quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Sicredi realiza sorteio especial de R$ 500 mil em outubro, mês da poupança

Premiação especial da campanha "Poupar e Ganhar" celebra o mês da modalidade de investimento mais tradicional entre os brasileiros. Ao todo, promoção realizada nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro já contemplou mais de 135 associados


Em celebração ao mês da poupança, o Sicredi realizará, no final de outubro, o sorteio especial de R$ 500 mil da campanha “Poupar e Ganhar sem Parar”. Ao todo, a ação realizada nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro distribui R$ 2,5 milhões em prêmios, em sorteios semanais de R$ 5 mil, além do grande sorteio de R$ 1 milhão no fim da ação, em dezembro. Até agora, mais de 135 associados já foram contemplados.

Com a campanha, a cada depósito de R$ 100,00 na poupança, o associado ganha um número da sorte para concorrer aos prêmios. Se as aplicações forem na modalidade poupança programada, quando o poupador autoriza, todos os meses, o depósito de forma automática em sua poupança, as chances dobram com dois números da sorte para concorrer. A visualização dos cupons e a conferência dos ganhadores da campanha está disponível no site da promoção.

“Para muitas famílias, o planejamento financeiro começa com a poupança. É importante incentivar o hábito de economizar em prol da realização de metas traçadas a médio e longo prazos. E a poupança é uma excelente opção para este objetivo. Dá previsibilidade ao investidor, não tem taxas ou impostos e ajuda a fortalecer a cultura de economizar com frequência e constância. Além disso, ter uma reserva financeira ajuda em períodos de incerteza econômica, como o que enfrentamos agora”, analisa a gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adriana Zandoná França.

Recordes e desenvolvimento

De acordo com o Banco Central, a captação líquida da poupança registrada em agosto foi oito vezes maior que a verificada no mesmo período de 2019. O resultado foi o mais alto já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1995.

Nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, o Sicredi registrou mais de R$ 1,8 bilhão em captação entre os meses de março e agosto. Na instituição, a opção pela modalidade beneficia o associado e as comunidades “Os recursos geram incremento no crédito da cooperativa incentivando o apoio aos negócios locais e fomentando o desenvolvimento regional. Um círculo virtuoso que começa com o associado, que desenvolve planejamento financeiro, e continua impactando todo o entorno”, comenta Adriana.

Os associados que investem em produtos do Sicredi ainda se beneficiam com a distribuição de resultados, de acordo com o volume de negócios realizados com a instituição financeira cooperativa. “Além da poupança, o Sicredi possui outras modalidades destinadas a diferentes perfis de investidor. O importante é iniciar o hábito de poupar, de preferência com a modalidade mais tradicional entre os brasileiros, que continua se mostrando segura e a preferida entre os associados”, finaliza a gerente.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

Turvo - Boletim Oficial Covid-19

 





Calor e pouca chuva ampliam crise hídrica



A Sanepar alerta que a redução no consumo de água pela população é essencial neste momento. A empresa lembra que os primeiros dias de outubro repetem o cenário do mês passado: temperaturas elevadas e poucas chuvas. Setembro registrou um déficit de 70% nas precipitações reforçando a estiagem severa que afeta o Paraná, principalmente na Região Metropolitana de Curitiba.

Nesta quinta-feira (01), a temperatura máxima na capital chegou a 34 graus, muito elevada para esta época do ano. A previsão para esta sexta-feira é também de calor excessivo.

Esse cenário mantém os mananciais com níveis críticos para o abastecimento. As barragens do Sistema de Abastecimento Integrado estão com reservação pouco abaixo de 30%. A Sanepar alerta que se os níveis chegarem a 25% será necessário adotar um rodízio mais severo.

“A redução no consumo é essencial neste momento. Temos que atingir a meta de 20% de economia de água em todas as nossas atividades”, afirma o diretor de Meio Ambiente e Ação Social da Sanepar, Julio Gonchorosky.

Fonte: AEN

Paraná Rosa alerta sobre os cuidados com a saúde da mulher



O Governo do Paraná iniciou nesta quinta-feira (01) a segunda edição do Paraná Rosa, campanha promovida dentro do Outubro Rosa para fortalecer iniciativas de conscientização sobre a prevenção do câncer de mama e de colo de útero, além da saúde da mulher em geral.

Por meio de uma transmissão online pelo Youtube, a campanha foi anunciada pelo secretário estadual da Saúde, Beto Preto, e a primeira-dama do Estado, Luciana Saito Massa, idealizadora do projeto.

O atual cenário da pandemia também não permitiu a realização da caravana, que passou por diversos municípios em 2019. A Secretaria de Estado da Saúde propôs para este ano ações não presenciais, direcionadas à promoção de hábitos saudáveis de vida para a mulher, visando a redução dos fatores de risco para doenças crônicas.

“Embora a prevenção deva ser feita o ano todo, o mês de outubro dá destaque para a causa”, alerta o secretário Beto Preto. Segundo ele, os bons hábitos alimentares, práticas de exercícios físicos, exames periódicos e demais cuidados de rotina ainda são a melhor estratégia de prevenção, pois quando diagnosticado e tratado precocemente as chances de cura do câncer são muito grandes.

Luciana Saito Massa falou sobre a relevância em levar a informação para todas as mulheres do Paraná.

“Outubro é um mês dedicado à saúde da mulher. Temos que aproveitar esse engajamento nacional para levar a informação sobre os cuidados e mostrar que a prevenção é sempre o melhor caminho”, afirmou a primeira-dama. “O Paraná Rosa não é somente um programa de alerta e de cuidado com a prevenção e diagnóstico precoce do câncer, mas sim com a saúde integral e o bem-estar da mulher”, acrescentou.

AÇÕES – Durante o mês, entre as atividades já promovidas pela Secretaria da Saúde, está o apoio aos municípios para o rastreamento de câncer de mama e colo de útero, a vacinação contra o HPV, além da elaboração de Nota Técnica nº 12/2020 que reforça as medidas de prevenção e contágio da Covid-19 e segurança dos usuários com relação à coleta do exame citopatológico do colo do útero e mamografias.

DADOS - O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima que, em 2020, o Brasil registre 66.280 novos casos de câncer de mama. No Paraná este número pode chegar a 3.470.

Em 2019, 993 mulheres morreram pelo câncer de mama no Estado. Além disso, segundo dados de 2018, o câncer de mama é a primeira causa de mortalidade prematura em mulheres entre 30 e 69 anos.

Já para o câncer do colo do útero, a estimativa nacional é de 16.590 casos e, no Paraná, de 990 novos casos. O número de óbitos em 2019 foi de 336 mulheres.

Até o mês de junho deste ano, o Estado já fez 92.642 mamografias e 181.674 exames citopatológicos do colo do útero. Para oferecer os testes gratuitamente, o Paraná conta com 184 mamógrafos no Sistema Único de Saúde (SUS) distribuído nas 22 regionais de Saúde.

Após o início da Covid-19, houve diminuição em 56% na realização de mamografias e de 59% nos exames citopatológicos do colo do útero no Estado. 

A Secretaria salienta que nas situações de sintomas suspeitos de câncer ou resultados anteriores alterados, a orientação é fazer os exames.

EXAME – A mamografia deve ser realizada a cada dois anos em mulheres de 50 a 69 anos. Fora da faixa etária e periodicidade, o exame é recomendado somente para mulheres com sinais ou sintomas de câncer de mama, como nódulo, retração do mamilo e outros; ou com histórico familiar em parente de primeiro grau, como mãe, irmã ou filha. 

Em relação ao câncer de colo de útero, a recomendação é que o exame seja feito nas mulheres de 25 a 64 anos, que já iniciaram a vida sexual. Os dois primeiros exames com intervalo de um ano, e se os resultados forem normais os próximos podem ser a cada três anos. Os exames fora deste critério podem ter resultados falso-negativos.

O Paraná disponibiliza anualmente aos municípios 720 mil kits para exames citopatológicos do colo do útero e mais de 230 mil exames de mamografia. Para a vacinação do HPV a meta do Estado é vacinar 458 mil meninas de 9 a 14 anos.

OUTUBRO ROSA – O Outubro Rosa é um movimento internacional de mobilização contra o câncer de mama que surgiu em 1997, nos Estados Unidos, e foi instituído no Paraná por meio da Lei nº 16.935/2011.

O objetivo da campanha é conscientizar as pessoas em relação à prevenção do câncer de mama pelo diagnóstico precoce e o tratamento imediato, evitando mortes pela doença.

PALESTRAS – Além da abertura oficial, os participantes acompanharam as palestras com o médico Arn Migowski, do Instituto Nacional de Câncer (Inca); da nutricionista Luciana Grucci Maya Moreira, também do Inca, e da médica psiquiatra Patrícia Piper Ehlke, sobre recomendações para o diagnóstico precoce e rastreamento do câncer de mama, a importância do autocuidado e a promoção da alimentação saudável e atividade física na prevenção da doença.

Durante o mês serão disponibilizados na página oficial da Secretaria da Saúde vídeos com profissionais da área alertando sobre os cuidados de forma integral à saúde da mulher e a qualidade de vida. “A informação é uma das melhores formas de prevenção. Precisamos fazer com que as orientações corretas sobre a doença e seus cuidados cheguem a todo o Paraná”, afirmou a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti David Lopes.

PARTICIPAÇÕES – Participaram da abertura a vice-presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná, Ângela Pompeu; o diretor-geral da Secretaria da Saúde, Nestor Werner Júnior; representantes de diversas áreas técnicas da Secretaria e das 22 Regionais de Saúde, além de representantes municipais e profissionais de saúde que acompanharam a transmissão online.

Fonte: AEN

Jovem do Distrito da Palmeirinha tira a própria vida em SC


Segundo informações, o Jovem Gilmar Santos, tirou a própria vida em Santa Catarina, na manhã desta quinta-feira.

O velório será na Capela Mortuária no Distrito da Palmeirinha.

O jovem é bastante conhecido e querido no distrito.

Em breve mais informações


Analistas discutem comercialização e clima na safra 20/21


Previsões de analistas de mercado experientes apontam para uma boa produção e comercialização de grãos, favorável aos produtores também na safra 2020/21, apesar da maior estiagem dos últimos anos que está atrasando o plantio no Paraná. O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, destacou que o período está beneficiando o setor produtivo com a elevação nos preços dos principais produtos – soja e milho – e que o Valor Bruto da Produção (VBP) do ano que vem pode crescer acima de 15% em decorrência dos bons preços obtidos pelos produtores na comercialização da safra 2019/20.

O tema foi abordado nesta quarta-feira (30/09) em uma live transmitida pelo canal Paraná Cooperativo no Youtube, da Organização das Cooperativas do Paraná. A transmissão ao vivo pela internet abordou as tendências da meteorologia e de mercado para a safra que começa a ser plantada. Participaram cerca de 250 pessoas entre lideranças da agropecuária e produtores, presentes em salas nas cooperativas e sindicatos rurais.

Também participaram da live o secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Marcio Nunes, o superintendente da Ocepar, José Roberto Ricken, e o presidente da Federação da Agricultura no Estado do Paraná (Faep), Ágide Meneguetti.

Neste ano, o VBP já alcançou a marca de R$ 97,5 bilhões. Mesmo com essa boa expectativa, os produtores devem ter cautela porque em algum momento a ressaca virá, alertou Ortigara.

Segundo ele, pela primeira vez, a venda de proteínas animais (carnes) deve superar a comercialização de grãos, com resultados acima de 50% do VBP. Os preços das carnes de suínos, boi, leite estão bons, assim como da soja e do milho.

Porém, Ortigara destacou que o mercado muda e os produtores já estão acostumados com essas variações. “Assim como eles estão vendendo bem a produção agora, já começam a se preparar para o aumento de custos de plantar a safra e, também, para o estresse do atraso de plantio, em função da maior crise hídrica dos últimos anos. Nunca plantamos tão pouco nessa época do ano”, disse.

Ele acrescentou que com o retorno das chuvas o Paraná pode repetir a colheita de uma grande safra no começo do ano que vem, como está ocorrendo em 2020, em que o Estado está colhendo a segunda maior safra da história, com um volume perto de 41 milhões de toneladas de grãos.

Porém, Ortigara chamou a atenção do produtor que ele pode enfrentar problemas em janeiro e fevereiro com atrasos no plantio da segunda safra de grãos. Outro alerta para produtor foi para não descuidar de técnicas importantes como o manejo integrado de solos e evitar a compactação para evitar frustrações mais para frente.

De acordo com secretário Marcio Nunes, o Paraná é um dos Estados que mais preserva o meio ambiente no País, e o produtor rural paranaense produz com sustentabilidade, acompanhando a era do alimento sustentável. Nunes antecipou que está em curso o programa Descomplica da Energia Sustentável, em que toda a produção de energia sustentável, que não emite carbono no meio ambiente, terá o processo de licenciamento bastante simplificado. “Tudo o que for alternativo será facilitado e essa será a marca do Estado que vai ao encontro do que as cooperativas paranaenses precisam”, disse.

CLIMA 2020/21 - O meteorologista Luiz Renato Lazinski, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), falou sobre as previsões do clima e sua influência sobre a safra de verão até o início da segunda safra. Segundo ele, esse mês de outubro se configura efetivamente a corrente climática La Niña, cuja característica é a extrema variação de temperaturas na primavera, chuvas abaixo da média até o início do próximo ano na região Sul e chuvas acima da média nas regiões Norte e Nordeste do País.

Os efeitos da La Niña, acrescentou Lazinski, diminuem no período março/abril de 2021, permanecendo com intensidade fraca a moderada em maio, devendo influenciar o clima de toda a safra de verão e boa parte da safrinha de milho do ano que vem.

Ele destacou que os produtores paranaenses terão mais tranquilidade para plantar a safra a partir da segunda quinzena de outubro, quando cairão chuvas mais volumosas que vão criar a umidade no solo necessária ao plantio. Lazinski alertou que quem está plantando agora poderá enfrentar sérios problemas na frente, porque em ano de La Ninã há veranicos prolongados com falta de chuvas e a planta, mesmo que se desenvolva, pode não resistir aos veranicos que estão previstos para frente. “As condições de umidade não estão boas ainda e se a planta não tiver a umidade necessária no início do ciclo, e encontrar período prolongado de falta de chuvas novamente para frente, pode não aguentar”, explicou.

“O que podemos esperar a partir de agora é que as chuvas que eram mais constantes nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, até agora, tendem a diminuir no curto prazo, enquanto aumentam no Paraná e região Centro-Sul. Porém, chuvas mais abundantes que permitem o plantio só a partir de 10 ou 11 de outubro”, disse.

Lazinski disse que nos últimos três meses do ano, mesmo ocorrendo chuvas no Paraná, elas ainda estarão abaixo da média, havendo o retorno efetivo das chuvas a partir de fevereiro e março de 2021. 

“Esse é o ano que o produtor terá que caprichar mais na lavoura, fazendo o manejo integrado de solos e pragas, além de cuidar do solo com boa palhada”, recomendou o meteorologista. Ele lembrou que quem capricha mais consegue ter impacto menor das adversidades climáticas.

TENDÊNCIA PARA O AGRO - O engenheiro agrônomo Andre Pessoa, da empresa de consultoria Agroconsult falou da tendência de mercado, cujo cenário deve continuar bom para a soja e milho na safra 2020/21 em função de aumento da demanda pelo grão nos mercados interno e externo. No mercado interno, a perspectiva de consumo da soja é boa pela continuidade de expansão do consumo de biodiesel. Ele prevê novamente recorde de produção e de exportação da soja para o ano que vem.

Pessoa atribuiu a demanda elevada ao mercado externo e à depreciação do real, que está impulsionando as vendas antecipadas. De acordo com ele, a China está recuperando a produção de suínos, que foi dizimada pela peste suína africana, em patamares melhores de sanidade, o que aumenta o consumo de soja e de farelo de soja. O mercado externo está pagando bons prêmios, fazendo com que a soja esteja atingindo preço recorde de R$ 150,00 a saca em Paranaguá.

Entretanro, o analista chamou a atenção que esses não são os preços praticados da safra 2019/20. A maior parte da soja foi vendida antes de setembro, com preços menores. Cerca de 97% da safra 2020 já está vendida, e isso vem acontecendo desde o ano passado a preços mais baixos, abaixo dos R$ 80,00 por saca.

Para a safra 20/21 o mercado está realizando vendas significativas com preços melhores, entre R$ 94,00 a R$ 95,00 a saca, em média. Para aproveitar esse bom momento, há comercialização antecipada da safra 20/21 em níveis recordes. No Mato Grosso a venda antecipada está em torno de 60% e o Paraná tem cerca de 39% da safra comercializada.

“Para se ter uma ideia, já temos venda da safra 21/22 no Cerrado e no Paraná, ou seja, a soja que ainda será plantada no ano que vem”, afirmou. Segundo Pessoa, os preços do grão vão entrar firmes em 2021, como está ocorrendo esse ano. Uma das razões para esse comportamento está na relação de troca (diferença entre venda do produto e custos de plantio), que ainda está favorável ao produtor e por isso eles estão antecipando a venda da produção.

“Lembro que os preços subiram e os custos também subiram em reais. O fertilizante e defensivo subiram e para aproveitar o momento favorável o produtor recorre à venda antecipada como um antídoto para incertezas”,destacou o analista.

Para a safra 20/21 Pessoa acredita que os preços da soja vão continuar bons, um pouco acima dos praticados durante a safra 19/20. Ele disse que deve haver recuperação do plantio da soja, que está atrasado a partir da segunda quinzena de outubro, graças à capacidade de maquinário que os produtores têm hoje. E que o ano será de equilibro entre oferta e demanda, e se, houver alguma derrapada com o clima, poderá haver deficit de soja no mercado internacional, o que daria mais sustentabilidade aos preços.

Em relação ao milho, Pessoa observou que a novidade é a entrada da China no mercado, o que ajudou a manter os estoques mundiais mais baixos e os preços em recuperação. No mercado interno, a demanda das indústrias de carnes e produção de etanol ajudam a manter os preços firmes, situação que deve permanecer no ano que vem.

Com a demanda aquecida, a venda antecipada também está ocorrendo e o Paraná já vendeu 15% da safrinha 2021 em função da relação de troca favorável, o que é um recorde. Segundo Pessoa, o Brasil está se preparando para o aumento da demanda por milho tanto no mercado interno como externo com a ampliação da área plantada.

O analista chamou a atenção para o mercado chinês, que pode ter um deficit maior entre sua produção e o consumo interno de milho, sinalizando um desequilíbrio mais acentuado no abastecimento do mercado. Com isso, a China pode ser uma grande compradora de milho na safra 20/21. “Esse movimento certamente vem acompanhado de recuperação nos preços do milho e o Brasil pode ser beneficiado com isso”.

Fonte: AEN

PM apreende mais de 500 kg de maconha em Guarapuava


Por volta das 11h40min do dia 30 de setembro, uma equipe da Rádio Patrulha deslocou até Estrada do Guairacá, Faxinal dos Fiuzas, após levantamento de informações, de que uma pessoa  estaria descarregando uma camionete L200 de cor prata e, escondendo mochilas na vegetação local. 

No local onde foi abordado o condutor do veículo mmc/l200 de Laguna SC, o qual relatou que a citada camionete apresentou problemas mecânicos e que estaria aguardando um guincho, em revista no interior do veículo foi encontrado várias placas de L200 na cor prata como também vestígios de maconha por todo o interior do veículo. 

Ao verificar o conteúdo das mochilas que estavam na vegetação ao lado, foi constatado ser uma carga de substância análoga a maconha que foi pesada totalizando 569,4kg. Em consulta foi verificado que o condutor do veículo já possuía passagem por tráfico e verificado através de numeração de chassi que a camionete L200 teria como placas verdadeiras IXP-4384 a qual constava alerta de furto em Farroupilha-RS. 

Diante do exposto foi dado voz de prisão ao homem, 37 anos, e encaminhado juntamente com veículo e drogas até a 14ª SDP para as providências cabíveis.


Fonte: PM
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