terça-feira, 9 de junho de 2015

Professores da Unicentro decidem manter greve


Os professores da Universidade Centro Oeste (Unicentro) decidiram manter a greve. A Assembleia dos professores foi realizada na tarde desta terça feira (09) em Guarapuava e Irati.

Em Irati 80 professores foram favoráveis à continuidade da greve e apenas três contrários. Já em Guarapuava, 148 professores optaram em continuar com a paralisação e 63 se manifestaram favoráveis ao fim da greve.

De acordo com o secretário da Associação dos Docentes (Adunicentro), Deny William, além da reposição de 8,17% relativa ao mês de maio, a categoria exige da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) que retome as discussões em torno dos repasses para o custeio da Unicentro, contratação de novos professores e assistência estudantil.
“A greve está mantida e nós estamos agendando uma audiência com o secretário João Carlos Gomes, da Seti, para darmos continuidade às negociações”, enfatizou.

Fonte: www.redesuldenoticias.com.br

Cinco vereadores votaram contra o projeto de lei que tornaria a Cavalgada evento oficial do município de Turvo.



Na sessão da Câmara de Turvo, dessa segunda, 8 de Junho, após ser aprovada em primeira discussão por unanimidade de votos, o projeto de lei que oficializava a Cavalgada como um evento oficial do município, que habitualmente é realizada no aniversário do município, no mês de Maio, em segunda discussão, colocado em votação ontem, cinco vereadores votaram contra o projeto de autoria do vereador Eraldo Mattos.

Votaram contra: Aroldo, Vilson, Beto, Cristo, e Zé Meira.

O que deu a entender é que os vereadores Aroldo e Zé Meira, em suas falas, votaram contra porque o vereador Eraldo, votou contra o projeto de lei sobre o aumento de 20% no salário do procurador do município, projeto esse que foi aprovado.

Durante a sessão foi colocado um projeto para ser votado em primeira discussão, que autoriza o Poder Executivo Municipal a celebrar Convênio com a AFASSA – Associação Faxinalense Saudade Santa Anita, no valor de R$ 48.000,00. Os mesmos vereadores que votaram contrário o projeto da Cavalgada, votaram a favor desse projeto.

Em conversa após a sessão com o vereador e Tropeiro Eraldo, que sempre participa das cavalgadas, ele nos falava que a Cavalgada mesmo não sendo projeto de lei, vai continuar como sempre eles vêm fazendo, porque a tradição deve ser mantida.

Ouça nos áudios abaixo, tudo o que foi discutido na sessão do dia 08/06/2015.












Feriado termina com 398 acidentes e 30 mortes nas estradas do Paraná


O feriado de Corpus Christi, celebrado na quinta-feira (4), terminou com 398 acidentes e 30 mortes nas rodovias federais e estaduais do Paraná. A operação de fiscalização nas estradas foi realizada entre a noite de quarta (3) e manhã desta segunda-feira (8) pelas polícias rodoviárias Federal e Estadual.

Do total de acidentes, 237 foram registrados nas rodovias federais, que cortam o estado. Desses, 12 pessoas morreram e 184 ficaram feridas. Também nas estradas federais, os radares flagraram 6.533 motoristas por excesso de velocidade. Desses, 113 estavam dirigindo sob efeito de bebida alcoólica. Mais de 30 foram multados pela Lei Seca.

O número de mortos aponta redução de 29,4% em relação ao feriado de Corpus Christi do ano passado, quando 17 pessoas morreram.

Um dos acidentes mais graves ocorreu na madrugada de domingo (7), na BR-476, em Contenda, na Região Metropolitana de Curitiba, e deixou dois irmãos mortos e quatro feridos. Segundo a PRF, dois carros bateram de frente. Um deles, estava na contramão.

Já nas rodovias estaduais, foram registrados 161 colisões com 174 pessoas feridas e 18 mortes. Também foram autuados 2.654 motoristas. O número de mortes, conforme a PRE, é 125% maior em relação ao mesmo período de 2014 – quando oito pessoas morreram no feriado.

Fonte: G1 PR

Palmeirinha pode receber aterro com lixo altamente tóxico


Ouça na reportagem de Luan Chagas. Para ouvir, Clique aqui.

O distrito da Palmeirinha poderá receber nos próximos meses um aterro sanitário Classes 1 e 2. A licença de localização foi concedida pela Prefeitura de Guarapuava e a licença prévia pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP). O local escolhido fica no km 13 da PR 466, nas proximidades da pedreira municipal no interior do distrito. O famoso “lixão” tem gerado controvérsias entre os moradores e o formato do aterro que permite a destinação de produtos altamente tóxicos de mais de 15 municípios na região. Os próximos passos da instalação prevêem pareceres também do IPHAN e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, além da realização de uma audiência pública com os moradores para decidir se querem ou não receber o aterro.

A instalação é de uma empresa privada que teve a concessão liberada pelo IAP e a autorização da Prefeitura Municipal na escolha do local. A atividade está prevista dentro da Lei 12.305/10 que prevê a gestão integrada dos resíduos sólidos e o compartilhamento de responsabilidades com empresas privadas. O caso tem gerado polêmica no distrito, onde alguns moradores já se posicionam contrários à instalação.

Morador da área central e empresário, Valdeci dos Santos afirmou que é contra a instalação de um aterro próximo ao distrito. Segundo ele, a comunidade precisa ser consultada sobre o caso. “Isso daí é um presente de grego, a gente que tem filhos pequenos aqui, ver a instalação de um lixão em vez de empresas empregos, principalmente porque é próximo de uma empresa que não pode ter a interferência de lixo desse tipo. Não somos contra, desde que não seja feito próximo ao centro da Palmeirinha. Nós dependemos de indústrias e não de lixões”, afirmou.

Empresário em Guarapuava, Anizio Cruz também ressaltou que é contra a instalação e hoje o aterro pode representar atrasos para o distrito. “Eu tenho minha casa, meus irmãos. O lixão é uma coisa que Guarapuava tem que fazer, mas na Palmeirinha não, isso por mais bem cuidado que seja, não vejo de uma forma legal isso. Eu estive próximo a Curitiba e eu via o problema em Rio Branco, os moradores sempre reclamando do mau cheiro, isso nunca vai deixar de ser um lixão”, destacou.

Para o vereador Milton Roseira Júnior (PSDB), a empresa já conseguiu a licença de localização com a Prefeitura de Guarapuava e a instalação de um aterro necessita da consulta sobre a opinião da população. “Um aterro sanitário é necessário, porém não próximo a Palmeirinha, a menos de um quilometro, com classe 1, com resíduos perigosos. A Prefeitura já deu a licença de localização e o IAP concedeu a licença prévia. É preciso discutir isso com a população para que isso não aconteça naquela região”.

IAP explica como funciona o licenciamento

O Instituto Ambiental do Paraná (IAP), que concedeu a licença para a empresa privada que pretende administrar explicou como funcionam os passos para a instalação do aterro. O biólogo e técnico em licenças do IAP, Marco Antonio Silva, argumentou que o caso da Palmeirinha é um aterro particular que pode receber resíduos domésticos e industriais e perigosos. “Trata-se de um aterro particular, para uso doméstico e comercial, alem de outros itens provenientes da área industrial com resíduos altamente tóxicos mediante custeio da própria sociedade, que abre espaço para casos como esse”, contou.

O biólogo ainda explicou que a licença passa por três fases e uma delas prevê a participação da comunidade e a autorização da Prefeitura. “Ela ainda vai passar pelo relatório do meio ambiente e a audiência pública para apreciação da população quanto aos planos de controle ambiental. Passado isso que ele pode realmente construir e realizar as alterações no solo. Após a montagem das estruturas, ele recebe a licença de operação, com órgãos como o IAP, IPHAN e a Secretaria do Meio Ambiente”, afirmou.

Silva afirmou que a área precisa ser isolada pelos perigos do aterro Classe 1. “O mais difícil é encontrar a área ideal que tem que ser distantes dos cursos de água, profundidade de solo que tem que suportar a atividade do aterro, ao mesmo tempo não ser muito distante dos grandes centros urbanos, de que não haja habitações próximas”, disse.

Os consórcios precisam de uma organização e a autorização para o planejamento da entrega do lixo até o aterro. “Os consórcios necessitam de toda uma regulamentação, com a montagem de uma equipe gestora que faz o planejamento estratégico de como será a abrangência pela quantidade de cidades atendidas e a distancia entre os aterros e centrais de compostagem, coleta de materiais perigosos, tudo é quantificado antes e estabelecido o custo operacional e o que será rateado entre os municípios consorciados”, disse.

Secretário afirma que aterro é privado 

Segundo o IAP, após a concessão da localização, a empresa precisa receber a Licença de Operação que possui pareceres também do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico Nacional) e da própria Prefeitura pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente. O secretário da pasta, Celso Araújo reafirmou que Guarapuava já possui condições para atender ao Classe 2 dentro da Política Nacional dos Resíduos Sólidos e não necessita de um novo aterro.

Caso seja instalado na Palmeirinha, o aterro Classe 1 seria o quarto no Paraná. Para o secretário, o interesse é de grupos particulares que viram a chance em lucrar com um novo aterro. “Guarapuava tem um problema muito sério com isso, principalmente pelos acidentes e pelo que é transportado pela região. Todo material contaminado deve ter um destino certo, como acontece em Sarandi, Londrina e Curitiba. Parece que existe um grupo particular que viu nisso uma grande fonte de ganhar dinheiro e acho que estão tentando fazer um aterro”, afirmou.

Segundo o secretário o município não tem nenhum programa em torno da Classe 1 que é particular, sem vínculos com a prefeitura. “O município não tem nem um trabalho nesse sentido, Classe 1 não é problema da cidade, é particular, então se o IAP está licenciando isso não tem nada a ver com Guarapuava, a nossa função é no aterro municipal”.

Araújo explicou que não evoluiu a adesão da prefeitura ao Consórcio que reuniria 15 municípios para o tratamento do lixo em Guarapuava. “Não evoluiu isso daí, estamos tratando disso sozinhos, nosso aterro dá conta e se ir para outros municípios, o único que resolve essa situação atendendo a legislação é nosso”, disse.

Ainda não há a previsão para a realização de uma audiência pública sobre o novo aterro sanitário privado Classe 1 no distrito da Palmeirinha.

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