terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Homem morre após ser brutalmente agredido e queimado vivo


Um homem morreu após ser queimado vivo, no início da tarde desta terça-feira (15), na Vila Corbélia, na Cidade Industrial de Curitiba. A vítima foi brutalmente agredida por um grupo de homens antes de ser queimado.

De acordo com a Polícia Militar (PM), a situação aconteceu na Rua Professora Maria Belém França e, no momento em que a equipe chegou, o homem ainda estava respirando. O Siate chegou a ser acionado, mas a vítima não resistiu aos ferimentos.

O corpo será recolhido ao Instituto Médico Legal (IML).

Fonte: Massa News

Boletim mostra mais cinco municípios com casos de dengue


Mais cinco municípios do Paraná – Ponta Grossa, São Miguel do Iguaçu, Porto Rico, Sertaneja e Iguatu - registraram, nesta semana, casos autóctones de dengue, ou seja, as pessoas foram infectadas na própria cidade, o que confirma a circulação do vírus. Esses municípios, com exceção de Ponta Grossa, estão localizados na região que atrai a atenção dos órgãos de vigilância sanitária, o Norte, Noroeste e Oeste do Paraná.

No total, são 44 municípios paranaenses que apresentam os 142 casos confirmados da doença. Os dados estão no boletim epidemiológico sobre a situação da dengue, chikungunya e zika divulgado nesta terça-feira (15) pela Secretaria da Saúde do Paraná.

O aumento de cerca de 10% (na semana passada eram 129) se dá porque vários municípios fizeram recesso no final do ano e acumularam as notificações nesta semana. “Isso já era esperado”, explica a médica veterinária Ivana Belmonte, da Vigilância Ambiental da Secretaria. “Não significa que todas essas notificações se referem a casos da última semana”.

COMBATE - O município de Uraí não registrou novos casos, o que significa que as ações de combate ao vetor estão dando resultados. O bloqueio ao vírus foi intensificado na última semana depois de um caso suspeito que acabou na morte de uma adolescente de 14 anos.

Em Foz do Iguaçu foram registrados dois casos de dengue, um deles com sinal de alarme; o segundo, mais grave, é de um residente no Paraguai, portanto não consta das estatísticas. Na região de Curitiba, foi notificado apenas um caso, em Almirante Tamandaré, mas a doença foi contraída fora do Paraná.

ALERTA POPULAÇÃO – A Secretaria da Saúde também reforça o importante papel que a população tem para minimizar a incidência da dengue no Paraná. “A proliferação do mosquito transmissor aumenta muito no verão e é absolutamente necessário que as pessoas eliminem todo tipo de água parada como vasos de plantas, garrafas, lixo, bebedouros de animais, entre outros onde as larvas do mosquito se criam”, afirma Ivana Belmonte.

Os casos mais graves costumam ocorrer em determinados grupos de risco, composto por idosos, gestantes, lactentes menores (29 dias a 6 meses de vida), imuno-suprimidos, pessoas com algum tipo de doença crônica pré-existente, como hipertensão arterial, diabetes mellitus, anemia falciforme, doença renal crônica, entre outras.

SINTOMAS - No entanto, a orientação é que todos busquem atendimento de saúde logo que apresentem os primeiros sintomas. O diagnóstico precoce e o tratamento em tempo oportuno reduzem significativamente as chances de agravamento. Os sintomas são febre acompanhada de dor de cabeça, dor articular, dor muscular e dor atrás dos olhos ou mal-estar geral. Esses sinais não podem ser desprezados.

O verão, com temperaturas mais altas e o clima chuvoso, propicia o acúmulo de água e o desenvolvimento do mosquito Aedes aegypti. Quem viaja deve redobrar os cuidados para evitar o avanço da doença, tanto no seu imóvel, que ficará desabitado, como na casa eventualmente alugada para a temporada.

Entre os criadouros mais comuns estão vasos e pratos de plantas, garrafas pet, copos plásticos, sacolas, latas e outros materiais recicláveis. Também existem outros vilões que nem sempre estão à vista, como calhas entupidas, ocos de árvores, bromélias e bandejas externas de geladeira.

Fonte: AEN

A Loja Jací comunica que já está chegando a linha completa de material escolar e para escritórios


A Loja Jací comunica que já está chegando a linha completa de material escolar de todas as escolas estaduais e municipais. Também terá uma grande variedade de material para escritórios.

Aguardem!

A Loja Jací fica na Avenida 12 de Maio, ao lado do Laboratório Goes.

Turvo e outros municípios da região recebem equipamentos para trabalho em estradas rurais



O Governo do Paraná vai repassar seis motoniveladoras que comporão patrulhas rurais já cedidas a consórcios municipais. As patrulhas são formadas por 10 máquinas e equipamentos pesados, utilizados na adequação e readequação de estradas rurais. A compra das motoniveladoras foi homologada pelo secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, nesta segunda-feira (14).

Em reunião com representantes de nove consórcios intermunicipais, Ortigara, destacou a importância da estrada rural como fator de competitividade do setor. “A boa condição da estrada baixa custos, aumenta a eficiência”, disse. Ele lembra que as estradas são municipais, mas o Governo do Estado entende que pode ter uma contribuição nesta tarefa. “Tudo faz bem para a economia quando essas estradas funcionam de forma adequada”, afirmou Ortigara, reforçando a importância da parceria entre Estado e municípios.

Participaram da reunião os prefeitos e representantes dos consórcios Cid Centro, Vale do Ivaí, Conder, Vale do Rio Jordão, Codenop, Codren e Região Central.

Os consórcios intermunicipais fazem a gestão do conjunto de equipamentos cedidos pelo Governo do Estado, organizando rodízio entre os municípios, de forma a que todos possam utilizá-lo para melhoria de suas respectivas vias rurais. O objetivo do trabalho é incentivar, além de adequação e readequação de vias, a adoção de práticas conservacionistas.

Hoje, oito consórcios contam as patrulhas, adquiridas pelo Estado com recursos do Banco Mundial. Para o chefe do Departamento de Desenvolvimento Rural Sustentável (Deagro) da Secretaria da Agricultura, Richardson de Souza, os consórcios reconhecem a importância do trabalho, que colabora para a qualidade de vida da população e para o escoamento da safra.

RECURSOS – Os consórcios também solicitaram que a Secretaria da Agricultura passe a ajudar na manutenção das máquinas. Atualmente, conforme previsto nos convênios, essa é uma atribuição dos consórcios. “Nossa equipe vai elaborar um estudo de viabilidade da proposta de apoiar os municípios, o que será discutido com os consórcios nos próximos dias”, explica o técnico do Deagro Mauro César Wosniacki.

O PROGRAMA – A Secretaria da Agricultura detém 16 patrulhas rurais, sendo 9 compradas pelo Pró-Rural, executado com recursos do Banco Mundial, e sete compradas com recursos próprios. Das sete patrulhas disponíveis, seis já estão comprometidas com os consórcios que firmaram os convênios. São eles: Comafem, Cica, Cibax, Cides Vale do Ivai, Cidrebac, Cidersop.

Nesse planejamento, os consórcios municipais devem apresentar os projetos das estradas que serão adequadas e readequadas e o pagamento do seguro dos equipamentos. Assim que essas tarefas estiverem quitadas os trabalhos poderão ser iniciados, disse o secretário.

Confira os consórcios e os municípios integrantes

Cid Centro – Cândido de Abreu, Manuel Ribas, Mato Rico, Laranjal, Palmital, Pitanga, Turvo.
Caminhos do Tibagi – Reserva, Ortigueira, Tamarana, Imbaú, Figueira, Curiúva, Ventania, Tibagi.
Vale do Ivaí – Ariranha do Ivaí, Arapuã, Ivaiporã.
Conder – Irati, Guamiranga, Prudentópolis, Imbituva, Ipiranga, Ivaí, Inácio Martins, Rebouças, Teixeira Soares, Mallet, Rio Azul e Fernandes Pinheiro.
Vale do Rio Jordão – Guarapuava, Pinhão.
Codenop – Nova Fátima, Congonhinhas, Abatiá, Nova Santa Bárbara, Ribeirão do Pinhal, Santa Amélia, Santa Cecília do Pavão, Santo Antonio do Paraíso, São Jerônimo da Serra, Sapopema.
Codren – Wenceslau Braz, Santana do Itararé, Siqueira Campos, Salto do Itararé, São José da Boa Vista.
Codapar – Adrianópolis.
Região Central – Marquinho e Cantagalo, Boa Ventura do São Roque, Campina do Simão, Goioxim, Santa Maria do Oeste.
Comafem – Diamante do Norte, Itaúna do Sul, Loanda, Marilena, Nova Londrina, Porto Rico, Planaltina do Paraná, Querência do Norte, Santa Cruz de Monte Castelo, São Pedro do Paraná, Santa Mônica e Santa Izabel do Ivaí.
Cica – Amaporã, Alto Paraná, Cruzeiro do Sul, Inajá, Mirador, Nova Aliança do Ivaí, Paranavaí, Presidente Castelo Branco, Santo Antonio do Caiuá, São Carlos do Ivaí, São Manoel do Paraná, São João do Caiuá, Tamboara e Terra Rica.
Cibax – Francisco Alves, Iporã, Pérola, Umuarama, Xambrê, Cafezal do Sul.
Cides Vale do Ivaí – São João do Ivai, Lunardelli, Godoy Moreira, Lidianópolis, Jardim Alegre e Cruzmaltina.
Cidrebac – Arapongas, Londrina e Rolândia.
Cidersop – Diamante do Oeste, Matelândia, Ouro Verde do Oeste, Ramilândia, São José das Palmeiras, São Pedro do Iguaçu, Vera Cruz do Oeste e Céu Azul.


Fonte: AEN

Adolescente de 16 anos acorda com casa pegando fogo e salva irmãos em ato heroico


Uma família foi vítima de uma tragédia na madrugada desta terça-feira (15) que, por muito pouco, não triou a vida de todos em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Sete pessoas dormiam na casa de 60 metros quadrados quando o fogo tomou conta da residência em poucos minutos. Num ato heroico, uma adolescente de 16 anos conseguiu salvar os dois irmãos menores, de 4 e 2 anos. Ela sofreu queimaduras em boa parte do corpo e foi hospitalizada. O restante da família escapou do fogo.

O incêndio começou por volta das 2 horas em uma casa na Rua Bortolo Cavassim, na divisa de Colombo com Almirante Tamandaré. Os pais e os cinco irmãos entre 2 e 16 anos dormiam quando o fogo tomou conta da casa. Um dos irmãos, Elias Andrade, de 14 anos, contou que a ação da irmã Jaqueline Andrade, de 16 anos, salvou os irmãos mais novos.

“Acordei com tudo em chamas e saí correndo pela janela. Ela também correndo quando notou que os pequenos estavam lá dentro. Daí ela entrou no meio do fogo e conseguiu salvar os dois. Eles não se machucaram, mas ela ficou toda queimada. Foi corajosa”, contou o irmão.

O pai sofreu algumas queimaduras, mas sem gravidade. Jaqueline foi encaminhada para o Hospital Evangélico em estado grave.

“A menina sofreu várias queimaduras e a gente ficou comovido com a atitude dela. É comovente ver uma jovem tão corajosa para salvar os irmãos”, contou o cabo Dutra.

Investigação

A família contou que a luz da casa estava cortada e velas estavam sendo usadas. Porém, há a possibilidade de um incêndio criminoso e a perícia foi acionada. Bombeiros e policiais levantaram a hipótese de um coquetel molotov ter sido jogado na casa e provocado o incêndio. A casa está construída em uma área de ocupação.

Com a destruição total da residência, a família está na rua, sem ter onde morar, informou o irmão de 14 anos.

Faleceu no Distrito da Palmeirinha, Elia Aparecida Ferreira Chagas


Faleceu na manhã dessa terça-feira (15), a senhora Elia Aparecida Ferreira Chagas, com 47 anos. Seu corpo está sendo velado na Capela Mortuária do Distrito da Palmeirinha. Sepultamento será por volta das 10h00 desta quarta-feira. 

A senhora Elia trabalhava como doméstica na casa do Valdecir do Mercado Ideal, em Palmeirinha. 

Bolsonaro assina decreto que facilita posse de arma de fogo


O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta terça-feira, 15, decreto que altera regras para facilitar a posse de armas de fogo - a possibilidade de o cidadão guardar o equipamento na residência ou no estabelecimento comercial de que seja dono. É a primeira medida do presidente em relação ao compromisso de campanha de armar a população, mas Bolsonaro ainda tentará futuramente flexibilizar o próprio porte de armas.

"Como o povo soberanamente decidiu por ocasião do referendo de 2005, para lhes garantir esse legítimo direito à defesa, eu como presidente vou usar essa arma", disse Bolsonaro, dirigindo-se para assinar o decreto. "Essa é uma medida para que o cidadão de bem possa ter sua paz dentro de casa", disse.

Entre as mudanças, foi ampliado o prazo de validade do registro de armas para 10 anos, tanto para civis como para militares, e houve a flexibilização no requisito legal de o interessado comprovar da "necessidade efetiva" para a obtenção da posse. Pelas novas regras, bastará argumentar que mora em cidade violenta, em área rural ou que é agente de segurança, para satisfazer o requisito, que era alvo de críticos do Estatuto do Desarmamento.

Na prática, cidadãos de todo o Brasil terão esse requisito preenchido, pois o critério que define se a cidade é violenta é se a taxa de homicídios no Estado de residência é maior do que 10 a cada 100 mil habitantes. Na fonte de referência escolhida pelo governo - o Atlas da Violência do ano de 2018, com dados referentes a 2016 - todos os Estados superam essa taxa. As taxas mais baixas são 10,9, em São Paulo, e 14,2, em Santa Catarina.

Para requerer o equipamento, atualmente é preciso submeter o pedido a uma superintendência da PF, que faz uma análise sobre a necessidade e os demais requisitos. O objetivo do governo era impedir subjetivismo, ou seja, que diante de um mesmo fato as avaliações de autoridades pudessem ser diferentes. Com a mudança, a autoridade policial poderá simplesmente aplicar as regras de maneira objetiva.

"O grande problema que tínhamos na lei é a comprovação da efetiva necessidade", disse Bolsonaro.

A validade de registro das armas será ampliada para dez anos tanto para os civis quanto para os militares. O Sistema de Gerenciamento Militar de Armas (Sigma), administrado pelo Exército e que inclui a concessão de armas para caçadores e atiradores esportivos, previa o prazo de três anos. O Sistema Nacional de Controle de Armas (Sinarm), que é o sistema voltado para a população em geral e é administrado pela Polícia Federal, previa cinco.

As exigências legais para a obtenção da posse de arma permanecem. O cidadão precisa ter mais de 25 anos, apresentar declaração de bons antecedentes, curso de tiro e teste psicotécnico.

Diferente do porte de armas, o direito à posse permite ao cidadão manter armamento em casa ou no local de trabalho, desde que seja o responsável legal pelo estabelecimento. As regras para obtenção do porte de armas, mais restritivas, continuam as mesmas. O porte permite ao cidadão carregar consigo a arma pelas ruas.

Iniciada no Ministério da Justiça, a construção do texto do decreto passou por várias modificações depois de chegar à Casa Civil. Alguns pontos previstos na minuta do decreto do Ministério da Justiça foram considerados restritivos por setores defensores do armamento da população, como a limitação de duas armas para cada pessoa. O número, então, foi ampliado para quatro armas.

Na legislação anterior, se podia comprar seis armas mas na prática não se podia nenhuma. Com a legislação atual se poderá comprar até quatro. Com a possibilidade se tiver de comprar mais armas tendo em vista o uso em propriedade rurais.

Outro ponto que sofreu resistência e deixou o texto exigia a existência de cofre em residências com crianças, adolescentes ou pessoa com deficiência mental, para "armazenamento apropriado" em caso de armas de cano curto. Em casa com armas de cano longo, precisaria ser comprovada a existência de um "local seguro para armazenamento". Mas, nesse caso, essa previsão foi mantida.

"O cidadão vai ter que, em uma declaração, dizer que na sua casa ele tem um cofre ou local seguro para guardar sua arma", disse o presidente.

Por outro lado, conforme o jornal O Estado de S. Paulo mostrou, ficou de fora um ponto que era defendido pelos setores armamentistas e pela bancada da bala na Câmara dos Deputados: a anistia para quem perdeu o prazo para recadastramento, que acabou em 2009. Embora o próprio Jair Bolsonaro seja a favor dessa modificação, a conclusão da equipe jurídica é que essa medida demanda alteração legislativa - o que só poderia ser feito por meio de medida provisória ou de projeto de lei, portanto, em etapa posterior.

"Questão do recadastramento (anistia) poderá ser tratada e um outro momento provavelmente por medida provisória", disse Bolsonaro.

O decreto presidencial é visto no governo como o primeiro - e mais importante - passo no compromisso de campanha de permitir que o cidadão exerça o direito de defesa. Em futuras etapas, Bolsonaro tentará flexibilizar o porte e facilitar as condições de compra de armamento.

Em 2018, o número de licenças destinadas a atiradores esportivos chegou à quantidade recorde de 45 mil - cinco por hora - e um crescimento de dez vezes nos últimos cinco anos. Já a PF concedeu 27 mil autorizações em 2018. Como o Estado mostrou na sua edição de domingo, dia 13, o crescimento no número de registro de atiradores pode ser um reflexo das buscas de quem teve a licença negada na PF.

Fonte: Massa News

Pai ateia fogo em mulher e filha recém-nascida após discussão em casa



O pai de um recém-nascido ateou fogo na criança após uma briga com a esposa dentro de casa, na noite desta segunda-feira (14), em Paiçandu, a 14 quilômetros de Maringá, norte do Estado. Bruno Alves dos Santos, 21 anos, ateou fogo também contra a esposa. Ele foi preso caminhando pelas ruas do bairro.

De acordo com a Polícia Militar (PM), o casal iniciou uma briga por volta das 19 horas, na rua Nicolas Sarri, no Jardim Bela Vista II. O rapaz desferiu socos contra a esposa, que tem 18 anos, jogou álcool sobre ela, que segurava no colo a filha recém-nascida, e ateou fogo. O homem fugiu do local a pé.

A mãe gritou pedindo socorro e vizinhos conseguiram auxiliá-la, mesmo assim as chamas atingiram as vias respiratórias da criança. A mãe e a filha foram socorridas por familiares e vizinhos, que as encaminharam para o Hospital São José. No entanto, diante da gravidade, a criança foi transferida ao Hospital Universitário de Maringá pela ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência(SAMU).

A PM realizou buscas e encontrou o pai caminhando pelas ruas do bairro. Ele foi preso e encaminhado a delegacia de Maringá. Segundo a esposa de Bruno, ele é usuário de cocaína e já tinha ameaçado atear fogo na casa.

Mulher é presa em Candói acusada de negociar a filha com ex-marido



Uma mulher foi presa pela Polícia Militar em Candói na noite desta segunda-feira (14). A mulher, identificada como Roseli, estaria negociando a própria filha, uma adolescente de 15 anos, com o ex-marido, que mora na cidade de Mangueirinha.

A polícia tomou conhecimento da suposta negociação por meio de uma denúncia anônima. Na casa da suspeita, a adolescente confirmou que a mãe tinha negociado ela pelo valor de R$ 500 (quinhentos reais) mensais a serem pagos pelo período de 24 meses.

A negociação teria sido feita com um homem identificado como Adinaldo. A adolescente contou que a mãe teria concordado que ela fosse morar com ele em Mangueirinha. No celular de Roseli, foram encontradas mensagens de áudio que confirmam a negociação com Adinaldo.

O Conselho Tutelar foi acionado e acompanhou o procedimento da Polícia Militar. Um taxista da cidade esteve no Destacamento da PM e confirmou que tinha sido solicitado para fazer uma corrida até mangueirinha, porém desistir ao tomar conhecimento da situação. O mesmo se comprometeu em prestar informações à polícia, caso necessário.

A mulher foi encaminhada à 14ª SDP, de Guarapuava. Ela vai responder pelo crime previsto no artigo 238 do Estatuto da Criança e do Adolescente (Prometer ou efetivar a entrega de filho ou pupilo a terceiro, mediante paga ou recompensa) cuja pena é reclusão de um a quatro anos, e multa. Adinaldo vai responder por estupro de vulnerável, pois teria praticado o ato enquanto conviveu com a mãe da menor.

A menor ficou sob cuidados do Conselho Tutelar e deve ser encaminhada à Casa Abrigo, local onde já esteve em outras ocasiões.

Fonte: RBJ

PRF registra queda de 20% das mortes nas rodovias federais do Paraná em ...

Total de 490 mortes é o menor dos últimos nove anos; PRF flagrou 296 mil carros em excesso de velocidade, 24,4 mil ultrapassagens proibidas e 3,8 mil motoristas bêbados 

Vídeo: 

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou uma queda de 20,1% das mortes no Paraná ao longo de 2018. O total de mortes caiu de 613, em 2017, para 490 no ano passado. O número é o mais baixo desde o início da série histórica, em 2010.

O total de pessoas feridas passou de 9.461 para 8.108, uma redução de 13,5%. E o de acidentes atendidos pela PRF no estado caiu 26,6%, de 10,6 mil para 7,8 mil.

Pela primeira vez nos últimos nove anos, o patamar de mortes ficou abaixo de 500.

Até então, o ano menos violento havia sido o de 2015, quando 583 mortes foram contabilizadas. O pico de vítimas mortas ocorreu em 2012 (855).

Perfil dos acidentes fatais

As principais causas dos acidentes que resultaram em vítimas mortas no ano passado foram falta de atenção do condutor (25,7% das mortes); falta de atenção do pedestre (17,8%); velocidade incompatível (15,5%); desobediência às normas de trânsito (15,5%); ingestão de álcool (4,9%); e ultrapassagem indevida (3,1%).

As colisões frontais responderam por 27,3% das mortes, seguidas pelos atropelamentos (24,5%). Juntos, esses dois tipos de acidente representaram, portanto, mais da metade dos óbitos registrados.

Duas a cada três mortes ocorreram no período noturno, durante o amanhecer ou anoitecer. A maioria das mortes ocorreu em situação de pista seca (87,1%) e em trechos de reta (72,9%).

Os trechos de pista simples concentraram 56,7% das mortes.

Condutores ou garupas de motocicletas foram 17,4% das vítimas; ciclistas, 6,8%.

A cada cinco mortos, quatro eram homens. Crianças de zero a 11 anos de idade foram 2,5% das vítimas mortas. Adolescentes, 3%. Idosos com mais de 60 anos, 13,9%.

Ações de fiscalização

Em 2018, os policiais rodoviários federais flagraram 3.858 motoristas dirigindo sob efeito de bebidas alcoólicas no Paraná.

Outros 24,4 mil foram autuados por manobras irregulares de ultrapassagem. E 296,3 mil tiveram as placas de seus veículos capturadas por radares portáteis da PRF, por transitar acima dos limites máximos de velocidade.

A PRF também constatou 2.104 crianças sendo transportadas sem cadeirinha, assento de elevação ou bebê-conforto.

As autuações por transportar crianças sem cadeirinha ultrapassaram as relativas ao uso de telefone celular nas rodovias federais (1.595 notificações).

As equipes da PRF emitiram ainda 14,5 mil autos de infração por não utilização do cinto de segurança.

A Polícia Rodoviária Federal fiscaliza cerca de 4 mil quilômetros de malha viária no Paraná.

Fonte: Agência PRF