terça-feira, 30 de março de 2021

Guarapuava registra 7 mortes e 149 novos casos de Covid-19


Guarapuava registrou mais sete mortes e 149 novos casos de Covid-19 nesta terça feira (30 de março). 

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Saúde e agora, desde o início da pandemia, o município acumula 200 óbitos e 11.345 casos confirmados. 

Os óbitos de hoje são de uma mulher de 62 anos, que teve os primeiros sintomas dia 25 de fevereiro, foi internada dia 02 de março e faleceu dia 24 de março; um homem de 56 anos, que teve os primeiros sintomas dia 19 de fevereiro, foi internado dia 28 de fevereiro e faleceu ontem (27); um homem de 35 anos, que teve os primeiros sintomas dia 11 de março, foi internado dia 24 de março e faleceu dia 27 de março; um homem de 79 anos, que teve os primeiros sintomas dia 13 de março, foi internado dia 23 de março e faleceu dia 27 de março; um homem de 59 anos, que teve os primeiros sintomas dia 17 de fevereiro, foi internado dia 04 de março e faleceu ontem (29); um homem de 60 anos, que teve os primeiros sintomas dia 04 de março, foi internado dia 21 de março e faleceu ontem (29); uma mulher de 75 anos, que teve os primeiros sintomas dia 12 de março, foi internada dia 23 de março e faleceu hoje (30).

Ainda de acordo com o Boletim Oficial, Guarapuava tem atualmente 916 casos ativos e 175 pessoas aguardam o resultado oficial do Laboratório Central do Estado (Lacen).

Fonte: GR+

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Com queda nas doações de sangue, Hemepar pede ajuda à população


O Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar) registrou uma queda de 13% no número de doadores entre fevereiro e março no Estado. Essa redução implica em 33% do estoque de distribuição, considerando que cada bolsa de sangue pode produzir até quatro hemocomponentes.

“Embora estejamos enfrentando a pandemia da Covid-19, precisamos lembrar que os traumas não param de acontecer, as transfusões continuam sendo necessárias e as doações de sangue são a única maneira de conseguirmos atender os 384 hospitais públicos, privados e filantrópicos do Paraná que recebem bolsas de sangue da hemorrede”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

A diretora do Hemepar, Liana Labres de Souza, faz um apelo à população. “Precisamos da colaboração de todos que estejam aptos a doar. Façam o agendamento no site ou por telefone na unidade mais próxima e doem sangue para que possamos continuar salvando vidas”.

COMO DOAR – O ideal é que cada pessoa doe sangue pelo menos duas vezes ao ano. O agendamento das doações pode ser feito no site da Secretaria de Estado da Saúde.

SEGURANÇA – O Hemepar segue protocolos de segurança para prevenção da Covid-19 como o agendamento e recepção de oito pessoas a cada meia hora para evitar aglomerações, utilização de álcool gel 70% e profissionais que atuam no atendimento devidamente paramentados.

QUEM TOMOU VACINA PODE DOAR? – Pessoas imunizadas contra a Covid-19 podem fazer doações de sangue normalmente, desde que aguardem o período estipulado para cada tipo de vacina.

A Coranovac/ Butantan estabelece um prazo de 48 horas após o recebimento para que o cidadão possa fazer doação de sangue, e a AstraZeneca/Fiocruz pede o intervalo de sete dias para a doação.

PLASMA HIPERIMUNE – Pessoas que já se recuperaram da Covid-19 podem ajudar outros pacientes de uma forma bastante simples: doando plasma. Um dos componentes sanguíneos, justamente a parte líquida do sangue, o plasma de pacientes que tiveram a doença pode concentrar uma grande quantidade de anticorpos que agem no combate à infecção. É o chamado plasma hiperimune ou plasma convalescente. Para isso, o paciente recuperado precisa esperar até 45 dias do diagnóstico do RT-PCR ou 30 dias após o fim dos sintomas. Também é necessário agendar a coleta no Hemepar.



Fonte: AEN

Mais 06 casos de Covid-19 são registrados em Turvo

 


Venda do pinhão é liberada a partir desta quinta-feira



O Instituto Água e Terra (IAT), vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, libera a partir desta quinta-feira (01) a colheita, venda, transporte e armazenamento do pinhão. A recomendação é que a semente seja colhida de pinhas que já caíram, sinal mais garantido de sua maturação. Além disso, evita que a pessoa corra o risco de queda ao subir numa araucária.

As normas e instruções são estabelecidas na Portaria IAP nº 046/2015 e tem como objetivo conciliar a geração de renda e proteger a reprodução da araucária, árvore símbolo do Paraná, ameaçada de extinção.

“Quando o pinhão cai ao chão, é uma oportunidade para animais, como a cutia, ajudarem a semear em outros lugares, garantindo a reprodução da araucária”, explica diretor-presidente do IAT, Everton de Souza.

A semente da araucária se forma dentro de uma pinha, fechada, que com o tempo vai abrindo até liberar o pinhão, o qual precisa de quatro anos para completar o seu amadurecimento.

As pinhas maduras desprendem dos galhos geralmente entre os meses de abril a agosto e quando arrebentam esparramam as sementes do seu interior.

PROIBIDO – Mesmo sendo colhido na data permitida, é proibido o consumo e venda do pinhão verde. As pinhas imaturas apresentam casca esbranquiçada e alto teor de umidade, o que favorece a presença de fungos, podendo o alimento se tornar até tóxico para o consumo humano. Se consumido, pode prejudicar a saúde com problemas como a má digestão, náuseas e até episódios de constipação intestinal.

MULTA - De acordo com as normas ambientais, a pessoa que for flagrada na venda, transporte ou armazenamento do pinhão antes do dia 1º de abril está sujeita a responder a processos administrativo e criminal, além de receber auto de infração ambiental e multa de R$ 300,00 para cada 60 quilos de pinhão.

“A venda do pinhão deve seguir a legislação vigente para que possamos garantir a maturação do fruto e também a preservação da araucária. Não é permitido vender nem comprar pinhão antes da data estabelecida”, afirmou o diretor de Licenciamento e Outorga do IAT, José Volnei Bisognin.

DENÚNCIAS - A venda de pinhões trazidos de outros Estados também não é permitida, sendo obrigatório respeitar as normas locais. Denúncias sobre a venda irregular de pinhão e demais infrações ambientais, podem ser feitas no link Fale Conosco, no site do IAT, pelo telefone do Instituto em Curitiba: (41) 3213-3700 ou, ainda, nos Escritórios Regionais do IAT e na Polícia Ambiental.

27° BPM DESENCADEIA OPERAÇÃO PERSONA DUPLICEN CONTRA CRIME ORGANIZADO


Na manhã desta terça-feira, 30 de março 2021, o 27° BPM com apoio das equipes do BOPE - Curitiba, CORREGEDORIA GERAL- Curitiba e 4°CRPM (1°BPM - Ponta Grossa e 16°BPM - Guarapuava) cumpriram 14 Mandados de Buscas em residências localizadas nos municípios de Bituruna e Guarapuava visando o combate ao crime organizado.

Entre os alvos estavam 2 policiais militares da ativa e 1 da reserva. Em tese recai sobre os alvos a participação em delitos e/ou conivência com quadrilhas atuantes nas regiões. Os demais alvos foram moradores das cidades mencionadas que possuem alguma ligação com o grupo criminoso.

O nome da Operação é uma tradução do latim que significa dupla personalidade, relacionando a capacidade de uma pessoa ter duas personalidades, sendo uma para o bem e outra para o mal.


Os resultados da Operação Persona Duplicen foram os seguintes:

- Apreensão de 13 telefones celulares;

- 4 armas de fogo ( 1 escopeta cal 12, 1 espingarda cal 32, 1 revólver cal 38, 1 garrucha cal. 32);

- 1.623 munições de diversos calibres (cal GA12, .22, .38. .28, 9mm)

- 4 presos;

- R$ 1.800,00 reais ;

- $ 2.061,00 dólares ;

- 2 notebooks;

- 1 HD externo;

A Polícia Militar reitera que não compactua com nenhum tipo de ilicitude praticados por quaisquer de seus membros e busca sempre elucidar os fatos que envolvam militares estaduais.






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Polícia Ambiental reforça ações e atende 15 mil ocorrências em 2020


O Batalhão de Polícia Ambiental-Força Verde (BPAmb-FV) ampliou as ações de prevenção de crimes ambientais e de fiscalização em 2020. No ano passado a unidade atendeu mais de 15 mil ocorrências, somando denúncias de desmatamento, caça e cativeiro de animais silvestres, além de pesca predatória. Foram feitas 127 mil abordagens a pessoas e 42.545 a veículos, os maiores índices dos últimos cinco anos. Os policiais prenderam 1.569 pessoas por suspeitas de envolvimento em crimes ambientais e 440 armas de fogo foram apreendidas.

A Polícia Ambiental fortaleceu as políticas de prevenção e começou a aplicar novo efetivo operacional – a média diária de viaturas em serviço no Estado foi de 55 veículos. Em 2020, os policiais do BPAmb-FV fizeram 1.682.111 quilômetros de patrulhamento motorizado, mais de 24 mil quilômetros de patrulhamento a pé e 2.963 horas de policiamento aquático.

O balanço da Força Verde mostra que no ano passado foram atendidas 737 ocorrências de crimes contra a fauna, que resultaram em 5.424 aves resgatadas e 578 animais salvos. Em comparação com o ano anterior houve aumento de 23,1% nas apreensões de pássaros (de 4.404 foi para 5.424) e de 47,8% nas apreensões de animais (de 391 subiu para 578).

Segundo o comandante do Batalhão, tenente-coronel Jean Rafael Puchetti Ferreira, grande parte das apreensões de animais ocorreu em cativeiros insalubres mantidos em regiões rurais e metropolitanas que vinham alimentando o comércio e a caça ilegais.

“Fazemos uma avaliação dos animais resgatados e se eles tiverem condições nós os reinserimos à natureza. Caso contrário, fazemos o encaminhamento a instituições que possam auxiliar na recuperação do animal, ou, ainda, como depositário fiel para que possa receber bons cuidados", disse.

Na área de pesca, no último ano, os policiais militares ambientais flagraram 388 crimes, com a apreensão de 87 quilos de camarão e de 582 unidades de caranguejos. As abordagens e fiscalizações renderam 17.690 metros de espinhéis e 98.668 metros de redes de pesca apreendidas.

CONTRA A FLORA – A atenção da unidade também se voltou a crimes relacionados ao desmate de áreas nativas. Em 2020 foram constatados 3.422 hectares de flora destruídos pelo fogo e por máquinas pesadas ilegais. O número é o maior registrado nos últimos cinco anos, que acumula 11.978 hectares desmatados.

Além dessa modalidade de crime ambiental, o BPAmb-FV notou o aumento nas apreensões de madeira nativa e de palmito in natura. Em madeira nativa foram 6.259 metros cúbicos apreendidos em 2020, enquanto no ano anterior foram 5.435 metros cúbicos, uma diferença de 15%. Já no caso do palmito in natura (por unidade), o aumento foi de 13,3% no comparativo entre os últimos dois anos (de 3.010 foi para 3.413).

ÚLTIMOS CINCO ANOS – O desempenho do Batalhão de Polícia Ambiental-Força Verde pode ser demonstrado pelo resultado acumulado dos últimos cinco anos (entre 2016 e 2020). A demanda de chamadas para atendimento de ocorrências neste período foi de 126.099 ligações, que originaram 68.252 ocorrências atendidas. No período, 1.640 armas de fogo foram apreendidas e 7.800 pessoas foram presas por crimes ambientais, média anual de 328 armas e de 1.500 presos.

De 2016 a 2020, o Batalhão fez mais de meio milhão de abordagens a pessoas (508.427) e 164.233 a veículos. As equipes policiais também executaram 116.531 vistorias a residências, pontos comerciais e propriedades rurais por meio de denúncias ou de flagrante delito ambiental.

Durante as ações de proteção ambiental, os policiais militares também se depararam com situações de tráfico de drogas. Forma retirados de cuirculação 3,5 toneladas de maconha, mais de 1,8 quilo de crack e um quilo de cocaína.

O período analisado também mensura o resultado do trabalho operacional executado das equipes policiais nos rios, lagos, parques estaduais e locais de preservação permanente. Nos dois últimos anos, o quantitativo de prisões se manteve acima de 1,5 mil, mas foi em 2018 que a unidade mais atuou, com 2.015 encaminhamentos. No último ano, houve 1.569 prisões, três a menos do que em 2019, quando foram 1.572.

DENÚNCIAS – A análise do Batalhão aponta, ainda, que as denúncias sobre crimes ambientais têm crescido nos últimos cinco anos. Em 2016, foram 21.850 chamadas, enquanto em 2020 o número chegou a 37.483. O comparativo entre os dois últimos anos mostra um aumento de 66% (de 22.571 foi para 37.483).

Na visão do comandante do Batalhão, tenente-coronel Ferreira, o aumento se deve à credibilidade do serviço prestado, que fez com que as pessoas denunciassem crimes por saberem que a resposta seria efetivada. “Temos atuado de maneira repressiva por meio do atendimento às ocorrências que chegam pelo 181 Disque-Denúncia e reforçamos as ações preventivas para inibir os crimes”, destacou.

Fonte: AEN
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