quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Idosa de 85 anos é vítima de abuso sexual em Capanema


Uma idosa de 85 anos foi vítima de abuso sexual em Capanema na noite de terça-feira (19). Por volta das 19h25 policiais militares foram acionados para atender a ocorrência, populares estavam procurando o autor do crime próximo ao local.

A vítima relatou aos policiais que um homem chegou à sua residência pedindo água, oferecendo cordões e outros adereços, se identificando como um irmão da igreja, momento que a vítima o convidou para entrar e ele pediu para usar o banheiro. Na sequência o agressor começou a abusar da vítima, deixando algumas escoriações em seu corpo. 

O Corpo de Bombeiros foi solicitado para realizar os primeiros atendimentos a idosa e a encaminharam até o hospital. 

Durante as buscas para localizar o suspeito, os policiais foram informados que alguns homens estariam brigando na Avenida independência próximo ao colégio no Centro da cidade. 

No local os policiais encontraram três homens, os quais já haviam parado a briga. Dois estavam com ferimentos e um deles portava um facão, realizada a abordagem os policiais identificaram que se tratavam do envolvido na situação da violência contra a idosa. 

Os feridos foram encaminhados até o hospital para atendimento, e após foram entregues até a 59ª Delegacia Regional de Polícia de Capanema para demais procedimentos.

Celulares, carregadores e até uma esmerilhadeira são apreendidos em carceragem de DP após pedido de Promotoria de Justiça de Iretama


Em Iretama, no Centro-Ocidental do estado, o Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça da comarca, obteve na Justiça um mandado de busca e apreensão que foi cumprido nas dependências da carceragem da Delegacia de Polícia da cidade. Foram encontrados com os presos celulares, carregadores, rádio comunicadores, facas, facões, tesouras, estoques e uma esmerilhadeira, entre outros objetos.

O MPPR pediu a revista por conta de informações de que presos estariam fazendo uso de aparelhos de celular na carceragem, inclusive para ameaçar testemunhas. A busca e apreensão foi autorizada pelo Juízo da Vara Criminal de Iretama, e o cumprimento da medida foi feito com apoio de policiais do 11º Batalhão da Polícia Militar, acompanhado pela promotora da comarca.


Fonte: www.mppr.mp.br

Mega Feira de Inverno da Loja A Barateira será nesta segunda-feira


Se prepare para acordar cedo, nesta segunda-feira 25 de fevereiro, porque as 07 horas da manhã tem a Mega Feira de Inverno da Loja A Barateira. 
O que já era barato, agora sai quase de graça. Liquidação de Inverno com 50% de desconto.








Governador inclui trecho entre Guarapuava e Campo Mourão no pacote de concessões


O governador Carlos Massa Ratinho Junior e o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, levaram nesta quarta-feira (20) ao Secretário Nacional de Transportes Terrestres, Jamil Megid Junior, a proposta de inclusão das rodovias PR-092 (Norte Pioneiro), PR-323 (Noroeste), PR-280 (Sudoeste), além da ligação entre Campo Mourão e Guarapuava, no pacote de concessões do governo federal. A reunião do grupo de trabalho aconteceu em Brasília.

Segundo o governador Ratinho Junior, a modernização das rodovias é fundamental para o Paraná ter uma estrutura adequada de escoamento da produção agropecuária. Segundo ele, a inclusão de trechos estaduais no pacote da União agilizaria a realização das melhorias necessárias.

“É a solução mais rápida, ganharíamos tempo. Essas rodovias não estão estruturadas para receber toda a demanda que já vêm recebendo nos últimos anos”, afirmou Ratinho Junior, reforçando que a produção rural do Paraná praticamente dobra a cada 10 anos. “Queremos deixar as rodovias mais apropriadas para o escoamento da produção e acima de tudo levar mais segurança para a população”.

Na reunião com técnicos do governo federal houve a apresentação de dados de demanda e de tráfego que explicam a necessidades de remodelação das rodovias para fomentar a economia regional e nacional, já que o Paraná é grande exportador de grãos e carnes. A partir da apresentação, o governo federal passa a qualificar as sugestões para viabilizar o ingresso no pacote de concessões.

COMITÊ – O Paraná e o governo federal criaram um comitê para discutir os pacotes de concessão de infraestrutura. O grupo de trabalho é composto por servidores da Secretaria de Infraestrutura e Logística e órgãos ligados ao Ministério da Infraestrutura. O governo federal pretende promover leilões de 23 concessões, incluindo portos e aeroportos, dentro dos 100 primeiros dias de administração federal.

Fonte: AEN

Como usar o FGTS para acelerar a compra da casa própria pelo consórcio imobiliário


*Por Jocimar Martins

Começar a guardar dinheiro para realizar o sonho da casa própria. Muito provavelmente, esta frase consta na lista de metas deste ano de milhares de brasileiros. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase 32% da população do país não têm casa própria quitada e a maioria vive em imóveis alugados.

Neste cenário, os consórcios têm sido uma boa alternativa para encurtar o caminho para o tão sonhado “lar doce lar”, pois, muitas vezes, acabam sendo mais vantajosos que os financiamentos. A questão é que o tempo de espera para ser contemplado – que depende da quantidade de parcelas pagas, além de uma dose de sorte, no caso de ser sorteado logo nos primeiros meses de contribuição – pode ser um “porém” para os participantes mais ansiosos.

Muita gente não sabe, mas no caso dos consórcios imobiliários, se esperar muito pelo sorteio não estiver nos seus planos, é possível deixar o processo de aquisição da casa própria ainda mais rápido com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), aquele valor equivalente a 8% do salário que os empregadores depositam todo mês na conta de cada empregado, em uma conta aberta na Caixa Econômica Federal (CEF). Desde 2009, é possível utilizar até 100% do FGTS como lance para que o valor do consórcio imobiliário seja antecipado, abreviando a espera.

Outra possibilidade é usar o FGTS para diminuir em até 80% o valor das parcelas ou liquidar a dívida do consórcio. Ainda assim, uma terceira opção pode ser mais vantajosa: muitos participantes de consórcios imobiliários usam uma parte do Fundo de Garantia como oferta de lance, acelerando a contemplação do consórcio, e a outra parte para redução das prestações seguintes.

No final de 2018, o Conselho Monetário Nacional, órgão que controla o sistema financeiro no Brasil, tomou uma medida que pode beneficiar ainda mais os participantes de consórcios para moradias novas ou usadas. O limite para utilização de recursos do FGTS para compra de imóveis por meio de consórcios passou a ser de até R$ 1,5 milhão em qualquer unidade federativa – até então, o teto era de R$ 950 mil em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, e de R$ 800 mil nos demais estados.

Embora ainda não seja do conhecimento de muitas pessoas, esses benefícios estão ajudando a movimentar o setor de consórcios imobiliários. A Administradora de Consórcios do Sicredi – ligada à instituição financeira cooperativa que possui mais de 4 milhões de associados e atua em 22 estados brasileiros e Distrito Federal –, além de ser a sexta maior administradora do Brasil, registrou crescimento de 85% na utilização do FGTS entre 2017 e 2018, sendo a maior parte para aquisição do imóvel via consórcio, seguida pela amortização das parcelas do próprio consórcio imobiliário.

O crescimento constado pelo Sicredi engrossa os dados da Associação Brasileira de Consórcios (ABAC). Segundo a entidade, entre 2010 e 2018, aproximadamente 30 mil participantes de consórcios sacaram cerca de R$ 840 milhões do FGTS para complementar o valor do crédito, ofertar lance ou reduzir parcelas – o aumento tem relação com a alteração das regras para saque do Fundo de Garantia, em 2002, que passou a permitir que o dinheiro também seja utilizado para oferta de lance e não somente para complementar carta de crédito, como era anteriormente. Ainda de acordo com a ABAC, o segmento de consórcios imobiliários cresceu

5,8% em participantes ativos, considerando janeiro a novembro de 2018, em relação ao mesmo período de 2017. Além disso, nos três primeiros trimestres do ano passado, representou 27,5% dos imóveis financiados no país.

Os consórcios para compra de imóveis têm caído no gosto popular porque não possuem juros, como nos financiamentos, e também porque são uma alternativa para fugir da burocracia da liberação de crédito. Mas, mesmo com essas vantagens, é preciso analisar muito bem a administradora que oferece o produto.

É importante considerar, por exemplo, a velocidade do fechamento dos grupos de participantes e, principalmente, a saúde financeira desses grupos, que influencia na disponibilização do crédito ao participante. Outro ponto decisivo são as taxas de administração, cobradas pela administradora como remuneração, a fim de garantir que todos os consorciados recebam o bem contemplado. A título de comparação, no Sicredi as taxas são, em média, 20% mais baixas que as praticadas pelo mercado, atualmente. Além disso, em 2018, a instituição financeira cooperativa disponibilizou 21% a mais em créditos que em 2017, contra 3,9% de crescimento do mercado no mesmo período.

Também vale ressaltar que os consórcios não são produtos para consumidores imediatistas, que precisam do bem ou serviço assim que adquirem uma cota. Caso o participante não possa dar um lance ou contar com recursos do FGTS, por exemplo, pode levar um tempo para que seja contemplado. E não podemos deixar de destacar que, além de ajudar a adquirir bens com custo reduzido, os consórcios são uma boa alternativa para desenvolver o hábito de poupar, pois exigem disciplina, programação e planejamento. Em 2019, ao tentar viabilizar o sonho da casa própria, não deixe de considerar esta opção.

*Jocimar Martins é gerente da Administradora de Consórcios do Sicredi

Morre no hospital jovem vítima de acidente em Guarapuava


Morreu na manhã de hoje (20 de fevereiro), a jovem Maria Beatriz Turock, de 18 anos. Ela estava internada desde o último dia 11 de fevereiro, quando foi vítima de um grave acidente no bairro Dos Estados, em Guarapuava. (LEIA MAIS AQUI SOBRE O CASO).

O corpo de Maria Beatriz está sendo encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Guarapuava, de onde deve ser liberado para sepultamento.

O caso de Maria Beatriz era gravíssimo, e muitos amigos faziam vigílias em frente ao Hospital, orando pela sua recuperação.

Fonte: GRMais

Bilhete de gratidão emocionou bombeiro do Paraná em Brumadinho



O tenente Luiz Henrique Vojciechovski, chefe de Operações Terrestres do Grupo de Operações de Socorro Tático (GOST) do Corpo de Bombeiros do Paraná, recorda com carinho de um bilhete de quatro linhas deixado pela população de Brumadinho no painel de uma viatura ao final de um dia de busca intensa no mar de lama e rejeitos que cobriu a cidade mineira em janeiro. “Obrigada pela coragem e bravura! Nosso coração está com os bombeiros!”, dizia.

Vojciechovski foi um dos primeiros paranaenses a pousar em Minas Gerais para auxiliar as forças de segurança locais no resgate às vítimas do rompimento da barragem do Córrego do Feijão. A missão da equipe era localizar e alçar os corpos em um dos times de intervenção, como eram chamados os agrupamentos dos voos rasantes de helicópteros.

Por determinação do governador Carlos Massa Ratinho Junior, o Paraná foi um dos primeiros estados do país a prestar apoio técnico e operacional para mitigar as consequências da tragédia que sacudiu o país. Essa equipe do Corpo de Bombeiros (composta ainda pelo sargento Guilherme Berwanger e pelo capitão Daniel Lorenzetto), a perita criminal Patrícia Doubas Cancelier, da Polícia Científica do Paraná, dois agentes da Defesa Civil e uma geóloga da UFPR estiveram na linha de frente do resgate na primeira semana do rompimento.

Com o passar dos dias, o Paraná mandou novas equipes dos bombeiros (ao todo, 20 já estiveram em Minas Gerais), a cadela Brida, reconhecida nacional e internacionalmente no resgate de pessoas, e um helicóptero. No total, a operação conjunta dos estados logo após a acidente integrou 17 aeronaves, mais de 300 bombeiros e 12 cães.

A violência do vazamento de lama e rejeitos foi comparada por especialistas que acompanharam a tragédia a um atropelamento de um carro a 70 km/h. A Defesa Civil de Minas Gerais estima 169 mortos e 141 desaparecidos em balanço divulgado nesta segunda-feira (18).

O tenente Luiz Henrique Vojciechovski é especialista em resgate em deslizamentos de terra, em estruturas colapsadas e em atendimento com produtos perigosos. Nessa entrevista, ele conta um pouco mais sobre a sua experiência na tragédia de Brumadinho, pouco antes de retornar a Minas Gerais para continuar a ajuda.


Como as equipes se dividiam em Brumadinho?

As equipes de bombeiros eram divididas de três formas distintas, mas partiam da mesma base, que era a do Córrego do Feijão. Havia equipes de busca ativa, de solo e de intervenção. As buscas tinham o auxílio de cães e se concentravam em lugares pré-determinados onde havia maior probabilidade de encontrar vítimas. Essa foi a realidade dos primeiros dias. Nós do Paraná fomos encaminhados como observadores para ver de que forma poderíamos auxiliar as guarnições de Minas Gerais, mas acabamos integrando as equipes de intervenção rápida. As aeronaves faziam voos rasantes para fazer identificação, recuperar as vítimas. Nós partíamos do posto avançado e quando identificávamos o local descíamos munidos de ferramentas como enxadas e pás, além de tapumes para aumentar a área de trabalho sobre a lama. Fazíamos a extração dos corpos e a busca superficial no terreno. Por vezes as equipes de intervenção também atuavam com cães.

Os bombeiros construíram um sistema de sinalização com estacas. Como funcionava?

Com a constatação de vários corpos ou fragmentos nos sobrevoos era possível sinalizar os locais para outras equipes de intervenção. Nós tínhamos uns tubos de PVC de 2,5 metros que usávamos para colocar na lama para sinalizar a localização das vítimas. Quem realizava busca com cães também usava e as aeronaves conseguiam localizar.

Qual foi o tamanho da violência do impacto sobre as pessoas?
O Centro de Apoio Científico em Desastres (CENACID), da Universidade Federal do Paraná (UFPR), fez um estudo do caminho da lama e rejeitos para apresentar para as forças de Minas Gerais. Eles estimaram que o movimento da onda chegou a 70 km/h em alguns momentos.

Como estavam os corpos das vítimas?

Nossa equipe viveu a experiência de retirada de mais fragmentos de corpos do que corpos inteiros. Mas variou muito de acordo com os locais em que as equipes atuavam. Nas áreas de maior concentração de pessoas, como o alojamento e o refeitório, havia mais corpos inteiros.


A qual tipo de risco vocês foram submetidos nesse resgate?

Existia possibilidade de contaminação por hepatite, leptospirose, HIV. Além disso as águas estavam contaminadas com os metais pesados do rejeito de mineração, ou seja, havia o risco de ingestão. Também o risco de trabalhar em estruturas colapsadas, veículos retorcidos, e de atolamento. Havia riscos agregados de outras duas barragens próximas da área do desastre, desidratação e umas formações climáticas muito rápidas. Teve um momento da operação em campo em que caiu granizo. Todas as equipes também enfrentaram chuva intensa e raios. Uma equipe de São Paulo chegou a ser atingida por um raio. Sentiram os efeitos, mas não se machucaram.

Qual foi a sua primeira impressão na chegada?

A se destacar a estrutura organizada pelos agentes de Minas Gerais e a sinergia com as diversas agências que participavam da operação. Havia um posto de comando, uma rede neural do desastre. Depois, quando fomos para o posto avançado, o cenário era de guerra. Uma operação de guerra por conta do número de vítimas e de aeronaves chegando e saindo. A prioridade número zero de todos era a recuperação das vítimas, vivas ou mortas.

Alguma situação específica te marcou pessoalmente?

Teve uma situação em particular dentre as várias coisas que marcam um desastre. Marcou a equipe porque foi uma atitude muito simples. Foi quando encontramos um bilhete de quatro linhas no painel da viatura ao final de um dia de trabalho. Provavelmente da população local. Um recado ao qual não estávamos preparados. Um obrigado. E a outra foi o trabalho entre as agências, saber que agimos pelo caminho certo com muita capacidade de resposta. Não queremos que aconteça em nosso Estado, mas mostra o quão preparados estamos para enfrentar esse tipo de situação.

 Fonte: AEN




Ex-presidente e dois ex-servidores da Câmara Municipal de Cantagalo são condenados por contratação e pagamento irregular de contador



O Juízo da Vara da Fazenda Pública de Cantagalo, no Centro-Sul paranaense, condenou por improbidade administrativa um ex-presidente, um ex-diretor (ambos no biênio 2013-2014) e um ex-contador da Câmara de Vereadores daquele município. Os três são réus em ação civil pública ajuizada pela Promotoria de Justiça da comarca por conta da contratação irregular do contador.

Conforme ação, o contador continuou recebendo indevidamente da Câmara Municipal de Cantagalo, mesmo após rescindir o contrato. O ex-presidente da Câmara prestou declarações falsas a respeito da prestação de serviços pelo contador, buscando dar aparência de regularidade aos pagamentos. Na época, outras duas empresas de contabilidade prestavam serviços ao Legislativo, não havendo razões para que o contador fosse contratado, o que tornou ainda mais aparente a fraude.

A decisão judicial declarou a ilegalidade e a nulidade do contrato. O contador e o ex-diretor da Câmara foram condenados à suspensão dos direitos políticos por oito anos, à proibição de contratar com o poder público por dez anos, ao ressarcimento solidário dos danos ao erário no valor de R$ 10 mil e ao pagamento de multa civil (R$ 30 mil para o contador e R$ 20 mil para o ex-diretor). O ex-presidente da Câmara também foi condenado por improbidade administrativa, mas as sanções não foram aplicadas, uma vez que o réu assinou termo de colaboração premiada. Cabe recurso da decisão.

Fonte: www.mppr.mp.br

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