sábado, 11 de julho de 2015

Chuva causa estragos em 18 cidades e deixa 251 pessoas desabrigadas

G1 PR (Foto: Artur Bernardi/ RPC Noroeste)

Para muitas famílias da região norte e noroeste do Paraná o sábado (11) foi dedicado para espalhar lonas em cima de telhados danificados, limpar móveis que ficaram molhados e contar os prejuízos após a chuva de granizo que atingiu o estado na sexta-feira (10). Segundo a Defesa Civil, 1.339 pessoas tiveram prejuízos por causa do temporal. Destas, 69 estão desalojadas, 251 estão desabrigadas e duas foram feridas. Conforme o balanço do órgão, 18 municípios foram atingidos por tempestades ou chuva de granizo.

As cidades com mais problemas foram Janiópolis, Indianópolis, Floresta, Araruna, no centro-oeste do estado, e Alto Paraíso, no noroeste. Mas, também houve estragos em Jandaia do Sul, Cafelândia, Loanda, Mauá da Serra, Nova Londrina, Ponta Grossa, Roncador, Rondon, Santa Cruz do Monte Castelo, Santana do Iraré, São Pedro do Paraná, Ubiratã e Umuarama. Imóveis também foram danificados em Londrina.

Em Janiópolis, a chuva de granizo danificou 200 casas e 700 pessoas foram afetadas, de acordo com a Defesa Civil. Os moradores do distrito de Bredápolis passaram o dia esticando lonas para tentar proteger as casas. Em uma lanchonete do distrito, o telhado ficou completamente cheio de furos. Equipamentos foram danificados e comidas estragaram.

Em Floresta, 60 pessoas estão desalojadas, e 100 casas foram danificadas pelas pedras de granizo. Na casa do agricultor Osvaldo Tesolin vai ser preciso trocar 40 telhas. “Vamos colocar lona em cima porque vem mais chuva por aí”, lamenta.

Na fábrica de batata frita, o granizo atingiu o maquinário e aproximadamente 15 toneladas de batata foram perdidas. “Também perdemos grande parte do maquinário. A hora que a chuva começou o pessoal ainda estava trabalhando. Estimo que teremos um prejuízo de R$ 400 mil”, diz o dono da fábrica de batatas.

A chuva de granizo também apavorou fieis de uma igreja. A água ficou acumulada no teto, e parte de uma estrutura de gesso desabou. “O barulho foi assustador, devido ao tamanho das pedras de gelo. Os carros dos membros da igreja ficaram danificados. Para-brisas foram quebrados e a lataria amassada”, diz o pastor Mucio. 

No noroeste, no município de Rondon, um cliente se machucou após a cobertura de uma lanchonete desabar. O teto de um mercado e a cobertura de um posto de combustíveis cederam. Uma pessoa ficou ferida ao ser atingida pelos escombros.

Na zona rural, uma vaca morreu ao ser atingida por uma árvore e dois barracões de frangos desabaram. Em um deles, estavam oito mil aves. “Metade dos animais morreram e a solução será entregar o restante das aves para outros produtores”, diz o técnico do aviário Lucas Farias.

A Defesa Civil em Rondon estima que mais de 100 árvores caíram durante o temporal e 115 casas foram danificadas. A cidade de 10 mil habitantes também ficou sem energia elétrica até a manhã deste sábado. “Aguardamos agora para conseguir mais lonas, telhas e cestas básicas para as pessoas que perderam tudo”, diz o coordenador da Defesa Civil municipal, Pedro Monteiro.

Já em Londrina, no norte, danificou uma escola estadual localizada na Zona Sul da cidade. Parte do colégio foi destelhado, e como consequência, a direção precisou suspender as aulas.

O vento forte abriu um buraco no telhado. A estrutura de ferro não suportou o vendaval e as telhas foram parar no estacionamento do colégio. Na hora do temporal 150 alunos estavam estudando, mas ninguém ficou ferido.

Por causa da situação, 700 alunos que fariam a reposição de aulas neste sábado foram dispensados. Segundo a diretora Maria Ângela Leite, se continuar a chover provavelmente não terá aula na segunda feira.

Vertedouros abertos
Os temporais também tiveram reflexos no nível do Lago de Itaipu. Como choveu muito entre Foz do Iguaçu e Guaíra, no oeste do Paraná, a Usina Hidrelétrica de Itaipu abriu o vertedouro na madrugada deste sábado (11) para escoar uma parte da água. A medida operacional foi tomada para evitar o excedente de água.

Esta foi a primeira vez no ano que os vertedouros da usina foram abertos. A última vez que os vertedouros foram abertos ocorreu no dia 9 de junho. Devido ao grande volume de água, a usina conseguiu produzir 12 mil megawatts de energia somente neste sábado.



Atropelamento com vítima fatal na PR 466 na localidade de Dodge/Turvo.

OCORRÊNCIA ATENDIDA PELA POLÍCIA MILITAR DE TURVO


ÁS 20H45 , UMA SOLICITAÇÃO ANÔNIMA RELATOU QUE HAVIA OCORRIDO UM ATROPELAMENTO PRÓXIMO A LOCALIDADE DODGE. A EQUIPE ACIONOU A POLÍCIA RODOVIÁRIA ESTADUAL E AMBULÂNCIAS DO MUNICÍPIO E DESLOCOU ATÉ O LOCAL ONDE AO CHEGAR CONSTATOU QUE HAVIA UMA EQUIPE DA POLÍCIA CIVIL,CRIMINALÍSTICA E IML QUE AO PASSAR PELO LOCAL DEU ATENDIMENTO A SITUAÇÃO, POIS RETORNAVAM DE UM ATENDIMENTO EM TURVO E A VÍTIMA JÁ ESTAVA EM ÓBITO. DIANTE DO FATO A EQUIPE PERMANECEU NO LOCAL ATÉ A CHEGADA DA POLÍCIA RODOVIÁRIA ESTADUAL A QUEM REPASSOU A SITUAÇÃO. O CORPO DA VÍTIMA FOI REMOVIDO AO IML DE GUARAPUAVA.

FONTE: DPM DE TURVO

Informações repassadas pela Funerária SerLuto de Turvo: A vítima que entrou em óbito, o senhor Rivair Maciel da Silva, é morador da localidade de Campina das Palmeiras, interior do município de Turvo.

Homem é encontrado morto na localidade de Carriel/Turvo.

 A POLÍCIA MILITAR PRESTOU ATENDIMENTO EM LOCAL DE MORTE NA LOCALIDADE DE CARRIEL, INTERIOR DO MUNICÍPIO DE TURVO.
  

ÁS 15H45 DO DIA 10/07/2015, UMA SOLICITAÇÃO ANÔNIMA RELATAVA QUE HAVIA UM INDIVÍDUO EM ÓBITO NO INTERIOR DE UM BARRACO E QUE ESTE POSSUÍA SINAIS DE AGRESSÃO. A EQUIPE DESLOCOU ATÉ A LOCALIDADE CARRIEL ONDE FEZ CONTATO COM O IRMÃO DA VÍTIMA O QUAL RELATOU QUE UM CONHECIDO O PROCUROU DIZENDO QUE NÃO TINHA VISTO MOVIMENTAÇÃO NA CASA NESSE DIA, ACHANDO ESTRANHO. DIANTE DISSO O MESMO FOI ATÉ O REFERIDO BARRACO E LOCALIZOU SEU IRMÃO JOÃO VALMIR PULMAR DE ASSIS JÁ SEM VIDA. NO LOCAL A EQUIPE CONSTATOU O FATO, TAMBÉM QUE HAVIA MANCHAS DE SANGUE PELO CHÃO, ROUPAS E COLCHÃO, ALÉM DE SANGUE E FERIMENTOS PELA FACE DA VÍTIMA. A VÍTIMA ENCONTRAVA-SE EM SUA CAMA SEMI NU. DIANTE DISSO FOI FEITO O ISOLAMENTO DO LOCAL E ACIONADO A POLÍCIA CIVIL, CIENTÍFICA E IML QUE SE FIZERAM PRESENTES E DERAM SEGUIMENTO A SITUAÇÃO. A EQUIPE POLICIAL PERMANECEU NO LOCAL ATÉ A CONCLUSÃO DOS TRABALHOS PELA PERÍCIA E A REMOÇÃO DO CORPO PELO IML.

FONTE: POLÍCIA MILITAR DE TURVO





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