quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Prefeito e secretário de Viação e Obras de Virmond têm bens bloqueados pela Justiça por uso de máquinas do Município em benefício de particulares



O prefeito e o secretário de Viação e Obras de Virmond, no Centro-Sul paranaense, tiveram os bens bloqueados por decisão judicial liminar relacionada a ação civil pública ajuizada pela Promotoria de Justiça de Cantagalo (sede da comarca). O bloqueio é de R$ 53.428,24 para o prefeito e de R$ 18.242,84 para o secretário.

Ambos são réus na ação, motivada por ato de improbidade administrativa pelo uso de máquinas e equipamentos do município em benefício de uma organização religiosa. Conforme a ação, o prefeito – que autorizou os trabalhos, acompanhados e fiscalizados pelo secretário – “dispôs da coisa pública como se dela fosse dono, desprezando por completo o princípio constitucional da impessoalidade”, uma vez que “ocorreu o uso de maquinário e servidores públicos para benefício de particular, comandados pelos demandados, ficando configuradas condutas ímprobas, cometidas pelos requeridos, configurando lesão ao erário”.

Garantia – O bloqueio de bens busca garantir o ressarcimento do prejuízo ao erário e o pagamento de multa civil no caso de condenação dos réus. Na análise do mérito da ação, o Ministério Público do Paraná pede que os requeridos sejam condenados às sanções previstas na Lei de Improbidade, como perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, ressarcimento dos danos ao erário e pagamento de multa.

Fonte: www.comunicacao.mppr.mp.br

Vem aí grande Domingueira na Estância Índio do Carneiro, em Rio do Salto - Turvo




Paraná teve mais de quatro mil acidentes com aranha-marrom



O Paraná registrou 4.098 acidentes com aranha-marrom em 2018, segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, o que representa uma diminuição em relação a 2017, quando houve 4.198 ocorrências no Estado.

A maior incidência ocorre em Curitiba e municípios da Região Metropolitana, que concentram aproximadamente 50% dos casos a cada ano, de acordo com levantamentos anuais feitos desde 2015.

Do início do ano até agora, já foram registrados 203 casos. Os períodos de calor propiciam uma maior frequência de picadas, pois as altas temperaturas aumentam o metabolismo destes animais, que se movimentam mais em busca de alimento e de um parceiro para reprodução.

"Essa movimentação aumenta também o encontro entre homem e animal, e com isso acontecem mais acidentes no período do verão, não só com aranhas, mas também com serpentes, escorpiões e lagartas", afirma Emanuel Marques da Silva, biólogo da Divisão de Zoonoses e Intoxicações e coordenador do Programa Estadual de Vigilância de Acidentes por Animais Peçonhentos e Venenosos.

As aranhas-marrons procuram abrigo em locais secos, quentes e escuros, pois não suportam claridade. À noite, sai para caçar, em busca de alimento e da água que ele contém.

CUIDADOS – O controle químico (com inseticidas) não é recomendado na eliminação de animais peçonhentos, até para não intoxicar seres humanos e outras espécies.

O mais apropriado é fazer o manejo ambiental, com práticas simples que devem ser adotadas dentro das residências. "É preciso eliminar os quatro 'As' que garantem a sobrevivência desses animais: abrigo, acesso ao abrigo, alimento e água. Quando eliminamos qualquer um desses quatro 'As', estamos alterando o ambiente natural dele", afirma o biólogo.

O acesso a abrigos da aranha-marrom pode ser as frestas de casas em paredes, rodapés, caixilhos de portas, que devem ser fechados com massa corrida ou outro material apropriado. "Isso vai diminuir a presença destes animais, pois não terão onde se esconder, e assim podem ser abatidos mais facilmente. Diminuindo a população, eles se reproduzem menos e infestam em menor quantidade as residências", afirma Emanuel.

VIAGEM – O biólogo também chama a atenção para os períodos de férias, quando as pessoas voltam de viagem. É recomendado que os moradores vistoriem a casa, em especial dentro de sapatos e em roupas e toalhas encostadas em paredes ou no chão, que podem ser esconderijos de aranhas-marrons.

É importante também organizar materiais que estejam em caixas de papelão, livros velhos e outros objetos acumulados que podem se tornar abrigos para elas. O mesmo vale para materiais de construção fora de casa.

Tábuas devem ficar em pé, e não deitadas; assim como tijolos e telhas, que além de ficarem na posição vertical, devem estar a pelo menos 20 centímetros do solo, em um estrado ou outro suporte. Com estas medidas de manejo ambiental, as pessoas também não se intoxicam com produtos químicos.

SORO – Em caso de picada da aranha, a orientação é lavar o local do ferimento com água e sabão para mantê-lo limpo; não cobrir a ferida e nem fazer qualquer outro procedimento. Uma Unidade de Saúde deve ser procurada o mais rápido possível. Quanto antes for feito o diagnóstico, melhor vai ser a evolução do quadro, com a medicação adequada.

Em situações mais graves, a vítima poderá ser encaminhada para um hospital. Caso seja necessário, no paciente será feita uma soroterapia, mas este tratamento não ocorre com muita frequência. "Menos de 5% dos casos necessitam do uso do soro antiaracnídico ou soro antiloxoscélico, e somente um médico vai poder avaliar a necessidade", afirma Emanuel da Silva. Apenas a rede SUS tem o soro disponível, que não é encontrado em hospitais particulares e não é comercializado.

Se for possível, o paciente deve levar a aranha capturada em um recipiente, esteja ela viva ou morta, para ajudar o médico na identificação do animal (isso vale também para ocorrências com escorpiões, lagartas ou outras espécies peçonhentas). Caso esteja morta, é preciso colocar um pouco de álcool no recipiente para preservar o animal, que se deteriora muito facilmente.

Fonte: AEN

"PAER": erro em sinalização chama atenção de moradores e viraliza


Um erro na pintura de sinalização no asfalto do cruzamento da Avenida Guaiapó com a Rua Iguaçu, chamou atenção dos moradores de Maringá. Os funcionários pintaram a palavra “PAER”, ao invés de “PARE”.

O erro teria sido cometido por uma empresa terceirizada, que presta serviço para a prefeitura do município.

A empresa voltou ao local, às pressas, para arrumar o defeito, na tarde de quarta-feira (13). Mesmo refeito, a história virou piada e viralizou nas redes sociais.



Perita detalha ação do Paraná nos resgates de Brumadinho



A perita criminal Patrícia Doubas Cancelier, da Polícia Científica do Paraná, passou sete dias na linha de frente da identificação dos corpos resgatados no mar de lama e rejeitos em Brumadinho, Minas Gerais. Ela integrou uma força-tarefa paranaense que incluiu a geóloga Fabiane Acordes, dois agentes da Defesa Civil, bombeiros, viaturas e cães farejadores. Por determinação do governador Carlos Massa Ratinho Junior, o Paraná foi um dos primeiros estados a prestar apoio técnico e operacional para mitigar as consequências da tragédia que sacudiu o país.

Patrícia fez parte da equipe de peritos criminais que atendeu os primeiros dias do local do desastre. Todos os corpos e fragmentos de corpos retirados na primeira semana de trabalho passaram pelas mãos desta equipe, que foi sendo substituída por outros peritos na sequência.

O trabalho consistia no tratamento adequado dos corpos e vestígios que do entorno. Toda a documentação inicial tem início já nesta fase e se baseia em protocolos internacionais, cujo objetivo final é poupar tempo de trabalho na identificação realizada dentro do Instituto Médico-Legal (IML). O corpo é fotografado, há um croqui e todos os vestígios são devidamente documentados.

Ao mesmo tempo, os agentes da Defesa Civil participaram das reuniões estratégicas com os demais órgãos de investigação e resposta rápida e os bombeiros do Grupo de Operações de Socorro Tático (Gost), também do Paraná, apoiaram as equipes de busca ativa (aérea e terrestre), mapeamento dos locais das vítimas e intervenção direta para o recolhimento dos corpos. Uma equipe de bombeiros paranaenses segue em Brumadinho.

Segundo a perita, os principais obstáculos na operação montada em Minas Gerais foram a violência do impacto da lama sobre as vítimas e as dificuldades de resgate em função do volume de rejeitos sobre área muito extensa. Mesmo diante desses complicadores, Patrícia elogiou os protocolos de segurança seguidos pela força-tarefa interestadual e a estrutura disponibilizada para atendimento das famílias no IML, em respeito ao luto que cobriu a região.

De volta ao Paraná, a especialista considera que os protocolos do Estado num possível enfrentamento já estão de acordo com padrões internacionais e garante que todas as estruturas de segurança, prevenção e ação emergencial já estão conectadas há mais de cinco anos. Essa interligação começou a ser construída na instalação da Comissão de Identificação de Vítimas de Desastres do Paraná, da Polícia Científica, em 2013.

O governador Carlos Massa Ratinho Junior também solicitou que o Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar) avalie a situação das 461 barragens existentes no território paranaense. Os trabalhos são monitorados pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Sustentável e Turismo.

Segundo o último balanço divulgado pela Defesa Civil de Minas Gerais, a tragédia de Brumadinho já soma 166 mortos (160 identificados) e 155 desaparecidos.



Confira trechos da entrevista com a perita criminal Patrícia Doubas Cancelier, da Polícia Científica do Paraná.

Como foi a integração das forças do Paraná em Brumadinho?

Fui requisitada para compor uma das equipes da Polícia Federal que trabalhou na identificação das vítimas, então o Paraná cedeu a minha força de trabalho para atuar no local do desastre. Fui para uma missão de sete dias e agora uma nova equipe chegou ao local. Eu já colaborava com a Polícia Federal em um grupo chamado DVI (Disaster Victim Identification – ou Identificação de Vítimas de Desastres) desde que ajudei a escrever o Manual de Perícias em Situações de Desastres em Massa da Polícia Federal.

Em que consistia o seu trabalho?

O órgão responsável pela identificação das vítimas da tragédia é a Polícia Civil de Minas Gerais. Mas vários estados e a Polícia Federal colaboraram com esse grupo. O trabalho de identificação é bastante extenso. Primeiro, há a fase de campo. A perícia precisa trabalhar ao lado do Corpo de Bombeiros para processar de maneira adequada os vestígios que possam levar ao reconhecimento. O protocolo de busca e recuperação de corpos da Interpol prevê que sejam tiradas uma série de fotos mínimas já no local, que seja elaborado um croqui da região onde o corpo foi encontrado e que os vestígios sejam direcionados de maneira adequada. Feito o trabalho inicial, os corpos, vestígios e documentos de busca e recuperação embarcaram nos rabecões até o IML de Belo Horizonte. No IML os corpos foram necropsiados. Além disso são extraídas informações como impressões digitais, coletadas amostras de DNA, e é realizado um exame odontológico minucioso da arcada dentária. Em paralelo, foram realizadas entrevistas junto aos familiares no intuito de colher informações que possam ser confrontadas de maneira lógica. O trabalho é concluído com a identificação da vítima e a entrega do corpo aos familiares.

Quais as principais dificuldades dessa operação?

Do ponto de vista da identificação humana esse foi um desastre bastante complexo pelo número de vítimas e pelo grau de fragmentação de alguns corpos. Além disso, o processo de identificação foi se dificultando ao longo do tempo pela demora na retirada das vítimas. Pela perícia, o número de corpos pode ultrapassar o número de vítimas porque os peritos contam uma parte do corpo, por exemplo, como uma vítima. Isso multiplica o número de exames, gerando uma complicação a mais na identificação humana. Além disso, o volume de lama é muito grande em uma área muito extensa, então faltam meses de trabalho para a retirada de todos os corpos.

Dá para apontar uma principal causa das mortes?

Até agora, a principal causa mortis é o politraumatismo. Isso mostra que a onda de lama teve um impacto muito grande sobre as vítimas. Algumas foram encontradas sem roupas, o que mostra essa violência. Algumas tentaram se esconder em um contêiner e ele foi encontrado todo retorcido. Por isso foi fundamental uma resposta rápida e técnica.

O que o Paraná tira de lição dessa tragédia?

O incidente de Brumadinho mostrou que a colaboração das partes técnicas é fundamental. Ele também mostrou que os protocolos que já tínhamos funcionam. Agora a intenção é aprimorar ainda mais os protocolos. As equipes têm tido muito sucesso na identificação das vítimas. Isso é importante para mitigar o sofrimento das famílias. Nós queremos assinar termos de compromisso com outros órgãos para ampliar essa cobertura no Estado do Paraná.

Fonte: AEN

Faleceu em Turvo, Tereza de Jesus Buhrer


Faleceu na madrugada dessa quinta-feira no Hospital São Vicente, em Garapuava, Tereza de Jesus Buhrer, com 74 anos. O velório está acontecendo na Capela Mortuária de Turvo. O sepultamento será ás 09h00 desta sexta-feira. 

Dona Tereza era esposa do senhor Dinarte e mãe do Profº Side. 

Informações repassadas pela Funerária Nossa Senhora Aparecida de Turvo.

Ipem-PR apreende 3,2 mil itens em fiscalização de material escolar



O Instituto de Pesos e Medidas do Paraná finalizou a Operação Especial Volta às Aulas, realizada entre 4 e 8 de fevereiro. Foram fiscalizados 214.471 itens utilizados como material escolar, sendo 3.266 apreendidos por irregularidades. Houve 1.092 ações em 70 estabelecimentos visitados em todo o Estado.

Segundo o presidente do Ipem-PR, Rubico Camargo, o objetivo da Operação Especial Volta às Aulas é garantir a segurança de crianças e adolescente que utilizam produtos escolares, disponibilizados pelo comércio e indústrias, evitando acidentes de consumo. “Nessa época, o instituto intensifica essa fiscalização que já ocorre durante todo o ano”, disse.

As equipes verificaram presença do Selo do Inmetro em 25 produtos como apontadores, borrachas, canetas esferográficas rollers, canetas hidrográficas, colas, compassos, corretivos, esquadros, estojos com motivos ou personagens infantis ou desportivos. Também foram alvo da fiscalização giz de cera, lápis de cor, lápis preto ou grafite, lapiseira, marcadores de texto, merendeiras e lancheiras e seus acessórios, pasta com aba elástica, réguas, tesouras de ponta redonda, além de tinta guache, nanquim, plástica, aquarela e para pintura a dedo. As ações abrangeram todos os produtos de uso escolar, excluindo aqueles de uso artístico ou profissional.

O item que teve o maior número de apreensões foi a caneta esferográfica roller, com corpo e carga manufaturada em resinas plásticas, com 950 unidades apreendidas. Em segundo lugar estão os apontadores, com 566 apreensões.

A fiscalização ocorreu em todo o Estado com o apoio das Regionais de Londrina, Maringá, Cascavel, Guarapuava, e do escritório em Foz do Iguaçu.

As empresas autuadas pelo Ipem-PR têm dez dias para apresentar defesa junto ao instituto. De acordo com a Lei Federal 9.933/99, as multas podem chegar a R$ 1,5 milhão.

ORIENTAÇÃO - O selo do Inmetro deve ser afixado na embalagem ou diretamente no produto. No caso de material vendido a granel, como lápis, borrachas, apontadores ou canetas, a embalagem expositora com o selo do Inmetro deve estar próxima ao produto. Itens importados também devem ter o selo do Inmetro.

O Ipem-PR alerta o consumidor para que não compre artigos escolares em comércio informal, pois não há garantia de procedência e tais produtos podem não atender às condições mínimas de segurança. Outra orientação é guardar a nota fiscal, que garante a comprovação de origem.

DENÚNCIA – Em caso de dúvida ou para fazer uma denúncia, o cidadão deve entrar em contato com a Ouvidoria do Ipem-PR, por meio do telefone 0800 645 0102, de segunda a sexta, de 8h às 12h e 13h às 17h, ou através do site do Ipem-PR (http://www.ipem.pr.gov.br), no link “Ouvidoria”.

Fonte: AEN


Estado do Paraná teve o mês de janeiro mais quente já registrado


Um mês marcado por chuvas irregulares e calor, muito calor. Foi o que os paranaenses vivenciaram no primeiro mês do ano, o mais quente no Paraná desde que se faz acompanhamento e registro nas estações meteorológicas, em 1975.

“A presença de uma massa de ar quente, chamada de Alta Subtropical do Atlântico Sul (Asas), na costa Sudeste do Brasil, bloqueou a circulação das frentes frias que trariam chuvas abrangentes e duradouras”, explica a agrometeorologista Heverly Morais, do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar).

Ela conta que as temperaturas máximas no mês superaram a média histórica em várias regiões do Estado. Em Paranavaí foi de 34,4ºC a média das temperaturas mais altas nos dias de janeiro, 3,3ºC superior ao que é historicamente obtido naquela cidade. “Lá também observamos a maior temperatura já registrada para o mês desde o início dos registros, em 1975”, diz a pesquisadora, referindo-se aos 38,1ºC registrados no dia 22.

O quadro geral não foi diferente na região de Londrina – dias com temperatura ao redor de 25,8ºC, contra a média de 23,9ºC obtida em registros que começaram em 1976.

Guarapuava experimentou o mês de janeiro mais quente desde que se iniciaram os registros no município, também em 1976 – 18,3ºC para uma média histórica de 16,8ºC.

A agrometeorologista aponta ainda que não apenas as temperaturas máximas bateram recorde histórico em várias regiões do Paraná, mas igualmente as mínimas diárias. “Isso explica por que tivemos também noites muito quentes em janeiro”.

AGRICULTURA – Chuvas irregulares e mal distribuídas marcaram o período no Estado. Desde novembro do ano passado houve episódios de estiagem em diversas regiões produtoras, com prejuízos em lavouras de soja, milho e feijão. “Essa perda é sempre maior quando a seca ocorre nas fases críticas da lavoura, como florescimento e enchimento de grãos”, diz Heverly.

De acordo com a última projeção do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, a produção paranaense de soja deve ser reduzida em 14% – das 19,5 milhões de toneladas inicialmente previstas, estima-se uma colheita de 16,8 milhões de toneladas.

Para o feijão primeira safra, a estimativa é colher 260 mil toneladas, 61 mil a menos do que a estimativa inicial. No milho, a projeção inicial apontava uma colheita de 3,3 milhões de toneladas, agora atualizada para 3,1 milhões.

PREVENÇÃO – Lavouras implantadas em solos bem manejados toleram mais a seca, afirma a agrometeorologista. Ela preconiza a rotação de culturas para obter proteção e enriquecimento com a palhada e a matéria orgânica. E acrescenta que as raízes de algumas plantas, como girassol e braquiária, ajudam a descompactar o solo, o que melhora sua aeração e, consequentemente, a eficiência na absorção de água e de nutrientes pelas culturas comerciais.

Plantas de cobertura também fazem a reciclarem de nutrientes, que, eventualmente, podem até diminuir a necessidade de adubação química nas lavouras comerciais, com redução de custos para o agricultor.

Heverly também recomenda utilizar cultivares de diferentes ciclos – precoce, médio e tardio – com o objetivo de evitar que todos os talhões da lavoura fiquem igualmente expostos à adversidade climática.

Fonte: AEN


Natusolo - Turvo