quinta-feira, 20 de abril de 2017

Nova Igreja da Comunidade Ucraniana de Turvo começa a ser construída


A comunidade da Igreja Ucraniana que existe há quase 30 anos em Turvo, começou a construir a sua nova igreja. Através de festas, doações e promoções, a estrutura foi montada, dando continuidade a construção. No dia 09 de julho, a comunidade estará promovendo uma grande festa. Quem quiser colaborar, na Comercial e Ivaiporã e na Construa Materiais de Construção existe um cadastro em nome da igreja para as pessoas que queiram fazer doações de materiais. 

Doações em dinheiro ou Dízimo poderão ser feitas na AF Veículos com Alexandre Barella ou Maria Inês, que será fornecido rebico em nome da comunidade. 

A igreja ficará semelhante a da foto abaixo que é da Comunidade Ucraniana de Guairacá – Guarapuava. 

Desde já a comunidade agradece a todos.













Morre em Turvo aos 54 anos, Selio Carlos dos Santos



Morreu por volta das 10h00 da manhã dessa quinta-feira, 20 de abril, o senhor Selio Carlos dos Santos, com 54 anos de idade. O velório está acontecendo na Capela Mortuária. A missa de corpo presente acontece às 10h00 desta sexta-feira e em seguida será sepultado.

Segundo informações do seu cunhado Diurda, Selio passou mal, foi internado nessa madrugada, teve uma parada cardíaca e não resistiu vindo a falecer. 

À família enlutada as nossas sinceras condolências.

Feriados aumentam a demanda por sangue no Estado



Feriados prolongados trazem mais riscos de acidentes em estradas, o que demanda um preparo maior para o caso de situações emergenciais que necessitem de transfusões de sangue. Ao mesmo tempo, durante essas datas o número de doadores costuma cair entre 30 e 40%. Por isso, a Secretaria de Estado da Saúde solicita doações de sangue antes dos feriados de Tiradentes (21 de abril) e do Dia do Trabalhador (1º de maio).

“Uma única doação pode salvar até quatro vidas. Portanto, antes ou depois de aproveitar os dias de folga, lembre-se de ir até uma das unidades da rede Hemepar e fazer a sua parte para ajudar o próximo”, solicita o diretor do Hemepar, Paulo Hatschbach. As unidades estarão fechadas na sexta-feira (21) e na segunda-feira (1º). Para os locais que funcionam aos sábados, o atendimento será normal nos dias 22 e 29 de abril.

Além de Curitiba, a rede Hemepar possui outros 20 pontos de coleta em Paranaguá, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão, Foz do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Umuarama, Cianorte, Paranavaí, Maringá, Apucarana, Londrina, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Toledo e Telêmaco Borba. Os endereços e horários de cada unidade podem ser conferidos no link: .http://www.saude.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=155

FIDELIDADE – As unidades da Hemorrede são responsáveis pelo fornecimento de bolsas de sangue e hemoderivados a 384 hospitais de várias regiões do Paraná. Para garantir o abastecimento adequado, são necessárias de 500 a 600 doações diárias no Estado. Na capital, o ideal é receber de 150 a 200 doações todos os dias.

Para manter os estoques regulares, são necessários doadores fidelizados – que fazem pelo menos três doações por ano. Silas Rodrigues atualmente é funcionário público, mas quando fazia parte do exército foi motivado a começar a doar sangue. “Já doo desde 1997. Esse é a minha maneira de contribuir com o próximo e exercer a cidadania”, afirma.

A restauradora Carolina Normann também é uma doadora fidelizada. “Tenho sangue do tipo ‘O positivo’, que serve para várias pessoas, por isso procuro sempre dar a minha contribuição. Dessa vez, apareceu um amigo que estava precisando, então resolvi vir”, conta.

Já o estudante Felipe Kuertcher procurou o Hemepar para realizar sua primeira doação. “Minha namorada já doa há tempos. Vim motivado por ela e acho que todo mundo deveria fazer o mesmo, deixar a preguiça de lado e fazer a sua parte”, fala. 

Para doar é essencial estar em boas condições de saúde, pesar no mínimo 50 quilos e ter entre 16 e 69 anos – menores de idade devem estar acompanhado do responsável. No momento da doação, é importante estar descansado e evitar alimentação gordurosa algumas horas antes, mas não estar em jejum. Também é necessário portar um documento oficial com foto.

Fonte: www.aen.pr.gov.br


Em meio à polêmica do jogo Baleia Azul, curitibano lança o desafio da Capivara Amarela


Em meio à polêmica do jogo Baleia Azul, que propõe 50 desafios aos adolescentes e sugere o suicídio como última etapa, o curitibano Sandro Sanfelice, de 28 anos, criou o desafio da "Capivara Amarela", que propõe orientar pessoas que buscam algum tipo de ajuda.

"Eu comecei divulgando a ideia para pessoas que fazem parte de um blog que eu criei. Nós pensamos em uma forma de fazer um contrajogo para, principalmente, ajudar as pessoas que pensam ou que já pensaram em se cadastrar no jogo Baleia Azul. Foi então que a maioria gostou da ideia e decidimos colocar em prática", explicou Sandro.

O desafio da Capivara Amarela foi criado no Facebook e até a manhã desta quinta-feira (20) tinha mais de mil participantes de várias cidades brasileiras. Os participantes são separados entre desafiantes, que são as pessoas que buscam ajuda, e os curadores, que são uma espécie de padrinhos dessas pessoas.

"Nós temos uma lista com vários desafios e pelo menos 50 devem ser passados para cada desafiante através dos curadores", destacou o curitibano. Ele explicou ainda que, além de repassar os desafios diariamente, os curadores também tem a missão de conversar com as pessoas e saber como elas estão ou até mesmo ouvir um desabafo.


Segundo Sandro, os curadores também recebem orientações de profissionais da saúde para que possam orientar os desafiantes em situações de necessidade de tratamento médico. "Inclusive, eu quero deixar bem claro que o desafio da capivara amarela não substitui um tratamento, é só uma forma mais leve de trabalhar a autoestima e melhorar a qualidade de vida", destacou.

Os desafios são separados em três categorias - iniciais, intermediários e avançados. Entre eles estão, por exemplo, escrever todo dia em um pedaço de papel uma qualidade ou algo que a pessoa goste nela mesma, usar uma roupa favorita e tirar fotos, como se estivesse fazendo um book fotográfico, doar sangue, entre vários outros.

O nome do grupo, explica Sandro, é porque, além de vários outros motivos, a capivara se tornou um dos símbolo de Curitiba.




Força-tarefa da Secretaria de Segurança

O secretário de Segurança do Paraná, Wagner Mesquita, fez um apelo para que os jovens "não cedam a ameaças" do jogo Baleia Azul durante entrevista coletiva nesta quarta-feira (19). Ele anunciou uma força-tarefa para identificar os responsáveis pelos desafios do jogo.

"Deixamos bem claro que podem existir ameaças aos jovens que entram no jogo, mas que não existe esse risco. Quem está por trás disso são jovens e adolescentes, por meio da internet. Então, não cedam a ameaças”, disse Mesquita.

Curitiba registrou cinco tentativas de suicídio de adolescentes na madrugada de terça-feira (18), de acordo com a prefeitura. Também foram registrados três casos de ferimentos, conforme a Secretaria de Saúde do município.

O objetivo da força-tarefa, segundo Mesquita, é identificar as pessoas que estão recrutando os jovens para o jogo e responsabilizá-las. Maiores de idade envolvidos com o jogo podem responder por incitação ao suicídio e menores terão a punição definida pela Justiça, explicou o secretário.

O secretário também fez um apelo aos pais e responsáveis. "Os pais, verificando sinais de lesões nos filhos, eles devem procurar uma unidade da Polícia Civil disponível no seu município", orientou.

Vão integrar a força-tarefa o Centro de Operações Policiais Especiais (COPE), a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o Núcleo de Proteção à Criança e Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria) e o Instituto de Criminalística do Paraná.

Fonte: G1 - PR

Estado adota medidas de proteção e orientação de jovens e adolescentes


O Governo do Estado mobilizou equipes da segurança pública, educação e saúde e determinou a adoção de todas as medidas necessárias para proteger e orientar adolescentes em razão de suspeitas de tentativas de suicídio estimuladas pelo jogo virtual Baleia Azul. 

Nesta quarta-feira (18/04), o secretário da Segurança Pública e Administração Penitenciária, Wargner Mesquita, anunciou a criação de uma força tarefa para investigar casos de jovens que procuraram assistência hospitalar nos últimos dias por conta de atos de automutilação e outros ferimentos autoprovocados. 

Os trabalhos envolvem o Núcleo de Proteção a Criança e ao Adolescente Vítimas de Crime (Nucria), que vai fazer o primeiro atendimento, o Núcleo de Combate aos Cibercrimes (Nuciber) e o Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) A formalização de inquéritos fica a cargo da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A Polícia Científica também compõe o grupo. 

Mesquisa explica que em cidades onde não há unidades da força-tarefa, a comunicação do crime deve ser feita na delegacia mais próxima, que vai direcionar os casos. “O trabalho da polícia é de identificar e responsabilizar indivíduos que possam estar recrutando jovens e administrando jogos por redes sociais, incitando ao suicídio”, disse.

Ele também reforçou a importância da atenção dos pais de jovens e adolescentes. “A orientação aos pais e educadores dos jovens é que se registre a ocorrência, seja preservado o material (celular e/ou computador) e prestado atendimento médico imediato”, afirma o secretário da Segurança Pública.

EDUCAÇÃO - A Secretaria da Educação emitiu um comunicado para que educadores da rede pública estadual reforcem os cuidados quanto à mudanças de comportamento dos estudantes - como alterações de humor, de rotina, vestimenta - ou o aparecimento de marcas no corpo e mesmo de tatuagens. 

A secretária da Educação, professora Ana Seres, esclarece que as escolas já estão preparadas para lidar com situações inusitadas e de risco, não só como no caso o jogo Baleia Azul. “Pedagogos, professores, funcionários e diretores sabem que, ao identificar qualquer comportamento estranho num estudante, devem ser tomadas providências”, afirma. 

Ela explica que as escolas devem chamar a família, conversar com o aluno e os pais e buscar um adequado encaminhamento para o caso, seja pedagógico ou médico. “Temos uma rede de proteção para ser acionada, que envolve a escola, a família, conselhos tutelares, Ministério Público. Importante é manter as crianças e adolescentes protegidos e com a assistência necessária”, completou, lembrando que a ouvidoria da secretaria também pode ser acionada pelo fone 0800-419192 ou pelo e-mail ouvseed@pr.gov.br.

ALERTA - A Secretaria da Saúde determinou que hospitais, prontos socorros, unidades de saúde e demais serviços de atendimento médico no Paraná redobrem a atenção em situações de automutilação e uso inadequado de medicamentos por crianças e adolescentes. 

Uma nota técnica da secretaria vai orientar a conduta dos profissionais da saúde frente a este tipo de situação. Uma rede de serviços estará à disposição para dar suporte aos casos que forem registrados, tanto com assistência clínica quanto psicológica. 

Para a família, a recomendação da pasta é que, ao identificar algum comportamento suspeito, leve a criança ou adolescente para a unidade de saúde mais próxima. “A situação é delicada e os pais devem ficar atentos ao comportamento de seus filhos”, afirma o secretário da Saúde, Michele Caputo Neto. “Trata-se de um jogo criminoso que tomou conta das redes sociais e está vitimando nossas crianças”, disse.

Caso haja algum sinal de automutilação, o encaminhamento deve ser feito para o pronto socorro, de um hospital ou de uma Unidade de Pronto Atendimento 24h (UPA). “Órgãos de saúde, educação e segurança pública estão trabalhando em conjunto para dar uma resposta a sociedade frente a este grave problema”, declarou Caputo Neto.

Fonte: www.aen.pr.gov.br

Voluntários realizam campanha para ajudar no tratamento de menino com doença degenerativa



Há três anos o menino Lucca, de Jacarezinho, no norte do Paraná, luta para sobreviver. Ao completar seis meses de vida, o garoto foi diagnosticado com a doença atrofia muscular espinhal (Ame) tipo 1, uma doença genética degenerativa e que faz com que o paciente deixe de se mover ou mesmo respirar. Um diagnóstico difícil, mas que mesmo assim fez a mãe do Lucca seguir em frente.

“Foi muito devastador para uma mãe e para um pai. Todos os sonhos foram frustrados”, conta emocionada Karina Roberta da Silva.

Lucca depende de aparelhos para respirar e se alimentar. Por causa da traqueostomia, não consegue falar, e também não anda. Para tentar reverter essa situação, os pais precisam de R$ 3 milhões para comprar um remédio que é produzido nos Estados Unidos.

A Atrofia Muscular Espinhal tem origem genética. É caracterizada por uma deficiência nos neurônios motores, responsáveis pela comunicação entre o cérebro, a coluna e os músculos.

No fim de 2016, os Estados Unidos lançaram o primeiro remédio para combater a Ame, o que acendeu uma esperança para pacientes como o Lucca.

]“As crianças com o mesmo tipo de doença conseguiram andar, passaram a movimentar objetos, não precisam mais do auxílio do respirador. São resultados muito promissores. As crianças conseguiram falar, não precisaram mais usar a traqueostomia e engolir alimentos”, explica o médico Guilherme de Faria.

A droga ainda não chegou ao Brasil. Para ter acesso ao tratamento, é preciso importar um pacote fechado de injeções suficientes para dois anos. O custo é de R$ 3 milhões. Uma cifra que parecia inatingível para a família do Lucca, até ver a solidariedade do povo de Jacarezinho. Um grupo que começou com meia dúzia de voluntários hoje já tem dezenas.

“As ideias foram se unindo, crescendo, o comércio ajudando, doando produtos para podermos rifar. Pessoas da comunidade fazendo eventos, vendendo tapetes, cabeleireiros oferecendo cortes de cabelo e escova, tudo em prol do tratamento. A cidade está bem unida”, diz a voluntária Janaína Araújo.

Aos poucos a mobilização vai crescendo, envolvendo mais gente e cada um inventa uma forma nova de ajudar. Um posto de combustíveis, por exemplo, está doando um centavo de cada litro de combustível que é abastecido para a campanha do Lucca. De bomba em bomba, de centavo em centavo, a esperança vai ficando mais viva.

“Tenho certeza que a campanha vai tocar no coração de qualquer um para ajudar esse menino”, enfatiza o radialista Cristiano Soares.

Um motoclube também aderiu à campanha e, para ajudar a arrecadar o dinheiro necessário, está preparando um grande evento. Dessa forma, os motociclistas querem que o Lucca experimente um pouco da liberdade que eles sentem quando estão sobre duas rodas.

“É um valor alto, temos consciência disso, mas a gente tem bastante fé, esperança que vamos conseguir. Daqui dois anos tenho certeza que faremos uma festa na praça para agradecer as pessoas e dar o primeiro presente a ele, que seja uma moto”, pontua o motociclista Charles Carvalho.

“Se cada pessoa doar um real, acredito que podemos chegar nesse valor, nesses R$ 3 milhões bem rapidinho”, enfatiza a tia do Lucca Kathilene da Silva.

Chegar a esse valor não é impossível para um garoto que já conseguiu algo muito maior: chegou aos três anos de idade, contrariando a expectativa média de vida para casos como o dele que é de apenas dois anos.

“O Lucca tem muita força de vontade, é o meu orgulho e sempre demonstra o melhor”, afirma a mãe do pequeno Lucca.

Sorrindo o menino conquistou o médico, e o fez abraçar a causa que muitos recusaram. “É uma criança amável e cheia de alegria. Mesmo com tantas dificuldades, é uma criança muito feliz”, pontua o médico.

“Peço para todas as pessoas que puderem contribuir que depositem qualquer quantidade, qualquer valor, para que eu consiga proporcionar a vida para o meu filho. O Lucca precisa viver”, pede Karina.

As doações para o Lucca podem ser feitas por meio de um site colaborativo ou por depósito em uma conta poupança aberta especialmente para o menino.

Depósitos de qualquer valor devem ser feitos no Banco do Brasil, agência 0100-7 e conta poupança 42.724-1, em nome do Lucca Roberto da Silva.

Para mais informações, basta ligar para os pais do garoto nos telefones (43) 9 9154-8442 ou (43) 9 9132-5699.


Fonte: G1 - PR