segunda-feira, 8 de março de 2021

Boletim registra mais 2.019 casos de Covid-19. Estado já aplicou 517.520 doses da vacina


A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda-feira (08) 2.019 novos casos de Covid-19 e 19 óbitos pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 722.990 casos e 12.505 mortes em decorrência da doença

Os casos divulgados nesta data são de março (1837), fevereiro (151) e janeiro (14) de 2021 e dos seguintes meses de 2020: agosto (1), setembro (1), outubro (8), novembro (5) e dezembro (2).

VACINA – Até o final da manhã desta segunda-feira (08) o Paraná aplicou 517.520 doses da vacina contra a Covid-19 – 394.448 da primeira dose e 123.072 da segunda. Portanto, 394.448 pessoas já foram vacinadas no Estado.

O Paraná recebeu até o momento 853 mil doses de vacinas do Governo Federal.


INTERNADOS – Nesta segunda-feira são 2.248 pacientes internados com diagnóstico confirmado de Covid-19. Destes, 1.962 ocupam leitos SUS (799 UTI e 1.163 clínicos/enfermaria) e 286 da rede particular (116 UTI e 170 clínicos/enfermaria).

Há outros 2.198 pacientes internados, 791 em leitos UTI e 1.407 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

ÓBITOS – A secretaria estadual informa a morte de mais 19 pacientes. São 11 mulheres e 8 homens com idades que variam de 39 a 88 anos. Os óbitos ocorreram entre 16 de dezembro de 2020 e 08 de março de 2021.

Os pacientes que foram a óbito residiam em Londrina (4), Cascavel (2) e Ibaiti (2), além de uma morte registrada em cada um dos seguintes municípios: Cornélio Procópio, Curitiba, Flórida, Foz do Iguaçu, Imbituva, Nova Santa Bárbara, Quedas do Iguaçu, Renascença, Santa Tereza do Oeste, Tamarana e Tapejara.

FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Secretaria de Estado da Saúde contabiliza 4.833 casos de pessoas que não moram no Estado – 105 foram a óbito.

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Mais 08 casos de covid-19 é registrado em Turvo

 


Fachin anula condenações de Lula na Lava Jato; ex-presidente volta a ser elegível



O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu hoje (8) anular as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Operação Lava Jato. Na decisão, o ministro entendeu que a 13ª Vara Federal em Curitiba não tinha competência legal para julgar as acusações. Com a decisão, o ex-presidente não terá mais restrições na Justiça Eleitoral e está elegível para disputar um cargo público.

Pela decisão, ficam anuladas as condenações nos casos do triplex do Guarujá (SP), com pena de 8 anos e 10 meses de prisão, e do sítio em Atibaia, na qual Lula recebeu pena de 17 anos de prisão. Os processos deverão ser remetidos para a Justiça Federal em Brasília para nova análise do caso.

A anulação ocorreu porque Fachin reconheceu que as acusações da força-tarefa da Lava Jato contra Lula não estavam relacionadas diretamente com os desvios na Petrobras. Dessa forma, seguido precedentes da Corte, o ministro remeteu os processos para a Justiça Federal em Brasília.

"Apesar de vencido diversas vezes quanto a tema, o relator [Fachin], tendo em consideração a evolução da matéria na 2ª Turma em casos semelhantes, entendeu que deve ser aplicado ao ex-presidente da República o mesmo entendimento, reconhecendo-se que a 13ª Vara Federal de Curitiba não era o juiz natural dos casos”, diz nota do gabinete de Fachin.

A condenação no caso do triplex foi proferida pelo então juiz Sergio Moro. No caso do sítio de Atibaia, Lula foi sentenciado pela juíza Gabriela Hardt.

A decisão também atinge o processo sobre supostas doações irregulares ao Instituto Lula. O processo ainda está em tramitação na 13ª Vara e também deverá ser enviado para Brasília.

Foto: Amanda Perobelli/Reuters

Segundo maior produtor, Paraná responde por um quinto da batata do País


Frita, assada, cozida, para fazer purê, engrossar a sopa ou comer com um franguinho. Presença obrigatória em uma infinidade de pratos, uma em cada cinco batatas consumidas no Brasil foi colhida em solo paranaense. O Estado é o segundo maior produtor do País, atrás de Minas Gerais, e estima produzir 812,6 mil toneladas até o final da segunda safra, que termina antes do inverno. O Estado responde por 20% da produção nacional.

Este capítulo da série de reportagens Paraná que Alimenta o Mundo vai à região Central do Estado para acompanhar todo o processo que envolve a cultura, desde a produção de semente, plantio, colheita e o beneficiamento do produto. Dos solos de Guarapuava e dos municípios vizinhos saem 28% das batatas que estão nas prateleiras dos supermercados e nas barracas dos feirantes. No Paraná, também se destacam no plantio a Região Metropolitana de Curitiba e os Campos Gerais. Juntos, os três núcleos são responsáveis por 70% da produção estadual.


Há quase 30 anos no ramo, o produtor rural e empresário Osmar Kloster de Oliveira está envolvido em todo o processo da produção da batata. Conta atualmente com uma área plantada de 250 hectares e é proprietário de uma das oito beneficiadoras de Guarapuava. A batata produzida por Kloster alimenta o mercado interno paranaense e também é comercializada para São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

“Colhemos a batata de manhã e ela é beneficiada no mesmo dia, para no dia seguinte já estar nas Ceasas e nos atacadistas, que fazem a distribuição para os mercados e feiras. Todo esse processo ganhou muita agilidade nos últimos anos, com bastante tecnologia envolvida em cada etapa de produção”, explica ele.

SAFRA – O Paraná cultiva duas safras de batata: a das águas, plantada entre agosto e dezembro, e a safra da seca, que é semeada nos meses de dezembro a maio. Da primeira, foram colhidas 460,6 mil toneladas, e a expectativa da segunda é colher 352 mil toneladas até o final de maio e início de junho, basicamente da variedade ágata, que domina a produção. Foi plantada, para toda a safra 2020/2021 do Paraná, uma área de 28,2 mil hectares.

O Valor Bruto de Produção (VBP) do tubérculo era de R$ 1,24 bilhão em 2019, no último cálculo do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento. A regional de Guarapuava respondia por 30% de todo o VBP da cultura no Estado, com um valor de quase R$ 383 milhões.


GUARAPUAVA – A batata é o principal produto da olericultura paranaense – que abrange o cultivo de legumes, verduras e frutos como o tomate – e domina mais de um quarto da produção estadual nessa atividade. Porém, diferente das outras olerícolas, cujo plantio é feito principalmente por agricultores familiares, nos arredores de Guarapuava o tubérculo é produzido principalmente por médios e grandes produtores rurais, em um processo que envolve tecnologias de ponta em todas as etapas e um grande contingente de trabalhadores.

Por se tratar de um produto bastante perecível, parte da colheita e do beneficiamento ainda exige bastante mão de obra. Os produtores estimam que de 5 mil a 6 mil postos de trabalho sejam criados no auge da safra na região. “Entre dezembro e junho, quando acontece a colheita, as oito beneficiadoras da cidade empregam de 70 a 80 pessoas cada uma. No campo, as batatas são arrancadas do solo por uma máquina, mas para catar do chão o processo é manual, o que também envolve muitos trabalhadores. Isso sem contar os empregos indiretos, de caminhoneiros, agrônomos, nas oficinas e revendas. A geração de emprego é muito boa”, afirma Kloster.

Introduzida em Guarapuava nos anos 1960, aproximadamente 120 agricultores chegaram a se envolver na cultura, muitos deles incentivados pela Cooperativa Agrícola de Cotia, pioneira no cooperativismo no Brasil, que durou até 1994. Mesmo com um número menor de produtores, hoje são cerca de 60, a produtividade se manteve boa ao longo dos anos.

“O clima favorável de Guarapuava é determinante para o sucesso da cultura. Desde que foi introduzida aqui, a produtividade sempre foi forte em relação a outras regiões. A cooperativa ajudou muito para impulsionar a atividade e investiu em assistência técnica, financiamento e na comercialização”, explica o agrônomo Arthur Bittencourt Filho, chefe do escritório regional da Secretaria da Agricultura em Guarapuava. “A grande maioria dos produtores planta uma área expressiva, de porte médio para grande, onde muita tecnologia é empregada”, afirma.

TECNOLOGIA – Diferente dos cultivos de antigamente, os produtores agora têm em mão uma gama de estudos de melhoramento genético, preparação de solo, irrigação e um maquinário de ponta que agilizou e tornou mais forte a produtividade, com uma colheita média de 800 sacos, ou 4 mil kg, de batata por hectare plantado.

Um exemplo é na produção de sementes, que exige um processo bastante especializado e muito conhecimento genético. Um mini-tubérculo, livre de vírus e outras doenças, é desenvolvido em laboratório e pode ser reproduzido por até duas gerações. Para se desenvolver, ele é plantado em regiões mais quentes, geralmente no Norte ou Noroeste do Paraná. Já maiores, as sementes voltam a Guarapuava e ficam armazenadas em câmeras frias, com temperaturas controladas de 4ºC em média, para serem plantadas escalonadamente entre as safras.

“A semente é como um plantio de batatas, mas que cuida muito da parte genética. Há muito cuidado para que ela não se infecte, por isso é usada apenas por duas gerações. Com o tempo e manuseio a qualidade se perde e diminui a produtividade”, conta o produtor. “Antigamente se fazia muito de tirar as miúdas para plantar no ano seguinte, pois tinham muito dinheiro para investir na próxima safra, o que diminuía a produção e acabava aumentando os custos”.


A preparação de solo é outra preocupação. O cultivo da batata é rotacionado: depois de colhida, ela só pode ser plantada naquela área três anos depois, para que não haja a disseminação de doenças que podem comprometer a produtividade. Enquanto isso, os produtores procuram outros locais para arrendar e aquele terreno dá lugar a outras culturas, como soja, cevada, trigo e milho.

“Ela acaba ajudando muito a melhorar o solo. Como na cultura de cereais é usado principalmente o plantio direto, a rotação com a batata ajuda a revirar a terra, além de deixar resíduos de adubo e correção de solo para as próximas culturas. Quando arrendamos, devolvemos um terreno melhor”, destaca Kloster.

No plantio, a irrigação é essencial, e os tubérculos são cultivados geralmente próximo a rios, para facilitar o acesso à água. Já o processo para que o alimento queridinho de muitos brasileiros chegue à mesa também é bastante tecnificado. Envolve mangueiras para a lavagem e muitas esteiras, engrenagens e pessoas que selecionam a melhor batata para ser comercializada.

Fonte: AEN



Após briga de família, rapaz incendeia a casa da mãe no Distrito da Palmeirinha


Por volta das 18h30min do dia 7 de março, no Distrito Palmeirinha a equipe policial foi acionada para atender uma situação de lesão corporal - violência doméstica, onde o autor teria ateado fogo na residência. 

No local do fato foi entrado em contato com o solicitante, 30 anos, este relatou que estava na residência do convivente (40 anos) da sua mãe, quando seu irmão, 22 anos começou a agredir a cunhada do solicitante, sem motivos aparentes, lesionando na face. 

O convivente da mãe do solicitante e do autor tentou intervir na briga, mas autor pegou um facão e começou a golpeá-lo, causando lesão na sua face e nas suas costas. O solicitante também tentou ajudar sua cunhada e o convivente de sua mãe, porém foi lesionado na mão pelo seu irmão. 

Após a briga o autor ateou fogo na casa em que estavam, do convivente de sua mãe, sendo esta toda destruída pelas chamas.

No local compareceu a equipe do corpo de bombeiros, os quais apagaram o fogo e realizaram os procedimentos cabíveis. 

A equipe policial realizou buscas, no entanto não localizou o autor do fato. As partes foram orientadas quanto aos procedimentos.

Fonte: PM




Mulher é morta a tiros em Laranjal


No dia 07 março, às 05h.00min. após receber uma ligação anônima, a qual relatava que uma mulher teria sido morta, a tiros na Rua Treze de Maio, Centro. 

A equipe policial deslocou até o endereço supracitado, onde encontrou uma mulher, 25 anos, caída no asfalto. Um homem, 22 anos, relatou ser namorado da vítima e que ao desembarcarem do ônibus, que traz o pessoal do serviço, havia um homem, em uma motocicleta preta, esperando os mesmos e assim que desembarcaram, o homem abriu fogo contra ele e a vítima. 

O homem disse que conseguiu se esquivar e tentou puxar a vítima, porém ela foi atingida pelos tiros, não sabendo precisar quantos ao certo. Relatou ainda que a pessoa que efetuou os disparos, que teria quase certeza, se tratar do ex-companheiro da vítima, devido as suas características físicas, porém, o atirador estava de capacete, fazendo com que o declarante não pudesse ter total certeza. 

A equipe então acionou o plantão do Posto de Saúde de Laranjal, o qual se fez presente e constatou que a vítima já estava sem vida. 

Diante dos fatos, a equipe acionou os órgãos competentes, que deram continuidade a situação.

Fonte: PM


Tombamento de colheitadeira provoca morte de trabalhador em Mangueirinha


Um homem de 50 a os morreu vítima de um acidente de trabalho neste domingo (7), por volta das 17h30, em Mangueirinha, no Sudoeste do Estado.

Antônio de Aguiar, popularmente conhecido como “Neguinho” trabalhava com uma colheitadeira na comunidade de Esperança, interior do município, quando a máquina tombou. O trabalhador foi socorrido por um vizinho, mas não resistiu.

Segundo informações, outra pessoa acompanhava a vítima na colheita e teria saído na colheitadeira para fazer a retirada de uma pedra. Porém, em seguida outra pedra pegou no pneu dianteiro do maquinário, que tombou devido ao desnível do terreno.

O corpo de Antônio foi recolhido ao IML de Pato Branco.

Fonte: RBJ


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