terça-feira, 5 de março de 2019

'Pensei que era a minha hora', diz trabalhador que ficou soterrado por cinco horas


O homem que ficou cinco horas preso nos escombros de uma obra, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, nesta segunda-feira (4), disse que gritou por três minutos enquanto estava completamente coberto pela terra para que os outros trabalhadores da construção pudessem achá-lo.

"No primeiro momento eu cheguei a desistir um pouco. Foi na hora que a escavadeira me descobriu e eu voltei a respirar. Eu pensei que era a minha hora, que não tinha o que fazer", afirmou Roberval Silva, de 46 anos.

Ele ficou preso em uma cratera em uma obra que troca manilhas subterrâneas no bairro Shangrilá.

"Fiquei uns três minutos completamente soterrado gritando pra eles saberem a minha localização", disse. Com isso, um colega conseguiu tirar parte da terra que sufocava o trabalhador.

Logo depois, quando os bombeiros tinham chegado para o resgate, um novo desmoronamento aconteceu, cobrindo o trabalhador de terra mais uma vez.

O trabalhador ficou a tarde de segunda-feira inteira preso na terra.

A suspeita inicial era de que ele tinha sofrido alguma fratura, mas exames clínicos confirmaram que o trabalhador só sofreu escoriações.

A perna dele ficou prensada em uma manilha enquanto ficou preso nos escombros.

A empresa responsável pela obra de construção de galerias para escoar a água da chuva, mas a empresa afirmou que se manifestará em nota na quarta-feira (6).

Jovem de Goioxim morre prensado entre caminhões na PR-151, em Ponta Grossa

 Élton Pires da Silva de 24 anos, trabalhava na sinalização da rodovia quando foi esmagado por caminhão.



Vítima Élton Pires da Silva de 24 anos trabalhava na sinalização da rodovia quando foi esmagada por caminhão.

Um acidente ocorrido no início da tarde desta segunda-feira (4) causou a morte de um rapaz de 24 anos na PR-151, em Ponta Grossa, próximo à sede campestre do Clube Verde. A vítima foi esmagada por um caminhão por volta das 12h. 

Conforme informado pela polícia no local da tragédia, o rapaz era funcionário de uma empresa terceirizada da concessionária CCR Rodonorte e fazia o trabalho de sinalização da via enquanto outras equipes faziam a pintura das faixas. Ele estava próximo a um caminhão quando outro veículo engatou a ré e prensou o trabalhador. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local do acidente.


Equipes do Corpo de Bombeiros, Samu e socorristas da Rodonorte tentaram fazer os procedimentos de primeiros socorros, mas não conseguiram salvar a vida do rapaz. Peritos da Polícia Científica estiveram no local para levantar informações que vão ajudar a esclarecer as circunstâncias do acidente. A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) também foi acionada para auxiliar no controle do fluxo de veículos. 

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Ponta Grossa. 

O velório esta acontecendo na capela Mutuaria de Goioxim nesta terça-feira 05 de março, Sepultamento será em horário a ser designado.


CCR Rodonorte vai reconhecer pagamento de propina para tucanos no Paraná


A reportagem aponta ainda que o ex-motorista trabalhava na presidência da Rodonorte. Além dos montantes levados ao Palácio Iguaçu, ele também relatou entregas no Tribunal de Contas do estado e na associação das empresas concessionárias.

Em São Paulo, a CCR reconheceu que deu cerca de R$ 25 milhões em recursos de caixa dois para tucanos e petistas, mas afirmou que nunca pagou propina. O Ministério Público do estado aceitou o acordo, mas investiga se a empresa contou a verdade. Lá, a CCR pagou uma multa de R$ 81,5 milhões para se livrar de processos. (Leia a coluna completa aqui)

A informação divulgada na Folha atinge em cheio o ex-governador Beto Richa. Segundo a força-tarefa da Lava Jato, Beto e o irmão Pepe Richa ‘comandaram o esquema de propinas das rodovias federais no Paraná’. Os procuradores afirmam que as propinas que teriam sido pagas em troca dos benefícios às concessionárias chegaram a pelo menos R$ 35 milhões. Os dois negam todas as denúncias.

A denúncia tem origem em uma ação conjunta do Ministério Público Federal, Polícia Federal, Receita e Polícia Rodoviária Federal.


Na acusação contra os agentes públicos, foram denunciados Beto Richa e seu irmão, Jose Richa Filho (Pepe Richa) – ex-secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná -, e mais oito investigados, pelos crimes de pertencimento à organização criminosa e corrupção passiva.


Beto Richa foi preso em janeiro por ordem do juiz Paulo Sérgio Ribeiro, da 23ª Vara Federal de Curitiba. O ex-governador foi solto por determinação do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha.

No final de janeiro, a Lava Jato apresentou duas denúncias contra suposto esquema que teria desviado R$ 8,4 bilhões por meio de supressões de obras rodoviárias e aumento de tarifas em concessões do Anel de Integração. Uma acusação contra o núcleo político e outra contra o núcleo econômico.

Os empresários foram denunciados pelos crimes de corrupção ativa, pertencimento à organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Duas décadas

Os crimes são relacionados às investigações da Operação Integração – desdobramento da Lava Jato -, que apontaram, ao longo de quase duas décadas, um suposto pagamento de propina pelas concessionárias que operam o Anel de Integração do Paraná

Os subornos, apontou a Lava Jato, eram pagos para obtenção de favorecimentos contratuais que excluíam obras e aumentavam tarifas.

De acordo com a acusação, em 1999 as seis concessionárias que administram o Anel de Integração do Paraná – Econorte, Ecovia, Ecocataratas, Rodonorte, Viapar e Caminhos do Paraná – começaram a se reunir periodicamente na sede da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) para tratar de propinas a agentes públicos do Paraná em troca da celebração de aditivos contratuais favoráveis às empresas.

A Lava Jato indicou que, no início do esquema, o valor total da arrecadação mensal de propina era de aproximadamente R$ 120 mil. O montante teria sido rateado entre as seis concessionárias do Anel de Integração proporcionalmente ao faturamento de cada uma delas e distribuído para funcionários do DER/PR.

Os procuradores afirmam que o esquema continuou após o início do mandato de Beto Richa em 2011. A partir de então, os beneficiários finais da propina eram agentes políticos do Palácio Iguaçu e agentes públicos do DER/PR e da Agência Reguladora do Paraná (Agepar) – instituição responsável por fiscalizar as concessões rodoviárias no Estado.

Outro lado

A defesa de Richa ainda não se manifestou sobre o acordo fechado pela CCR com o MPF.

O espaço está aberto para as manifestações dos citados.

Fonte: Banda B

PORTE ILEGAL DE ARMA DE FOGO EM PINHÃO


No dia 05 mar. 19 às 02h15 min Rua XV de Dezembro esquina com a Rua Otacílio Ferreira da Silva - Nossa Senhora Aparecida- Pinhão-PR em patrulhamento pela Av Trifon Hanycz, a equipe policial se deparou com uma camionete cinza que ao avistar a viatura policial empreendeu fuga, realizado o acompanhamento tático até a rua Otacilio Ferreira Da Silva onde foi logrado êxito em abordar o veículo MMC/L200 TRITON condutor, 67 anos, feito busca veicular e localizado no seu interior, debaixo do banco do motorista um revolver marca Amadeo Rossi cal.22 capacidade seis disparos, com cinco munições intactas e uma munição deflagrada. 
Dada voz de prisão ao autor que resistiu, sendo necessário uso de força moderada para contê-lo. O veículo está com débitos de licenciamento e seguro obrigatório e o condutor estava apresentando sintomas de embriaguez e aceitou fazer o teste etilométrico o qual constatou O,53 MG/L. 
Diante dos fatos o veículo foi recolhido ao pátio do 4º PEL e o autor foi encaminhado a Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos legais cabíveis.

Fonte: 16º BPM

Policial aposentado mata esposa a tiros e comete suicídio em Toledo


Um policial rodoviário estadual aposentado Jean Carlos Ferreira da Costa de 46 anos, matou a esposa e cometeu suicídio durante a madrugada de terça-feira (5), no Bairro Jardim Concórdia, em Toledo. 

A Polícia Militar foi acionada após vizinhos ouvirem uma discussão seguida de tiros. Ao chegar na casa em que moravam, encontraram a mulher, Débora Carin de Jesus de 30 anos, morta a tiros e o policial aposentado com uma perfuração na região da cabeça. Além do casal, estava no imóvel uma criança que foi quem presenciou as mortes. 

A Polícia Civil não tem encontrou nenhum registro da mulher contra o esposo em caso de agressão. Eles se relacionavam há três anos e não tinham filhos juntos. 

O Instituto de Criminalística fez o trabalho de coleta de provas para anexar ao inquérito do caso. 

Os corpos foram recolhidos ao IML (Instituto Médico-Legal) de Toledo.

Fonte: Catve.com