sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Safra paranaense de verão deve ficar em 22,1 milhões de toneladas.


A safra de grãos paranaense de verão 2015/2016 deve somar 22,1 milhões de toneladas, segundo previsão divulgada nesta sexta-feira (29) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento. A previsão indica uma redução de 140 mil toneladas em relação à projeção anterior, de dezembro de 2015, que foi de 22,2 milhões. As perdas ficaram concentradas na soja e no feijão, culturas mais afetadas pelas chuvas. 

O secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara, ressalta, no entanto, que, apesar das chuvas muito acima do esperado, o Paraná terá oportunidade de colher uma safra muito boa. Se confirmado, o volume será praticamente igual ao obtido no verão de 2015. Mas, de acordo com o secretário, nesse momento em que deverão ser intensificados os trabalhos de colheita, é necessário que o tempo estabilize. “Pois caso contrário poderá haver mudanças na produção que ainda está no campo, tanto de qualidade, como de produtividade e no processo de escoamento”, disse. 

De acordo com o diretor do Deral, Francisco Carlos Simioni, ainda é cedo para contabilizar os prejuízos financeiros por conta da chuva. As perdas ocorridas até agora causaram menos danos às lavouras do que as perdas ocorridas em 13/14, quando houve excesso de calor (falta de chuva). “Os levantamentos de fevereiro serão mais efetivos e deverão mostrar com mais clareza as consequências do clima muito chuvoso na primavera e no verão”, afirma Simioni. 

FEIJÃO - Por enquanto, a redução da qualidade da produção está sendo sentida com mais ênfase para o feijão, que é o produto mais vulnerável às variações do clima com perdas de qualidade e produtividade. O Paraná é o primeiro produtor nacional de feijão, participando com 25% da produção brasileira. 

Carlos Alberto Salvador, engenheiro agrônomo responsável pela análise da cultura de feijão, informou que, aliada a uma redução de área de cerca de 6% em relação à safra 14/15 (180,2 mil/ha atual, contra 192,7 mil/ha no ano passado), as chuvas acabaram reduzindo significativamente a qualidade de parte da produção esperada para a 1ª safra de feijão. 

A produção atual está estimada em 294,5 mil/t, cerca de 9% inferior à passada. Segundo Salvador a quebra de produção pelas chuvas está estimada em 40,2 mil/t até agora. Cerca de 71% da área plantada já foi colhida. 

SOJA - De acordo com o chefe de conjuntura do Departamento de Economia Rural (Deral), Marcelo Garrido Moreira, responsável técnico pela cultura da soja, em relação ao potencial produtivo inicial estimado em 18,2 milhões/t a quebra é estimada ao redor de 100 mil/toneladas, o que reduz as estimativas atuais para 18,1 milhões/toneladas. Contudo, se esses números forem confirmados a safra atual ainda será 7% superior à produção obtida na safra 2014/15. 

As chuvas e a falta de luminosidade (dias mais nublados) foram os fatores que contribuíram para reduzir a qualidade e a produtividade da soja. “As primeiras áreas que foram colhidas (cerca de 7% da área) apresentaram rendimentos menores que os esperados inicialmente, mas ainda é cedo estimar níveis de quebra de produtividade, pois há diferenças regionais”, disse Garrido. 

COMERCIALIZAÇÃO - Em relação ao mercado, cerca de 34% da produção de soja já está vendida. Em 2015 esse percentual estava estimado em torno de 12%. 

Os preços estão em elevação diante da expectativa ainda incerta da safra do Sul do Brasil, em especial no Paraná, que é o segundo maior produtor nacional, atrás somente do Mato Grosso. O preço médio da saca de soja de 60kg no Paraná no mês de janeiro/16 foi de R$ 70,82/60-kg - (preço médio nominal recebido pelos produtores). Este valor é 112% maior que o custo variável de produção que hoje é estimado em R$ 33,39 por saca. Em janeiro de 2015 o produtor recebeu pela mesma saca R$ 55,75, ou seja, uma valorização nominal de 27%. 

MILHO – Estimativa do Deral aponta que a colheita do milho da primeira safra está evoluindo dentro das médias históricas, cerca de 6% até o presente momento, percentual praticamente igual a da temporada passada. 

A qualidade do milho colhido, também, não apresenta grandes variações, o que está permitindo manter as estimativas de colheita ao redor de 3,6 milhões de toneladas, volume muito próximo ao potencial produtivo inicial. Edmar Wardensk Gervasio, analista da cultura de milho, informa que à medida que avança a colheita da soja o plantio do milho 2ª safra, principal safra no Paraná para o grão, também evolui. 

A área estimada para a segunda safra 15/16 é de 2,03 milhões de hectares, 5% superior à safra anterior. Deste total já foram plantados cerca de 13% da área. A produção está estimada em aproximadamente 11,8 milhões/t e caso venha a ser confirmada será 2% superior à obtida no ano passado, novamente sendo safra recorde. 

MANDIOCA - De acordo com as análises de Methodio Groxko, responsável técnico do Deral pela cultura da mandioca, após um ano bastante complicado para a cadeia produtiva os preços começaram a reagir durante as últimas semanas de 2015. 

Atualmente, o preço recebido pelos produtores gira em média de R$ 218,00 a tonelada da raiz posta na indústria. Este preço já remunera o custo variável de produção, que é de R$ 204 por tonelada. Também houve uma melhora dos preços no atacado de farinha e fécula, registrando nos últimos dias de 2016, R$ 59,00 a saca de 50kg, para a farinha, e R$ 37,50 para a saca de 25kg para a fécula.



Candói recebe verba do governo Federal para investimentos na economia local.

Centro de Exposição e leilão de gado

O município de Candói foi beneficiado com uma verba de R$ 454.770,29 do governo federal, por meio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para a reforma e ampliação do Centro de Eventos Antônio Loures Alves.

Candói contribuiu com uma contrapartida de R$ 15.000,00.

O empreendimento tem como principal objetivo disponibilizar um espaço adequado onde o setor agropecuário de forma organizada e associativa, realize eventos de exposições, leilões de animais.

De acordo com o prefeito municipal, Gelson Costa, com a criação do Centro de Exposição e Leilão de Gado a expectativa é que melhore a comercialização de gado de corte e leiteiro da região, fortaleça o associativismo e que gere mais emprego e renda para a comunidade, a valorização do homem do campo, ou seja, uma melhora como um todo para a economia de Candói.

O investimento também contribui para um fortalecendo do rebanho bovino municipal que atualmente conta com aproximadamente 70.000 animais.

A obra já foi licitada pelo valor de R$ 469.770,29, o que significa que Candói conseguiu uma economia de R$ 32.729,71 gerada pela disputa no processo licitatório das empresas para a execução da obra.

Esta é mais uma forma de proporcionar qualidade de vida para a comunidade.


 Assessoria de Imprensa Prefeitura de Candói


Vaga de emprego na Prepare RH.


Após um longo recesso, Prefeitura e Câmara de Turvo abrem as portas nesta segunda.




Após o recesso da Prefeitura e da Câmara de vereadores. Segundo informações, ambas abrem as portas para atendimento ao público nesta segunda-feira, 01 de fevereiro, Na cidade já existem articulações para as próximas eleições. Vamos esperar mais da administração e dos vereadores, visto que a população espera que aconteçam as obras já iniciadas no município, que haja geração de empregos e melhorias nas estradas do interior.

Na segunda estaremos acompanhando a primeira sessão do ano na Câmara. 



Blog do Elói age com imparcialidade na política no Município de Turvo.

Música em homenagem aos pais "Amor de Mãe é Pai" - Produção Turvense.

Com informações de Mauricio Pilati


Um tributo a todas as mães e pais, a música "Amor de Mãe e Pai" traz uma mensagem de carinho e gratidão a essas pessoas tão especiais em nossas vidas.

Música e clipe são produções turvenses, uma homenagem póstuma a Dona Adelina, mãe do seminarista Cristiano, uma mulher de grande alegria, que faleceu há dois meses, deixando muitas saudades.

Letra e vídeo clipe podem ser acompanhados a seguir:

   

Amor de Mãe e Pai

Quando eu nasci
Eu te prendi
Apertando o seu dedo
Ainda não tinha medo
Era quase um brinquedo
Vocês sorriam me olhando
No colo eu chorando
E agora, se meu rosto chora
É de saudade
Daquela idade
Que não volta mais
Não posso voltar atrás

Eu penso na vida
Na despedida
Podem sempre me esperar
Deus veio me chamar
É pra lá que eu vou voltar
Para eterna alegria
Pro nosso aconchego

Amor de mãe e pai
O maior presente
Durar pra sempre
Eu sei que vai
Do meu peito não sai


https://youtu.be/lZK_ChElZcE

COMUNICADO DA APAE DE TURVO: AULAS DE REPOSIÇÃO RETORNAM TERÇA DIA 02 DE FEVEREIRO.


APAE de Turvo informa que as aulas de reposição retornarão na terça-feira, dia 02 de fevereiro.

Manhã: das 08:00 as 12:00

Tarde: das 13:00 as 17:00

Atenciosamente, à direção

Vaga de emprego na Prepare RH.


Guarapuava: Albergue Noturno pede socorro.



Por: Acadêmicos de Jornalismo da Unicentro

O Albergue Noturno Frederico Ozanam, localizado na cidade de Guarapuava-PR, foi fundado no dia 4 de abril de 1984. Construído pela Igreja Católica a entidade é administrada pela Sociedade São Vicente de Paulo e conta com oito funcionários que mantém o local.

Criado pela necessidade de se ter uma lugar de acolhida para pessoas vindas de outras cidades, ou até mesmo de outros estados, pessoas carentes e necessitadas, o albergue ganhou visitantes diários. Nele, todos têm direito a quatro refeições (café da manhã, almoço, café da tarde e jantar), banho e repouso. Para isso, a infraestrutura física do local conta com dormitórios masculinos e femininos, que podem acomodar até 80 pessoas por noite. Além de tudo, o albergue também auxilia 30 famílias carentes da região, fornecendo alimento.

Porém, a entidade se encontra em uma situação de instabilidade econômica, principalmente pela falta de doadores. O maior desejo de toda a equipe que toca as atividades no local é o de passar por cima dessas dificuldades e poder então, oferecer condições adequadas e de qualidade aos beneficiados pelos serviços nas áreas de alimentação, saúde, educação, cultura, cidadania, objetivando atender pelo menos as necessidades mais básicas.

Adelino Luiz Moreira, diretor do Albergue, conta o que de mais importante eles necessitam. “Sofremos muito com nossa situação econômica pela disparidade entre o que conseguimos arrecadar e o que realmente precisamos para nos manter. As doações que chegam geralmente são alimentos, mas o que falta mesmo é dinheiro em espécie para o pagamento das contas e dos salários dos funcionários”.

Além disso, o Albergue deseja poder dar assistência de qualidade aos moradores que permanecem por mais de uma noite no local, chamados de moradores temporários, buscando formas de ascensão desses indivíduos para que saiam da situação de sem-teto e encontrem emprego ou a superem vícios como o alcoolismo, comum entre o público que procura a instituição.

É o que aconteceu com o senhor Josmir Guilherme de Souza, de 53 anos, que após se perder no álcool e nas drogas, acabou sem teto, e buscou ajuda na instituição. “No albergue todos se respeitam, ao contrário das ruas onde há muitos roubos e violência. Me sinto mais protegido aqui, considero o pessoal da administração do albergue meus amigos. Busquei abrigo há nove anos. Na época não tinha mais meus documentos e a diretoria daqui me ajudou a recuperá-los”.

Segundo a direção toda a ajuda é bem vinda: doações de roupas, comida, dinheiro, mas algo muito importante também é a doação de tempo, atenção e ajuda ao próximo. “Portanto, todos que puderem e quiserem auxiliar de alguma maneira, podem entrar em contato com o Albergue através do número: (42) 3624-3121, pelo e-mail albergueguarapuava@hotmail.com, ou indo até a entidade, na rua Jaime Amaral Pachêco, 191 - Conradinho, em Guarapuava.