha como conter a emoção.

"Quando eu olho para trás, para 30, 40, 50 anos, eu me sinto aqui, agora, um menino negro e pobre que esperou 50 anos para este momento acontecer. Quem operou, trabalhou, em fundições, em fábricas, em marcenarias, em fábricas de barro e de vasos, como eu e tantos trabalhadores, sabe que este momento é especial", afirmou.

Mesmo favorável à PEC, o senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) alertou sobre os riscos de a medida aumentar o custo do trabalho e causar impactos a micro e pequenas empresas, que contratam boa parte da força de trabalho que atua na escala 6x1.

"Não podemos permitir que essa conquista se torne, a médio e longo prazos, em prejuízo para quem queremos proteger", observou. Apesar de, ao longo do debate, ter sido contrário à proposta, o Partido Liberal (PL) liberou a bancada para a votação.

Empresário, o senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) informou já ter eliminado a escala 6x1 em suas empresas, o que ampliou a oferta de mão-de-obra e aumento da produtividade.

"A única maneira que nós encontramos de resolver a falta de mão-de-obra, que há muitos anos assola esse país, não é de agora, foi flexibilizar o fim dessa jornada, que nas nossas empresas acontece há mais de 5 anos", disse o parlamentar.

O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) foi o único a votar contra a proposta.

Durante discurso na tribuna do Senado, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo no Congresso, criticou a ausência dos senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Rogério Marinho (PL-RN) na sessão destinada à votação da proposta.

"Eu olho para o painel do Senado e ainda não vejo a presença do senador Flávio Bolsonaro, nem do coordenador de campanha dele, o senador Rogério Marinho. Eles haviam dito primeiro que eram contra [o projeto]. Diziam eles que era eleitoreiro, mas mudaram de posição", afirmou.

Flávio cumpriu agenda de campanha no Rio Grande do Sul ao longo do dia, mas registrou a presença em plenário para votar a matéria de forma remota. No painel de votação, Flávio Bolsonaro registrou voto favorável à PEC. Marinho não registrou presença na votação, constando como ausente.
Milhões de beneficiados

Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), elaborada com base em dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), apontou que 80% dos vínculos com jornadas superiores a 40 horas semanais tinham salários contratuais de até dois salários mínimos (atualmente em R$ 3.242). O percentual chegava a 90% quando considerado o limite de três salários mínimos (R$ 4.863).

Os vínculos com contratos de até 40 horas semanais registravam remuneração mensal média de R$ 6.211,16. Já os trabalhadores contratados para jornadas de 44 horas recebiam, em média, cerca de 42,3% desse valor, ou seja, cerca de R$ 2.627,32.

A escolaridade também aparece associada à duração da jornada. Mais de 83% dos vínculos de trabalhadores com ensino médio completo ou escolaridade inferior tinham jornadas superiores a 40 horas semanais. Entre aqueles com ensino superior completo, a proporção era de 53%.

Uma outra pesquisa apontou que o fim da escala 6x1 e a redução da jornada máxima de trabalho para 40 horas semanais deve beneficiar 26,8 milhões de trabalhadores. O número reúne 22 milhões de trabalhadores formais, o equivalente a 54% dos empregados com carteira assinada, e aproximadamente 4,8 milhões de trabalhadores informais que atualmente cumprem jornadas superiores a 40 horas por semana.

Os dados são de um levantamento do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), elaborado com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE, referente a 2025. Segundo o estudo, mais da metade dos trabalhadores formais brasileiros ainda trabalham acima da jornada de 40 horas semanais.

Sicredi Planalto das Águas PR/SP lança programa de fidelidade Juntos no Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito


Associados passam a contar com benefícios e experiências exclusivas por meio do novo programa de fidelidade da cooperativa
Em celebração ao Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito, a Sicredi Planalto das Águas PR/SP anuncia o lançamento do Juntos, programa de fidelidade que transforma o relacionamento dos associados com a cooperativa em benefícios e experiências exclusivas. O programa reconhece a utilização de produtos e serviços financeiros por meio do acúmulo de pontos, que podem ser convertidos em diversas recompensas.

A iniciativa reforça um dos diferenciais do cooperativismo de crédito: gerar valor para quem faz parte da cooperativa. Com o Juntos, os associados acumulam pontos para trocar por produtos, serviços, experiências, descontos e até realizar doações. Além disso, ao baixar o aplicativo e se cadastrar, já recebem 20 pontos de boas-vindas, iniciando sua jornada no programa com recompensas desde o primeiro acesso.

Além dos benefícios oferecidos, o programa também incentiva a educação financeira e o cooperativismo por meio de conteúdos e cursos disponíveis na plataforma, fortalecendo o propósito de contribuir para o desenvolvimento das pessoas e das comunidades.

“Celebrar o Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito com o lançamento do Juntos é reafirmar nosso compromisso de gerar valor para os associados além das soluções financeiras. Queremos reconhecer a confiança de quem escolhe o Sicredi e oferecer benefícios que fortalecem ainda mais esse relacionamento”, destaca o Diretor Executivo da Cooperativa, Valmir Dzivielevski.

O lançamento do Juntos reforça a proposta do Sicredi de construir relacionamentos duradouros, incentivando a participação dos associados e fortalecendo o comércio local, as entidades sociais e o desenvolvimento das comunidades onde a instituição está presente.

Os associados já podem acessar a plataforma pelo aplicativo ou site do programa e conhecer todas as possibilidades de utilização dos pontos acumulados.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10,5 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3.1 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui

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quarta-feira, 14 de outubro de 2026

PRC-466 será totalmente interditada em Turvo nesta quinta-feira (15) para detonação de rochas

 

O Consórcio 466, responsável pelas obras de duplicação da rodovia PRC-466, informa que haverá interdição total da rodovia na altura do km 223, nas proximidades do Posto Duas Meninas, no perímetro urbano de Turvo, nesta quinta-feira (15/10), das 15h às 17h, com previsão de liberação do trânsito ao término dos trabalhos.

A orientação aos usuários da rodovia é que fiquem atentos e respeitem a sinalização instalada no local.

A empresa disponibilizará uma equipe para realizar os avisos de evacuação obrigatória das residências e demais edificações localizadas dentro do raio de isolamento.

Todos os moradores serão notificados e deverão evacuar a área delimitada durante o processo de detonação. Também será necessária a remoção de animais e bens móveis que possam ser atingidos ou danificados durante a execução da atividade.

Essas medidas são necessárias para garantir a segurança durante as detonações previstas para o local.

O Consórcio 466 agradece a compreensão e a colaboração de todos.


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DER/PR alerta para interdição e sistema pare e siga na PR-460 após chuvas

O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), por meio da Superintendência Regional Campos Gerais, informa que, em decorrência das fortes chuvas que atingiram a região, houve um rompimento de aterro na rodovia PR-460, no km 8.

Por medida de segurança e para permitir a atuação emergencial das equipes operacionais, uma das vias foi interditada e foi implantada a operação no sistema "Pare e Siga" por tempo indeterminado. O DER/PR orienta que os motoristas evitem trafegar pelo trecho afetado da PR-460.

ROTA ALTERNATIVAS - Sentido Pitanga (para quem vem de Campo Mourão): A recomendação é acessar a PR-487 em direção a Manoel Ribas e, na sequência, utilizar a PR-466 em direção a Pitanga.

Sentido Campo Mourão (para quem sai de Pitanga): Os condutores devem fazer o percurso inverso, pegando a PR-466 até Manoel Ribas, acessando a PR-487 e, em seguida, retornando ao trajeto normal rumo a Campo Mourão.

Homem desaparece na localidade de Dodge, em Turvo


Relata a noticiante que convive maritalmente com José Airton Iuchema, de 68 anos, com quem reside na localidade de Dodge, em Turvo.

Segundo o relato, no dia 13/10/2026, após o jantar, por volta das 19h, José Airton saiu da residência vestindo sapatos de pano, calça jeans azul-clara, camiseta de manga comprida na cor cinza e blusa nas cores preta e vermelha. Na ocasião, levou consigo um cobertor e informou que iria dormir em um paiol localizado nas proximidades da residência.

Na manhã do dia 14/10/2026, ao estranhar a demora do companheiro em retornar para casa, a noticiante foi até o referido paiol, onde encontrou apenas o boné e as cobertas que ele havia levado.

Ela informou, ainda, que realizou buscas nas imediações, mas não conseguiu localizá-lo. 

Qualquer informação sobre o paradeiro de José Airton Iuchema pode ser repassada pelo telefone: (42) 9 8411-9620.


Cristina Silvestri apresenta projeto para incentivar a equoterapia no Paraná


Proposta busca valorizar a terapia com cavalos e incentivar a inclusão de pessoas com deficiência

A deputada estadual Cristina Silvestri (PP) apresentou, na última sessão plenária da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), realizada em 6 de outubro, o Projeto de Lei 796/2026, que estabelece orientações para incentivar a equoterapia no estado.

A equoterapia é um método de reabilitação que utiliza atividades com cavalos, acompanhadas por profissionais de saúde, educação e equitação. “Esses estímulos ajudam no desenvolvimento físico e emocional e melhoram a qualidade de vida, especialmente das pessoas com deficiência”, defende a deputada Cristina.

O projeto tem caráter orientativo e propõe que o incentivo à equoterapia no Paraná envolva a formação e o aperfeiçoamento dos profissionais, o apoio a pesquisas e a cooperação entre instituições de ensino, entidades da sociedade civil e centros de atendimento. Também valoriza iniciativas que ampliem o acesso das pessoas com deficiência à atividade.

Outro ponto é o compartilhamento de informações sobre a equoterapia, suas indicações e seus possíveis benefícios. “Precisamos divulgar as contribuições que a atividade pode oferecer ao equilíbrio, à coordenação motora, à postura e à interação social, respeitadas as particularidades de cada pessoa”, argumenta a parlamentar.

A proposta segue as regras da Lei Federal nº 13.830/2019, que regulamenta a equoterapia no país. O texto estadual reforça a importância de profissionais qualificados, instalações e equipamentos adequados e atendimento individualizado para proteger a saúde e a segurança de quem faz a terapia.

Os cuidados com os cavalos também fazem parte da proposta, que destaca o respeito às normas de saúde e proteção animal e a atenção ao tratamento adequado e ao bem-estar dos animais.

O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e das demais comissões permanentes da Alep, antes de ir à votação dos deputados e deputadas em plenário.

DER-PR alerta para bloqueios e obras em rodovias estaduais nesta semana

O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR) programou uma série de interdições totais e parciais em rodovias estaduais ao longo desta semana para a realização de obras de manutenção, reconstrução de aterros e detonação de rochas. As ações atingem trechos de diversas as regiões do Estado. O órgão orienta que os motoristas planejem suas viagens com antecedência e fiquem atentos à sinalização nos locais afetados.

Na região dos Campos Gerais, a PRC-466 será totalmente interditada para detonação de rochas entre 14 e 16 de outubro (quarta a sexta-feira), das 14h até as 17h. A ação ocasiona a interdição das vias entre Pitanga e Palmeirinha, nos quilômetros 191, 198 e 208 na quarta (14), na quinta (15) e na sexta-feira (16). Já entre Turvo e Pitanga, a interdição será no quilômetro 223, na quinta-feira (15), no mesmo horário.

Na Regional Leste do Estado, na PR-092, o quilômetro 19, em Almirante Tamandaré, passa por obra emergencial para a reconstrução de aterro. O trabalho pode ter duração de 30 a 60 dias. Também na PR-092, no quilômetro 70, entre Rio Branco do Sul e Cerro Azul, será feita a retirada de barreira, deixando o tráfego em meia pista, devidamente sinalizado. O DER informa, ainda, que o projeto para reconstrução do aterro do quilômetro 70 já está em desenvolvimento.

Na quinta-feira (15), na PR-170, será feita uma operação de detonação de rochas com uso de explosivos no km 472, no trecho entre Bituruna e a região de Guarapuava e União da Vitória. A rodovia será totalmente interditada nos dois sentidos, das 8h30 às 17h. Após a ação, serão realizados os procedimentos de inspeção, limpeza da pista e remoção de eventuais fragmentos. A liberação ocorrerá somente após a confirmação das condições adequadas de segurança.

No quilômetro 473, entre Pinhão e Bituruna, também será feita a retirada de barreira e reconstrução de aterro. O trecho poderá operar no sistema pare-e-siga, caso ocorra aumento de chuvas.

REGIÃO OESTE - Na região Oeste serão feitos reparos superficiais que podem influenciar no trânsito. As ações ocorrerão nas PR-467 entre Bom Jardim e Iguiporã; na PR-573 entre Corbélia e Braganey; PR-592 entre a PR-484 e a Usina Salto Caxias; PR-182 no perímetro urbano de Manfrinópolis a Salgado Filho; PR-471 entre Nova Prata do Iguaçu e Salto do Lontra. Também haverá reparos superficiais na PR-585 no perímetro urbano de São Pedro; na PR-317 entre Rio Piquiri e Formosa; na PR-459 no município de Clevelândia e na PR-449 no município de Palmas.

A execução de capa asfáltica acontece na PR-475 entre os municípios de Verê e Francisco Beltrão, e na PR-493, entre os municípios de Bom Sucesso do Sul e Itapejara do Oeste.

Na região Norte, no sábado (17), o DER-PR fará operação de detonação de rochas no km 37,5 a 41, entre 8h às 11h, com interrupção temporária do tráfego nos dois sentidos da rodovia.

Com ações em Guarapuava, megaoperação da PCPR cumpre 215 mandados contra organização criminosa em três estados


A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpre nesta quarta-feira (14) 215 mandados judiciais contra uma organização criminosa em três estados. A megaoperação é realizada em conjunto com o Ministério Público do Paraná (MPPR), com diligências no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo. O grupo é investigado por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e crimes violentos.

A operação mobiliza mais de 500 policiais. As diligências contam com a atuação de agentes de diversas unidades da PCPR, além do apoio da Polícia Militar do Paraná (PMPR), da Polícia Penal do Paraná (PPPR), da Polícia Civil de Santa Catarina e da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Cães de faro também auxiliam nas buscas.

Ao todo, são cumpridos 95 mandados de prisão e 120 mandados de busca e apreensão. A Justiça também autorizou a quebra de sigilo bancário das contas usadas pelo grupo e o acesso aos dados dos aparelhos eletrônicos apreendidos.

Os mandados são cumpridos em Clevelândia, Pato Branco, Francisco Beltrão, Palmas, Coronel Vivida, Realeza, Santa Izabel do Oeste, Dois Vizinhos, Cascavel, Curitiba, Piraquara, Guarapuava, Laranjeiras do Sul, Capanema, Salto do Lontra, Santo Antônio do Sudoeste, Itaipulândia, Santa Helena, Barracão e Cruzeiro do Oeste, no Paraná, além de Abelardo Luz (SC), São Carlos e Cotia (SP).

A investigação da PCPR teve início em Clevelândia, no Sudoeste do Estado, a partir de crimes violentos atribuídos à organização criminosa na cidade, como tortura e cárcere privado de vítimas acusadas pelo grupo de “traição”. O grupo também cobrava devedores do tráfico mediante ameaças e intimidação.

A PCPR apurou que o grupo transportava drogas entre cidades, usava depósitos para guardar os entorpecentes e controlava pontos de venda à distância. As lideranças presas negociavam a compra e a distribuição de grandes quantidades de cocaína, crack e maconha para revenda em diversas regiões com preços tabelados.

A delegada da PCPR Alini Simadon explica que, ao rastrear a origem das ordens para a prática dos crimes violentos, os policiais civis chegaram a celulares clandestinos apreendidos em uma penitenciária do Sudoeste do Paraná. “Com os dados obtidos foi possível revelar uma organização criminosa estruturada e sem fronteiras, pois o comando partia de dentro do sistema prisional e as ordens chegavam às ruas de dezenas de cidades do Paraná, de Santa Catarina e de São Paulo.”

Dentro dos presídios, o grupo mantinha uma estrutura de poder paralela, com cargos e funções definidos. Um setor próprio fiscalizava as regras da facção, julgava presos considerados infratores e aplicava castigos físicos.

Outros integrantes eram responsáveis por esconder, recarregar e fazer circular celulares e roteadores entre as celas para garantir contato permanente com o meio externo. Do lado de fora, a organização contava com uma rede de apoio formada por familiares e outros colaboradores, que levavam entorpecentes escondidos no corpo durante as visitas.

MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA – Os valores obtidos com o tráfico de drogas eram movimentados por familiares dos presos.

“Eram realizadas transferências via PIX para contas abertas em nome de terceiros sem ligação com os detentos. Os depósitos eram fracionados e os saques, rápidos, para dificultar o rastreamento”, complementa a delegada.

Além das contas, a investigação identificou a existência de uma empresa de fachada para recebimento de pagamentos de cargas de drogas. Toda esta movimentação era registrada em planilhas de controle financeiro.
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