quinta-feira, 17 de março de 2016

Três suspeitos de executar policial e a namorada são mortos em confronto em Ponta Grossa.

Com informações do site  A Rede de Ponta Grossa


Um novo suspeito de envolvimento na morte do cabo José Osni Pigatto foi morto em uma troca de tiros com a Polícia Militar. O confronto com a PM aconteceu no Residencial Costa Rica no início da tarde de hoje (17). O suspeito morto é considerado o chefe da quadrilha, segundo informações da PM. Outros dois integrantes do grupo foram presos, sendo um deles uma adolescente de 15 anos. A moça atuava como chamariz da quadrilha, ao abordar as vítimas e levá-las até o local do crime.

Armas de fogo foram apreendidas com o grupo. Em uma investigação paralela, a equipe de reportagem do Portal aRede obteve detalhes do crime. O grupo abordou o policial que transitava em sua caminhonete com a namorada. Eles renderam o casal e seguiram em direção ao Alagados. Os dois foram amarrados com cadarços de tênis até que, por volta de 3 horas, o policial conseguiu se soltar das cortas e tentou fugir para um matagal.

O cabo Pigatto voltou para resgatar a namorada e foi capturado e amarrado pelos bandidos novamente. Então, o líder da quadrilha, identificado como Willian Correia de Almeida, 23 anos, disparou primeiro contra o policial e depois matou a mulher.

Primeiro confronto

As diligências para localizar os suspeitos da morte do cabo Pigatto iniciaram hoje pela manhã. Uma denúncia anônima levou os policiais até o Núcleo Pimentel, onde localizaram dois dos suspeitos. Os dois foram mortos em uma troca de tiros com policiais do Setor de Inteligência do 1º Batalhão de Polícia Militar. Um dos mortos foi identificado como Mateus Gomes.

“Existe a suspeita de que eles tenham matado o cabo Pigatto. Eles tinham passagens de ônibus para Guaíra e carregavam o dinheiro da venda da caminhonete”, explica o comandante Edmauro Assunção. Além da morte do cabo Pigatto, o grupo é suspeito de diversos crimes na cidade, como o roubo na casa de um Guarda Municipal de Ponta Grossa.

O crime

O cabo José Osni Pigatto e a namorada Luci de Fátima Galvão Buleke foram encontrados mortos na estrada que dá acesso a região do Alagados, no início da tarde de quarta-feira (16), por volta das 14h30.

O comandante do 1º BPM, major Edmauro Assunção, revelou novos detalhes do duplo assassinato e reforçou a hipótese de latrocínio – roubo seguido de morte. “Eles (Pigatto e Luci) não foram machucados. Ela também não sofreu violência sexual. O Pigatto teve as mãos amarradas para trás com o cadarço do tênis dela. Depois ficou de joelho e levou os tiros na cabeça. Ela também foi morta da mesma forma”, relata. Edmauro disse que a ‘morte de um irmão de farda’ teve impacto significativo em toda a tropa, e que não serão medidos esforços para a identificação, localização e prisão dos envolvidos.

Prisão da quadrilha

Três integrantes do grupo criminoso foram presos durante as diligências realizadas pela Polícia Militar. Uma adolescente, de 15 anos de idade, atuava como chamariz nos crimes. Ela conduzia os alvos dos crimes até o local onde o restante da quadrilha estava.

Andrew Luiz Macedo também foi preso com a arma do crime. Já Júlio Cezar Pereira da Silva Santos foi o responsável por vender o veículo do policial militar em Guaíra. Todos foram encaminhados para a 13º Subdivisão Policial

Sepultamento

O cabo José Osni Pigatto foi sepultado hoje (17) no Cemitério Santo Antônio, no Jardim Carvalho, às 16 horas.








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