sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Municípios devem intensificar vacinação contra sarampo e poliomielite


A Divisão de Vigilância de Doenças Transmissíveis da Secretaria da Saúde do Paraná reuniu nesta sexta-feira (27), por videoconferência, técnicos das 22 Regionais de Saúde do Estado e representantes da Vigilância Epidemiológica e da Atenção Primária à Saúde de vários municípios. A iniciativa foi para alertar sobre a necessidade da intensificação da vacinação contra o sarampo e também para sensibilizar todos os profissionais da área para manterem a vigilância na imunização contra a poliomielite.

O alerta sobre a pólio atende recomendação do Ministério da Saúde e da OPAS - Organização Pan-Americana da Saúde - em função dos casos da doença que continuam sendo registrados no Afeganistão e Paquistão, e de um caso que surgiu este ano nas Filipinas, onde também foi detectada a presença no vírus, em águas marítimas, na capital, Manila.

“É preciso deixar claro que não temos caso de pólio. Trata-se de medida preventiva que está sendo repassada para todos os estados”, diz o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto. “O Ministério da Saúde pede neste momento atenção especial dos profissionais da saúde para estas doenças e nós pedimos a toda população para que busque uma unidade mais próxima para a imunização”, disse ele. “São vacinas seguras e estão disponíveis nas unidades de saúde. Vacinar é uma forma segura de se proteger a vida.”

HISTÓRICO – O Brasil enfrentou surto de poliomielite entre 1968 até meados da década de 80, com mais de 26 mil casos. As grandes campanhas nacionais controlaram a doença e o último caso confirmado no Brasil foi em 1989. O Paraná não registra casos desde 1986.

“Nosso alerta é para que a eliminação não crie a falsa sensação de que a vacina não é mais necessária. Só por meio da vacina a população estará protegida. Hoje há grande circulação de pessoas e consequentemente dos vírus. Por isso, estar com a vacinação em dia é fundamental”, afirmou o chefe da Divisão de Doenças Transmissíveis, Renato Lopes.

A orientação para as Regionais de Saúde e secretarias municipais é para atenção às notificações de casos de Paralisia Flácida Aguda (PFA), patologia que se instala de forma súbita, em menores de 15 anos, e que pode ser provocada pelo vírus da pólio. “A notificação imediata destes casos significa que a Vigilância está atenta ao controle e investigação da poliomielite, antevendo situações indesejáveis em relação à doença”, complementou Renato Lopes.

SARAMPO – Quanto ao sarampo, além da orientação para que todos os profissionais ajudem a propagar a informação sobre a importância da vacina, foi reforçada também a orientação sobre coleta de amostras das pessoas infectadas, no quinto dia do aparecimento do exantema (manchas vermelhas); isolamento domiciliar do caso suspeito ou confirmado por sete dias; bloqueio vacinal seletivo oportuno em até 72 horas dos familiares e pessoas que tiveram contato com infectados pelo vírus do sarampo e, monitoramento deste grupo por 21 dias. A vacinação contra o sarampo segue em todas as unidades de saúde do Estado.

Devem receber a vacina, bebês de seis meses a um ano incompletos, é a chamada “dose zero”, que é extra. Também devem ser vacinados os bebês de 12 meses, que recebem uma dose da tríplice viral, já prevista no calendário de imunização, e os de 15 meses, que recebem a dose da tetravalente. A população com até 29 anos devem ser imunizadas com duas doses da tríplice viral. Adultos de 30 a 49 anos devem ter pelo menos uma dose da tríplice viral.

CAMPANHA NACIONAL - No próximo dia 7 de outubro terá início Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo. Na primeira fase, que vai até o dia 25 de outubro, receberão a dose as crianças ainda não imunizadas, de seis meses a menores de cinco anos. O Dia D desta fase da campanha será 19 de outubro.

A segunda fase da campanha será de 18 a 30 de novembro e o público-alvo compreenderá adultos jovens não vacinados, na faixa etária de 20 a 29 anos de idade. O dia D, de mobilização nacional desta fase da campanha será 30 de novembro.

Fonte: AEN

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Escavadeira é destruída por incêndio no interior Prudentópolis


Uma escavadeira Volvo foi completamente destruída pelo fogo na localidade de Pedra Branca, área rural do município de Prudentópolis.

O proprietário da máquina estava trabalhando na tarde de ontem (26 de setembro), e deixou a máquina no local. Ao chegar na manhã de hoje (27), encontrou a escavadeira totalmente queimada.

A suspeita é de que o incêndio tenha sido criminoso.

(Com Radio Copas Verdes)

Laje de sobrado em obras cai e mata uma pessoa soterrada


Um homem morreu após ser soterrado por uma laje de um sobrado em obras que caiu, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, na manhã desta sexta-feira (27), segundo o Corpo de Bombeiros.

Duas pessoas trabalhavam no local para demolir uma parte da casa no momento do acidente, de acordo com os bombeiros.

O desabamento aconteceu na rua Tavares de Lyra, no bairro Afonso Pena.

O outro homem que trabalhava no local ficou ferido com a queda da laje, segundo o Corpo de Bombeiros. Ele foi encaminhado para o Hospital do Cajuru, em Curitiba.

De acordo com a Guarda Municipal de São José dos Pinhais, o homem que morreu tinha 34 anos.


Fonte: G1 - PR

Safra de grãos pode chegar a 23,4 milhões de toneladas



A safra de grãos de verão 2019/2020 deve atingir 23,4 milhões de toneladas, segundo estimativa mais recente do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, divulgada quarta-feira (25). O volume representa um acréscimo de aproximadamente 100 mil toneladas em relação à estimativa anterior, e um aumento de 19% na comparação com a produção da safra 2018/2019, que foi de 19,7 milhões de toneladas. A expectativa é de manutenção da área plantada em seis milhões de hectares.

No relatório deste mês, destaca-se a grande área de soja, quase 5,5 milhões de hectares, com aumento de 1% com relação da safra passada. Ainda assim, a soja é responsável por 91% da área total de grãos de verão. “Também chama a atenção a redução da área de milho na primavera, um fator preocupante, pois coloca a garantia do suprimento do consumo brasileiro e das nossas exportações na dependência da segunda safra”, diz o secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara.

As condições climáticas no Paraná acabaram atrasando o plantio de culturas como a soja, o milho e o feijão. Se o clima colaborar, há chances de recuperação da produtividade, e

Casos novos de sarampo reforçam a necessidade da vacinação



A secretaria da Saúde do Paraná confirmou mais 26 casos de sarampo na última semana. Até o dia 21 de setembro, os números são de 39 pacientes com a doença, 217 em investigação e 37 já descartados. “A nossa preocupação continua e está maior nesse momento que identificamos casos de pessoas contaminadas no Paraná, sem sair do Estado. Isso demonstra que o vírus já está circulando por aqui”, ressalta o secretário da Saúde, Beto Preto.

Os municípios que registram ocorrência da doença são: Campina Grande do Sul (1 caso), Campo Largo (1), Colombo (2), Curitiba (28), Fazenda Rio Grande (1), Pinhais (1), Ponta Grossa (1), Maringá (2), Rolândia (1) e Jacarezinho (1).

O secretário alerta para casos em crianças, mais suscetíveis à complicações do sarampo. “O que nos chama muito a atenção nestes novos registros são os dois bebês, com cinco meses de vida e que estão com sarampo. Nessa fase de vida eles estão vulneráveis porque não devem receber a vacina. Mas, certamente, pessoas que estão com o vírus tiveram contato próximo com essas crianças.”

O panorama em relação à faixa de idade mostra que a maioria dos casos confirmados. CONFIRA TABELA AQUI

CENÁRIO NACIONAL – O Brasil registra 4.507 casos confirmados de sarampo em 19 estados, segundo o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde referente ao período de 30 de junho a 21 de setembro. Destes registros, 97,5% estão concentrados em 168 municípios de São Paulo, principalmente na região metropolitana da capital. No Paraná já são dez cidades com registro de sarampo.

DOENÇA - O sarampo é uma doença infecciosa, transmitida por vírus e que pode ser contraída por pessoas de qualquer idade. As complicações decorrentes do sarampo são mais graves em crianças menores de cinco anos e podem causar meningite, encefalite, pneumonia, entre outras.

O vírus é transmitido pela respiração, fala, tosse e espirro. As micropartículas virais ficam suspensas no ar, por isso o alto poder de contágio da doença. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, exantema (manchas avermelhadas na pele que aparecem primeiro no rosto e atrás da orelha e depois se espalham pelo corpo), outros sintomas como cefaleia, indisposição e diarreia também podem ocorrer.

Como não existe tratamento específico para o sarampo, é importante ficar atento com o aparecimento dos sintomas. Os doentes ficam em isolamento domiciliar ou hospitalar por um período de sete dias a partir do aparecimento das manchas vermelhas no corpo.

VACINAÇÃO – A vacinação é a melhor maneira de prevenir o sarampo. A Secretaria da Saúde orienta para que a população fique atenta às datas da carteira de vacinação e aos registros de doses.

A dose zero deve ser aplicada em crianças entre seis e onze meses.
A dose número 1 aos 12 meses de vida com a vacina tríplice viral (que previne sarampo, caxumba e rubéola).
A dose 2 aos 15 meses com a vacina tetra viral (que previne sarampo, rubéola, caxumba e varicela/catapora).
A população com até 29 anos deve receber duas doses da vacina. E para as pessoas que estão no grupo com idade entre 30 e 49 anos basta ter o registro de uma dose são consideradas vacinadas.
Acima dos 50 anos, a vacina é indicada apenas nos casos de bloqueio vacinal após a exposição com casos de suspeita da doença ou confirmados.
Mulheres que estão amamentando podem ser vacinadas e as que desejam engravidar devem aguardar no mínimo 30 dias após receber a dose da vacina.
Os profissionais da área da saúde devem ser vacinados com as duas doses da tríplice viral em qualquer faixa etária, independente se atuam na atenção primária, secundária ou terciária.

Confira o Boletim nº 5: