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terça-feira, 14 de abril de 2026

Faleceu Jeronimo Klingeski


Faleceu nesta terça-feira (14/04), aos 76 anos, Jeronimo Klingeski.

Ele morou por muitos anos no distrito de Faxinal da Boa Vista, em Turvo, e atualmente residia no Guará, em Guarapuava.

O velório está sendo realizado no bairro Cristo Rei, em Guarapuava.

O sepultamento ocorrerá na manhã desta quarta-feira (15/04), no Cemitério São Lourenço, no distrito de Faxinal da Boa Vista.

A maior festa de Pitanga está chegando


A cidade de Pitanga se prepara para receber a FestCentro Pitanga 2026, um dos eventos mais aguardados da região, que chega com uma programação imperdível reunindo grandes nomes da música, cultura, tradição e muita animação.

Serão dias de festa, emoção e momentos inesquecíveis, com shows nacionais, atrações locais, praça de alimentação e aquele clima especial que só Pitanga sabe proporcionar.

📅 Confira a programação:

✨ 23/04 – Mayck & Lyan
✨ 24/04 – Leonardo
✨ 25/04 – Gilberto & Gilmar
✨ 26/04 – Ana Castela

Além dos shows principais, o evento também contará com apresentações de Grupo Minuano, Chapeleto & DJ Maluco, Bia Socek e Mateus & Cristiano.

A FestCentro Pitanga 2026 promete agradar todos os públicos, sendo uma excelente oportunidade para reunir a família e os amigos em um ambiente de celebração e alegria.

👉 Chame a galera, prepare o coração e venha viver essa grande festa!

📍 FestCentro Pitanga 2026 – onde a nossa gente se encontra!

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Já é graduado e pretende se aperfeiçoar? No Unicive temos muitos cursos para você escolher e as disciplinas desses cursos podem ser aproveitadas em cursos de pós-graduação.

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Hemepar convoca doadores de sangue para garantir o estoque para o feriado de Tiradentes


Com a proximidade do feriado de Tiradentes, o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar) está em alerta para garantir que os estoques de sangue permaneçam em níveis seguros e, desta forma, reforça o pedido para que doadores de todos os tipos sanguíneos, com um apelo especial para os tipos O- e O+, doem sangue antes de aproveitarem os dias de folga.

Os períodos de feriados prolongados são historicamente críticos para a rede de saúde, já que geralmente ocorre o aumento do fluxo de veículos nas estradas, o que eleva o risco de acidentes e traumas, sendo esse um dos principais impulsores da demanda por bolsas de sangue. Paralelamente, o volume de doações costuma sofrer uma queda expressiva, já que muitos doadores aproveitam a data para viajar.

“Esse sangue doado agora é a garantia de que os estoques se manterão estáveis durante o período do feriado. Acabamos de sair do feriado de Páscoa e o feriado de Tiradentes está logo ali, e precisamos dessa solidariedade do paranaense para que nossas unidades tenham suporte para qualquer emergência ou mesmo tratamento em curso”, disse o secretário de Estado da Saúde, César Neves.

É importante destacar que uma única bolsa de sangue pode salvar até quatro vidas. O material coletado é essencial não apenas para atendimentos de urgência, mas também para o andamento das cirurgias eletivas e de emergência, tratamentos oncológicos e pacientes com doenças hematológicas crônicas.

Outro fator que é importante enfatizar é que a Hemorrede do Paraná funciona como uma rede integrada e solidária. O sangue coletado em cada unidade é utilizado de forma compartilhada para atender às necessidades assistenciais em todo o Estado. Nenhuma unidade atua de forma isolada, com o objetivo principal de garantir que nenhum paciente fique sem atendimento. Com isso, as doações efetuadas nas 23 unidades da Rede em todo o Estado, podem atender pacientes que necessitem do sangue em todo o Paraná.

QUEM PODE E COMO DOAR – Para ser doador é preciso ter entre 16 e 69 anos (menores precisam de autorização e presença do responsável). Pesar no mínimo 51 quilos e respeitar o intervalo de doação que é de 2 meses para homens e 3 meses para mulheres. É preciso apresentar documento oficial com foto;

A orientação é para que no dia da doação a pessoa esteja descansada, alimentada e bem hidratada, evitando alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação. O organismo repõe o sangue retirado rapidamente, sem qualquer prejuízo à saúde do doador.

Para facilitar e agilizar o atendimento, é possível fazer o agendamento prévio AQUI.

Motorista fica ferido em acidente na PRC-466


Na tarde desta segunda-feira (13), por volta das 14h30, um sinistro de trânsito foi registrado na rodovia PRC-466, no km 169+800 metros, no trecho entre Pitanga e Manoel Ribas, no município de Pitanga.

O acidente, do tipo abalroamento lateral, envolveu um veículo Chevrolet/Prisma, com placas de Guarapuava (PR), e um caminhão DAF/XF, com placas de Recife (PE), que tracionava dois semirreboques Librelato, ambos com emplacamento de Araquari (SC).

De acordo com as informações apuradas pela Polícia Rodoviária, o Prisma seguia no sentido Manoel Ribas a Pitanga quando acabou se envolvendo na colisão com o caminhão.

O condutor do Prisma, um homem de 35 anos, sofreu ferimentos leves. Ele foi atendido por uma equipe do SAMU e encaminhado ao hospital de Pitanga. Já o motorista do caminhão, de 62 anos, não se feriu.

Do acidente, resultaram danos materiais nos veículos envolvidos. As causas do sinistro não foram informadas.


Fim da espera: temporada do pinhão começa nesta quarta-feira em todo o Paraná


Acabou a espera: a temporada para colheita, transporte, comercialização e armazenamento do pinhão começa oficialmente nesta quarta-feira (15) em todo o Paraná. A medida vale tanto para o consumo humano quanto para uso em sementeiras. Um calendário mais enxuto, já que até o ano passado o ciclo da semente tinha início em 1º de abril.

A mudança, determinada pelo Instituto Água e Terra (IAT), busca garantir a extração sustentável da semente, proteger o ciclo reprodutivo da espécie e conciliar a geração de renda das comunidades produtoras com a conservação do meio ambiente.

Além disso, explica o chefe da Divisão de Licenciamento de Fauna e Flora do Instituto, José Wilson de Carvalho, o adiamento causa impacto direto na saúde dos consumidores de um dos principais símbolos da culinária paranaense.

“Já observamos casos de pessoas coletando pinhas que ainda estão verdes, com casca esbranquiçada e alto teor de umidade. Essa prática é proibida, já que nesse estado elas são impróprias para o consumo, podendo favorecer a presença de fungos. Por isso estabelecemos essa nova data-limite”, afirma. “Indicamos sempre à população a compra de pinhas que já estão com um aspecto mais marrom-avermelhado, aquelas que caem naturalmente das árvores”.

A alteração atende a Instrução Normativa nº 03/2026 e busca alinhar a legislação estadual ao regramento federal. A peça jurídica revoga a Portaria IAP nº 46, de 26 de março de 2015, e a Instrução Normativa nº 11/2025, passando a ser o principal instrumento de controle da exploração do pinhão no Paraná, unindo as práticas econômicas à preservação da Araucária, espécie-símbolo do Paraná e integrante do bioma Mata Atlântica.

A multa em caso de desobediência é de R$ 300 a cada 50 quilos apreendidos (ou fração equivalente), além da responsabilização por crime ambiental. A fiscalização durante toda a temporada de pinhão será feita por agentes do IAT e pelo Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA).

As denúncias podem ser encaminhadas à Ouvidoria do IAT, aos escritórios regionais pelos telefones (41) 3213-3466 e (41) 3213-3873 ou 0800-643-0304 e, ainda, à Polícia Ambiental (41) 3299-1350.

ECONOMIA – A cadeia produtiva do pinhão gera incremento econômico na vida de milhares de famílias paranaenses. A cultura movimentou R$ 25,7 milhões em 2024 (dado mais recente), de acordo com o Valor Bruto de Produção (VBP), levantamento do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento (Seab). Os municípios que mais se destacaram na produção foram Pinhão (17,5%), Inácio Martins (14,9%), Turvo (8,7%), Guarapuava (7,3%) e Prudentópolis (5,2%).

De olho no céu: Simepar explica os tipos de nuvens que apresentam riscos de tempestades


Em tempos de tempestades severas, um hábito se tornou mais frequente entre os paranaenses: observar o céu. Atenta à aproximação de tempestades, a população passou a analisar mais a movimentação da atmosfera, e a dúvida mais frequente tem sido sobre os tipos de nuvens.

A equipe do Simepar, o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná, explica quais são as nuvens que indicam a aproximação de ocorrências mais graves: quanto maior o desenvolvimento vertical da nuvem (formando enormes torres que se estendem da base até altas altitudes), maior o potencial para a formação de tempestades.

O Atlas Internacional de Nuvens, publicado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) e seguido pelo Simepar, classifica as nuvens em dez gêneros principais, definidos com base na aparência e na altitude. Esses gêneros subdividem-se em quatorze espécies, nove variedades, além de incluírem características suplementares e nuvens especiais. As nuvens podem se juntar, portanto estima-se mais de cem combinações possíveis.

Muitas vezes, identificar e classificar exatamente o tipo de nuvem é uma tarefa desafiadora, pois frequentemente diferentes tipos de nuvens podem estar presentes ao mesmo tempo ou em camadas próximas no céu. As características visuais e meteorológicas podem se misturar, criando transições graduais ou formas híbridas. Variações locais de temperatura, umidade e vento influenciam diretamente a formação e aparência das nuvens, tornando a observação e classificação ainda mais complexas, mas algumas nuvens têm características bem definidas.

NUVENS BAIXAS – Entre as nuvens baixas, a mais comum é a Cumulus, que tem bordas bem definidas e uma base plana. “São formações típicas de dias quentes, úmidos e com bastante sol, caracterizadas por sua aparência fofa e semelhante a bolas de algodão. Elas geralmente se formam cerca de um quilômetro acima do solo e não apresentam grande desenvolvimento vertical. O ar próximo à superfície sobe e forma as nuvens. Em condições de instabilidade atmosférica, as Cumulus podem evoluir para formações maiores, expandindo-se principalmente na vertical”, explica Julia Munhoz, meteorologista do Simepar.

Também baixas, as nuvens Stratus são formações horizontais que cobrem o céu de maneira uniforme e contínua, como um manto cinzento. Não possuem bordas bem definidas, e criam uma atmosfera mais nublada, e opaca. “São mais comuns em dias frios e úmidos ou durante a manhã. Normalmente, desenvolvem-se em altitudes inferiores a dois quilômetros, formadas quando o ar quente e úmido se desloca sobre uma superfície mais fria, resfriando-se até atingir o ponto de saturação. Frequentemente, indicam neblina ou chuviscos leves, sem precipitação significativa”, afirma Júlia.

Outro tipo de nuvem formada em altitudes baixas (um a dois quilômetros acima da superfície), as nuvens Stratocumulus cobrem grandes áreas do céu, com uma textura característica em blocos, ondulações ou faixas, que parecem “flocos” ou “rolos” organizados, separados por pequenos espaços de céu claro. Diferentemente das nuvens stratus, elas apresentam textura e variações na tonalidade, alternando entre cinza e branco.

“As Stratocumulus geralmente aparecem em dias frescos e úmidos, quando o ar próximo à superfície sobe e se mistura com camadas mais frias da atmosfera. Elas estão associadas à condições de tempo estáveis ou em transição, e podem trazer chuviscos leves”, ressalta Júlia.

Já as nuvens Nimbostratus são formações densas e espessas que cobrem o céu de maneira uniforme, sem bordas ou formações distintas, que elas bloqueiam quase completamente a luz solar, deixando o ambiente com pouca luminosidade. Aparecem geralmente em dias úmidos e frios e geralmente estão associadas a chuvas contínuas ou neve de intensidade moderada. Elas se formam em altitudes entre um e três quilômetros acima da superfície, e estão relacionadas a sistemas meteorológicos de larga escala, como frentes frias ou quentes.

MÉDIAS – As nuvens Altocumulus são formadas por pequenos aglomerados ou ondulações em tons de branco ou cinza, como flocos ou placas arredondadas, com pequenos espaços claros entre as formações. Ficam localizadas em altitudes médias (dois a sete quilômetros acima da superfície).

Associadas a umidade moderada e movimentos ascendentes de ar, elas costumam ser translúcidas, permitindo visualizar a posição do Sol. São comuns em manhãs ou dias com umidade moderada e geralmente indicam mudanças no tempo, como a aproximação de frentes frias ou sistemas de baixa pressão.

Formadas na mesma altitude média, as nuvens Altostratus são mais uniformes e cobrem grande parte do céu, geralmente em tons de cinza ou azul-acinzentado, como uma camada extensa e translúcida que permite que o Sol ou a Lua sejam vistos como um disco fosco, sem brilho. São mais finas que as Nimbostratus. Elas estão associadas a sistemas meteorológicos como frentes quentes, indicando a aproximação de chuvas ou neve leve a moderada.

ALTAS – Em altitudes elevadas, acima de seis quilômetros, se formam as nuvens Cirrus, compostas exclusivamente por cristais de gelo. Elas são formações delicadas, com aparência fibrosa ou em forma de fios, plumas ou traços espalhados pelo céu, geralmente de cor branca brilhante. Essas nuvens estão frequentemente associadas a condições estáveis em níveis superiores da atmosfera, mas também podem indicar a aproximação de frentes ou sistemas de baixa pressão.

“Elas são leves e não bloqueiam a luz do Sol, criando um céu claro e translúcido. A presença de cirrus pode ser um sinal de mudanças no tempo, como a aproximação de chuvas ou tempestades nas próximas 24 a 48 horas, especialmente se começarem a aumentar em quantidade”, detalha Júlia.

Também formadas em altitudes elevadas, as nuvens Cirrocumulus são compostas, principalmente, por cristais de gelo. Elas aparecem em padrões organizados, como pequenos flocos ou grânulos, frequentemente dispostos em filas ou ondulações, cobrindo parte ou todo o céu em tons de branco brilhante. Elas são finas e translúcidas, sem sombras em suas formações.

“Elas estão associadas a condições de estabilidade nos níveis superiores da atmosfera. Embora não estejam diretamente ligadas à precipitação, sua presença pode indicar a chegada de umidade em altitudes elevadas, sugerindo mudanças no tempo nas próximas horas ou dias”, explica Júlia.

Aquela aparência fina e leitosa, porém translúcida, que cobre o céu de maneira uniforme em altitudes elevadas, é a característica das nuvens Cirrostratus. Quando elas estão no céu, o sol ou a lua ficam visíveis muitas vezes com a formação de um halo luminoso ao redor. Elas não produzem precipitação diretamente, mas aparecem quando há umidade em níveis superiores da atmosfera e frequentemente, indicam a aproximação de sistemas frontais ou tempestades em desenvolvimento: chuva ou neve, nas próximas horas ou dias.
DESENVOLVIMENTO VERTICAL – As mais altas de todas são as Cumulonimbus, que possuem formações verticais imponentes. Da base, a cerca de um quilômetro do solo, ela cresce até os níveis superiores da troposfera, acima de 12 km de altura.

Com uma base escura e um topo em forma de bigorna, as Cumulonimbus são associadas a tempestades severas, incluindo chuvas fortes, raios, granizo, intensas rajadas de vento (downbursts) e, ocasionalmente, tornados. Estas nuvens indicam forte instabilidade atmosférica e desempenham um papel essencial na redistribuição de calor e umidade na atmosfera.

“Elas são fáceis de reconhecer porque têm uma base escura e crescem muito alto, parecendo uma torre gigante de algodão-doce. O topo pode parecer uma bigorna ou um chapéu achatado. Estas nuvens costumam aparecer em dias quentes e úmidos”, detalha Júlia.

ESPECIAIS – Saindo das Cumulonimbus, algumas nuvens ganham característica de um funil em direção ao chão. Caso toque o solo, a nuvem funil é considerada um tornado. Caso o toque com a superfície ocorra em rios, lagos ou no oceano, o nome dado é tromba d’água.

Já as nuvens Mammatus são caracterizadas por protuberâncias pendentes da base de uma nuvem, com aspecto de “bolsas", e estão normalmente associadas a cumulonimbus em dissipação ou em tempestades severas, como queda de granizo, fortes rajadas de vento, chuvas intensas e até tornados. Indicam intensa turbulência atmosférica na base da nuvem. Não representam perigo diretamente, mas indicam um ambiente instável.

Existem ainda as nuvens Lenticulares, que possuem formato de lente ou disco, e por isso são frequentemente confundidas com OVNIs. “Elas são relacionadas ao fluxo de ar estável e úmido que interage com terrenos elevados, como montanhas ou cordilheiras. Formam-se quando o ar sobe o relevo, condensa e cria a nuvem. Ao descer, evapora, gerando o formato característico em lente. Indicam a presença de fortes correntes de ar e turbulência, representando risco para aeronaves, mesmo em céus aparentemente calmos”, detalha Júlia.

Por fim, as nuvens Pileus formam uma fina camada em forma de "capuz" ou "véu" no topo de uma nuvem em ascensão, como Cumulus ou Cumulonimbus. “Elas estão relacionadas a um rápido movimento ascendente do ar quente e úmido, que condensa ao atingir camadas mais frias na atmosfera. Indicam forte convecção atmosférica, sendo precursoras do crescimento vertical da nuvem principal. Estão associadas a condições meteorológicas instáveis, com potencial de evolução para tempestades, que podem se tornar severas”, afirma Júlia.

Quem quiser conhecer mais sobre as variedades de nuvens, pode acessar o Atlas completo da Organização Meteorológica Mundial em https://cloudatlas.wmo.int/.


segunda-feira, 13 de abril de 2026

Ratinho Junior escolhe Sandro Alex como pré-candidato à sucessão no governo do Paraná


Ratinho Junior (PSD), governador do Paraná, anunciou na noite desta segunda-feira (13) que escolheu Sandro Alex, ex-secretário de Infraestrutura e Logística e atual deputado federal, como pré-candidato para sucessão do Governo do Paraná.

Sandro Alex é filiado ao PSD e é o atual presidente estadual do partido.

O ex-secretário não figurava entre os principais cotados do partido para disputar a sucessão no Palácio Iguaçu. Nas discussões internas da sigla, os nomes mais mencionados eram os de Guto Silva (PSD), ex-secretário de Cidades, e de Alexandre Curi, deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa.

Enquanto as articulações para definir o candidato ao governo não eram concluídas, dois possíveis pré-candidatos deixaram o PSD: Rafael Greca, que se filiou ao MDB, e Alexandre Curi, que foi para o Republicanos.

Com a decisão, Sandro Alex se junta à corrida pelo Governo do Paraná ao lado de Rafael Greca (MDB), Requião Filho (PDT), Sergio Moro (PL), Luiz França (Missão) e Alexandre Curi (Republicanos).

Graduado em Direito pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Sandro Alex já atuou como radialista e advogado. Em 2010, foi eleito deputado federal do Paraná pela primeira vez, e reeleito em 2014 e 2018.

Em 2019, assumiu como Secretário de Estado da Infraestrutura e Logística do Paraná.

Em outubro de 2022, conquistou o quarto mandato como deputado federal, até ser licenciado para assumir novamente o cargo de Secretário de Estado da Infraestrutura e Logística.

Fonte: G1 - PR

Projeto de Cristina Silvestri incentiva grupos de apoio a mulheres vítimas de violência


A Assembleia Legislativa do Paraná analisa o Projeto de Lei nº 297/2026, que propõe a criação de diretrizes para a implantação de grupos de apoio a mulheres em situação de violência em todo o estado. A iniciativa é de autoria da deputada estadual Cristina Silvestri (PP), em conjunto com outros parlamentares, e tem como foco o fortalecimento emocional, psicológico e social das vítimas por meio de redes de acolhimento baseadas no apoio mútuo.

De acordo com o texto, os grupos deverão funcionar como espaços seguros, sigilosos e não institucionalizados. “A ideia é criar um espaço onde as mulheres possam ser ouvidas de verdade e trocar experiências entre si. O objetivo é ajudar cada uma a recuperar a confiança, a autoestima e a autonomia”, explica a deputada Cristina.

“A proposta garante que tudo funcione de forma leve e respeitosa: a participação é voluntária, o que é compartilhado ali fica em sigilo e ninguém é julgado. É um espaço de troca, onde todas estão no mesmo nível”, completa a parlamentar. Os encontros podem ser conduzidos por mulheres voluntárias, de preferência capacitadas, e, quando necessário, elas também ajudam a encaminhar para os serviços da rede de atendimento.

O projeto prevê que o poder público atue de forma complementar, incentivando a criação dos grupos por meio de campanhas informativas, disponibilização de espaços públicos e parcerias com organizações da sociedade civil. A proposta é integrar essa iniciativa às políticas já existentes de proteção às mulheres, como as previstas na Lei Maria da Penha, sem substituir os serviços especializados.

Outro ponto destacado é que o projeto não cria novas despesas obrigatórias para o Estado. A implementação poderá ocorrer por meio da realocação de recursos já existentes, uso de estruturas disponíveis e atuação em parceria com entidades públicas e privadas. O texto também ressalta o caráter programático da medida, ou seja, estabelece diretrizes sem impor execução imediata ao Poder Executivo.

Cristina Silvestri defende que o enfrentamento à violência contra a mulher exige ações que vão além das medidas repressivas, incluindo mecanismos contínuos de acolhimento e suporte. “Neste sentido, a criação de grupos de apoio é uma alternativa de baixo custo, com potencial de impacto social significativo e alinhada às melhores práticas de políticas públicas”.

O projeto de lei segue em tramitação na Assembleia Legislativa, onde será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e comissões temáticas antes de eventual votação em plenário.

Rodovia em Nova Tebas terá detonação de rochas e interdição pontual nesta quarta

 

O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) informa que PRC-487 em Nova Tebas, região central do Estado, será interditada nesta quarta-feira (15) para detonação de rochas, a partir das 13h, com previsão de liberação às 17h.

A operação é necessária para avançar na obra de restauração em concreto (whitetopping) e implantação de terceiras faixas entre Nova Tebas e Pitangas, sendo realizada na altura do km 246+320.

Usuários devem evitar aglomerações e não se aproximar do local, respeitando a sinalização provisória no trecho.

OBRA – A obra de whitetopping e terceiras faixas da PRC-487 e PR-460 entre Nova Tebas e Pitanga tem 51,52 quilômetros de extensão, indo desde a ponte sobre o Rio Muquilão até os arredores do perímetro urbano de Pitanga, um investimento de R$ 267,8 milhões. Ela inclui um novo viaduto no entroncamento entre as duas rodovias, e duas rótulas alongadas, uma no acesso para Nova Tebas e a outra no distrito de Catuporanga. A previsão é de concluir a obra em outubro do ano que vem.
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