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sábado, 15 de maio de 2021

Policial Militar de Turvo morre em acidente na rodovia que liga Ramilândia à Matelândia



O policial militar Ederson Fassini, morreu após se acidentar com sua caminhonete na rodovia que liga os municípios de Ramilândia à Matelândia.

O acidente ocorreu na tarde deste sábado (15), e de acordo com as primeiras informações, o veículo teria saído da pista e capotado em meio à lavoura. A rodovia não tem acostamento.

O policial Ederson, que estava lotado em Ramilândia, chegou a ser encaminhado para o hospital, porém não resistiu e veio à óbito.

Segundo informações repassadas ao Blog do Elói, Ederson é filho do senhor Ildo Fassini, que é morador da Localidade do Passa Quatro, em Turvo. Ederson foi seminarista da Congregação Mariana.

O velório de Ederson será em Matelândia, onde ele morava. Ele deixa esposa e dois filhos menores.




Com informações e foto: Guia Medianeira

Polícia Rodoviária apreende mais de 100 quilos de maconha em Nova Tebas



Neste sábado (15), a Polícia Rodoviária realizou operação na rodovia estadual, PRC 487 km 251 no Município de Nova Tebas.

Durante a operação, foi dada a ordem de parada ao veículo VW/Gol placas MBH-0852-SC que não acatou, foi realizado acompanhamento tático, logo à frente o condutor abandonou o veículo e entrou em uma mata as margens da rodovia não sendo possível captura-lo.

Quando realizada a busca no veículo foi observado que dentro havia volumes com a cor azul que pareciam ser tabletes e um saco com invólucros prensados a vácuo tudo substância análoga a maconha, num total de 124 tabletes e 35 invólucros.

Após pesada foi constatado 100 quilos e 200 gramas do entorpecente devidamente acomodados no chão do veículo e bagageiro. 

Diante dos fatos o veículo e substância ilícita foram encaminhados até a Delegacia de Polícia de Manoel Ribas.


Fonte e fotos: PRE

Neste domingo tem Sobrecoxa desossada e recheada com bacon na Igreja Assembleia de Deus, em Turvo

 


Neste domingo (16), tem mais uma super promoção na Igreja Evangélica Assembleia de Deus, em Turvo.

Aquela sobrecoxa desossada e recheada com bacon que trás alegria para toda a família.

Apenas R$ 20,00 a porção, que serve 3 pessoas adultas.


Deus abençoe a todos.


Produção de leite diminui no Paraná em razão das condições climáticas


A produção leiteira paranaense diminuiu nos últimos dias. Entre as principais causas estão a estiagem, que prejudicou pastagens já implantadas e o plantio de novas, e os custos crescentes da atividade. A análise está no Boletim de Conjuntura Agropecuária elaborado pelo Deral (Departamento de Economia Rural), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, referente à semana de 8 a 14 de maio.

O Estado vive uma situação de falta de chuvas generalizadas há quase 60 dias. Com isso, muitas propriedades precisaram adaptar bebedouros ou buscar água fora. E, tão grave quanto essa situação, é a das pastagens em péssimas condições em algumas bacias leiteiras, como a do Sudoeste e do Oeste. Com menos oferta de alimento, a produção se reduz.

Aliado a isso, o atual período é de transição de pastagens. Ou seja, as forrageiras de verão estão em fase final e começa o plantio das espécies de inverno: aveia e azevém. Entretanto, a seca impossibilitou a semeadura na época mais propícia, que seria até o início deste mês, prevendo-se que a falta de alimentação pode persistir.

Mas as dificuldades do produtor não se restringem às pastagens. As lavouras de milho safrinha destinadas à produção de silagem foram igualmente prejudicadas pela estiagem e muitas não poderão ser usadas para alimentar o rebanho. Com isso, a dieta deverá ser de produtos com preço em alta no mercado, como milho e soja, o que acarreta aumento no custo de produção do leite e desistência de alguns produtores.

Como em outras atividades, também na agropecuária o uso de tecnologias garante uma condição mais confortável. É o que acontece com produtores de leite da região centro-oriental do Estado, onde estão municípios como Palmeira, Ponta Grossa e Castro. Ali, a dependência de pastejo é menor e os produtores trabalham com alimentação estocada de boa qualidade e produzida na propriedade, ajudando a reduzir custos e ter menos problemas com a produção. Há relatos pontuais de perda de menos de 5%. Nessa região, a dificuldade atual é o atraso no plantio das forragens de inverno.

FEIJÃO, MILHO E TRIGO – O boletim retrata também a situação da cultura de feijão no Paraná, que igualmente sofre as consequências de adversidades climáticas. Da produção inicial projetada para a segunda safra de 491 mil toneladas, estima-se redução de, pelo menos, 93 mil toneladas, segundo levantamento do final de abril.

O milho é outra cultura que tem sentido o problema hídrico. A segunda safra 2020/21 continua apresentando piora nas condições de lavoura. Da área estimada em 2,5 milhões de hectares, 25% estão em boas condições, enquanto 45% apresentam situação mediana e 30%, ruim. Espera-se que as chuvas desta semana, ainda que poucas, possam minorar as perdas.

Sobre o trigo, o documento fala da importação de 2,2 milhões de toneladas pelo Brasil no primeiro quadrimestre de 2021. Grande produtor do cereal, o Paraná também está importando e é responsável por 7% do que entrou no País. Para o Estado, as principais regiões de origem são a Argentina e o Paraguai.

OUTROS PRODUTOS – O boletim registra, ainda, as previsões divulgadas nesta semana para uma safra brasileira de 135,41 milhões de toneladas de soja no período 2020/21, também afetada pela seca. Ao tratar da fruticultura, o documento faz considerações sobre o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), que foi adotado como política pública desde 1996.

A avicultura também é destaque, sobretudo em razão de a Arábia Saudita ter anunciado, nesta semana, a suspensão de importação de carne de frango de 11 plantas frigoríficas brasileiras, três delas instaladas no Paraná. De forma unilateral, os sauditas alegaram que ultrapassaram limites e padrões microbiológicos estabelecidos em regulamento.

Sobre a suinocultura, o documento preparado pelos técnicos do Deral registra exportação de 346,4 mil toneladas de carne entre janeiro e abril de 2021. Do Paraná, saíram 46,5 mil toneladas. O quadrimestre também marcou a entrada da JBS no segmento de pescados, o que pode significar maior disponibilidade ao consumidor.

Fonte e fotos: AEN

Caminhão carregado com tijolos tomba na BR-277 e motorista fica ferido



Em Candói/PR no Km 389 da BR-277 por volta das 21:50 ocorreu um acidente do tipo colisão frontal envolvendo uma Fiat/Toro de Toledo/PR e um um caminhão Ford/Cargo carroceria aberta de Prudentópolis/PR.

O veículo Ford/Cargo seguia sentido Guarapuva/Candói, quando invadiu a faixa contrária em princípio para efetuar ultrapasagem e colidiu frontalmente contra o Fiat/Toro, onde viajava apenas o condutor.

Com a violência do impacto a Fiat/Toro foi projetada para fora da pista, contudo seu condutor não sofreu lesões aparentes e o caminhão Ford saiu da via vindo a capotar parando suas rodas voltadas para cima na mata ao lado da rodovia, tendo sua carga/tijolos se espalhada pelos dois sentidos da via forçanda a parada total do trânsito.

O motorista do Caminhão, um homem de 23 anos, ficou preso nas ferragens e após trabalho intenso dos Bombeiros e Equipe SAMU o mesmo foi retirado com vida com um corte na cabeça e lesões aparentemente leves no corpo segundo informações da equipe SAMU, sendo encaminhado ao Hospital Santa Tereza de Guarapuava.

Foi realizado teste com etilômetro apenas no condutor do Fiat/Toro, não sendo possível realizar no condutor do caminhão devido a situação de socorro médico a que se encontrava. As vias ficaram interditadas das 21h 55min às 01h 15min, formando-se um fila de aproximadamente 5km para ambos os sentidos.

O condutor do Fiat/Toro não necessitou de atendimento.

sexta-feira, 14 de maio de 2021

Agricultura alerta que prazo para colheita da soja termina neste sábado no Paraná


A Secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento alerta os produtores que neste sábado, dia 15 de maio, termina o prazo para a colheita ou dessecação da soja no Paraná. O objetivo é preparar as áreas de cultivo para o vazio sanitário, período no qual é proibido semear ou manter plantas vivas de soja no campo.

O vazio sanitário visa reduzir a sobrevivência do fungo Phakopsora pachyrhizi, causador da ferrugem asiática, considerada a principal doença da soja, devido à rapidez com que se dissemina nas plantas e seu potencial destrutivo. A medida busca evitar a possibilidade de ocorrência da doença durante a safra.

No Paraná, o vazio sanitário acontece no período de 10 de junho a 10 de setembro. O dia 9 de junho é o prazo final para a eliminação de plantas vivas nas propriedades rurais.

As determinações e prazos estão previstos na Portaria 342/2019 da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), e seu cumprimento é obrigatório. Os produtores rurais que não cumprirem as recomendações estão sujeitos à aplicação de multas e, em casos mais graves, interdição da propriedade.

Além do vazio sanitário, as estratégias de manejo da doença incluem a utilização de cultivares precoces e a semeadura no início da época recomendada, para que o fungo não ataque plantas muito jovens e a doença se desenvolva com mais severidade; o uso de cultivares com genes de resistência e de fungicidas.

ALERTA FERRUGEM – Há três safras, os sojicultores paranaenses contam com o serviço Alerta Ferrugem, do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Iapar-Emater (IDR-Paraná), que monitora a ocorrência dos primeiros esporos de ferrugem asiática nas lavouras de soja. O Alerta Ferrugem fornece informações que auxiliam na decisão sobre o melhor momento para a aplicação de fungicidas – que não seja de forma precoce, que leva ao desperdício de produto, ou tardia, comprometendo a produtividade.

Com isso, o uso de agroquímicos obedece a critérios estritamente técnicos, levando em consideração três fatores: lavouras no período de florescimento, presença de esporos na região e ambiente favorável para o desenvolvimento da doença.

“Os dados são um indicativo de que o fungo está circulando no ambiente. É um alerta para subsidiar os agricultores e assistência técnica com relação ao momento em que a doença está entrando nas lavouras”, explica Edivan José Possamai, coordenador estadual do Programa Grãos do IDR-Paraná. “A cada três aplicações de um agricultor que não usa as informações do Alerta Ferrugem, o que usa faz apenas uma aplicação”.

De acordo com Possamai, a ferramenta também mostra a importância do vazio sanitário, pois, quanto há cumprimento correto da medida, a doença aparece mais tardiamente nas lavouras. Na safra 2020/21, foram registradas 208 confirmações de esporos, de 249 coletores instalados em propriedades estrategicamente selecionadas nas regiões produtoras no Estado. Na temporada anterior, foram 169 casos.

CLIMA FAVORECE – O clima úmido e temperaturas amenas favorecem o desenvolvimento do fungo da ferrugem asiática, que se propaga facilmente pelo vento e pode incidir em qualquer estágio da cultura. Dependendo da intensidade e severidade da doença, os danos podem causar perdas de produtividade de até 90%.

Por isso, em um período de 90 dias, nenhuma planta de soja deve existir nas lavouras paranaenses. “O fungo causador da ferrugem asiática precisa da planta de soja para sobreviver. Portanto, o vazio sanitário é importante para evitar a disseminação, reduzir sua presença no ambiente e garantir o retardamento dos primeiros focos na próxima safra. A principal forma de controle é o manejo precoce”, informa Ana Paula Kowalski, técnica do Sistema Federação da Agricultura do Paraná.

PREJUÍZOS – De acordo com dados do Consórcio Antiferrugem, a doença possui um custo médio de US$ 2,8 bilhões por safra no Brasil, incluindo métodos de controle e prejuízos com perdas. O Paraná é um dos estados que mais sofrem com a ferrugem asiática no País. No ciclo 2020/21 foram registradas 100 ocorrências da doença em planta, atrás apenas do Rio Grande do Sul, com 138.

A pesquisadora da Embrapa Soja, Claudine Seixas, reforça que o controle da ferrugem asiática começa antes mesmo do início do vazio sanitário, com a eliminação de plantas que possam servir de hospedeiro para o fungo. Quanto mais cedo a doença chega nas lavouras, maiores são as chances de severidade e, consequentemente, de perdas expressivas.

“O vazio sanitário aliado ao monitoramento dos esporos significa adiamento seguro das aplicações de fungicida. Com essas informações, o produtor vai poder fazer o controle no momento adequado”, acrescenta.

CONTROLE – A utilização de coletores de esporos (estrutura do fungo com alta capacidade de proliferação e que dá início à doença) tem se consolidado como uma técnica confiável para aperfeiçoar o manejo da ferrugem asiática nas lavouras. O coletor é um equipamento que detecta os esporos do fungo e auxilia técnicos e produtores na tomada de decisão sobre o momento da aplicação de fungicida.

A técnica inibe as chamadas “pulverizações calendarizadas”, que obedecem a um cronograma previamente definido, realizadas mesmo sem saber se há presença do fungo na lavoura. As aplicações desnecessárias acarretam em aumento do custo de produção, além de reduzir a eficácia dos fungicidas.


“A identificação dos esporos permite a realização do manejo precoce com uso adequado de fungicidas. E evitar que os produtos disponíveis no mercado percam eficiência de controle”, afirma Ana Paula.


Fonte e fotos: AEN

Paraná registra mais 9.338 casos de Covid-19 e 145 óbitos



Um ano e dois meses depois dos primeiros seis casos, em 12 de março de 2020, o Paraná alcançou a marca de 1 milhão de positivados para a doença. Os dados acumulados do monitoramento diário da doença mostram que o Estado soma 1.006.266 casos confirmados e 24.187 óbitos.

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta sexta-feira (14) mais 9.338 casos confirmados e 145 mortes pela Covid-19. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam as notificações das últimas 24 horas.

Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (50), fevereiro (100), março (236), abril (260) e maio (8.641) de 2021, e dos seguintes meses de 2020: maio (2), junho (4), julho (1), agosto (1), setembro (3), outubro (5), novembro (13) e dezembro (22).

INTERNADOS – O informe relata que 2.376 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 1.879 pacientes em leitos SUS (933 em UTI e 946 em enfermaria) e 497 em leitos da rede particular (276 em UTI e 221 em enfermaria).

Há outros 2.769 pacientes internados, sendo 1.003 em leitos UTI e 1.766 em enfermaria. Eles aguardam resultados de exames, estão nas redes pública e rede particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

ÓBITOS – A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 145 pacientes. São 63 mulheres e 82 homens, com idades que variam de 20 a 97 anos. Os óbitos ocorreram de 15 de janeiro a 13 de maio de 2021.

Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (12), São Mateus do Sul (9), Londrina (8), São José dos Pinhais (8), Campo Mourão (6), Morretes (6), Siqueira Campos (6), Guarapuava (5), Pinhais (5), Almirante Tamandaré (4), Maringá (4), Paranaguá (4), Toledo (4), Arapongas (3), Castro (3), Foz do Iguaçu (3), Campina Grande do Sul (2), Colombo (2), Francisco Beltrão (2), Jaguariaíva (2), Marilândia do Sul (2), Nova Esperança (2), Ponta Grossa (2), Reserva (2), Rolândia (2) e São João do Ivaí (2).

A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Agudos do Sul, Alto Piquiri, Assis Chateaubriand, Balsa Nova, Bandeirantes, Barbosa Ferraz, Barracão, Bocaiúva do Sul, Cambara, Cascavel, Centenário do Sul, Guaíra, Itaperuçu, Ivaiporã, Jacarezinho, Jesuítas, Mandaguaçu, Marialva, Matinhos, Nova Esperança do Sudoeste, Palmas, Paranacity, Piraí do Sul, Prudentópolis, Salto do Itararé, Santa Mariana, Santa Mônica, São Jerônimo da Serra, São Pedro do Iguaçu, Saudade do Iguaçu, Serranópolis do Iguaçu, Telêmaco Borba, Turvo, Ubiratã e Umuarama.

FORA DO PARANÁ – O monitoramento registra 5.749 casos de residentes de fora, sendo que 143 pessoas foram a óbito.

Mais 10 casos de Covid-19 são registrados em Turvo

 


Ex-prefeito de Turvo deve devolver valores pagos em contratações superfaturadas


O Pleno do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) julgou procedente Representação da Lei nº 8.666/1993 (Lei de Licitações e Contratos) interposta pelo vereador de Turvo Eraldo Mattos de Oliveira. Na peça, foi apresentado o parecer final de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada em 2014 pelo Poder Legislativo desse município da Região Central do Paraná para apurar possível superfaturamento em licitações promovidas pela prefeitura à época.

O documento concluiu pela ocorrência de pagamentos indevidos por serviços de coleta e transporte do lixo urbano, bem como de limpeza, conservação e jardinagem. Esses serviços foram licitados por meio dos pregões presenciais nº 54/2014 e nº 55/2014.

Ao comparar os desembolsos feitos pela administração municipal em função dos contratos provenientes desses certames com aqueles realizados devido a contratos oriundos de procedimentos licitatórios com os mesmos objetos realizados no ano anterior, a CPI constatou a ocorrência de sobrepreços injustificados que variaram de 47,49% a 379,17%.

Em seu voto, o relator do processo, conselheiro Fernando Guimarães, afirmou serem válidos os apontamentos feitos pela comissão da Câmara Municipal de Turvo. Segundo ele, a prefeitura não foi capaz de demonstrar a existência de quaisquer alterações na quantidade ou na metodologia dos referidos serviços contratados e prestados em 2014 que justificassem as elevadas diferenças de preços observadas em relação àqueles do mesmo tipo realizados em 2013.

Decisão

Em função disso, o conselheiro manifestou-se pela expedição de determinação ao então prefeito, Nacir Agostinho Bruger (gestão 2013-2016), para que ele restitua ao tesouro municipal todos os valores que foram pagos irregularmente a mais desde o início da vigência dos contratos resultantes dos referidos pregões. As quantias serão calculadas pela área técnica do TCE-PR após o trânsito em julgado da decisão, inclusive com a aplicação de correção monetária.

Guimarães defendeu ainda a aplicação, ao ex-gestor, de multa proporcional a 30% do dano a ser apurado. A sanção está prevista no artigo 89, parágrafo 2º, da Lei Orgânica do TCE-PR (Lei Complementar Estadual nº 113/2005).

Por fim, ele posicionou-se pela emissão de recomendação à Câmara de Vereadores de Turvo para que, "em apurações de indícios de irregularidades em licitações ou contratos do Poder Executivo local, a CPI formada para tal finalidade apure com a maior precisão possível a totalidade dos indícios conhecidos, preferencialmente com a participação da assessoria jurídica e do controle interno do órgão legislativo".

Os demais membros do órgão colegiado do TCE-PR acompanharam, de forma unânime, o voto do relator na sessão de plenário virtual nº 5/2021, concluída em 15 de abril. Cabe recurso contra a decisão contida no Acórdão nº 736/21 - Tribunal Pleno, publicado no dia 26 do mesmo mês, na edição nº 2.525 do Diário Eletrônico do TCE-PR (DETC).


Serviço


Processo nº:

1097927/14

Acórdão nº:

736/21 - Tribunal Pleno

Assunto:

Representação da Lei nº 8.666/1993

Entidade:

Município de Turvo

Interessados:

Câmara Municipal de Turvo, Eraldo Mattos de Oliveira, Jerônimo Gadens do Rosário, Ministério Público do Estado do Paraná e Nacir Agostinho Bruger


Relator:

Conselheiro Fernando Augusto Mello Guimarães




Autor: Diretoria de Comunicação Social
Fonte: TCE/PR

quinta-feira, 13 de maio de 2021

Guarapuava registra 6 mortes e 183 novos casos de Covid-19


Guarapuava registrou mais seis mortes e 183 novos casos de Covid-109 nesta quinta feira (13 de maio).

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Saúde e agora, desde o início da pandemia, o município acumula 322 óbitos e 15.572 casos confirmados.

As mortes de hoje são de uma mulher de 54 anos, que teve os primeiros sintomas dia 24 de abril, foi internada dia 05 de maio e faleceu no dia 11 de maio; um homem de 64 anos, que teve os primeiros sintomas dia 01 de maio, foi internado dia 04 de maio e faleceu ontem (12); um homem de 63 anos, que teve os primeiros sintomas dia 29 de abril e faleceu no dia 11 de maio, na UPA Batel; uma mulher de 70 anos, que teve os primeiros sintomas dia 04 de maio e faleceu no dia 10 de maio, na UPA Batel; uma mulher de 57 anos, que teve os primeiros sintomas dia 01 de maio, foi internada dia 08 de maio e faleceu ontem (12); e um homem de 47 anos, que teve os primeiros sintomas dia 15 de abril, foi internado dia 16 de abril e faleceu ontem (12).

Ainda de acordo com o Boletim Oficial, Guarapuava tem 1.632 casos ativos e 32 pessoas aguardam o resultado oficial do Laboratório Central do Estado (Lacen).

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