quinta-feira, 19 de abril de 2018

Conselho de Segurança de Turvo realiza a 2ª reunião do ano


No dia 16 de abril estivemos presentes na segunda reunião do ano 2018 do Conselho de Segurança de Turvo. Um dos assuntos em pauta foi sobre boletim de ocorrência. 

O Presidente Dr Eugênio Pereira de Couto fala que é muito importante as denúncias da comunidade porque isso ajuda no trabalho da Polícia. Diz que essas ocorrências devem ser registradas em casos de assaltos, ameaças, violência física e furtos porque são crimes que devem ser punidos. 

Portanto, é necessário que o indivíduo registre um boletim de ocorrência, pois isso ajuda os afetados e possíveis futuras vítimas. No caso de estabelecimentos como restaurantes, lojas, bancos e comércios em geral, além de ajudar a vítima, auxilia na investigação da polícia, que a partir do momento do registro já está ciente dos acontecimentos e pode direcionar a forma e local de policiamento. 
Diz ainda que algumas pessoas acabam não registrando essas ocorrências ou denúncias, por medo de represália ou quando o criminoso é parente ou amigo próximo, porém é muito importante que essa atitude seja tomada. Na sequência foram abordados diversos assuntos que envolvem a segurança em nosso município.

Asfalto da Avenida Moacir Julio Silvestre - Mais uma obra que estava parada, está sendo concluída em Turvo


Com quase tudo pronto, a paisagem na Avenida Moacir Julio Silvestre ja mudou. Onde havia buracos e muita poeira já não tem mais, o asfalto está quase todo concluído, as calçadas para pedestres estão em fase de acabamento. 

As mudanças já estão facilitando e proporcionando mais segurança para os moradores de Turvo, que utilizam diariamente a Avenida. A poeira e a dificuldade de acesso na avenida que eram reclamações constantes. Motoristas do transporte escolar também sofriam para transitar pelo local, e hoje já vivem outra realidade.

A obra foi iniciada no ano de 2013 e ficou paralisada até a metade de 2017, quando o prefeito Jeronimo do Rosário conseguiu fazer com que os trabalhos fossem retomados, após recuperação do projeto junto ao Governo Federal, com uma contrapartida maior por parte do Município. 

O valor da obra é R$1.199,124,58 sendo R$ 701.191,61 de contrapartida do município, dentro do valor total.

"Esta é mais uma obra que determinamos como prioridade. Sabemos da importância que ela representa para os moradores de Turvo. É uma questão de respeito e de melhorar a qualidade de vida da população", afirma o prefeito Jeronimo.

Fonte: Prefeitura de Turvo

Embargo à exportação de frango brasileiro pela UE atinge oito frigoríficos do Paraná


O embargo à exportação de frango brasileiro pela União Europeia atinge diretamente oito frigoríficos do Paraná.

A lista anunciada nesta quinta-feira (19) relaciona 20 unidades produtoras no país que estão proibidas de vender produtos de origem animal, especialmente frango, ao bloco econômico.

Confira os frigoríficos paranaenses proibidos de exportar frango para a União Europeia:

BRF, em Ponta Grossa

BRF, em Toledo

SHB Comércio e Indústria de Alimentos S.A./ unidade da BRF, em Francisco Beltrão

Copagril, em Marechal Cândido Rondon

Copacol, em Cafelândia

Coopavel, em Cascavel

Avenorte, em Cianorte

Lar Cooperativa Agroindustrial, em Matelândia

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, o Paraná é o maior produtor de frango do país, responsável por um terço da produção nacional. É também o que mais exporta este tipo de carne: de cada 3 quilos de frango que saem do Brasil, um é produzido em frigoríficos paranaenses.


Controle de qualidade

A decisão aprovada por um comitê da comissão europeia, em Bruxelas, na Bélgica, é final e começa a valer 15 dias depois da publicação.

O motivo do embargo, segundo o comitê, é a deficiência no sistema de controle de qualidade de carne destes frigoríficos.

A pressão europeia sobre o setor vem desde março de 2017, quando a Polícia Federal deflagrou a operação Carne Fraca e aumentou em março de 2018, quando foi descoberto um suposto esquema entre laboratórios e frigoríficos para fraudar laudos de testes de qualidade.

Prejuízos

De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal, o prejuízo com o embargo pode passar de R$ 1 bilhão de reais por ano.

Em conversa com produtores de aves em Campo Mourão, no centro-oeste do Paraná, nesta quinta, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse que a restrição imposta pela União Europeia pode impactar até 35% das exportações.

"Todos os frigoríficos que estão exportando não exportam só para a Europa, tem mercado interno, tem mercado na Ásia, tem mercado no México, tem mercado em vários lugares do mundo. Então, nós temos um problema, mas que não é o fim do mundo”, declarou o ministro.

Reflexos

Devido à proibição da exportação de frango pela UE, a BRF anunciou que dará férias coletivas de 30 dias a cerca de 2 mil funcionários da linha de abate de aves do frigorífico de Toledo, no oeste do Paraná, a partir do dia 2 de julho.

Em nota, A Lar, de Matelândia, destacou que ainda é cedo para falar de possíveis reflexos provocados pelo anúncio da restrição, por isso prefere não se manifestar.

O G1 entrou em contato com os outro seis frigoríficos que estão proibidos de exportar para a União Européia. Nenhum quis comentar o embargo.

Fonte: G1 - PR

Apae de Turvo promove o 1º Torneio de Estilingue


1º Torneio de Estilingue será no dia 28 de abril no CTG Rincão do Pinhal, a partir das 8h da manhã. O alvo será uma fileira de latinhas de refrigerantes, com água dentro. Cada atirador terá entre três e cinco chances de acertar.

Inscrições serão realizadas no local, R$15,00 por competidor. A renda será destinada para a compra de material pedagógico para os alunos da Apae.

Polícia prende em Guarapuava acusado de liderar quadrilha de estelionatários


Uma quadrilha envolvida na clonagem de cheques foi presa, na manhã de terça-feira (17), durante a operação “Loro”, desencadeada pela Delegacia de Estelionato (DE) de Curitiba. Um homem de 47 anos é apontado como líder desta organização criminosa. Por ser desenhista, ele refazia os cheques com perfeição, adulterando valores e códigos de barras.

O homem foi detido em casa na cidade de Guarapuava. Estima-se que, em pelo menos seis meses, a associação criminosa, por meio da fraude, obteve a quantia superior a R$ 1 milhão. A ação policial foi realizada de forma simultânea nas cidades de Curitiba, Colombo, Londrina, Guarapuava, Camboriú (SC) e Ji- Paraná, em Rondônia (RO), no Norte do Brasil.

Além do publicitário, outras quatro pessoas suspeitas de integrar o bando também foram detidas ao longo da operação. As investigações iniciaram há cerca de seis meses, depois que a especializada realizou a prisão de uma mulher suspeita de aplicar um golpe bancário, descontando cheques clonados. A partir desta prisão, com base nas informações, foi possível identificar o envolvimento de outras pessoas na quadrilha.

De acordo com investigações, o bando conseguia os cheques originais de diversas formas, uma delas era a compra desses cheques com pessoas (normalmente idosas) que estavam em filas nos caixas eletrônicos.

Os cheques originais eram enviados para o líder da quadrilha, preso em Guarapuava, que segundo a polícia, por ser publicitário e desenhista, refazia os cheques com perfeição, adulterando os valores, código de barras e número de série. “Em seguida, os cheques eram enviados para outros membros do bando que tem a função de apresentá-los nos caixas para o desconto”, explicou a delegada-adjunta da DE, Vanessa Alice.

Conforme a delegada, os crimes iniciaram em Curitiba, mas o bando também atuou nos Estados de Minas Gerais (MG), Goiás (GO), São Paulo (SP), Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS), Rondônia (RO), Santa Catarina (SC), Rio Grande do Sul (RS) e em várias cidades do Paraná (PR). “Somente nesses seis meses de investigações, estima-se que a quadrilha obteve a quantia de R$ 1 milhão”, lembra a delegada.

As investigações apuraram também que o publicitário orientava os demais membros do grupo e possuía um vasto conhecimento sobre operações bancárias e falhas nos sistemas antifraude dos bancos. Outras cinco pessoas já foram identificadas, porém permanecem foragidas.

Ao todo foram cumpridos nove mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão domiciliar, expedidos pela 14ª Vara Criminal de Curitiba. Durante a operação, as equipes policiais apreenderam diversos documentos falsos, cheques clonados (em processo de confecção), apetrechos para a falsificação, bem como computadores, impressoras de alta resolução e dois carros (Hilux e BMW).

Para o cumprimento dos mandados de prisão, a DE contou com o apoio do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), da Polícia Civil de Londrina, Guarapuava, Roraima (RO) e Camboriú (SC). O nome da operação – Loro – se refere a forma que a quadrilha chamava o cheque.

Os suspeitos responderão pelos crimes de estelionato, falsificação de documento público, associação criminosa e falsidade ideológica. Todos permanecem presos à disposição do Poder Judiciário.

Porto de Paranaguá recebeu 110 mil caminhões no trimestre


Aproximadamente 110 mil caminhões carregados de soja, farelo e milho já desceram a serra em direção ao Porto de Paranaguá no primeiro trimestre deste ano. Somente em março, quando a safra de grãos brasileira começou a ser exportada pelos produtores, 47.126 veículos passaram pelo Pátio de Triagem do porto, a segunda maior média mensal de toda a história.

Em abril, o movimentou aumentou. Apenas na primeira quinzena do mês cerca de 26 mil caminhões carregados de grãos chegaram ao porto, em um recorde histórico para o período.

O ritmo deve ser este até meados de agosto, já que as previsões apontam para um novo recorde de exportação de grãos. Em meio à quebra da safra argentina, a demanda pela soja brasileira deve crescer. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), 70 milhões de toneladas devem ser comercializadas com outros países – e boa parte deste montante passará por Paranaguá.

“Nossos investimentos melhoraram a logística de escoamento de grãos. Com isso, além de dar agilidade aos produtores que já escolhiam o Porto de Paranaguá para escoar suas produções, atraímos novas cargas para cá”, afirma o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Lourenço Fregonese.

No ano passado, o Porto de Paranaguá já havia registrado recorde de movimentação de cargas, com 51,5 milhões de toneladas, e o maior volume de caminhões no Pátio de Triagem, com cerca de 410 mil veículos.

Para dar conta desta demanda crescente, investimentos foram feitos em todas as etapas do processo logístico. O Pátio de Triagem recebeu obras de modernização das suas portarias e no seu acesso viário, que deram agilidade e segurança aos motoristas.

Na outra ponta, na descarga de grãos, quatro shiploaders (carregadores de navios) foram trocados, substituindo equipamentos da década de 70 e aumentando a capacidade de embarque de cada sistema em 33%.

Fonte: AEN

O que muda na punição para motoristas bêbados a partir desta quinta-feira



Começam a valer nesta quinta-feira (19) punições mais duras para os motoristas alcoolizados que causarem mortes ou lesões graves no trânsito.

Aprovada em dezembro pela Câmara dos Deputados, a Lei 13.546 sobe para cinco a oito anos de prisão a pena para o homicídio culposo (sem a intenção de tirar a vida) causado sob efeito de álcool ou outras substâncias psicoativas. Até agora, a reclusão era de dois a quatro anos. No caso de lesão corporal grave ou gravíssima, a pena, que era de seis meses a dois anos, passa a ser de dois a cinco anos. A lei vale apenas para acidentes que tenham vítimas, e não em qualquer caso de embriaguez ao volante.

A elevação das penas significa que não será mais possível que a autoridade policial arbitre uma fiança de imediato, permitindo ao motorista responder em liberdade pelo crime. O delegado deverá lavrar o flagrante e encaminhar o caso ao Judiciário. O juiz poderá arbitrar uma fiança.

O objetivo da alteração no Código de Trânsito Brasileiro, que entra em vigor 120 dias após a sanção presidencial, é desencorajar o hábito de dirigir depois de beber ou usar drogas, uma das principais causas de fatalidades nas estradas. Conforme a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde, 7,3% da população adulta das capitais brasileiras admitiu que dirige após beber. Segundo levantamento feito pelo movimento "Não Foi Acidente", de 2009 até o ano passado foram registrados 460 mil casos de morte provocados por motoristas embriagados. Desse universo, apenas 16 motoristas teriam ido para a prisão.

Pela regra anterior, considerada branda, o motorista envolvido em acidentes com vítimas fatais poderia ser enquadrado tanto no homicídio doloso (quando é assumida a intenção de matar) quanto no culposo, dependendo da interpretação dada pela autoridade responsável pela investigação. O réu indiciado na categoria de homicídio culposo costumava ser punido apenas com o pagamento de cestas básicas ou serviços comunitários.

— A ideia é acabar com a cesta básica. Nós temos que educar, e punir também é uma maneira de educar — disse a deputada federal Christiane Yared (PR-PR), uma das articuladoras da votação do projeto e mãe de um jovem morto no trânsito.

O advogado Mauricio Januzzi, que colaborou para a redação da lei, afirma que o princípio é deixar claro que "quem dirige e mata responde preso". Para ele, a certeza de privação de liberdade é um argumento forte para mudar o comportamento de risco dos motoristas, o que refletiria em uma queda nas mortes. 

As novas regras não alteram o valor da multa ou os limites de álcool permitidos. Para configurar crime, o motorista deve apresentar concentração igual ou superior a seis decigramas de álcool por litro de sangue ou igual ou superior a 0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar. Sinais que indiquem alteração da capacidade psicomotora também podem ser adotados como critério. Diário Catarinense

Viaturas do governo ficam paradas por falta de pagamentos a oficinas


Carros da Polícia Militar do Paraná (PM), do Corpo de Bombeiros e de outras autoridades estão encostados em oficinas por falta de pagamentos pelos serviços - alguns deles há mais de um ano.

Segundo o sindicato que representa as oficinas, a empresa JMK, contratada para executar o serviço, não está pagando em dia pelos consertos. A dívida já chega a R$ 5 milhões, ainda conforme o sindicato.

"Quem perde com isso é a comunidade. Estamos sem ambulância, sem carro na polícia, tudo isso aqui está prejudicando. Infelizmente, as oficinas querem prestar um bom serviço, mas não conseguem fazer graças ao prejuízo que estão levando", diz o presidente do sindicato, Wilson Bill.

Sem receber, os donos de oficina tem cobrado as dívidas em cartório. Em outros casos, os empresários buscam a Justiça.

Neste ano, pelo menos 13 oficinas do estado já entraram com ações contra a JMK para receber por consertos que fizeram. Com uma das oficinas, por exemplo, a dívida passa de R$ 184 mil.

"Está estranha a situação. A empresa deve, está com uma bola de neve, e continua com contrato. Inclusive, foi renovado novamente o contrato", reclama Bill.

A JMK foi contratada pelo governo estadual em junho de 2015, com a promessa de reduzir os custos e melhorar a manutenção da frota.

O contrato com a empresa já foi prorrogado três vezes - a última, em janeiro deste ano. No ano passado, a JMK recebeu do governo R$ 57 milhões. Veja a matéria em vídeo clicando aqui.

Fonte: G1 - PR